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                  <text>1.2

NOVAS TECNOLOGIAS E POLÍTICAS DE SERVIÇOS
EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS

Rejane Raffo Klaes

*

RESUMO

O artigo comenta a adoção de novas tecnologias pelas bibliotecas universitárias,
discutindo as mudanças daí decorrentes para a prestação de serviços aos usuários
e nas políticas de serviços.

1 INTRODUÇÃO

O surgimento de novas tecnologias nas áreas de informação e comunicação,
sem dúvida, alterou o panorama das bibliotecas universitárias nas últimas décadas.
A evolução e o dinamismo dessas tecnologias vêm exigindo mudanças tanto
na postura do profissional da informação, quanto no desempenho da biblioteca
universitária, notadamente no que se refere à prestação de serviços e a suas
políticas.
Especialmente na década de 80, desenvolveram-se no País sistemas
automatizados de informação especializada em diversas áreas do conhecimento.
Bibliotecária da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande
do Sul - UFRGS
*

�1.2

Paralelo a isso, várias universidades produziram seus próprios sistemas de
automação.
Com o advento das redes acadêmicas, da criação e implementação do
backbone da Rede Nacional de Pesquisas (RNP) - elemento chave para a conexão
com a Internet - pode-se acessar bases de dados localizadas tanto no Brasil quanto
no Exterior, ampliando-se, assim, a oferta de produtos e serviços de informação e
abrindo-se as portas para a hoje tão discutida “biblioteca virtual”.
No Brasil, a implantação da Rede Antares, pelo Instituto Brasileiro de
Informação em Ciência e Tecnologia, veio facilitar ainda mais o compartilhamento
de recursos, fortalecendo a infra-estrutura básica para o acesso à informação
através de redes, que são a característica dos anos 90.
Não é intenção deste trabalho realizar um levantamento bibliográfico sobre as
novas tecnologias que surgiram nos últimos tempos e que, de alguma maneira, nos
dizem respeito como profissionais da informação, e são particularmente importantes
para a melhoria da prestação de serviços em nossas bibliotecas universitárias. A
literatura internacional é vastíssima e há excelentes trabalhos na literatura nacional
que abordam o tema com muita propriedade.
A idéia básica é enumerar algumas dessas tecnologias, comentar
brevemente os benefícios de sua utilização e adoção, que tipos de mudanças elas
ocasionam

no

desempenho

das

atividades

da

biblioteca

universitária

e,

conseqüentemente, na política de prestação de serviços, com a intenção de
provocar uma discussão e uma reflexão a respeito deste assunto.

�1.2

2 NOVAS TECNOLOGIAS

Basicamente, as novas tecnologias podem ser caracterizadas através do
dinamismo e da evolução dos programas e equipamentos destinados à produção,
armazenamento e transmissão de dados, sons e imagens.
Para fins de nossa abordagem cremos ser desnecessário elencar a
diversidade de tipos das novas tecnologias e discorrer sobre cada um. Assim,
optamos por tecer breves comentários sobre bancos de dados, CD-ROM e sobre a
Internet, tecnologias que, sob nosso ponto de vista, estão modificando o perfil de
nossas bibliotecas universitárias, à medida que permitem acessar e movimentar
rapidamente imensa quantidade de dados e informações, tornando-se instrumentos
de busca, recuperação e disseminação de informações mais ágeis e dinâmicos.
Para a utilização dessas

novas tecnologias são necessários grandes

investimentos na infra-estrutura eletrônica (software e hardware) e em pessoal
(qualificação e aperfeiçoamento). Infelizmente, hoje assistimos a um processo de
desmonte do Serviço Público que afeta às bibliotecas universitárias e, que, se por
um lado, não impede, por outro, retarda o acompanhamento e a adoção das novas
tecnologias.

�1.2

2.1 BANCOS E BASES DE DADOS

Bancos de dados são conjuntos de bases de dados, constituindo fontes de
informação que podem ser acessadas de modo interativo ou remoto através de
catálogos online de acesso público. Contêm, em sua grande maioria, informações
referenciais e bibliográficas.
Os principais bancos de dados brasileiros são os produzidos pelo SERPRO,
BIREME, CENAGRI, CIN, FGV, IBICT e PRODASEN. No Exterior destacam-se:
DIALOG, ORBIT/INFOLINE, QUESTEL, STN e ECHO.
As bibliotecas universitárias brasileiras também estão constituindo suas
bases de dados bibliográficos, alguns dos quais disponibilizados em rede, via
Internet, destacando-se: DEDALUS (USP), SABi (UFRGS) e ALEPH (PUC/RS),
entre outras. Merecem menção as bases de dados produzidas pelo IBICT,
especialmente o CCN e o BIBLIODATA CALCO, produzido pela FGV.

