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                  <text>SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E MÍDIAS SOCIAIS: o papel das
bibliotecas e dos bibliotecários do Instituto Federal Goiano
Johnathan Pereira Alves Diniz (IF Goiano) - johnathan.diniz@ifgoiano.edu.br
Resumo:
Aborda o surgimento da Sociedade da Informação, bem como as transformações e avanços na
comunicação que este movimento trouxe às sociedades globais. Procura-se verificar o papel
que a informação tem na sociedade e as principais mudanças de modo de vida em geral.
Dentro deste contexto, enfatiza-se qual seria o papel das bibliotecas e dos bibliotecários do
Instituto Federal Goiano (IF Goiano) no processo de ação cultural. O intuito é verificar como
as bibliotecas e os bibliotecários do IF Goiano estão usando as mídias sociais para interagir
com a comunidade escolar e acadêmica, promovendo a visibilidade de suas ações nesses meios
de comunicação. Os produtos e serviços criados, e os que poderão surgir, a partir dessas
experiências e os relatos de usos de mídias sociais com maior frequência pelas bibliotecas e
pelos os usuários, como recurso estratégico na comunicação e na melhoria de produtos e
serviços, observando suas vantagens, dificuldades de manutenção e o que agrega ao papel de
agentes culturais que as bibliotecas naturalmente possuem. Pretende-se analisar a estrutura e
a dinâmica das práticas culturais em bibliotecas, e sua inserção no novo contexto
informacional. Todos esses aspectos são analisados numa abordagem bibliográfica e de
campo, sob o olhar biblioteconômico.
Palavras-chave: Sociedade da Informação. Mídias sociais. Práticas culturais em bibliotecas.
IF Goiano.
Área temática: Eixo 2 - Responsabilidade Política, Técnica e Social
Subárea temática: Estudos de usos e usuários de serviços de informação

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�XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias

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BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

1 Introdução
Compreender a sociedade da informação não é tarefa fácil, para isto é preciso
contextualizar os aspectos sociais, políticos, econômicos e culturais das nações, para entender
o impacto que a Sociedade da Informação pode ganhar. O conceito de Sociedade da
Informação adquiriu importância em escala mundial, fundamentado na crença de que sua
consolidação favorece a integração global. A Sociedade da Informação também pode ser
definida como um estágio do desenvolvimento social caracterizado pela capacidade de
cidadãos, empresas e administração pública – obter, difundir e compartilhar informação, de
forma simultânea e imediata.
Em que pese à globalidade implícita no conceito "Sociedade da Informação", deve-se
levar em conta que cada país apresenta suas próprias particularidades em aspectos tão
variados como o da economia, da sociedade, da geografia e da cultura.
Por isso é imprescindível que o desenvolvimento da Sociedade da Informação se
adapte às particularidades de cada um, respeitando-as e até mesmo potencializando-as. À
medida que esse desenvolvimento avance, essas diferenças tenderão a se reduzir como
consequência da globalização, ocasionando uma convergência entre todos os modelos em
longo prazo.
Diante desse cenário de globalidade e uso de tecnologias da informação e
comunicação cada vez mais frequentes, teve-se o anseio de investigar o papel das bibliotecas
e dos bibliotecários do Instituto Federal Goiano (IF Goiano), e suas respectivas práticas
culturais, no processo de integração da sociedade nessa ênfase de informação, posto às novas
formas de comunicação, as ditas mídias socais.
O IF Goiano é uma instituição federal de ensino, ligada ao Ministério da Educação
(MEC) e oferece cursos técnicos, de nível médio até a pós-graduação (mestrados e
doutorados). A instituição possui campus no interior do Estado de Goiás, tendo somente a
Reitoria (órgão administrativo) na capital. No contexto da dinâmica dos Institutos Federais, as
bibliotecas tem ganhado um novo papel, pois são unidades híbridas, que atendem a
praticamente todos os níveis de ensino e a comunidade em geral. Por isso estas unidades não
podem ficar mais isoladas e estáticas, pois mais importante que priorizar o desenvolvimento
do acervo, é promover a capacidade do usuário no acesso a informação e produção de novos
conhecimentos.
Inicialmente será feita uma contextualização sobre o que é Sociedade da informação,
enfocando a sociedade, o Estado e a cultura na integração de redes para a comunicação da
informação. Serão abordados, também, os papéis dos das bibliotecas e dos bibliotecários do
IF Goiano no desenvolvimento de práticas e ações culturais que podem ser desenvolvidas em
ambiente rede, com foco na comunidade escolar e acadêmica. Será dado enfoque as
habilidades e competências do profissional bibliotecário e os meios socioeconômicos que
podem ser utilizados no desenvolvimento de praticas culturais dessas unidades.
A ação cultural não se limita somente a disponibilização dos bens culturais, outrossim,
deve possibilitar a participação e a criação de novos bens culturais e conhecimento. As
bibliotecas devem proporcionar um ambiente para que o usuário se pronuncie, no sentido de
opinar, formular e criar.
Por quais meios às bibliotecas possam oferecer seus serviços e produtos e como os
bibliotecários devem preparar essas condições fornecendo recursos, utilizando as mídias
sociais, na qual seu público-alvo possa explorar e expressar suas capacidades criadoras e
disseminá-las em seu círculo de amizades.

