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                  <text>479
COO:

029.7

SUGESTÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DE DIRETRIZES RELATIVAS À
AUTOMAÇÃO DE ACERVOS BIBLIOGRÁFICOS.
Maria Luiza Rigo Pasquarelli
Inês Maria de Morais Imperatriz
Mariza

Leal

de

MeÍrelles

Do

Coutto
Marcia Rosetto
sistema Integrado de Bibliotecas
Universidade de São Paulo
Prédio Antigo da Reitoria
Travessa J, n 2 374 - 1 9 andar
Cidade Universitária
caixa Postal 8191
05508 - São Paulo, SP
RESUMO: Através da experiência acumulada nesses últimos 06
anos
durante
o
desenvolvimento
do
Banco
de
Dados
Bibliográficos da USP
DEDALUS,
pôde-se detectar a
consolidação de procedimentos necessários à implantação e
gerenciamento desse tipo de atividade.

1

INTRODUÇÃO

A
Brasil,

automação

vem

sobretudo
verificado

de

apresentando

a

partir

na

da

literatura

serviços

bibliotecários,

considerável
década

de

desenvolvimento,

80,

especializada

no

como
e

na

pode

ser

promoção

de

eventos regionais e nacionais sobre o assunto.
Ao mesmo tempo em que

se destina

a

propor-

cionar maior agilidade dos serviços e ampliação de recursos
informacionais,

para

melhor

atendimento

ao

usuário,

a

automação tem interferido no planejamento bibliotecário de
modo geral (McCARTHY, 1989).
Podem-se

considerar,

portanto,

dois

pontos

básicos para as bibliotecas, quanto ao uso da automação:

�480

a)

a questão de gerenciamento da biblioteca,

abrangendo

a alteração de rotinas, o redimensionamento de fluxos
de serviços, a adequação de manuais de procedimentos,

o

treinamento

de

tecnologias,

o

recursos

trabalho

humanos

no

conjunto

uso

de

de

novas

bibliotecá-

rios/analistas, as avaliações, dentre outros;

b)

a questão técnica,

normas e

para

a

1)

adoção de regras,

procedimentos bibl ioteconômlcos apropriados

automação;

ã.

referente a:

observância

2)

construção

de

de

requisitos

"softwares ll ,

que

técnicos

perrni tirão

obter produtos (acesso às informações registradas, em

diversos suportes) e promover o intercâmbio de dados;

escolha

3)

acertada

dos

equipamentos

para

a

operacionalização dos programas.
Quanto
observa que

(1989)

mais

complexos,

cuidadoso
disso,
fase

à

e

questão

de

gerenciamento,

McCARTHY

lia automação introduziu sistemas muito
que

passaram

elaboração

de

exigir

a

documentos

planejamento

detalhados"

Além

é um processo que exige concentração de esforços na
de

negociação,

habilidades

nos

testes

preliminares,

cumprimento dos cronogramas de implantação e de treinamento
de

pessoal,

estudos

de

avaliação

e

aperfeiçoamento

do

sistema.
Para

o

êxito

merece ser ressaltada a
voltada

apenas

para

instituição,

mas

intercâmbio

de

desse

questão técnica,

atender

também
dados.

trabalho,

às

às

entanto,

que não deve ser

necessidades

possibilidades

Iniciativas

no

internas

da

futuras

de

esporádicas,

que

�481

aparentemente possam solucionar as questões de automação em
menor

tempo

reserva.

sempre

ou

reduzindo

Estas exigirão

permitirão,

catálogos

de

apropriados

investimentos consideráveis e

nem

longo

grande

porte

e

a

clientela,

precisa

ser

necessidade

internacionais,

visando

realidade

ampla.

sistemas

com

e

diversificada

mais

levantamento

vistas

médio

uma

a

devem

a

a

destaca-se

esforços,

de

sistemas

cuja

adoção

McCARTHY

problemas

na

no

de

de

frequente

automação

e

e

padrões

sistemas
ao
de

a

particular,

normas

dos

acesso

circulação

Nesse

(1988) ,

Brasil,

o

demanda

adequação

à

inforrnacionais

prazos,

atendida.