2.2 CD-ROM

O CD-ROM é uma tecnologia de armazenamento de dados (textos, imagens
e sons) sob a forma digital em discos compactos, cuja capacidade de registro pode
chegar, em média, ao equivalente a 1200 disquetes!
As principais informações registradas neste suporte são bibliografias, índices,
abstracts, guias e enciclopédias.
Entre as bases de dados internacionais armazenadas em CD-ROM
destacamos: COMPENDEX PLUS (Engenharia), ERIC (Educação), MEDLINE

�1.2

(Saúde), SCIENCE CITATION INDEX (multidisciplinar) e LISA (Ciência da
Informação). Entre outros tipos destacamos: ULRICH’S (guia de periódicos) e
ENCARTA (enciclopédia de caráter geral).
No Brasil já são produzidas algumas bases de dados em CD-ROM, das quais
destacamos: UNIBIBLI (catálogo coletivo da USP, UNESP e UNICAMP), LILACS
(Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde), IBICT (Catálogo
Coletivo Nacional de Periódicos, Eventos em C&amp;T e Teses defendidas no Brasil e
por brasileiros no Exterior), CIN (Anais de conferências em C&amp;T). Cabe citar
também o Almanaque Abril (mini-enciclopédia para o estudante de 1. e 2. graus).

2.3 INTERNET

A Internet, conhecida como “a rede das redes”, representa facilidade de
acesso a uma variedade de informações dispersas geograficamente, constituindo-se
no “caminho” por onde transitam dados e informações, e por meio do qual as
bibliotecas e usuários interconectam-se com o mundo.
Os principais serviços oferecidos pela Internet que vieram contribuir para
aumentar a capacidade de prestação de serviços das bibliotecas universitárias são:
− correio eletrônico (e-mail): possibilita a troca de mensagens entre usuários
da rede, bastando, para isso, ter um endereço eletrônico;
− acesso remoto (telnet): sistema que permite ao usuário entrar em um
computador localizado em outro local para a consulta de arquivos,
catálogos e bases de dados;

�1.2

− protocolo de transferência de arquivos (ftp): protocolo que serve para
transportar arquivos de um computador a outro;
− mailing-list: serviço de assinaturas de listas por áreas de interesse
específico.
Atualmente, a sensação da Internet é o World Wide Web (WWW) que exige
programas especiais para acesso (como o Mosaic e o Netscape) e computadores
com grande capacidade de processamento gráfico. Fácil de usar, seguindo um
menu gráfico na tela, aponta-se para o que se quer ver ou consultar. O principal
programa do WWW é o HTTP (hypertext transfer protocol) que permite o acesso a
belas páginas multimídia contendo textos, fotos, gráficos e mesmo vídeos.
Vem crescendo o número de universidades brasileiras que possuem sua
homepage na Internet, entre as quais USP, UFRGS, UFRJ, UFSM, e Faculdade
Carioca.
Além disso, a Internet proporciona acesso a cursos online e a links que
fornecem informações, as mais variadas, para o estudo de qualquer disciplina,
especialmente no Exterior.
No País, a Internet World Brasil pretende produzir a primeira lista de recursos
para estudantes e pesquisadores brasileiros, em português, desenvolvidos por
brasileiros, ou sobre o Brasil.

3 NOVAS TECNOLOGIAS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

As novas tecnologias da informação estão permitindo a oferta de produtos e
serviços que de outra forma se tornariam impraticáveis. Paralelamente, há um

�1.2

aumento na produtividade, qualidade e valor agregado aos serviços prestados aos
usuários, potencializando o valor da informação.
A adoção dessas novas tecnologias pode ser vista como um agente
catalisador de mudanças nas diversas atividades desenvolvidas pelas bibliotecas
universitárias.
A utilização de computadores e sistemas automatizados, bem como a
conexão a redes, têm privilegiado os serviços relacionados com a recuperação de
informações, colaborando para o aumento expressivo na prestação de serviços, em
nível qualitativo e quantitativo.
As principais modificações decorrentes do uso de novas tecnologias no dia a
dia de nossas bibliotecas são sumarizadas a seguir, de acordo com cada conjunto
de atividades desempenhado.