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2 Revisão de literatura
São muitas as percepções dadas por estudiosos para se entender melhor a Sociedade da
Informação. Um das percepções mais interessantes é a que situa a Sociedade da informação
como o terceiro elo do estágio de evolução da sociedade moderna. O primeiro salto
qualitativo foi o da revolução industrial, que permitiu a aquisição de bens de consumo. O
segundo passo foi o pós-industrial, com a oferta de serviços. Finalmente, chegamos à fase da
Sociedade da Informação, que por intermédio da tecnologia facilita o processo comunicativo e
disponibiliza o acesso e a troca de informação e de conhecimento.
Os choques entre culturas e difusão dos meios de comunicação e informação
impulsionaram o mundo a direcionar para um novo modelo de organização, no qual o
controle e a melhoria dos processos industriais eram substituídos pelo processamento e
manejo da informação como ‘chave’ econômica. Iniciava-se assim, a globalização, um dos
principais elementos que constituem a Sociedade da Informação.
Segundo Pepulin (2001, p.2) à medida que os primeiros obstáculos, físicos e
geográficos foram eliminados, a informação começou a ganhar ‘peso’ e valor. O valor
econômico da informação parte do pressuposto de que a informação gera conhecimento e
esse, quando acumulado, possibilita a produção científica e tecnológica responsável pela
geração de bens e serviços. Por isso a Sociedade da informação é pautada na importância em
saber como tratar a informação para seu usuário, dentro de um processo comunicativo
eficiente.
Como enfatiza Pereira (2013 apud KAPLAN 1993), a comunicação é um elemento
estratégico que permeia as ações e favorece o alcance dos objetivos das instituições e
organizações. Uma boa comunicação consiste na emissão e recepção de informações junto ao
público-alvo. Essa é a premissa básica da Sociedade da Informação.
O conceito de Sociedade da Informação, ainda, não é bastante claro para a maioria das
pessoas. Uma das possíveis razões é a utilização de uma expressão similar denominada
inclusão digital que é empregada como divulgação da Sociedade da Informação entre as
classes menos favorecidas.
Sociedade da Informação é denominada por Telefônica (2003) como “um estágio de
desenvolvimento social caracterizado pela capacidade de seus membros (cidadãos, empresas e
administração pública), de obter e compartilhar qualquer informação, instantaneamente de
qualquer lugar e da maneira mais adequada”.
Tarapanoff (1999, p. 28) define como:

Assim:

Uma sociedade que surge, com nova estrutura, novos canais de comunicação, novas
formas de atuação social e de trabalho. Muda a estrutura de poder, as instituições e
nova cultura e comportamento se instalam compreendidos e assimilados, de forma
mais completa com maior interesse e de forma mais intuitiva pela nova geração.

