<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="4461" public="1" featured="1" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/4461?output=omeka-xml" accessDate="2026-03-08T06:47:50-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="3529">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/31/4461/SNBU2016_079.pdf</src>
      <authentication>20e38129ecb3c92319b1bfc3f577d11c</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="49754">
                  <text>MOTIVAÇÃO NO TRABALHO: um estudo sobre a motivação dos
bibliotecários líderes do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBI)
do Instituto Federal Goiano.

Johnathan Pereira Alves Diniz (IF Goiano) - johnathan.diniz@ifgoiano.edu.br
Bethânia Oliveira Silva (IF Goiano) - bethania.silva@ifgoiano.edu.br
Joseane Pereira Alves Diniz (IF Goiano) - joseane.pereira@ifgoiano.edu.br
Hevellin Estrela (Ifgoiano) - hevellin.estrela@ifgoiano.edu.br
Anderson Sousa da Silva (IF GOIANO) - anderson.sousa@ifgoiano.edu.br
Leonardo Henrique Silva (IF Goiano) - leonardo.hds@hotmail.com
Resumo:
O presente trabalho objetivou avaliar os níveis de motivação dos bibliotecários líderes das
bibliotecas do Sistema Integrado de Bibliotecas - SIBI do Instituto Federal Goiano – IF Goiano
e captar quais são os fatores de desmotivação que os afetam. O método utilizado para
conhecer o nível motivacional dos bibliotecários líderes, foi o estudo de caso, a pesquisa
exploratória e descritiva, além da aplicação de um questionário, baseado no motivograma,
desenvolvido por Maslow. O SIBI conta atualmente com 50 servidores, porém o universo da
pesquisa limitou-se aos bibliotecários em cargo de liderança, totalizando nove profissionais.
Na análise dos resultados foi constatado que a maioria dos servidores são jovens. Que entre os
servidores entrevistados, 4 estão no exercício de liderança de equipes de 3 a 5 anos. Todos
lideram no máximo 10 pessoas. Os 5 pontos que mais desmotivam os servidores foram, em
ordem decrescente: horário de trabalho; comunicação com a chefia, cobrança diferenciada
entre os pares; pressão por resultados, comunicação dos pares, infraestrutura da empresa e
relacionamento com as áreas de apoio. Pela bibliografia consultada, nota-se que motivação é
algo pessoal, porém as instituições podem proporcionar situações que estimulem a motivação,
e com as respostas do questionário, percebe-se que os profissionais estão carentes desses
estímulos. Faz-se necessário um desenvolvimento nas relações interpessoais para que eles
sintam-se mais interessados no ambiente de trabalho. Os demais fatores analisados, segundo a
Pirâmide de Maslow, estão bem próximos e não afetam tanto a motivação da equipe de líderes
do SIBI.
Palavras-chave: 1. Motivação. 2. Bibliotecários
interpessoais. 5. Estudo de caso.
Área temática: Eixo 1 - Gestão sustentável
Subárea temática: Gestão de Pessoas

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

líderes.

3.

IF

Goiano.

4.

