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                  <text>5.14
�

PROPOSTA DE UM SISTEMA DE AJUDA PARA ACESSO OTIMIZADO ÀS
BASES DE DADOS DO CONSÓRCIO ISTEC

*

Anamelea de C. P. Luiz dos Santos
Cláudio Magalhães Teixeira*
Heloísa R. de Próspero*
Ione Caldas Couto*
Marcelo Marim*
Richard Duarte Ribeiro*
Rosamélia Parizotto*
Sandra Maria Simioni*
Vivian Heemann*
**
Prof. Dr. Walter de Abreu Cybis

RESUMO
Este trabalho consiste na descrição da análise ergonômica da tarefa de acesso às
bases de dados, on line, na Biblioteca Universitária da Universidade Federal de
Santa Catarina, fornecendo os elementos utilizados na elaboração de um sistema
de ajuda ergonômica, em hipertexto, para o acesso às bases Libros, do Consórcio
ISTEC, em língua portuguesa.
1 INTRODUÇÃO
NO INÍCIO ESTÁ O FIM
A melhor forma de realizar algo é definir
sua finalidade essencial.
Não procure um hospital quando só
precisa de informação sobre saúde.
Para todo problema existem muitos
“como”, mas somente um “o quê”. O “o
quê” deve preceder as soluções
propostas. (WURMAN, 1991)

���������������������������������������� ��������
*
**

Grupo Via Expressa�
Coordenador do Grupo Via Expressa�

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�

�
�

Escutamos freqüentemente que estamos vivendo na “era da informação”

mas, paradoxalmente, nos sentimos cada vez mais distantes daquilo que realmente
buscamos: uma informação precisa sobre um assunto preciso.
Com a revolução tecnológica temos, a cada dia, um novo produto sendo
oferecido pelos “produtores de informação” aos “usuários ávidos”. Entretanto, como
selecionar todo esse material?
As bibliotecas têm cumprido de certa forma o papel de guias nesta busca
incessante. Todavia, seus serviços têm sido, muitas vezes, subutilizados. É o que
observamos no caso específico das bases de dados.
Atualmente, a Biblioteca Universitária da Universidade Federal de Santa
Catarina/UFSC passa por essa situação, ou seja, existe um serviço de acesso às
bases de dados, que está sendo pouco utilizado pela comunidade acadêmica. Esse
fato ocorre em virtude de não existir um conhecimento prévio, por boa parte dos
usuários, das estratégias necessárias para se beneficiar desse serviço.
O tema do presente trabalho — Proposta de um sistema de ajuda para
acesso otimizado às bases de dados do Consórcio ISTEC — veio ao encontro de
uma demanda real da Biblioteca Universitária/ UFSC.
Esse estudo teve por objetivos:
a) realizar uma análise ergonômica do acesso às bases de dados para a
obtenção de documentos eletrônicos na Biblioteca Universitária/UFSC;
b) fornecer, a partir desta análise, subsídios para a elaboração de um sistema
informatizado de ajuda para acesso otimizado às bases de dados do

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�

�
Consórcio ISTEC, permitindo o acesso ao serviço por um número maior de
usuários, de forma autonôma.
A tecnologia de hipertexto foi útil para a elaboração desse sistema,
disponibilizando, assim, a cada usuário, o acesso de maneira independente, em
terminais remotos ou locais, bem como a realização de treinamentos específicos,
direcionados aos usuários das bases de dados do ISTEC.
Delimitações para a realização do trabalho:
a) para elaboração e conclusão do sistema de ajuda, os nove integrantes do
grupo trabalharam desde o início de dezembro/95 até março/96.
b) a perspectiva de análise foi qualitativa , pois o período dedicado à coleta
de dados no posto de trabalho - Seção de Referência da Biblioteca
Universitária/UFSC- coincidiu com as férias de verão da universidade.
Além deste fator condicionante, a biblioteca, em janeiro, sofreu um sinistro
decorrente das chuvas intensas, impossibilitando o acesso ao posto de
trabalho e aos usuários.
c) foram selecionadas as bases acessadas através da Libros do Consórcio
ISTEC1 em função desta base oferecer documentos eletronicamente, sem
custos para usuários vinculados às instituições consorciadas.
d) a forma utilizada para a análise da tarefa foi o Método de Análise
Descritiva (MAD), versão 1995.