Rapidamente nos adaptamos a essas novidades e passamos a viver na sociedade da
informação, uma via em que a informação flui a velocidades e em quantidades há
apenas poucos anos inimagináveis, assumindo valores sociais e econômicos
fundamentais (TAKAHASHI (org.), 2000 p. 3).

O cenário mundial sofreu transformações sociais, políticas e econômicas. Portanto “as
mudanças sociais são tão drásticas quanto o processo de transformação tecnológica e
econômica” (CASTELLS, 2010 p.40).
A Sociedade da informação caracteriza-se especialmente pelo o acesso ilimitado a
informação. A sociedade deste período, como afirma Castells (2010), recebe vários tipos de

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informações, culturas, modos de vida graças às novas Tecnologias da Informação e
Comunicação (TIC) que estão interagindo com o mundo interligado em redes globais e
instrumentalidade.
A consequência do surgimento de uma sociedade em rede originou um termo
denominado por Castells (2010) de “aldeia global”. Como o próprio nome já diz se trata de
um lugar onde a sociedade capta as informações do mundo e as envia para outras sociedades,
criando redes de relacionamentos e difundidos culturas e costumes antes restritos àquela
região. As pessoas dessa aldeia global podem estabelecer contatos no mundo inteiro com a
mesma facilidade dos contatos com os vizinhos de sua mesma localidade. As relações
comunicativas entre as pessoas de diferentes etnias, crenças, costumes se tornou um ponto
estratégico para a globalização.
As redes são estruturas abertas capazes de expandir de forma ilimitada integrando
novos “nós”, desde que consigam comunicar-se dentro da rede, ou seja, compartilhem os
mesmos códigos de comunicação. Castells (2010, p. 566) afirma que:
Redes são instrumentos apropriados para a economia capitalista, baseada na
inovação, globalização e concentração descentralizada; para o trabalho e
trabalhadores e empresas voltadas para a flexibilidade e adaptabilidade para uma
cultura de desconstrução e reconstrução continuas.

O princípio da Rede é englobar todos os indivíduos e sociedades para que estas
interajam uma com as outras, obtendo informações e consequentemente, produzindo
conhecimento.
A sociedade em rede representa uma transformação qualitativa da experiência
humana, pois o conhecimento hoje é sinônimo de poder. Uma nação se desenvolve pelo fato
de ter capacidade de coletar, distribuir, processar informações e também agir com base nelas.
Dentro desse contexto temos de um lado, o bibliotecário, um dinamizador preocupado
em recuperar e armazenar a informação em qualquer tipo de suporte e, do outro lado, temos a
Sociedade da Informação, fruto da produção de conhecimento, um ato contínuo e dinâmico
inerente ao ser humano. O bibliotecário teve que redefinir seu perfil profissional na Sociedade
da informação, transformando-o assim em gestor da informação.
Davenport (2001) afirma que a gestão da informação é um conjunto estruturado de
atividades que incluem o modo como às instituições produzem, obtêm, distribuem e usam a
informação, tendo a tecnologia como facilitador do processo. O bibliotecário gerencia a
informação e não mais se apega ao documento físico, no caso o livro. Consequentemente a
biblioteca viu-se redefinida não como um lugar (como estaria a sugerir a sua etimologia), mas
como um serviço de informação integrado em redes e sistemas de informação a partir da
experiência de cooperação desenvolvida e graças às tecnologias impostas na montagem de sua
infraestrutura (MIRANDA, 2003 p.52).
As TIC afetam as bibliotecas, dinamizando as formas de trabalho e inserindo os
conteúdos em novos contextos interdisciplinares. Evidencia-se, o real objetivo das TIC, que é
gerenciar o uso do “objeto transformador”: a informação. A informação e o conhecimento são
elementos essenciais em um mundo cada vez mais conectado, pois permitem novos padrões e
possibilidades de comunicação. Entre elas, destacam-se as mídias sociais, agregando ainda
mais valor ao conteúdo informacional desejado, devido às possibilidades de suporte e de
transmissão desta informação.
Telles (2010) afirma que mídias sociais são “Ferramentas online que são usadas para
divulgar conteúdo ao mesmo tempo em que permitem alguma relação com outras pessoas”.
Nesta perspectiva, é possível afirmar que as mídias sociais têm um sentido mais amplo, sendo
ferramentas de interação social, e que tem como base pessoas que se juntam e interagem por
alguma razão onde é possível a produção de conteúdo descentralizado.