de

ser

a

uma

desenvolver

bibliotecas

verificou

que

e
os

"

respondentes deram maior importância aos problemas gerais
ou estruturais,
técnicos".
da

menos

destaque

aos

problemas puramente

No entanto, devido às prôprias características

automação,

técnicos,

e

pode-se

o

maior

citar,

rigor

que

em

relação
exigido

é

na

aos

processos

aplicação de

regras e normas de descrição bibliográfica e na revisão dos
dados armazenados. Eventuais incorreções, que nos sistemas
manuais podem ser controladas mais
evitadas,
(DYSON,

para

1984).

escolha ou o
norma

ISO

não

comprometer

Além disso,

a

facilmente,

devem ser

consistência

de

dados

corno requisitos básicos para a

dimensionamento do IIsoftware ll , estão o uso da

2709

(INTERNATIONAL ... ,

intercâmbio de informações,

1981)

para

bem corno a adoção de

bibliográfico compatível

com outros

sistemas

CUNHA,

o

passo

1986).

Este

é

permitir

primeiro

formato

(ROBREDO

para

o

que

&amp;

o

bibliotecário disponha, por um lado, de um instrumento ágil
para

o

bom

atendimento

de

referência,

elaboração

dE

�482

bibliogr&amp;fias/índices
disseminação

da

e

desenvolvimento

informação.

de

Por outro

serviços

lado,

de

também

é

a

base para um trabalho cooperativo ou para a constituição de

uma

rede,

permitindo

maior

racionalização

de

esforços

e

melhor qualidade e quantidade das informações disponíveis.

A
existentes

descrição

1987

das

automatizados,

objeto
),

acervos

nos

procedimentos
sendo

bibliográfica

de

como

vários

no

vem

sofrendo

tanto

no

Isto

implica

procedimentos

para

modificações,
Brasil

(FIUZA,

1982;

1989), para citar

nos

ajustes

disponíveis,

utilizando

&amp; HUSBANDS,

(TANNEHILL

POUR ... , 1982; SVENONIUS, 1989; SAFFADY,
alguns.

documentos

bibliotecas,

estudos,

Exterior

dos

códigos,

maior

normas

integração

e

dos

mesmos.

Assim,

a

observância

requisitos

desses

essencial no dimensionamento da automação

é

de bibliotecas.

As instituições mantenedoras podem decidir, de acordo com a
sua conveniência, quanto a algumas etapas do processo (por
exemplo,
para

formatação de telas no vídeo,

operacionalização

do

critérios de acesso

sistema,

elaboração

e

fornecimento de produtos de automação, etc.).
oportuno

É

estabelecimento

de

automatizados

bibliotecas

com o
prática

em

diretrizes

intuito de se obter a
existente

dessa forma,

pensar,

inicialmente,
para

universitárias

os

no

serviços

brasileiras,

expressão de um consenso da

(HAVARD-WILLIAMS,

1982).

pretende-se,

assegurar a compatibilidade e intercâmbio dos

programas, evitando problemas no futuro (McCALLUM, 1990).

�uma

E'xperiência

dos

programas

automatizados

pertencentes

ao

sistema

universidade

de

Havendo
implantação

São

Int.egrado

Paulo,

aJguns

recente,
nas

de

de

bibliotecas

Bibliotecas

aspectos

do

da

processo

estão sendo destacados,

numa proposta de reflexão inicial,

como

estabelecimento

contribuição

ao

de

diretrizes

na

iÍrea.

2

DESENVOLVIMENTO
Serão

apresentado:c" ,

em

linhas

gerais,

os

objetivos da automação do sistema Integrado de Bibliotecas
da Universidade de São Paulo e,

a seguir,

os procedimentos

utilizados na implantação da aut0mação.
2.1 O Sistema Integrado de Bibliotecas da universidade de

São Paulo
o

sistema

Integra(10

versidade de São Paulo (SIBI),
n°

de

Bibliotecas

da

Uni-

estabelecido pela Resolução

2.226 de 08 de julho de 1981,

tem por objetivo "criar

condições para o funcionamento !":istêmico das bibliotecas da
Universidade,

a

fim de oferecer suporte ao desenvolvimento

do ensino e pesquisa". Com esse fim, sua politica vem sendo
n

de

meio

"coordenar as

atividades

de

cooperativo"

serviços,

programas
que

exigem

um

de
e

alto

sLderando

a

consonância

necessidade

material bibliográfico,

cc'm
de

de

grau

compatibilização de procedimentu _,11
Em

informação

da

USP,

por

racionalização
de

de

normalização

e

(PASQUl\RELLI, 1988).
essa

politica,

controle

foi pro jetado,

e

automatizado

condo

em conjunto com os

�484

analistas do Centro de computação Eletrônica da USP -

CCE,

o

para

Banco

de

Dados

Bibliográficos

controle

armazenagem,

informações

da

USP

e

recuperação

bibliográficas

(PASQUARELLI

DEDALUS,

imediata

et

a1.,

das
1986;

1989) .

o programa foi montado,

preliminarmente,

para

atendimento a essas necessidades e vem sendo aperfeiçoado,
estando hoje constituído de quatro módulos.