���������������������������������������� ��������
� . LIBROS: Sistema de bibliotecas on-line da Biblioteca Geral do Novo México, que contém o acervo
de bibliotecas ibero-americanas que disponibilizam seus acervos para consulta e obtenção de
documentos.�

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�

�
2 HIPÓTESES

O conhecimento das estratégias de busca que implicam linguagens
estruturadas utilizadas para o acesso e a pesquisa em bases de dados, assim
como a performance das redes que suportam este acesso, foram os pressupostos
norteadores da elaboração das seguintes hipóteses:
a) o usuário não está familiarizado com o conceito, o uso e os recursos de
bases de dados, seus produtos e serviços;
b) o usuário utiliza, superficialmente, os recursos da Internet;
c) os conceptores da infra-estrutura dos sistemas de acesso a bases de
dados parecem não considerar a carga cognitiva que esta infra-estrutura
exige do usuário para o alcance de seus propósitos;
d) um sistema de ajuda para acesso otimizado às bases de dados pode
ser

concebido

ergonomicamente,

baseado

no

conhecimento

das

necessidades dos usuários, tendo em vista facilitar o acesso a bases de
dados e a obtenção do documento físico.

3 MÉTODO DE TRABALHO PARA A ANÁLISE ERGÔNOMICA

A avaliação ergonômica da tarefa de acesso a bases de dados foi realizada
seguindo as seguintes etapas: análise da demanda, análise da tarefa e análise da
atividade. A tarefa-objeto não tinha sido ainda implantada na BU-UFSC e, além
disso, não havia prescrições a serem seguidas. Tratava-se, portanto, de uma tarefa
informal.

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�
As ferramentas utilizadas nas diferentes etapas do trabalho foram:
=&gt; Na análise ergonômica
· questionários;
· entrevistas informais (gravadas em áudio ou não);
· filmagens;
· observações;
· mad.
=&gt; Na elaboração do modelo conceitual
· mad;
· Critérios ergonômicos preliminares;
=&gt; Na implementação do sistema de ajuda
· linguagem HTML;
· páginas de WWW;
· critérios ergonômicos condicionados pelo ambiente.

3.1. ANÁLISE DA DEMANDA

A demanda inicial do trabalho partiu do Consórcio ISTEC, que solicitou à
Biblioteca Universitária da UFSC a implantação de um serviço de informação e
obtenção eletrônica de documentos através do acesso às bases de dados do
próprio consórcio.

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�

�
3.1.1 Identificação dos Parceiros Sociais

O primeiro parceiro social foi o ISTEC. Consórcio fundado em 1990 para
suprir as necessidades de melhoria da educação em áreas técnicas e para prover
mecanismos para compartilhar informações. Tendo como objetivos contribuir para
uma educação atualizada em ciência e tecnologia para todos os participantes do
Consórcio, estimular a pesquisa internacional, desenvolver projetos, oferecer meios
para a transferência de tecnologia e promover a cooperação internacional.
Com relação aos projetos, merece destaque o Projeto Bibliotecas, ao qual
nosso trabalho está relacionado. Esse projeto visa a integração das bibliotecas de
todas as instituições participantes do ISTEC. O projeto tem como objetivos a
modernização da transferência de documentos, a expansão da disponibilidade
eletrônica de materiais de pesquisa, a atualização e o treinamento de profissionais e
usuários das bibliotecas. A transmissão de documentos para essas bibliotecas é
feita através do software denominado ARIEL.
O apoio e a aprovação do ISTEC foram obtidos por uma das partipantes do
grupo responsável pela Proposta de um sistema de ajuda para acesso otimizado às
bases de dados do Consórcio ISTEC, igualmente representante deste Consórcio na
UFSC.
O segundo parceiro social envolvido neste trabalho foi a Seção de Referência
da Biblioteca Universitária2. As chefias desta seção e divisão foram devidamente
comunicadas a respeito dos objetivos deste trabalho.

