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                  <text>Procedimentos de
representação descritiva do
Sistema de Bibliotecas da
Universidade Federal de Goiás
Enderson Medeiros

�Sobre o SIBI-UFG
O SIBI-UFG é um órgão suplementar da Universidade
Federal de Goiás, oficialmente responsável por gerenciar
toda coleção bibliográfica de suporte físico e digital
acumulada entre as 10 (dez) bibliotecas que compõe o
sistema. Nesse âmbito, o SIBI-UFG possui a função de
direcionar políticas, técnicas e instrumentos que sejam
capazes de promover o acesso dos seus usuários as
informações que ele gerencia.

�Sobre o SIBI-UFG
O SIBI-UFG possui em seu corpo uma seção de trabalho
denominada Processamento Técnico que tem a finalidade de
planejar, coordenar e acompanhar a execução dos serviços de
processamento técnico informatizado, da representação
descritiva, classificação, indexação e preparo mecânico do
material informacional.

�Sobre o SIBI-UFG
É importante ressaltar que a seção de processamento técnico
do SIBI-UFG reúne parte da incumbência do saber e fazer
biblioteconômico que diz respeito ao tratamento da informação
de itens informacionais no âmbito do próprio sistema.

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG

Porque manual e não uma política de
catalogação??

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG

A metodologia usada pelo SIBI-UFG para catalogação desde a
sua criação se pauta no domínio das técnicas
correspondentes a este Fazer que são provenientes de um
saber biblioteconômico. Ao Fazer atribuímos o exercício prático
da atividade que quando pensada e organizada pode
desenvolver instrumentos técnicos de maneira a facilitar,
melhorar e aperfeiçoar sua realização.

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG

Sumariamente então os critérios que pautam o saber e fazer do processo de catalogar
no SIBI-UFG, podem ser avaliados analiticamente como funções que são pensadas
como “técnicas”, ligadas mais a um trabalho instrumental, mecânico do que propriamente
um trabalho intelectual, reflexivo de organização do conhecimento. Deste modo, todas as
tarefas de catalogar, classificar, indexar e preparo mecânico do material informacional
acompanham uma lógica básica apontadas em regras e códigos da biblioteconomia.
Esta lógica de certa forma é a matriz do pensamento orientador que consubstancia e
fundamenta os instrumentos da catalogação no seu escopo técnico e prático.

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG

Assim, no âmbito do SIBI-UFG no que diz respeito a catalogação
a discussão para organização e métodos de trabalho
institucionalmente perpassa um processo coberto por normas e
padrões, em que essa estruturação é traduzida fundamentalmente
no fazer. Por isso a palavra de ordem do formato que sustentava a
queixa dos bibliotecários para catalogar era ausência de um
“manual de trabalho” detalhado da operação catalogação.

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG

O Manual de tomadas de decisão representação descritiva e temática
do Sistema de Bibliotecas da UFG foi criado para orientação dos
bibliotecários que trabalham na representação descritiva e orienta
também alguns procedimentos em relação a representação temática
especificamente a classificação. Deve ser utilizado juntamente com o
Manual de Atribuições da Seção de Processamento Técnico do SIBIUFG, Manual Política de Indexação do SIBI-UFG, AACR2 e CDU. O
SIBI-UFG usa impreterivelmente o formato MARC 21 atualizado
disposto no endereço https://www.loc.gov/marc/bibliographic/ para
representação descritiva e temática dos itens e AACR2 para
visualização de conferência técnica e apresentação aos usuários.

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG

A construção deste documento percorreu um
período de 2 (dois) anos (2017-2018)
estabelecidos em um planejamento que seguiu
as etapas de:

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG

a)compreender atividade de catalogação
existente: Nesta etapa muito diálogo e escuta no
depoimentos de bibliotecários que realizavam a
tarefa há mais tempo. O objetivo foi anotar todas
peculiaridades do processo na visão de quem
realizava a tarefa.

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG

b)capacitação profissional : os diálogos entorno da
elaboração organizar sistematicamente a prática
profissional de catalogação no SIBI-UFG
perpassavam recorrentemente ações de capacitação
que retomariam abordagens e perspectivas práticas
e teóricas que coordenam o processo.