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A adoção das mídias sociais entre os usuários têm surgido, nos últimos anos, como a grande
novidade para bibliotecas e bibliotecários que, aos poucos, se aproximam e se apropriam
destas ferramentas. Aranalde (2005) destaca uma nova realidade cultural, onde a cultura
escrita cede lugar à cultura digital. Nesta realidade, o bibliotecário deve se adaptar a esta nova
exigência, desenvolvendo novas competências, responsabilidades e habilidades.
A cultura digital cria imperativos de adaptabilidade e de capacidade de
transformação e enfatiza um começar de novo a cada instante. Tal cultura tem como
consequência a característica mais marcante da sociedade de informação, a saber, a
ausência de comprometimento a longo prazo. Assim, temos que a rapidez e a
flexibilidade acabam ultrapassando os limites de sua aplicação ao campo da
tecnologia, sendo inseridas como imperativos de ação. Desse modo, mesmo no
âmbito das relações humanas, a flexibilidade é a nova ordem frente à rapidez com
que as mudanças se processam. Entretanto, isso é um caminho de duas vias, pois a
exigência por flexibilidade acaba acelerando os processos de mudança
(ARANALDE, 2005, p. 342).

A busca crescente de respostas aos processos de interação e adaptação as novas TIC,
tem despertado a preocupação de organizações de ensino, no que se refere à conectividade das
instituições com o seu público, utilizando as mídias sociais. Os Institutos Federais de
Educação, Ciência e Tecnologia, inseridos na rede federal de educação profissional, científica
e tecnológica e vinculados ao Ministério da Educação (MEC), representam os anseios locais e
regionais da população brasileira, estão distribuídos por todo o território brasileiro, funcionam
em estrutura multicampi e oferecem cursos de educação básica, profissional e de educação
superior (BRASIL, 2008). Foram criados por meio da Lei Federal nº 11.892 de 28 de
dezembro de 2008. Dentro dessa Rede, se constituiu o Instituto Federal Goiano (IF Goiano),
juntamente com outros 37 (trinta e sete) Institutos Federais.
As bibliotecas, neste contexto, atuam como agentes fundamentais na concretização da
missão dos Institutos Federais (IF's), atendendo plenamente às necessidades de seus diferentes
tipos de público, e reforçando a ideia de ensino público de qualidade. Por isso as bibliotecas, e
consequentemente, os bibliotecários têm papel importante na promoção e desenvolvimento da
cultura.
Para que as bibliotecas possam ser referência dentro da instituição de ensino, é
necessário construir meios de preservação, conservação e divulgação desses novos
conhecimentos e de Patrimônio Cultural, seja ele tangível ou intangível, se apropriando das
mídias sociais e estas possibilitem novas criações, despertando o interesse pelos usuários que
frequentam estas unidades, deixando de serem apenas lugares de rede de Internet com wifi
gratuito

3 Materiais e métodos
Para estudar o tema proposto neste artigo, foi realizado um levantamento de dados de
variadas fontes. Esse material-fonte geral foi útil não só por trazer conhecimentos ao campo
de interesse, como também delimitar o objeto a ser estudado. Para determinar quais
procedimentos seguir, é necessário o pesquisador possuir métodos de pesquisa que satisfaçam
seus reais objetivos. Um método de pesquisa é o conjunto das atividades sistemáticas e
racionais que com maior segurança e economia, permite ao pesquisador alcançar o objetivo,
detectando erros e auxiliando as decisões do cientista.
A metodologia utilizada no estudo se baseou no método qualitativo, pois “permite ao
pesquisador estar próximo aos dados, desenvolvendo de outra forma, os componentes
analíticos, conceituais e categóricos da explicação a partir dos próprios dados” (BRENNER
apud SOUZA, 1989).