���������������������������������������� ��������
�.

No relatório das atividades da Seção de Referências (anexo 2) encontram-se informações sobre a estrutura,
serviços e dados estatísticos relativos ao ano de 1995 nesta seção. �

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�
3
O terceiro parceiro social foi a Divisão de Informática da Biblioteca

Universitária, em função do suporte dado a todos os serviços automatizados da
biblioteca.
Os usuários do serviço de acesso às bases de dados foram igualmente
parceiros sociais, determinando a demanda e os direcionamentos das prioridades
na estruturação da tarefa e das atividades a ela relacionadas.

3.1.2 Fontes de Informação

As informações foram obtidas a partir de:
a) relatórios de avaliação de desempenho do exercício de 1995 da Divisão de
Informática e da Seção de Referência;
b) relatório de viagem - Assembléia Geral do ISTEC - Ibero-American Science
and Technology Education Consortium - 26/11/1993;
c) relatório de viagem - V Assembléia do ISTEC e Primeira Jornada em
Eletrônica e Informação Aplicada - 13 a 17/11/1995.
Também foram considerados os depoimentos:
a) da representante e interlocutora na UFSC do Consórcio ISTEC
(Bibliotecária-documentalista

da

Divisão

de

Infomática

da

Biblioteca

Universitária da UFSC — responsável pelo planejamento, treinamento e
confecção dos manuais para suporte das atividades informatizadas da
BU/UFSC);

���������������������������������������� ��������
�.

O anexo 3 contém as informações relativas à Divisão de Informática da BU/UFSC no exercício de 1995.�

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�
do chefe da Divisão de Informática da Biblioteca Universitária da UFSC,
responsável por todo o processo de automação da BU/UFSC;
b) dos usuários do sistema no posto de trabalho: o Coordenador do Curso de
Pós-Graduação em Teoria Literária e Literatura Brasileira (DLLV/CCE), um
aluno de pós-graduação, uma funcionária do HU/UFSC e uma bibliotecária da
Seção de Referência da BU/UFSC;
c) dos usuários do sistema em situação simulada: duas alunas de pósgraduação - uma das alunas simulou ser uma usuária leiga na tarefa e em
informática.

3.2 ANÁLISE DA TAREFA

Para a realização da análise da tarefa foram feitas observações através de
filmagens, gravações e aplicação de questionários a usuários do serviço de acesso
de bases dados da BU/UFSC.
A partir dos dados obtidos, o formalismo MAD foi utilizado na análise da
tarefa. Segundo SCAPIN e PIERRET-GOLBREICH, (apud SEBILOTTE,1995),
o MAD oferece uma extensão do conceito-chave de hierarquia (no sentido de parsing
estrutural) de níveis de abstração, usando gráficos de tempo e lógica dos objetos, do mais
geral (raiz) ao mais específico (ramos de tarefas, exemplo, tarefas elementares). Além disso,
uma estrutura baseada no objeto é escolhida para oferecer conhecimentos procedurais e
declarativos; cada objeto é uma entidade independente, a qual corresponde às necessidades
de representação das entidades conceituais significativas para o usuário. No MAD os
principais conceitos usados são tarefa-objeto, ação e estrutura.

3.2.1 Usuário

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�

Conforme foi relatado na introdução, circunstânicas adversas limitaram a
investigação junto aos usuários. Por isso, optamos por uma análise qualitativa,
elencando apenas oito usuários em situação real e simulada de pesquisa. Nossa
observação e coleta de dados referentes à busca de informação e documentos nas
bases de dados realizou-se no posto de trabalho — Seção de Referência da BU
— e na sala da Divisão de Informática da BU.
Consideramos dois usuários-tipo: usuário bibliotecário e usuário nãobibliotecário (cf. quadros 1 e 2) . Outras variáveis poderão ser consideradas em
futuros trabalhos.