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG

c) reelaborar o saber e o fazer : O diálogo e empenho
em refletir e corrigir e atualizar o ato de catalogar no
SIBI-UFG auxiliado pelas diversas falas de especialistas
que estudaram sobre o tema,

trouxe um indicador

consensual entre toda a equipe da necessidade inadiável
de buscar meios de organizar sua prática profissional.

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG

Ainda sobre reelaborar o saber e fazer
Em relação especificamente ao processo de catalogação no SIBI-UFG percebeu-se que o campo do saber, se
desenvolveu e decorreu de um imperativo prático, do fazer de acordo com as regras. Assim, as ações que
orientam as atividades se desenvolveram com base na observação e na experiência empírica de pessoas que
realizam a função, isso dificultou a necessidade de pensá-las e refleti-las de maneira organizada e sistemática.
Eliane Mey (1995, p.[2]) relata que existe uma distância significativa entre a teoria e a prática no processo de
catalogação e que “os concursos abertos aos profissionais se volta, apenas, à prática e ao uso correto do
código, nem de leve sonhando com a teoria”. Em suma, podemos considerar que em termos concretos a
catalogação no SIBI-UFG estava associada a um conjunto de práticas tanto sociais como institucionais. Das
práticas sociais releva-se o saber e fazer dos procedimentos feitos e observados sem uma explicação registrada
sistematicamente. Do contexto institucional o peso conjectural da política interna e externa da instituição
mantenedora determinaram o planejamento idealizado a partir dos recursos possíveis existente

�Sobre o ato de catalogar no SIBI-UFG
No âmbito da realização da tarefa no ato de catalogar as premissas
norteadoras no SIBI-UFG que consubstanciam a catalogação são:
1)obediência rigorosa ao código e regras de catalogação da
biblioteconomia.
Primar pelo entendimento das regras bem como pela sua evolução,
clareza, objetividade e garantias que estas oferecem ao ato de catalogar.

�Sobre o ato de catalogar no SIBI-UFG
2)participação de todos atores envolvidos em realizar o procedimento de catalogação, e
todos usuários de seus

resultados pois, entendemos que a efetividade destas regras

depende de sua adaptação na filosofia institucional.
Esta segunda premissa envolve em ter um trabalho de representação descritiva
preocupado em:
a)que todos envolvidos diretamente com o trabalho de catalogar tenham participação e
acesso pleno na construção e compreensão das regras e do uso destas na catalogação;
b)que a orientação do ato de catalogar seja com vistas ao

processo de busca,

recuperação, acesso e arquivamento de informações. Nesse sentido, é de fundamental
importância que a representação descritiva seja intrinsicamente ligada e dependente de
todas atividades que envolvem o atendimento ao usuário.

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG

c)considerar retrospectivamente todo trabalho
de catalogação já realizado no SIBI-UFG
adaptando e corrigindo na possibilidade de
recursos disponíveis.

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG
3)o ato de catalogar não é estagnado e exige do bibliotecário um exercício
constante de atualização e aprofundamento nos conhecimentos teóricos e
práticos da biblioteconomia.
No SIBI-UFG a atividade de catalogação é pensada e estruturada na
especialidade da função amparada no saber e fazer biblioteconômico que
abrange:
a)ter aptidão a atividade reconhecendo a natureza especializada do
trabalho, respeitando rigorosamente todo planejamento, orientações e
decisões que dizem respeito ao saber e fazer acumulado pela seção;
b)desenvolvimento constante de conhecimentos práticos e técnicos, na
busca pelo aprimoramento de sua atuação com vistas no equilíbrio funcional
de teoria e prática.

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG

No SIBI-UFG entende-se que o amplo saber e fazer do tratamento
informacional são apreendidos na formação profissional, mas a fidelidade
e a honestidade que o bibliotecário tem com esse conhecimento é
individual. Tradicionalmente, a divisão social do trabalho biblioteconômico
apresenta a ideia de que existem perfis profissionais indicando aptidão
para determinadas atividades. Assim, habitualmente a visão do
bibliotecário catalogador é ilustrada como um profissional concentrado,
normalista, criterioso e detalhista. É por esses qualificadores que a ideia
de catalogação no SIBI-UFG indica planejamento, rigor, coerência e
constância, implicando em métodos e técnicas de trabalho que buscam
eliminar da mesa de trabalho do catalogador a subjetividade.