3.1 DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES

A disponibilidade de catálogos e bibliografias em CD-ROM agiliza o processo
de seleção de materiais informacionais. A facilidade, via Internet, tanto para consulta
de novos lançamentos no mercado editorial, quanto para a encomenda e aquisição
online de livros, periódicos, cd-rom, vídeos, etc.

com a possibilidade de débito

através de cartão de crédito internacional, disponibilizado por vários editores e
livreiros, vêm facilitar sobremaneira o trabalho do bibliotecário responsável pela
seleção e aquisição de material bibliográfico, independente de seu suporte físico.
Por outro lado, a variedade de formatos em que se apresentam os materiais

�1.2

informacionais transfere ao bibliotecário a escolha, nem sempre fácil, acerca do
melhor suporte: papel ou meio magnético/digital.

3.2 PROCESSO TÉCNICOS

A participação em redes de catalogação cooperativa e o desenvolvimento de
sistemas de automação por diversas universidades, com a adoção de formatos
compatíveis e intercambiáveis, veio reduzir o tempo gasto com a atividade de
processamento técnico e proporcionar maior segurança nas tarefas de indexação e
recuperação de informações. Por outro lado, os sistemas de automação
desenvolvidos para o processamento técnico não se restringem apenas à
catalogação e à classificação, agregando dados sobre aquisição, patrimônio,
indicador de produção intelectual, entre outros, facilitando a obtenção destas
informações sempre que necessário.
Cabe também ressaltar o efeito multiplicador que ultrapassa o benefício das
bibliotecas que compõem a rede. A disponibilidade desses catálogos atinge,
potencialmente, uma quantidade sem fim de usuários que podem vir a se interessar
pelas informações contidas nessas bases de dados.

3.3 SERVIÇOS AOS USUÁRIOS

Podemos presumir, sem dúvida, que os serviços aos usuários são os mais
beneficiados com a adoção de novas tecnologias.

�1.2

Desde a busca de informações mais simples como informações gerais sobre
assuntos diversos, através de links disponíveis, até a elaboração de bibliografias em
áreas especializadas, o tempo de resposta é menor e a qualidade e a quantidade de
informações tendem a ser maiores e mais relevantes. Levantamentos bibliográficos
realizados online ou em CD-ROM são mais eficazes, pois a busca em índices e
catálogos impressos não permite o cruzamento de informações e de assuntos que
conduzem ao refinamento e à especificidade na busca que, tampouco é realizada
com a mesma rapidez.
A disponibilidade de bases de dados bibliográficos em redes e em CD-ROM,
incluindo os catálogos coletivos, além de agilizar sobremaneira a localização dos
ítens, concorre para o aumento no volume de empréstimo entre bibliotecas e no
número de transações de comutação bibliográfica, devido à rápida atualização e à
confiabilidade desses instrumentos. A oferta da comutação online reduz o tempo de
atendimento consideravelmente, visto que as solicitações chegam “na hora”,
eliminando o tempo que a correspondência demora nos correios.
O correio eletrônico também veio facilitar a comunicação entre bibliotecas e
entre bibliotecas e seus usuários, proporcionando maior agilidade na troca e
disseminação de informações.
É interessante questionar até que ponto nossas bibliotecas universitárias
estão fazendo uso adequado e inteligente dessas facilidades como forma de
satisfazer as necessidades informacionais de seus usuários.

4 AS NOVAS TECNOLOGIAS, O BIBLIOTECÁRIO E O USUÁRIO

�1.2

Além dos investimentos em termos de recursos financeiros necessários para
a

utilização

universitárias,

e/ou

implementação

existem

implicações

das

novas

tecnologias

relacionadas

à

nas

assimilação

bibliotecas
de

novos

conhecimentos. Essa assertiva é válida tanto para os bibliotecários, quanto para os
usuários. Os primeiros necessitam não apenas ampliar sua visão com referência à
aplicação das novas tecnologias, tanto nos níveis operacional, físico e econômico,
como também estarem sempre atualizados no que diz respeito a software,
hardware, bancos e bases de dados, linguagens de recuperação da informação,
suportes

informacionais

não

convencionais,

multimídia,

hipermídia,

etc.