Dois deles são

referentes a materiais constantes dos acervos

e

publicações seriadas),

bibliográfica

gerada

na

(monografias

e os demais relativos à
Universidade

(teses

produção

defendidas

produção bibliogrâfica do Corpo Docente da USP),

e

sendo as

bibliotecas do sistema depositárias dos mesmos.

Os
observando,

procedimentos

de

entradas

quanto ao cumprimento de

de

dados

vêm

e

normas

bi-

regras

blioteconômicas:
a}

adoção

do

(CÓDIGO ... ,

AACR2

para

1983-5),

representação descritiva de publicações dos acervos,
sendo a normalização de entradas realizada de acordo
com a Library of Congress (1977: 1987);
b)

uso

de

normas

(ASSOCIAÇÃO ... ,
bibliográficas

1989),
de

teses

da

documentação

de

para

as

defendidas

ABNT

referências
e

da

produção

bibliográfica dos docentes.
c)

adoção de lista de cabeçalhos USP (UNIVERSIDADE ... ,
1986)

para a

representação temática,

a

nível de

Banco de Dados.
No

que se

refere ao

"software",

inicialmente para armazenar os dados mínimos,

construido
se encontra

�-185

em fase de adequação a formato bibliográfico de intercâmbio
(INSTITUTO ... ,

1987;

PASQUARELLI et aI.,

1989),

observando

também a norma ISO 2709 (INTERNATIONAL ... , 1981).
O equipamento disponível é um computador central UNISYS-A15,

estando prevista e já parcialmente reali-

zada a conexão com as bibliotecas através de terminais de
vídeo e microcomputadores.
2.2 Procedimentos utilizados na implantação da Automação

Pode-se

afirmar

houve

que

adaptações

constantes de procedimentos, em função da temporal idade dos
mesmos,

nas

diversas

etapas

desenvolvimento

de

dos

programas. Algumas variáveis podem ser destacadas:
a) caráter

político/administrativo, para as definições

de níveis de descrição bibliográfica, abrangência de
materiais;
b)

caráter

tanto

técnico,

para

as

adaptações

às

mudanças de normas e regras adotadas, quanto para

OL

aperfeiçoamentos

no

decorrentes

no

software

dimensionamento de equipamentos de

e

interligação ao

computador central;
c) avaliações,
as

tanto pelos usuários iniciais, ou seja,

bibliotecas

brasileiros

e

necessários,

do

sistema,

do

exterior,

antes

de

corno

por especialistas

visando

aos

ajustes

implantação

sua

nas

bibliotecas.
Considerando-se as variáveis citadas,
afirmar que a
automação

definição desses

restringem

a

fluxos

relativa

e

pode-se

procedimentos de

independência

das

�486

bibliotecas, quando trabalhando individualmente, em tomadas
de decisão sobre determinadas atividades
A

nível

sistêmico,

possibilita,

abrangência de sua aplicação,

(MacCARTHY, 1989).

entanto,

no

maior

com consequente ampliação do

acesso a informações.

Os

resultadoS

obtidos

até

implantação em andamento da automação,

o

momento,

na

serão comentados a

seguir.
2.3 Operacionalização do Banco de Dados Bibliográficos da
USP

Corno observado anteriormente,
encontram em

fase

de

expansão e

os programas se

adequação

a

formato

bi-

bliográfico de intercâmbio. O delineamento existente prevê

as

etapas

de

informações,

entrada,

mas

devido

Bibliotecas do Sistema,

armazenagem

ao

processo

e

de

recuperação

implantação

de

nas

o presente trabalho destacará os

procedimentos para entrada de dados.
2.3.1 Entrada de dados
Para a entrada de dados do Banco há aspectos
comuns

e

distintos

aos

quatro

módulos.