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Com uma contribuição às tentativas de fazer distinção entre os termos, podemos dizer
que o método se caracteriza por uma abordagem mais ampla (abstrata) ou mais restrita
(concreta). Para este estudo foi empregado uma abordagem restrita, baseada em fatos reais e
verídicos. Esta abordagem também é denominada de método de procedimento. Um método de
procedimento constitui uma etapa mais concreta da investigação, “com finalidade mais
restrita em termos de explicação geral dos fenômenos menos abstratos. Pressupõem-se uma
atitude concreta em relação ao fenômeno e estão limitadas a um domínio particular”
(LAKATOS; MARCONI, 2010 p. 204).
Um método de procedimento está intimamente ligado às Ciências Sociais, que
estudam fatos concretos para explicar a existência dos fenômenos. Existem diversos métodos
de procedimento aplicados às Ciências Sociais. Para este estudo será usado o método de
procedimento estruturalista que “caminha do concreto para o abstrato e vice e versa,
dispondo, na segunda etapa, de um modelo para analisar a realidade concreta dos diversos
fenômenos” (LAKATOS; MARCONI, 2010 p. 93).
Nesse caso, o concreto são as práticas culturais das bibliotecas e dos bibliotecários do
IF Goiano podem oferecer aos seus usuários potenciais (as comunidades escolar e acadêmica).
O termo abstrato seria de que forma as mídias sociais seriam agregadas a prática cultural das
bibliotecas, e dos bibliotecários, na promoção de produtos e serviços disponibilizados pelos
mesmos.
Assim a pergunta a ser respondida foi: investigar o papel das bibliotecas e dos
bibliotecários do Instituto Federal Goiano, como agentes culturais, frente às TIC, em um
mundo cada vez mais globalizado e conectado pelas mídias sociais na era da Sociedade da
Informação.
A pesquisa foi realizada, no intuito de verificar o perfil dos bibliotecários, como
agentes culturais, das bibliotecas como centros de promoção de ação cultural e da comunidade
como ela vê o papel da biblioteca nesse processo de difusão cultural por meio das mídias
sociais. Portanto o estudo abordou as bibliotecas do IF Goiano nos contextos educacional,
científico e cultural e o seu papel cultural dinamizador nas novas formas de comunicação.

4 Resultados parciais/finais
A partir dos procedimentos adotados, será apresentada a análise dos dados e sua
interpretação a guisa da compreensão dos questionamentos que fundamentaram este estudo.
Com o advento de novos aparatos tecnológicos, cada vez presentes na sociedade, permitindo a
internacionalização e a globalização da informação, encurtando distâncias ao acesso a
informação favoreceu a ocorrência de nos hábitos e padrões culturais.
As bibliotecas do IF Goiano estão interligadas em formato de Sistema Integrado de
Bibliotecas (SIBI). O SIBI tem como objetivo, atender as necessidades e demandas da
comunidade do IF Goiano e assessorar as bibliotecas dos campi, a fim de estabelecer
condições e procedimentos para a utilização dos serviços, materiais e instalações, de forma a
garantir o perfeito funcionamento de suas atividades e a qualidade do acervo e dos serviços
oferecidos, com foco no atendimento aos usuários.
O Sistema atualmente possui contas nas principais redes socais (Facebook, Instagram
e Twitter), porém a atuação das bibliotecas nas redes sociais é pequena, sendo que o número
de seguidores das redes sociais representa cerca de quinze por cento (15%) dos usuários
efetivos das bibliotecas do IF Goiano.
Referindo-se aos benefícios observados pelo uso das mídias sociais nas bibliotecas
apontam benefícios na utilização das Redes, entre os benefícios destacam-se as seguintes
vantagens:

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•
•
•
•
•

Aumento na interação com o usuário;
Maior nível de informação sobre a biblioteca por parte dos usuários;
Facilidade na divulgação de serviços e notícias;
Comunicação em tempo real entre biblioteca e usuários;
Aumento no compartilhamento de informações.

Observando ainda o fator central de comunicação propiciado pelas mídias sociais, foi
apontado que a divulgação dos serviços das bibliotecas do SIBI é escasso e pouco divulgado,
apesar de haver constantes postagens na rede social Facebook, elas só replicam notícias de
outras páginas e ocasionalmente produz conteúdo próprio, o que impede do usuário conhecer
os serviços disponíveis de cada biblioteca. A criação dos perfis do SIBI nas mídias sociais foi
uma alternativa que as bibliotecas vislumbraram para manterem-se atuantes, participativas e
com um processo de comunicação ativo com seus usuários em potencial.
Referindo-se aos tipos de informações a fan page do SIBI veiculou no Facebook
observou-se que:
•
•
•
•
•

Em geral circulam novidades sobre o SIBI como um todo;
Circulam informações sobre notícias oriundas de outros perfis e páginas;
As informações sobre eventos e ações que acontecem na biblioteca também são
disseminadas;
Raramente circulam informações sobre funcionamento, regras e horários;
Apresenta informações sobre eventos na área de Biblioteconomia e da própria
Instituição.

No entanto, o total de seguidores da fan page ainda é pequeno, se comparado som
outras páginas destinada aos estudantes e servidores do IF Goiano. Atualmente a página é
controlada pela maioria dos bibliotecários da instituição, porém devido ao acúmulo de
trabalho nas bibliotecas, muitas vezes a página na rede social Facebook fica vários dias sem
qualquer movimentação, o que ocasiona o movimento de debandada de seguidores o que
impede a promoção das atividades e a interação com o usuário.
O que se pretende ressaltar é que o novo contexto da Internet pode ser utilizado como
ferramenta pelo bibliotecário na prática cultural. Esses ambientes de personalização e
colaboração, criado e mantido por comunidades de indivíduos compartilhando interesse
comum, é um campo que pode ser explorado pelo profissional da informação, tanto no
tratamento e organização da informação, como projetando novas interfaces de navegação com
caráter dinâmico e colaborativo, tornando-a um veículo de expressão e valores culturais.
É necessária a visão crítica por parte dos bibliotecários, para que o mesmo possa
oferecer possibilidades individuais de criação e difusão da informação, expandir as
possibilidades individuais, e ao mesmo tempo não interferir nesse processo, e sim trabalhar
como mediador da informação. As bibliotecas precisam abrir a interação com o usuário,
sendo localmente na biblioteca, seja nas mídias sociais. A informatização de bibliotecas vai
muito além do simples catálogo online, vai à criação de produtos e serviços eficientes e na
promoção da leitura, seja em que plataforma for, visando à disseminação de informação e
produção de conhecimento.
Contudo nessa constatação, será preciso investigar a fundo o papel cultural dos
bibliotecários, mapeando as necessidades de leituras dos usuários, para isso essa pesquisa se
transformará em uma dissertação de mestrado que abrangerá elementos cruciais que apontarão
caminhos pelos quais as bibliotecas e bibliotecários do IF Goiano vão trilhar, como agentes
culturais, na promoção da leitura em um ambiente mediado pelas mídias sociais e
tradicionais.