3.2.1.1 Identificação dos usuários
Usuários bibliotecários
Média de idade: 38 anos
Sexo: feminino - 2 informantes
Formação: Bacharel em Biblioteconomia (2 informantes)
Média do tempo de serviço: 14 anos
Usuários não-bibliotecários
Média de idade: 33 anos
Sexo: masculino - 3 informantes
feminino

- 3 informantes

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Atividades exercidas (profissional e/ou acadêmicas)4
Alunos de pós-graduação - 4 informantes
Professores - 3 informantes
Funcionários - 2 informantes
As áreas de conhecimento representadas pelos informantes (bibliotecários e
não-bibliotecários) foram as seguintes:
a) Biblioteconomia,
b) Ciências da Computação,
c) Educação,
d) Enfermagem,
e) Engenharia de Produção (Ergonomia),
f) Engenharia Elétrica,
g) Letras.

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�. Uma informante acumula as seguintes atividades: aluno de pós-graduação, professora e funcionária e um

informante atua, ao mesmo tempo, como professor e funcionário.

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3.2.1.2 Caracterização dos usuários
QUADRO 1 - USUÁRIO BIBLIOTECÁRIO
Bibliotecária 1 Bibliotecária 2
Nível de conhecimento em informática

experiente

experiente

Treinamento em informática

sim

não

Treinamento no acesso à base de dados sim

sim

Treinamento

da sim

sim

Treinamento em indexação

sim

não

Proficiência em outros idiomas

inglês ***

inglês *

no

acesso

e

uso

Internet

francês *
espanhol *

*** nível avançado
** nível intermediário
* nível básico
QUADRO 2 - USUÁRIO NÃO-BIBLIOTECÁRIO
usuário 1
Conhecimento em informática

usuário2

usuário 3

experiente experiente expert

Treinamento no acesso e uso da sim

sim

sim

usuário 4

usuário 5

usuário 6

experiente nenhum

nenhum

sim

nenhum

nenhum

Internet
Acesso à base de dados

sim

sim

sim

sim

não

não

Conhecimento prévio do serviço de sim

não

sim

sim

não

não

Utilização das bases de dados da sim

sem

sim

sim

sim [1]

sim [1]

BU/UFSC

resposta
espanhol*

inglês**

acesso à base de dados da BU/UFSC

Proficiência em outros idiomas

francês***

inglês***

inglês***

francês***

espanho**

espanhol*

francês*

espanhol*

espanhol*

inglês*

inglês*

espanhol**

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�
*** nível avançado

[1] Estes informantes utilizaram a base de

**nível intermediário

dados, mas

*nível básico

realizada pela bibliotecária!

a pesquisa foi

efetivamente

3.2.2 Compreensão da atividade pelo Método de Análise Descritiva (MAD)

T.0 OBTER DOCUMENTAÇÃO ELETRONICAMENTE SOBRE TEMA DE INTERESSE

Estado Inicial:

Tema;
Áreas abrangidas pelo tema.

Pré-Condições:

Ter o tema definido e saber com quais áreas do conhecimento o
tema se relaciona.

Objetivo:

Fornecer aos usuários da Biblioteca Universitária informações
e documentos referentes a temas de seu interesse, através de
meios informatizados.

Estado Final:

Documento Eletrônico;
Informação referente ao Tema.

Pós-Condições:

Pesquisa realizada com obtenção de informações ou do
documento desejado.

T.1 IDENTIFICAR AS FONTES DE INFORMAÇÃO PARA OBTER O DOCUMENTO DESEJADO

Estado Inicial:

Tema;
Áreas abrangidas pelo tema.

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�

�
Pré-Condições:

Ter o tema definido e saber com quais áreas do
conhecimento tema de relaciona.

Objetivo:

Identificar as Bases de Dados onde o tema poderá ser
encontrado.

Estado Final:

Bases de Dados.

Pós-Condições:

Ter definido a(s) Base(s) de Dados em que se encontra o
tema desejado.

T.1.1 OBTER INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O ISTEC E SUAS BASES DE DADOS

Estado Inicial:

Tema;
Áreas abrangidas pelo tema.

Pré-Condições:

Ter o tema definido e saber com quais áreas do conhecimento
o tema se relaciona.