Inicialmente

as

informações dos registros bibliográficos eram encaminhadas
pelas

bibliotecas,

DT/SIBI,

para

ao

Departamento

cadastramento

"in

Técnico

batchll

pelo

do

SIBI
CCE,

via

formulário próprio, conforme procedimentos adotados naquela
etapa.
Com

o

desenvolvimento

do

"software",

o

processo de cadastramento foi modificado, tendo em vista os
terminais

do

DT/SIBI

terem

sido

ligados

ao

computador

�487

central,

possibilitando

a

entrada de

dados

"an-linel!

das

informações recebidas das bibliotecas.

A implantação posterior,
nas bibliotecas,
uma

ampliação

do sistema "on-line lt

ainda em desenvolvimento,

de

terminais

operando a

havendo supervisão técnica e

vem permitindo

entrada

de

dados,

acompanhamento dos trabalhos

pelo Departamento Técnico do 8I8!.

Quanto ao aspecto técnico,

propriamente dito,

foi indispensável a observância dos procedimentos indicados
em 2.1,

com o acréscimo de outros parâmetros da USP (tanto

sob a forma de tabelas auxiliares, como pelo acesso a dados
cadastrados

administrativos,

sistemas

em

a

para

identificação de autores USP) .

Automatizado

encontra

se

possibilitando,
informações,

além
a

dimensionamento

o

Assim,

do

dos

comparativos,

tal

cadastramento

emissão

acompanhamento

de

de

dados

trabalhos,

análises

de

forma
e

elaborado,

recuperação

quantitativos

realização

acervos

sistema

do

e

de
da

das
para

estudos
produção

bibliográfica, entre outros. (Anexo 1)
2.3.1.1 Fluxo para preparo e cadastramento lIon-line" dos
registros bibliográficos
A partir da configuração do " so ftware",
se

considera

o

individualmente,

registro

bibliográfico

para

cumprimento

o

de
do

em que

cada

item,

fluxo

há

necessidade de um suporte técnico-administrativo quanto a:

�~88

a)

procedimentos
das

claros e

bibliotecas

do

precisos

sistema

para

quanto

à

instrução
descrição

padronizada de informações;

b)

instruções adequadas na utilização dos equlpa-

mentos

de

computação

e

do

"software ll

para

gerenciamento

das

introdução dos dados;

c)

instrumentos

adequados

para

participantes do sistema.
Para a execução

torna-se

pelas

desenvolvidas

atividades

indispensável

a

bibliotecas

(Anexo 2)

do fluxo,

realização

a nível slstêmico,

de

treinamentos

de

recursos humanos no uso de novas tecnologias.

2.3.1.2

Treinamentos
execução

de

recursos

humanos:

planej amento

e

Os treinamentos foram estruturados, segundo os
aspectos abaixo relacionados:
a) etapas básicas do fluxo de cadastramento;
b) adaptação ao uso do equipamento;
c) precisão no cadastramento de informações;
d)

observância

dos

critérios adotados para opera-

cionalização do sistema automatizado;
e)

recursos humanos

e materiais,

disponiveis para

ministrar os treinamentos.
A seguir,

um exemplo das

etapas consideradas

para a elaboração do programa de treinamento (Quadro I).

�489
QUADRO

I

-

Etapas do

uso

dos

Programa de Treinamento de Recursos Humanos, no

programas

Automatizados

do

Banco

de

Dados

Bibliográficos da U8P - DEDALUS.

ESPECIF!CAC.O

E

DOS
MODUlOS
MONOGRAfiA

1

!

, ,

,

P

S
J

0_.

Operações no terminal: instruções,
exercidos (Ma-

.Prepllro de dedos para entrada no
Banco de t&gt;ados;

Operações no terminal: Instruções,
ellerdcios (Manual n" 10)"

AC""'ll"nI1"I,"mto, avaliação/consultoria têcniclt

no term;n.IIl: instruções,
exercleios {Manual n' 10)"

Acoopanh!Wlleflto, avallaçio/consultoria t,knica

.Revis50 de Normas Internacionais
de Catalogação (AACR2)
.Metodologla de Preparo de
par. entrada no Banco (- Manual

AC~)IImameoto,

aval i ação/con-

suLtnrh técnica

roual n" IO)U

n' 09)"
PROOUÇ"O 81BLlOGRAflCA
DO

CORPO DOCEM-

TE

Idmtificllçio do tipo de trllbalho;
Normal i lIIçiío das referêllCias;
Identificação de autores;
Levllntemento de termos para 'O"
diel! ICIiIC:
Identificação de idi/)IM e pais
da pubt lcaçio;

levantamento de códigos de asSlrIto (MaTllUlI n' 01)··
PUBllCAÇOES
SERIADAS

lIevhio/AtUJ!llilll~iio

de Normas
de tltulos/cole(Manual n' 08)"
Preparo de Dados para entrada no
Banco

Opera~õn

Preparo de dados para entrada
Banco:

Operaçoes no terminal: Instruções,
exercidos

para

descri~ijo

ÇÕeI

lESES C·)

f)O

Ac~nhllllleflto,

avallçio/con-

sutorla técnica

Normalização das referências;
Identificação de idiOl!lll;
Identificação de autor
orlentador(es);
levantl'ltllellto de códigos de a5SUltos.

•

(.)

O treirnwnento para entrada de dados "on-line" pelas bibliotecas no módulo Teses airoda se encontra na etapa L
At' o fIK)IIl!flto, a entrada de dados Vefn sendo feita pelo 01/S181.
CU) A espeei flcação dos Manuais encontra-se no Anexo 2.

�490

A

programação

para

treinamentos

encontra-se

assim dimensionada:
a) encontros teóricos para revisão e atualização de

bibliotecários

quanto

a

regras

e

normas

de

descrição bibliográfica adotadas,
b)

encontros práticos, com orientação e exercícios
em terminais de vídeo conectados

ao computador

central

do

da

IIsoftware ll

cuja

Universidade,

através

intitulado

específico,

é

operacionalização

interfere

nos

DEDALUS.

temporár ia

e

no

são

fase,

de

um

SIBI-Teste,

armazenados

dados

Nessa

uso

não

Banco

treinados

bibliotecários e auxiliares que irão desenvolver
a entrada de dados em suas bibliotecas;

c)

período

de

realização

de

nas próprias bibliotecas,
SIBI-Teste.

Após

o

Banco,

à

quanto

das

tarefas

e

sendo considerado apto,

autorizado

é

funcionário

práticos,

utilizando o programa

cumprimento

avaliação pelo DTjSIBI,
o

exercícios

entrada

para

o

acesso

dados.

de

ao

Para

acompanhamento, há mecanismo interno no software
que controla as operações efetuadas.
O treinamento
elemento

mUltiplicador,

inicial visa

OU

ao preparo de um

torná-lo

seja,

pronto

treinar novos funcionários na própria Unidade,
uso

do

Programa

impedimento,

as

S1BI-Teste.
bibliotecas

novos treinamentos.

No

entanto,

podem

mediante o

havendo

solicitar

para

ao

algum
DTjSIBI

�491
Apôs

a

experiência

inicial

com vários grupos

de treinandos, chega-se à conclusão de que o treinamento é
essencial

conforme

e,

objetivos propostos,

está

organizado,

tem

atingido

aos

bem como servido de base para o

seu

aperfeiçoamento.
2.3.1.3 Gerenciamento

o
bibliotecas,

gerenciamento

quanto

utilização

à

atividades

das

do

acesso

das

"on-line",

é

feito pelo DTjSIBI, quanto a:
a)

autorização das pessoas

tarem
b)

treinadas,

para execu-

entrada/alteração de dados;

acompanhamento
realizadas

da

entrada/alteração

pelas

bibliotecas

de

dados,

autorizadas,

através de rotinas específicas de verificação e
conferência de dados "on-line" e "off-line";

c) acompanhamento dos recursos humanos aptos a utilizar o sistema.
A nível

mais

amplo,

o

gerenciamento

inclui

também a análise constante dos procedimentos adotados, das
solicitações

das

implementações,
"software",

bibliotecas

de

para

acompanhamento

ajustes

de

aperfeiçoamento dos produtos,

e/ou

expansão

do

treinamentos

de

pessoal e avaliações periódicas do sistema,

entre outros.

Os formulários utilizados encontram-se listados no anexo 3.

