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                  <text>C OMISSÃO B RASILEIRA DE
B IBLIOTECAS P RISIONAIS
Comissão Brasileira de Bibliotecas Prisionais - CBBP

INTRODUÇÃO - 1
Uma das metas da Comissão Brasileira de
Bibliotecas Prisionais (CBBP), vinculada a
Federação Brasileira de Associações de
Bibliotecários, Cientistas de Informação e
Instituições (FEBAB), é reunir para a
comunidade bibliotecária e pesquisadores
informações relativas às unidades de
informação intramuros prisionais ao longo de
cada ano. Sendo assim, a CBBP lança o seu
“Informativo
de
2019”
e,
excepcionalmente,
também
com
as
informações e ações de 2018. Além disso,
destacamos novidades sobre a temática,
indicando trabalhos científicos sobre as
Bibliotecas Prisionais.

Nesta edição
Introdução- 1
AÇÕES CBBP: Presídio Feminino de Sergipe - 2
I Fórum Brasileiro de Bibliotecas Prisionais - 3
CBBP no Repositório Febab - 4
Estatísticas das Bibliotecas Prisionais no Cárcere - 5
Bibliotecas Prisionais em Pauta - 6

AÇÕES CBBP: Presídio Feminino de Sergipe (PREFEM) Aracaju (SE) - 2
Estivemos no Presídio Feminino de Sergipe (PREFEM) em Maio de 2019, para conhecer a Biblioteca
Prisional que foi implantada na referida instituição. Essa visita foi possível graças à bibliotecária Rachel
Gonçalves, e sua orientadora do Mestrado a Profa. Dra. Germana Gonçalves De Araújo. A iniciativa foi
decorrente da ação do Curso de Biblioteconomia, da UFSE, que realizou uma videoconferência com a
CBBP sobre Biblioteca Prisional, no ano de 2018. O PREFEM tem capacidade para 175 detentas, porém
abrigam 240 presas, cada qual com as suas histórias, sonhos e esperanças.

�I FÓRUM BRASILEIRO DE BIBLIOTECAS PRISIONAIS - 3
A CBBP realizou o “I Fórum Brasileiro De
Bibliotecas Prisionais”, como evento paralelo,
dentro da programação do XXVIII Congresso Brasileiro
de Biblioteconomia e Documentação - CBBD,
realizado em outubro de 2019, na cidade de VitóriaES.
O Fórum reuniu mais de 100 profissionais
bibliotecários e pessoas de outras áreas que
participaram das palestras e mesas redondas que
motivaram discussões profícuas sobre do tema. Sobre
a programação destacam-se: sessão de abertura do
Fórum - realizada pela Presidente da CBBP, Catia
Lindemann, que apresentou o plano de ação da
Comissão que aliada as diretrizes da FEBAB visa
promover o constante debate sobre as Bibliotecas
Prisionais no Brasil; Palestra do advogado e egresso
do sistema penal Greg De Andrade que relatou sua
experiência como detento destacando a importância
do livro e da leitura intramuros do cárcere. Além
disso, deixou claro que quem usufruiu da biblioteca
na prisão pode construir pontes para enveredar pelos
caminhos da Educação; Mesa redonda foi mediada
por Neli Miotto (coordenadora do Banco de Livros da
FIERGS e presidente da ARB) e os convidados:
Amábile Costa (Mestre em Ciência da Informação
pela UFSC, atuando em Bibliotecas Prisionais), Ciro
Monteiro (Doutorando na área da Ciência da
Informação e Agente Penitenciário) e Raquel
Fernandes (Mestre e atuante em Biblioteca
Prisional). Após breve intervalo, iniciaram-se as
apresentações de 12 trabalhos sobre a temática. Por
se tratar do primeiro evento totalmente dedicado às
Bibliotecas Prisionais, o número de submissões
chamou atenção, considerando o CBBD de 2017, em
que
tivemos
apenas
quatro
trabalhos.
O
encerramento do Fórum aconteceu com a
participação da bibliotecária Elenise Maria de
Araujo, coordenadora do GT Acessibilidade da
FEBAB, e novas ponderações foram inseridas visto
que a questão da acessibilidade nas Bibliotecas
Prisionais ainda não havia sido colocada em pauta.
Dada a relevância do tema propôs-se uma ação
conjunta entre os dois GTs da FEBAB (Bibliotecas
Prisionais e Acessibilidade) para iniciar um plano de
ação que envolve entre outros o mapeamento das
condições de acessibilidade no cárcere, direito do
cidadão e um dever do Estado; conduta e atuação
dos profissionais da informação, que devem ter
atitudes inclusivas, identificar as reais necessidades
dos usuários e propor soluções que contemplem as
demandas específicas das inúmeras situações de
deficiência, garantindo o acesso em todos os tipos de
biblioteca, como as Prisionais. Neste sentido, o
advogado Greg compartilhou sua experiência, como
leitor, para um deficiente visual companheiro de
sela que durante o período de cárcere contava com
seu apoio para conhecer a literatura.