Objetivo:

Dar ao usuário informações gerais sobre o ISTEC, suas Bases
de Dados e em quais Bases devem ser

encontrados os

documentos desejados.
Estado Final:

Bases de Dados.

Pós-Condições:

Ter definido a(s) Base(s) de Dados em que se encontra o tema
desejado.

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�
T1.1.2.1 CONHECER OS SERVIÇOS DISPONÍVEIS NO ISTEC

Estado Inicial:

Tema;
Áreas abrangidas pelo tema.

Pré-Condições:

Ter o tema definido e saber com quais áreas do
conhecimento o tema se relaciona.

Objetivo:

Apresentar ao usuário as Bases de Dados FIRST SEARCH
e LIBROS.

Estado Final:

Bases de Dados.

Pós-Condições:

Ter definido a(s) Base(s) de Dados em que se encontra o tema
desejado.

T.2 OBTER INFORMAÇÕES SOBRE COMO ACESSAR AS BASES DE DADOS

Estado Inicial:

Base de Dados.

Pré-Condições:

Ter conhecimento sobre qual Base de Dados deverá ser
acessada.

Objetivo:

Ensinar ao usuário como será o acesso às Bases de Dados
FIRST SEARCH e LIBROS.

Estado Final

Base de Dados.

Pós-Condições:

Ter conhecimento sobre como acessar a Base de Dados
desejada.

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�
T.3 PESQUISAR DOCUMENTOS NA BASE DE DADOS DO ISTEC (GUIADO OU
NÃO PELA BIBLIOTECÁRIA)

Estado Inicial:

Tema;
Área(s) abrangida(s) pelo tema;
Base de Dados.

Pré-Condições:

Ter o tema definido, saber com quais áreas do
conhecimento o tema se relaciona, em qual Base de
Dados ele se encontra e como acessar essa Base de
Dados.

Objetivo:

Obter os documentos desejados através da navegação
pelo sistema.

Estado Final:

Documento Eletrônico;
Informações referentes ao tema.

Pós-Condições:

Pesquisa realizada, com obtenção de informações ou do
documento desejado.

T.3.2 PESQUISAR DOCUMENTOS NA BASE DE DADOS LIBROS

Estado Inicial:

Tema;
Área(s) abrangida(s) pelo tema;
Base de Dados LIBROS.

Pré-Condições:

Ter o tema definido, saber que ele é encontrado na Base
de Dados LIBROS e saber como acessá-la.

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�

�
Objetivo:

Obter os documentos desejados através de navegação pelo
sistema.

Estado Final:

Documento Eletrônico;
Informações referentes ao tema.

Pós-Condições:

Pesquisa realizada com obtenção de informações ou do
documento desejado.

T.3.2.1 OBTER CONEXÃO DE REDE COM A BASE DE DADOS LIBROS

Estado inicial:

Base de Dados LIBROS.

Pré-Condições:

Saber como acessar à base de Dados LIBROS.

Objetivo:

Estabelecer conexão de rede com a Base de Dados
LIBROS.

Estado Final:

Base de Dados LIBROS.

Pós-Condições:

Ter-se estabelecido conexão com a Base de Dados LIBROS.

T.3.2.2.1 ENTENDER A TELA INICIAL DA BASE DE DADOS LIBROS

Estado Inicial:

Base de Dados LIBROS - Tela inicial.

Pré-Condições:

Ter-se estabelecido conexão com a Base de Dados LIBROS.

Objetivo:

Dar ao usuário uma explicação geral sobre a tela inicial da Base
de Dados LIBROS e como se dará prosseguimento à navegação pelo sistema.

Estado Final:

Base de Dados LIBROS - Tela inicial.

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�

�
Pós-Condições:

Após a compreensão da tela, estar apto a selecionar uma das
opções para prosseguir com a pesquisa.

T.3.2.2.2.1 PROCEDER A PESQUISA ATRAVÉS DA OPÇÃO “W”

Estado Inicial:

Base de Dados LIBROS - Tela W1.

Pré-Condições:

Na tela inicial, ter-se selecionado a opção “W”.

Objetivo:

Proceder a pesquisa através da opção “W”.