3

CONSIDERAÇÕES FINAIS

É evidente que,

oferecidas

pela

automação,

à parte de todas as vantagens

para

o

acompanhamento

desse

�492

processo,

há

necessidade

de

um

preparo

específico

do

bibliotecário quanto às utilizações de novas tecnologias.

o

compartilhamento

de

experiências,

em

determinado contexto sôcio-econômico, principalmente no que
se

refere

a

países

em

desenvolvimento,

poderá

levar

à

elaboração de diretrizes que auxiliem os profissionais da
área de informação no delineamento de seus programas.
Assim,

portanto,

propõem-se

um

conjunto

de

itens, que sirvam de subsídio à reflexão, no momento em que
se desenvolverem diretrizes sobre o assunto. são eles:
01.

adoção de regras e

normas de descrição bibliográfica

compatíveis com os sistemas automatizados;
02.

adoção de

permitir o

formato

acesso

informações,

bibliográfico de

imediato

a

um

número

principalmente

universitárias,

intercâmbio,
mais

pelas

para

elevado

de

bibliotecas

para o cumprimento dos objetivos de apoio

às atividades de ensino, pesquisa e extensão;
03.

estabelecimento de fluxos de trabalho contendo etapas

mínimas,

que

instituição

permitam

o

mantenedora,

cumprimento

de

como

bem

objetivos

da

possibilitem

a

compatibilização com outros sistemas de informação;
04. definição de exigências mínimas de atualização e coleta
de

informações

para

o

Banco

de

Dados,

em

função

dos

em diversos

su-

objetivos específicos da entidade mantenedora;
05.

estabelecimento de produtos mínimos,

portes,

para

disseminação

armazenada no Banco de Dados;

da

informação

bibliográfica

�493

06.

definição

de

confiabilidacte,

critérios

validade

de

e

acompanhamento,

avaliação

do

controle,

processo

de

automação;
07.

organização

de

treinamentos,

tanto

pessoal

de

bibliotecário como dos usuários-fins, no uso dos programas,
com o apoio de manuais impressos de procedimento,

folhetos,

guias, etc;

08.

desenvolvimento de estudos de usuários dos programas,

para implementações dos mesmos;
09. disponibilidade para novas adaptações a regras e normas
de

descrição

bibliográfica,

que

possam

surgir

pela

integração com os programas automatizados.

10.

adoção de procedimentos que assegurem a

documentação

do

sistema

automatizado,

da

elaboração de

qual

deverão

constar também as especificações do "software".

4

REFERtNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Referências
Bibliográficas; NBR-6023. Rio de Janeiro, 1989. 18p.

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on magnetic tape.
1981)

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ed.

Geneva:

ISO,

1981.

(ISO 2709-

8.

LIBRARY DF CONGRESSo Name authorithiesi
micro-form edition. Washington, 1977-1986.

cumulative

9.

LIBRARY DF CONGRESSo
Mame authorithies;
micro-form edition. Washington, 1987 1989.

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da informática. R. Esc. Bibliotecon. UFMG, v.la, n.1,
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software
do
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ID!@l}hã;
urna
abordagem
informatizada
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rev. amplo Brasília: Ed. do Autor, 1986. 400 p.

�495

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Library automation: an overview.
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ed • ,T"h",e"---,c",o"n",c";e"p"t"u""a",l~--"f-"o~u"n",d"f'a"'t,,i,,o,,-nlL--,oLhf
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p. 25-8, jan.jfev. 1988.

21. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. sistema Integrado de Biblio-

tecas • ~L,"i!Js"-t,:",a--,d":e~-,a!Js~s~uLn!Jt~02JSL~r~e",f,-e~r~e,:,n:"t",e,,,,s':-o'a",olL~c~a.d~a",s"t~r,-a~m~et!n}êt~oQ

automatizado
(mimeogr. )

de

livros

da

USP.

São

Paulo,

1986.

�496

Anexo 1

Ih,.. SlItOIl

~t

ArMaunal'tt , Rr,.ollf,',',!',',',,',',

:f8tpa~onD2tu~~noll

dr

ad05 11 bl

•

Instrucües

Execucao

IHICIO

DOlIu:r.n tos

. Prel'uo do ru,terlal

, BibllotecH do SI!_tMl

fllltrvO

ÀHÇRVtl8R-~\J~J

Manuais 11, PrOCtdlMfntO$
Lista de ~Slunto'
(atalo9'os de

~lltorLdldts

• Manual dt ProctdiM!ntos SIBI

Rtvi:!:. dlls
1'I,,"l.lInadol

'"'1 11' .,

Con! s ,no ia
dOI lIados

J1rI3!orio
Ocorrenolu

.

~!U~,

DT!5 Dl

, ProcediMento BpHifieo

R113!01"iO
Ocorrenoiu

, ProcediMento uPHifico

, ProcfdjMfnto Hpecifico

Infol'iMllolJ

Dib1lohcH do SlsttMa

!