Um dos legados do Fórum foi dar visibilidade às
unidades de informação intramuros das prisões,
corroborando para que elas de fato façam parte
da história da Biblioteconomia brasileira. Deste
modo, estaremos alinhados com o Advocacy da
Agenda 2030 que objetiva “não deixar ninguém
para trás” e que todos possam ter acesso ao livro
e a leitura, e isso inclui também os indivíduos
privados
de
liberdade.
Dentre
os
encaminhamentos do Fórum, destacam-se ações
que a CBBP/FEBAB deve coordenar:
- Mapeamento nos Estados da Federação para
identificar os bibliotecários que atuam em
bibliotecas prisionais conhecendo também as
peculiaridades de cada unidade;
- Incentivar a participação dos bibliotecários de
modo a criar discussões regionais sobre o tema e,
com isso, estabelecer uma maior vinculação com
as associações filiadas à FEBAB;
- Levantamento de dados para captação de
subsídios;
- Elabora Diretrizes em relação a jurisdição;
- Idealizar uma Minuta de projeto de lei sobre as
penas pecuniárias e projetos voltados para
bibliotecas, a ser apresentado a bibliotecária e
deputada Fernanda Melchiona;
- Identificar fontes de financiamento, por meio
de adendos legais, como a remição de pena pela
leitura, criação de bibliotecas que sejam
sustentadas com recursos advindos das penas
pecuniárias, ou seja, utilizar o dinheiro do
pagamento de fianças, por parte dos infratores,
para fomentar a presença do livro e da leitura no
cárcere.

�CBBP NO REPOSITÓRIO FEBAB - 3
É com enorme satisfação que anunciamos a nossa coleção inserida no Repositório FEBAB que reúne a
produção documental e/ou informativa, da CBBP. Esperamos com esse trabalho contribuir com os
estudos sobre a temática. Embora ainda esteja em processo de inserção, já é possível, por exemplo,
acessar o primeiro trabalho, sobre Biblioteca Prisional, dentro das edições do CBBD. “Bibliotecas em
prisões”, de Carmen Pinheiro de Carvalho, do ano de 1967.

ESTATÍSTICAS DAS BIBLIOTECAS PRISIONAIS NO CÁRCERE - 5
Os dados estatísticos referentes a 2019, sobre
as Bibliotecas Prisionais no Brasil, foram
coletados
no
site
do
Departamento
Penitenciário Nacional (DEPEN)1. Nota-se que
o Brasil ocupa a terceira posição mundial
entre os países com o maior número de
encarcerados, ou seja, 105 presos a cada 100
mil habitantes. Atingimos a quantia de 748 mil
presos, ficando abaixo apenas para os EUA e
China. Pode-se observar um aumento no
número informado de bibliotecas prisionais no
Brasil comparado aos últimos quatro anos. No
entanto,
faz-se
necessário
analisar
qualitativamente esses dados, pois, como
acontece com outras tipologias, muitas vezes
são consideradas “bibliotecas” locais onde
Fonte: INFOPEN
apenas estão armazenados livros. Abaixo, apresentam-se os números do cárcere e
das Bibliotecas Prisionais, extraídas via Sistema de Informações Estatísticas do Sistema Penitenciário
Brasileiro, popularmente conhecido como INFOPEN.