Estado Final:

Base de Dados LIBROS - Tela W3.

Pós-Condições:

Ter-se realizado a navegação pelas três telas da opção
“W”.

4 DEFINIÇÃO DA METÁFORA

São utilizadas, normalmente, três tipos de metáforas para a idealização de
páginas na WWW :

a) Metáfora da árvore: Apresenta o assunto dividido em níveis e subníveis
hierárquicos;

b) Metáfora do mapa: Constitui-se de uma planta baixa de uma casa virtual,
que pode existir ou não, no mundo real. Cada divisão da casa aloja um
conjunto de documentos (imagens, textos etc.), comuns e pertencentes a
uma mesma categoria;

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�

�
c) Metáfora do livro: Veicula o assunto através de elementos que,
normalmente, compõem um livro: folha de rosto (home page), sumário,
introdução, capítulos, notas de rodapé etc.
Nossa opção para a idealização das páginas na WWW foi a metáfora do livro,
pois desta forma o usuário pouco experiente em informática estará diante de um
contexto mais familiar, ainda que metaforizado.
O fato da BU/UFSC ser um parceiro social para a execução da tarefa-objeto
corrobora a pertinência do uso do livro enquanto metáfora.

4.1 ESTILOS DE OBJETO

Devido ao fato dos objetos de interface já estarem, previamente, definidos
pelo browser escolhido e, uma vez que a análise do browser não foi nosso objeto de
estudo, não tecemos considerações sobre os estilos de objeto.

5 IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE AJUDA

i. Páginas na WWW (em anexo)
ii. Critérios ergonômicos utilizados para a concepção das páginas
Existem várias versões da linguagem HTML - Hypertext Markup Language
(HTML, HTML+, HTML 2.0, HTML 3.0 E EXTENSÕES DO HTML). Levando em
conta este fator, optamos pela versão da linguagem HTML 2.0, de maior

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�
5
compatibilidade com os diferentes browsers existentes hoje no mercado, atingindo,

assim, um maior número de usuários.

CONDUÇÃO
A qualquer momento o usuário sabe onde está pela visualização da barra de
título, como também pode retornar ao início através dos links que compõem o
sumário. O usuário pode, igualmente, verificar suas ações anteriores pelo histórico
das telas visitadas, através da opção Go, na barra de menu.

PRESTEZA
Há um título para cada tela, permitindo ao usuário orientar-se quanto ao
estado ou o contexto.

AGRUPAMENTO / DISTINÇÃO POR FORMATO
Foi respeitado este critério para que o usuário possa identificar e discriminar
itens e sub-itens pelo corpo, estilo e fonte.

���������������������������������������� ��������
� O browser tem a tarefa de fornecer um apontador para uma parte da informação (URL) e acessa
aquela parte da informação ou opera aquele apontador. Em documento hipertexto isto significa um
diálogo com o servidor através do protocolo HTTP.�

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�

�
DISTINÇÃO POR LOCALIZAÇÃO
No final de cada página o usuário tem a opção de retornar ao sumário. Este,
por sua vez, facilita ao usuário a localização da informação.

FEEDBACK IMEDIATO
É fornecido em parte pelo browser (netscape, linxs...), assim como pelos links
do próprio sistema.

LEGIBILIDADE
O contraste fundo/letras é controlado pelo browser, assim como o corpo e o
estilo da fonte na versão utilizada. É importante salientar que se o usuário usar a
configuração padrão o contraste fundo/letras estará sendo respeitado.

CARGA DE TRABALHO
Procurou-se reduzir a carga perceptiva exigida do usuário (cf. densidade
informacional).

BREVIDADE
As páginas foram concebidas contendo no máximo três telas completas,
correspondentes a dois toques page down. A informação está estruturada em forma
de numeração progressiva.

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�

�
CONCISÃO
Os nomes escolhidos para os títulos de menu e frases são significativos,
exigindo do usuário menor tempo de leitura.

AÇÕES MÍNIMAS
Levando em conta o conhecimento dos usuários, encontram-se disponíveis
atalhos de acordo com suas respectivas necessidades. Por exemplo: o usuário
experiente e com fluência na língua inglesa não precisa passar pelas telas de
tradução.