,Nanual dt Procrdimntos SIDI

• DI/SISI

'lb1iOteClS do SishMa
D /S191

�497

ANEXO 2 - MANUAIS DE PREPARO DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO E
OPERAÇÕES EM COMPUTADOR PARA O BANCO DE DADOS

BIBLIOGRÁFICOS DA USP - DEDALUS

OBJET IVO/OBSERVAÇAo

ESPECIFICAÇAo

T I T U L O

Procedimentos - 5181 N' 7

Produção Bibl iográ1icll
do
Corpo Docente e Pesquisadores da USP: Preparo para ca"
destramento no Banco de 0.dos Bibl iográficos da USP

ManuaL de

Procedi mentos - 51BI N~ 8

ManuaL de

Publ icações Seriadas: normas
para descrição de titulaS
coleções para cadastramento
no Banco de Oados BibL iográ~

,

Substi tui o ManuaL Nl 6, apresenta adaptações referentes à NBR 6023 e tipos de
trabalhos acrescidos à tabeLa do progra~

Substitui

o ManuaL Nt 3/4 parciaLmente

cos da USP

Procedi Manual de
518]
mentos
" 9

Honograf i as: preparo
para
d,
cadastramento no Banco
Dados 8 i bl i ogréf i cos da U5P

substitui o ManuaL N" 3/4 parcialmente

Hanual d,
Procedi mentos - 51BI NI 10

Operações em sistemas/equipamentos cllIfÇUtacionais

Orientação aos programas gerenciados pelo DT/5IBI

�498

ANEXO 3 - FORMULÁRIOS UTILIZADOS NA OPERACIONALIZAÇÃO DO
BANCO DE DADOS BIBLIOGRÁFICOS DA USP - DEDALUS

FORMULAR lOS UTILIZADOS

ESPEC I FICAÇ,l;O

.Acesso "on- (ine"
Banco de Dados

"

Acoopanhamento de
ftU)(O de
informações entre Bibl io·
tecas e DI/Sl81

autorização ao pessoal de bibl ia·
tecas para executer determinadas
rotinBS
peto
controLes de autorizações,
0115181
encaminhamento de pedidos ao DJI
para
5181, petas bibliotecas,
cooplementação
providências de
de dados, acertos, etc. (controtes para cada móduLo)

Obtenção de produ·

'0'
("off-line")

i~ressos

Treinamento de Recursos HlJI1anos

Gerenciamento
do
acesso "on- Line"
aos módulos do pro'
gra/IIB automatizado
DEDAlUS

soL i ci tação/envi o/de: listagens
para ac~nhamento/revjsão
fichas catalográficas e et ique-

,,,

acoo-panhamentolaval iação do trei nando, tanto efetuado pelo
OT/
5181 como na própria Unidade

acoopanhamento peto DT/SI81, d"
Banco
atividades executadas no
de Dados peLas Bibt iotecas
produtos i~ressos ("0ft-tine"&gt;
das atividades de acoopanhamento
executadas pelo DT/SIRI
acompanhamento, peto
DT/SIBI,
quanto aos acertos/i~tementações
no "software"

�</text>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>SNBU - Edição: 07 - Ano: 1991 (UFRJ - Rio de Janeiro/RJ)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Tema: Padrões nacionais para planejamento e avaliação em bibliotecas universitárias.</text>
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                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>UFRJ</text>
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            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                <text>1991</text>
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            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
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                <text>Português</text>
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            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
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                <text>Evento</text>
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          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <text>Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)</text>
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  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
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    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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            <elementText elementTextId="52058">
              <text>Sugestões para o desenvolvimento de diretrizes relativas à automação de acervos bibliográficos.  </text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52059">
              <text>Pasquarelli, Maria Luiza Rigo; Imperatriz, Inês Maria de Morais; Couto, Mariza Leal de Meirelles; Rosetto, Marcia</text>
            </elementText>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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            <elementText elementTextId="52061">
              <text>UFRJ</text>
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              <text>1991</text>
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          <description>The nature or genre of the resource</description>
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              <text>Evento</text>
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          <description>An account of the resource</description>
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            <elementText elementTextId="52065">
              <text>Através da experiência acumulada nos últimos 6 anos durante o desenvolvimento do Banco de Dados Bibliográficos da USP- DEDALUS, pôde-se detectar a consolidação de procedimentos necessários à implantação e gerenciamento desse tipo de atividade.</text>
            </elementText>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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