1

http://depen.gov.br/DEPEN

�Educação Prisional

Presos em sala de aula; cursos e biblioteca - Fonte: INFOPEN

Mapeamento Brasileiro
Para realizar o mapeamento das Bibliotecas Prisionais no Brasil foram consultadas as fontes oficiais do
Governo, o INFOPEN, mas até o lançamento deste Boletim não obteve-se retorno. Outros dados
disponibilizadas pelo Governo são superficiais, o que dificulta a compilação dos dados, no entanto,
CBBP dará continuidade as suas ações esperando que o Governo disponibilize com maior transparência
as informações sobre as Bibliotecas Prisionais nacionais.

Quantitativo de Bibliotecas Prisionais em 2019:

1.600
1.400
1.200
1.000

Estabelecimentos
Prisionais

800

Com Bibliotecas
Prisionais

600
400
200
0
2019
Fonte: INFOPEN

�De acordo com o INFOPEN, o Brasil tem atualmente 1.456 estabelecimentos prisionais, com um total
de 795 Bibliotecas Prisionais, e aponta um crescimento significativo em relação aos anos anteriores.
Quadro 1: Apresenta esse crescimento nos último 4 anos

Fonte: INFOPEN

Quadro 2: Estados Brasileiros, Número de Bibliotecas Prisionais
no período de 2016 a 2019
200
180
160
140
120

100
2016

80

2017
2018

60

2019

40
20
0

AC AL AM AP BA

CE

DF

ES GO MA MG MS MT PA PB

PE

PI

PR

RJ

RS

SC

SE

SP

TO

2016

8

4

9

1

15

9

2

29

31

19 106 14

20

9

15

41

6

6

13

7

32

1

69

43

8

87

10

2017

8

3

11

3

16

5

2

29

29

10 117 23

24

3

16

19

6

29

38

9

17

2

61

34

4

157 10

2018

4

4

10

2

21

9

7

29

22

14 114 27

26

20

18

18

5

28

36

9

22

1

57

40

5

170

9

2019

6

3

10

3

21

18

6

30

26

35 126 29

23

21

19

20

5

33

40

10

22

1

58

46

4

172

8

Fonte: INFOPEN

RN RO RR

�BIBLIOTECAS PRISIONAIS EM PAUTA - 6
BIBLIOTECA &amp; BIBLIOTECÁRIO NO CÁRCERE – Ressalta-se que a
CBBP segue cumprindo seu compromisso de não apenas dar
representatividade e voz às Bibliotecas Prisionais, mas acima de
tudo lutando para que elas sejam cada vez mais realidade no
Brasil. E foi pra falar justamente disso, que foi aceito o convite
para a segunda edição do projeto “Biblioteca da Câmara
Convida”, em junho de 2018. Aproveitamos a oportunidade para
articular junto da Deputada Federal, Erika Kokay, um Projeto de
Lei (PL) que dê respaldo legal a profissão de bibliotecário,
tornando-o parte do quadro funcional do Departamento
Presidente da CBBP e Dep. Federal, Erika Kokay
Fonte: Alex Ferreira, fotógrafo da Câmera dos Deputados

Penitenciário Nacional.

Além disso, conforme encaminhamento do I Fórum de
Bibliotecas Prisionais, a Coordenadora/Presidente da CBBP,
participou em agosto de 2018, de uma reunião com o então
chefe do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do
Sistema Carcerário (DMF) do CNJ, Renato de Vitto, visando
construir um apoio jurídico, para que na forma da Lei, todo e
qualquer edital para concurso das superintendências
penitenciárias de cada Estado, inclua o cargo de bibliotecário
para desempenhar atividades em Bibliotecas Prisionais. Essa
exigência está de acordo também com a legislação do
Conselho Federal de Biblioteconomia que estipula como
obrigatória a presença do profissional bibliotecário para
regularização e funcionamento de uma Biblioteca. No
entanto, não há, ainda, uma porta legitima para que
possamos entrar senão por meio de projetos ou ações
voluntárias.