DENSIDADE INFORMACIONAL
No caso específico deste critério, não possuímos condições de afirmar se ele
foi atendido ou não. No entanto, houve um cuidado quanto à dosagem de
informação disponibilizada em cada tela, conforme já evidenciado pelos critérios
acima observados.

CONTROLE EXPLÍCITO
A linguagem HTML é interpretada pelo browser e este é quem determina o
controle.

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�

�
AÇÕES EXPLÍCITAS DO USUÁRIO
Existem diferentes caminhos que o usuário pode percorrer dependendo da
sua opção. O usuário com alguma fluência em inglês, por exemplo, pode em um
determinado momento ler as telas traduzidas ou não.

CONTROLE DO USUÁRIO
O usuário não se perde na navegação do sistema, na medida em que o título
do link corresponde ao título do seu hipertexto. Outra opção que o usuário tem a
qualquer momento é voltar para o sumário, interrompendo a navegação.

ADAPTABILIDADE
O sistema permite fazer uma simulação do processo de busca e para o
usuário iniciante há uma explicação de cada passo da busca.

FLEXIBILIDADE
O sistema de ajuda respeita o nível de experiência dos usuários. Utilizando-o
com certa freqüência, o usuário iniciante poderá melhorar sua performance no
acesso às bases de dados em situação real.

CONSIDERAÇÃO DA EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO
Pela apresentação das informações, cada tipo de usuário tem uma
compreensão das mensagens contidas
elaborar

nas bases. Desta forma, buscou-se

�5.14

�

�
um sistema de ajuda que atende desde o usuário iniciante (pouco experiente) até o
usuário expert (com grande experiência).

HOMOGENEIDADE / CONSISTÊNCIA
O tipo de configuração é homogêneo, uma vez que o corpo e o estilo da fonte
são idênticos nos diversos contextos em que se apresentam. Itens, sub-itens e
textos respeitam uma padronização; a tela de simulação da navegação do ISTEC
conserva as mesmas características originais.

SIGNIFICADO DOS CÓDIGOS E DENOMINAÇÕES
Os nomes usados nos links são objetivos e significativos, evitando com isso
uma perda de tempo com o desvio na navegação.

COMPATIBILIDADE
Tendo em vista que este é um dos principais critérios a serem observados no
momento da concepção de qualquer sistema, priorizamos a utilização da linguagem
HTML 2.0 para atender a um maior número de usuários. Para se manter a
compatibilidade com outros browsers (linxs, etc.), que não fazem leituras gráficas,
não foram empregados recursos gráficos (fundo de tela, ilustrações etc.).

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�

�
6 PERÍODO DE REALIZAÇÃO DO PROJETO

Cerca de mil horas foram utilizadas, no decorrer de quatro meses
(dezembro/95 a março/96), para a elaboração deste trabalho. Estas horas foram
preenchidas por 53 encontros do grupo, além de atividades individuais de estudo e
preparação de material.

7 CONCLUSÃO

7.1 RETOMADA DOS OBJETIVOS

De acordo com SEBILLOTTE (1995) «os dados a serem obtidos a partir dos
operadores humanos (usuários potenciais do sistema) e analisados são aqueles que
são necessários para a descrição da tarefa e para os objetivos de aplicação
almejados.»
Tendo em vista que nossa análise ergonômica se realizou a partir de uma
tarefa informal, nossa tarefa-objeto não foi, portanto, similar às descritas na
literatura básica consultada. Mesmo assim, aceitamos o desafio que o ineditismo
nos oferecia.

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�

�
Como resultado, atingimos nossos objetivos:
a) realizamos uma análise ergonômica do acesso às bases de dados para
obtenção de documento na BU/UFSC e passamos a ter elementos
definidores da tarefa prescrita (cf. itens 3 e 4);
b) construímos um sistema de ajuda para acesso otimizado às bases de
dados do Consórcio ISTEC (cf. item 5).