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5 Considerações parciais/finais
Conforme discutido, a ação cultural não se limita a disponibilização de informação, só
isso não é suficiente, os bibliotecários devem trabalhar essa informação com objetivo de gerar
novos conhecimentos, criar oportunidades e apresentar caminhos para que os envolvidos
reflitam e sejam capazes de criar conclusões e gerar novos conhecimentos.
Outro ponto abordado, de grande importância, é a necessidade de o profissional criar
parcerias, ter uma Política Cultural bem definida, pois vemos que a prática cultural, tem
caráter transformador na sociedade, tanto no desenvolvimento econômico como aspectos
sociais. práticas culturais, combinando representações, mapeamentos e interfaces que
promovam a interatividade e o processo de criação do indivíduo.
Ao adotar o marketing cultural em bibliotecas, os bibliotecários deve atentar-se que o
usuário é encarado como consumidor de informação, o objeto cultural se torna, no entanto um
produto cultural. Nesse caso, o foco está no desejo e a necessidade do usuário, e a partir disso,
irá orientar o produto cultural para suprir essa necessidade.
Em relação às mídias sociais, constata-se que no IF Goiano existe uma iniciativa de
manter um diálogo com usuários, utilizando as mídias sociais, porém estas ainda não fazem
parte da paisagem das bibliotecas, considerando-se o baixo percentual de bibliotecas que as
utilizam.
Contudo, tanto no que se refere à construção dos ambientes virtuais, quanto aos efeitos
da presença das ferramentas colaborativas nas bibliotecas para os serviços realizados por estas
– quer sejam voltados para a organização da informação quer para o atendimento das
demandas informacionais dos usuários – aponta-se para a necessidade de estudos qualitativos.
Nesse sentido, para além de saber se as bibliotecas estão presentes no ambiente de
rede ou se utilizam as mídias sociais, é necessário o desenvolvimento de pesquisas que visem
investigar quais tem sido os usos e as apropriações que bibliotecas e demais equipamentos
informacionais vêm fazendo dessas ferramentas e dos ambientes virtuais.
Para tanto esse artigo se transformará em Projeto de Pesquisa para que seja submetido
a um curso de Mestrado para que possa investigar com maior amplitude o real papel dos
bibliotecários e das bibliotecas, como agentes culturais. Para isso o foco recairá nos usuários,
neles serão feitos mapeamentos sobre suas necessidades e anseios, para depois retornar às
bibliotecas e avaliar as reais potencialidades que os agentes culturais natos possam oferecer a
seus usuários.

6 Referências
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                <text>SNBU - Edição: 19 - Ano: 2016 (UFAM - Manaus/AM)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Tema: A biblioteca universitária como agente de sustentabilidade institucional.</text>
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                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Sociedade da Informação e mídias sociais: o papel das bibliotecas e dos bibliotecários do Instituto Federal Goiano.</text>
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              <text>Aborda o surgimento da Sociedade da Informação, bem como as transformações e avanços na comunicação que este movimento trouxe às sociedades globais. Procura-se verificar o papel que a informação tem na sociedade e as principais mudanças de modo de vida em geral. Dentro deste contexto, enfatiza-se qual seria o papel das bibliotecas e dos bibliotecários do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) no processo de ação cultural. O intuito é verificar como as bibliotecas e os bibliotecários do IF Goiano estão usando as mídias sociais para interagir com a comunidade escolar e acadêmica, promovendo a visibilidade de suas ações nesses meios de comunicação. Os produtos e serviços criados, e os que poderão surgir, a partir dessas experiências e os relatos de usos de mídias sociais com maior frequência pelas bibliotecas e pelos os usuários, como recurso estratégico na comunicação e na melhoria de produtos e serviços, observando suas vantagens, dificuldades de manutenção e o que agrega ao papel de agentes culturais que as bibliotecas naturalmente possuem. Pretende-se analisar a estrutura e a dinâmica das práticas culturais em bibliotecas, e sua inserção no novo contexto informacional. Todos esses aspectos são analisados numa abordagem bibliográfica e de campo, sob o olhar biblioteconômico.</text>
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