Presidente da CBBP e Renato de Vitto.
Fonte: CNJ

Sobre o Boletim:
A estrutura do Boletim Informativo da CBBP abrirá espaço para destacar o que está acontecendo de
relevante com as Bibliotecas Prisionais, seja no campo da pesquisa acadêmica ou no relato de
experiências de ação concreta. Ressalta-se que tanto a cientificidade quanto o trabalho de campo,
ambos são complementares e necessários para melhor compreender e trabalhar pelas unidades de
informação atrás das grades.
Além disso, inúmeras escolas de formação do profissional bibliotecário já passaram a adotar o termo
“Biblioteca Prisional” dentro das tipologias de biblioteca, levando, deste modo, a discussão para as salas
de aula, e motivando a produção de trabalhos de conclusão de cursos, monografias, dissertações e
teses. Enfatizando sempre que:

“Biblioteca Prisional não é assistencialismo,
mas um direito de todo e
qualquer preso.”

�Assim, neste primeiro “Bibliotecas Prisionais Em Pauta”, destaca-se o trabalho de dois bibliotecários
que demonstram sintonia entre pesquisa e ação:

Primeiro Doutorado, em Ciência da Informação, sobre as Bibliotecas Prisionais
Ciro Monteiro atuou como Agente Penitenciário, foi Diretor substituto
do setor educacional do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de
Jardinópolis (SP); Formado em História (UNESP), Biblioteconomia
(USP), Mestre em Ciência da Informação (UNESP) e Doutor em Ciência
da Informação (UNESP).
Ele tornou-se membro da CBBP durante o I Fórum Brasileiro de
Bibliotecas Prisionais no CBBD de 2019. Sua linha de pesquisa partiu
da sua própria experiência com os livros e a leitura intramuros das
prisões e abarcou justamente os espaços de leitura na prisão.
A Tese, “Informação encarcerada: o jovem da "geração internet"
e a mediação e apropriação dos dispositivos informacionais no
interior da prisão”, foi defendida em 19 de novembro de 2019.
De acordo com o próprio Ciro, é preciso refletir sobre as
possibilidades de atuação do bibliotecário no interior do cárcere. Atualmente, Ciro é coordenador da
Biblioteca Pública Sinhá Junqueira, de Ribeirão Preto (SP). Ele pediu exoneração do Sistema
Penitenciário para se voltar exclusivamente nos fazeres bibliotecários dedicados ao social, com
atividades totalmente inclusivas.

Biblioteca Prisional, organizada por Ciro Monteiro

�Bibliotecária Juliana Santos – Biblioteca Prisional de Timon, Piauí
A Biblioteca Prisional, criada por Juliana Santos, surgiu a partir de um projeto de Trabalho de
Conclusão de Curso, em 2017, dentro da APAC2 da cidade de Timon, no Piauí. Segundo ela, uma
Biblioteca Prisional “é diferente de uma Biblioteca Universitária, por exemplo, que os estudantes já
frequentam a biblioteca devida suas próprias necessidades, sem precisar de apelo e nem marketing e
já a prisional não, nós precisamos cativá-los. Alguns aqui nunca tiveram contato com um livro, já
outros são mais espertos. Eu sempre digo que a gente tem cativar para poder ter empréstimo. É tudo
novo pra eles”.

Ainda na faculdade eu comecei
a fazer o projeto do meu TCC
baseado nessa causa. Desde
quando iniciei aqui, ainda como
estagiária, que eu já pedia
doação de livros, porque eu via
que aqui tinha essa necessidade.
Juliana Santos Silva

Fonte: globo.com/g1

A CBBP parabeniza os bibliotecários, Ciro Monteiro e Juliana Santos, por
tão significativo e maravilhoso trabalho à frente das Bibliotecas Prisionais.
2

Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que se dedica à
recuperação e reintegração social dos condenados a penas privativas de liberdade, bem como socorrer a vítima e proteger a
sociedade. Seu objetivo é gerar a humanização das prisões, sem deixar de lado a finalidade punitiva da pena. Sua finalidade é
evitar a reincidência no crime e proporcionar condições para que o condenado se recupere e consiga a reintegração social.

�Comissão Brasileira de Bibliotecas
Prisionais
FEBAB
Site:
http://www.febab.org.br/
E-mail:
cbbp.febab@gmail.com

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Informações, dados e pesquisa realizados por Catia Lindemann, presidente da CBBP
Supervisão de Adriana Ferrari, presidente da Febab
Revisão de Elenise Araújo, coordenadora do GT de Acessibilidade da Febab
Maio De 2020

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