7.2 RETOMADA DAS HIPÓTESES

As dúvidas dos usuários não-bibliotecários indiciaram um desconhecimento,
total ou parcial, sobre bases de dados, relativo:
a) à conceitualização;
b) ao uso e aos recursos;
c) aos seus produtos;
d) aos seus serviços.
Os usuários não-bibliotecários com certa experiência (conhecimento de
acesso à base de dados e/ou informática) fizeram sua indagações específicas de
acordo com as suas dificuldades, durante o acesso supervisionado pela bibliotecária
— em situação real ou simulada. Já os menos experientes delegaram toda a
pesquisa à bibliotecária, interpelando-a a respeito de aspectos mais gerais.
Dos oito usuários informantes, apenas três (uma usuária bibliotecária e dois
usuários não-bibliotecários) demonstraram grande familiaridade com os recursos da
Internet. Os demais usuários justificaram a sua pouca habilidade frente à Internet
pelos seguintes fatores:

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�

�
a) falta de conhecimento sobre os recursos da Internet;
b) treinamento inadequado ou pouco eficiente;
c) proficiência insuficiente em língua inglesa;
d) limitações da infra-estrutura da rede.
Ao observarmos as diferentes linguagens e estratégias de busca que devem
ser manipuladas pelos usuários para o acesso às diferentes bases de dados,
percebemos a necessidade de se averiguar com cuidado qual carga cognitiva é
exigida para a realização da tarefa.

Uma sobrecarga cognitiva identificada é a

decodificação obrigatória da língua de concepção do sistema, que além de atender
ao falante nativo deve dar conta da globalização da informação, geralmente em
língua inglesa.
Entretanto, nos países em vias de desenvolvimento, o domínio de uma
segunda língua esbarra em problemas de ordem educacional, uma vez que os
falantes nativos já apresentam, muitas vezes, dificuldades em se expressar em seu
próprio idioma.
Tendo em vista atender a um maior número de usuários de língua portuguesa
foi concebido um sistema de ajuda para acesso otimizado às bases de dados do
Consórcio ISTEC . Para tanto, uma análise ergonômica da demanda, da tarefa e da
atividade foi realizada utilizando o formalismo MAD e os seguintes critérios
ergonômicos priorizados: compatibilidade e condução.

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7.3 TEMAS PARA FUTUROS TRABALHOS

No decorrer do trabalho, alguns problemas apresentados pelos usuários na
execução da tarefa demonstraram a necessidade de um maior aprofundamento na
avaliação do processo interativo homem-máquina. Para este fim, arrolamos os
seguintes temas:
a) Linguagem de busca: segundo a definição de GARDIN (1973) “ é um
conjunto de termos providos ou não de regras sintáticas, utilizados para
representação do conteúdo de documentos técnico-científicos, com fins de
classificação ou busca retrospectiva de informações.” Este tema é
problemático, na medida em que há um conhecimento deficiente dos
usuários em linguagens de busca (como os assuntos são indexados nas
bases, palavras-chave ou descritores em linguagem documentária ou não);
b) análise ergonômica do posto de trabalho: foram identificados problemas no
atendimento na seção de referência, justificando, assim, a realização de
uma análise completa neste posto de trabalho, para adequá-lo às
necessidades dos usuários;
c) testagem do sistema de ajuda proposto em situação real, com número
expressivo de usuários;
d) ajuste do sistema de ajuda: após a testagem em situação real, alterações
serão necessárias ;
e) ampliação do sistema de ajuda a outras bases de dados ;
tradução do sistema de ajuda proposto para os idiomas espanhol e francês.

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ABSTRACT
This paper describes an ergonomic analysis of the task of access to on-line
databases in the Library of the University of Santa Catarina (UFSC), providing
information to construct a Portuguese-language Help programme in hypertext to
facilitate access to ISTEC’s Libros database.
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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              <text>Este trabalho consiste na descrição da análise ergonômica da tarefa de acesso às bases de dados, on line, na Biblioteca Universitária da Universidade Federal de Santa Catarina, fornecendo os elementos utilizados na elaboração de um sistema de ajuda ergonômica, em hipertexto, para o acesso às bases Libros, do Consórcio ISTEC, em língua portuguesa.</text>
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