�Manual de tomadas de decisão representação descritiva e
temática do Sistema de Bibliotecas da UFG

A subjetividade é um dos principais elementos há ser eliminados
na atividade de catalogar. Quando um bibliotecário catalogador
recorre constantemente à subjetividade ele corre o risco de ser
incoerente com sua equipe e com ele mesmo. É por conta deste
risco que se estabelece o contexto instrumental provenientes da
construção do saber e fazer biblioteconômico. Embora, as
orientações do saber biblioteconômico no que tange ao
tratamento da informação não sejam rígidas ao ponto de não ter
espaços parciais, elas formam um quadro de instrumentos que
amparam o fazer metodológico da catalogação.

�RESULTADOS DA IMPLEMENTAÇÃO
a)Registrar e tornar explicito

e consensuado entre toda equipe as tomadas de decisão para uso das regras de

descrição e classificação;
b)Selecionar perfis para o trabalho de tratamento da informação no escopo da equipe do SIBI-UFG : com a
implementação de treinamento e capacitação dos bibliotecários escalados para trabalhar na seção de processamento
técnico a partir de instrumentos palpáveis de trabalho tornou-se possível avaliar de forma objetiva a compatibilidade
entre pessoas e função designada, podendo ter indicadores para avaliar o potencial de performance e a aderência
dos profissionais tanto na dinâmica do trabalho como na cultura organizacional;
c)Descentralização da catalogação : Perpassa a ideia de que se todos profissionais envolvidos com a atividade de
catalogar, participantes de um mesmo sistema de biblioteca, que compartilham da mesma capacitação e obedecem
aos mesmos critérios, respeitam as mesmas orientações, não existiriam dificuldades pelo menos do ponto de vista do
saber e fazer registrado, para descentralizar o processo de catalogação.
d)Procedimento Operacional Padrão (POP): a constituição de um manual de instrução

detalhada de todas as

operações necessárias para a realização da catalogação, garantiu a padronização dos procedimentos e facilitou o
trabalho de todos que realizam a catalogação;

�RESULTADOS DA IMPLEMENTAÇÃO
Em síntese ao identificarmos uma ausência de procedimentos que registrem e expliquem
de modo sistemático as abordagens do saber e fazer no que tange ao tratamento da
informação, revelamos os problemas e impasses concernentes à organização da prática
profissional, retrato vulgar de uma realidade em que o bibliotecário muito faz e pouco
assinala. Contudo, ao adotarmos uma sistemática lógica e reflexiva do trabalho foi
possível juntos aperfeiçoar os processos e corrigir as incoerências de todas as
sequências que envolvem a catalogação além, de mantermos uma coerência e
consistência coletiva do que representa para o Sistema de Bibliotecas da UFG e para nós
mesmos o ato de catalogar. Isso corroborou significativamente para a necessidade de
aprender mais sobre catalogação rumo a implementação viável e justa de RDA.

�ALGUMA DÚVIDA?
Vamos conversar!!
enderson@ufg.br

�</text>
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        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>O &lt;strong&gt;Grupo de Trabalho em Catalogação (GT-Cat)&lt;/strong&gt; foi criado em abril de 2020 a partir da necessidade de ampliar as discussões técnicas da área, bem como contribuir para a promoção de ações pontuais para os catalogadores brasileiros. &lt;br /&gt;Tem por objetivos:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Estabelecer redes entre diferentes agentes relacionados à catalogação;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Contribuir para a tradução de documentos técnicos da área;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Desenvolver produtos e conteúdos que direcionem os profissionais brasileiros a uma catalogação uniforme.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
E-mail: &lt;a href="mailto:catalogacao@febab.org.br"&gt;catalogacao@febab.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais: &lt;a href="https://www.acoesfebab.com/catalogacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener"&gt;https://www.acoesfebab.com/catalogacao&lt;/a&gt;</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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