Paralelamente, deve haver também a preocupação com a satisfação dos usuários.
Estes, por sua vez, devem solicitar e receber treinamento e assistência para que
possam fazer uso correto e eficaz das novas tecnologias colocadas ao seu dispor.
O bibliotecário deve preocupar-se em saber se o usuário é capaz de fazer a
busca em sistemas automatizados e se ele realmente encontra o que procura. Neste
contexto, enfatizamos a importância e a necessidade da presença do bibliotecário
de referência, pois, por mais avançadas e evoluídas que sejam as novas
tecnologias, o bibliotecário não deve nem pode ficar à margem do processo de
transferência da informação, seja como organizador de produtos e serviços de
informação alimentando as bases de dados, seja como usuário da rede ou como elo
entre os usuários e as novas tecnologias.
Cabe aqui uma reflexão sobre o impacto que as novas tecnologias causam,
tanto nos bibliotecários como no comportamento dos usuários e, em última análise,
no desempenho da biblioteca como um todo, e em que medida a adoção de novas
tecnologias afeta a política de serviços das bibliotecas universitárias.

�1.2

5 NOVAS TECNOLOGIAS E POLÍTICAS DE SERVIÇOS

Na sua grande maioria, as políticas de prestação de serviços apresentam-se
em caráter informal ou genérico demais em nossas bibliotecas universitárias.
Sabemos que nossa missão é atender às necessidades informacionais de nossos
usuários. Sabemos que devemos prestar serviços. E isto muitas vezes “basta”.
Todavia, ao optarmos pela introdução de uma nova tecnologia (o uso do termo nova
não significa necessariamente a última, mas uma que até então não era utilizada),
conseqüentemente, nossa política de prestação de serviços (seja formal, genérica
ou informal) vai ser afetada e precisará ser revisada e atualizada.
Independente da existência ou não de uma política formalizada escrita, há,
pelo menos, dois aspectos a serem considerados: o primeiro diz respeito à clientela
que irá ser beneficiada com a oferta de serviços baseados em novas tecnologias.
Será seletiva? Somente interna? De outras áreas? Também externa? O segundo
aspecto é bem mais complexo e diz respeito a custo. Cobrar ou não cobrar? Quanto
cobrar? De quem cobrar?
A adoção de novas tecnologias para prestação de serviços informacionais
requer pesados investimentos financeiros em hardware, software e na manutenção
dos serviços. Tudo isto, aliado às recorrentes restrições financeiras, vem suscitando
questões a respeito de quanto custa a informação. Assim sendo, os bibliotecários
necessitam conhecer os componentes do custo de um serviço baseado em novas
tecnologias para estabelecer o preço desse serviço e saber como cobrá-lo. Quem

�1.2

paga? Quem subsidia? Quanto custa uma informação online? Quanto custa uma
informação a partir de um CD-ROM?
Este é um aspecto polêmico, mas que deve ser objeto de discussão, pois
constitui um elemento importante dentro da política de serviços da biblioteca
universitária.

6 CONCLUSÃO

A participação em redes automatizadas implica em investimentos elevados e
também em riscos, em virtude da própria dinâmica da evolução das novas
tecnologias.
Se comparadas as vantagens e desvantagens da adoção das novas
tecnologias, certamente as vantagens despontarão em número bem maior. Apesar
disso, não temos ainda um mapeamento das bibliotecas universitárias

�1.2

que estão conectadas em rede, que tipo de serviço oferecem, quais as tecnologias
que adotam e que proveito retiram disso.
Assim sendo, acreditamos que seja útil realizar um estudo em nível nacional
para saber:
1) que tipo de novas tecnologias as bibliotecas universitárias estão
efetivamente utilizando?
2) em que medida as bibliotecas universitárias estão incorporando as novas
tecnologias ao seu dia-a-dia?
3) em que medida a adoção de novas tecnologias melhorou a prestação de
serviços aos usuários?
4) em que medida a adoção de novas tecnologias provocou mudanças nas
políticas de serviços?
Paralelo à adoção de novas tecnologias, acreditamos que seja necessário
existirem coleções em nível nacional para garantir a consulta local e a contribuição
para as redes nacionais e internacionais.
Precisamos nos tornar exclusiva e totalmente “virtuais”? Parece-nos que não.
Precisamos, sim, saber fazer uso das novas tecnologias e delas tirar o máximo
proveito em benefício de nossos usuários.

ABSTRACT

Focusses on the introduction of new technologies in university libraries and their
consequences concerning user services and service policies.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

�1.2

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              <text>Klaes, Rejane Raffo</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Curitiba (Paraná)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>PUCPR</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>1996</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>O artigo comenta a adoção de novas tecnologias pelas bibliotecas universitárias, discutindo as mudanças daí decorrentes para a prestação de serviços aos usuários e nas políticas de serviços.</text>
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          <name>Language</name>
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