Relações

�1

XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

1 Introdução
O fator motivacional é imprescindível para o sucesso das organizações. Uma equipe
motivada faz total diferença quando o líder participa e contribui com as atividades
desenvolvidas, para que a equipe atinja seus objetivos. Um líder motivado contribui para o
sucesso e crescimento da organização na qual ele está inserido. De acordo com Steve
Chandler e Scott Richardson (2011), nenhum líder, seja ele gerente, pai ou professor é capaz
de motivar as pessoas se ele próprio não estiver motivado, calmo e centrado. Trazer a equipe
motivada é algo que cabe ao líder, ele deve possuir o dom da arte de influenciar pessoas, com
a finalidade de atingir os objetivos da instituição. Devido a isso, a questão da liderança é um
tema amplamente abordado na administração e está em ascensão dentro da biblioteconomia,
pois se percebe a sua importância no gerenciamento de pessoas dentro das bibliotecas.
Apesar de atuarem em espaços cada vez mais diversificados, os profissionais
bibliotecários estão mais presentes nas bibliotecas, inclusive nos cargos de gerência, pois de
acordo com o artigo 6º da Lei n° 4.084, dentre as funções atribuídas aos bibliotecários, está à
organização e administração das bibliotecas, ou seja, somente o bibliotecário pode estar à
frente de uma biblioteca, pertença ela a um órgão público ou privado (BRASIL, 1962).
Exercer o papel de líder pode ser uma das diversas responsabilidades dos profissionais
bibliotecários. Ao chegarem para executar suas atividades esses profissionais se deparam com
inúmeros problemas como: falta de orçamento próprio e definido, acervo desatualizado e
incompleto, falta de recursos humanos, inabilidade para lidar com as funções de liderança, o
que pode gerar desmotivação, entre outros problemas.
O presente trabalho objetivou avaliar os níveis de motivação dos bibliotecários líderes
das bibliotecas do Sistema Integrado de Bibliotecas - SIBI do Instituto Federal Goiano – IF
Goiano e identificar quais são os fatores de desmotivação que os afetam.
A decisão de abordar esse tema deveu-se da necessidade de conhecer como os
bibliotecários que estão à frente das bibliotecas lidam com a motivação de suas equipes. Essa
investigação abordará a liderança, que transcende as funções gerenciais. Na situação de
liderança exige-se extrema motivação do profissional, pois se trata de uma influência
interpessoal, em que se usa o processo de comunicação direcionando com finalidade de
atingir metas. O gestor deve assumir novas responsabilidades, ir além do ambiente da
biblioteca, tornar-se útil a organização, mostrar resultados, fazer com que a biblioteca seja
notada e também ser notado. Ou seja, “[...] as habilidades e conhecimentos para o
desempenho das tarefas gerenciais de sistemas de informação são e serão, cada vez mais,
necessárias. No entanto, este gerente deverá apresentar o perfil de um líder”. (SANTOS,
2000, p.115).

2 O Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBI)
O SIBI foi regulamentado pela Resolução do Conselho Superior do IF Goiano
(Resolução CS nº 010 de 21/02/2014), onde a finalidade é a integração entre as unidades,
otimizando a utilização e a gerência de acervos das bibliotecas, sendo ainda responsável pela
definição de normas e diretrizes que visam subsidiar as políticas de bibliotecas no âmbito do
IF Goiano, na prestação de serviços e produtos de informação, de forma a atender as
demandas de ensino, pesquisa e extensão. Está ligada diretamente a Pró-Reitoria de Ensino
(PROEN) e subordinada a supervisão de coordenação de bibliotecas.
Integra o SIBI atualmente oito (08) bibliotecas situadas nos campi, quatro (04)
bibliotecas situadas nos campi avançados e a parte administrava situada na Reitoria,
totalizando um sistema que possui, em média, treze mil usuários, sendo a maior parte
constituída por estudantes, servidores docentes e técnico-administrativos. O SIBI atende
também à comunidade geral, que circunda a instituição.
Para que possamos atender melhor os nossos usuários devemos ter um quadro de
servidores que satisfaça a demanda, porém a realidade não é bem assim como pode ser

�2

XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

observado no quadro abaixo:

Terceirizados

Bibliotecas

TécnicoAdministrativo
(demais
cargos)

Estagiários

Bibliotecários

Auxiliares de biblioteca

Quadro 1: Servidores do SIBI

Cedidos
(outros
órgãos)

Campus Campos Belos
Campus Ceres

02
-

02

03

04

02

-

Campus Iporá
01

03

01

-

-

01

Campus Morrinhos

02

01

02

-

01

01

Campus Posse

01*

-

-

-

-

-

Campus Rio Verde

02

02

03

01

-

-

Campus Trindade

01

01

-

-

-

-

Campus Urutaí

01

01

05

-

-

01

Reitoria
Campus Avançado
Cristalina
Campus Avançado
Hidrolândia

01
-

01
-

-

-

-

-

01

-

-

-

-

-

Campus Avançado Catalão
Campus Avançado Ipameri

01

01

-

-

-

-

-

01

-

-

-

-

13

11

14

05

03

03

Total
Total Geral

49

Fonte: elaborado pelos autores

Já quando analisamos a liderança exercida nas bibliotecas do SIBI temos a seguinte
realidade:
Quadro 2: Liderança nas bibliotecas do IF Goiano

Bibliotecas

Bibliotecário Líder

Liderança exercida por não
bibliotecários

Campus Campos Belos

-

1

Campus Ceres

1

-

Campus Iporá

1**

-

1

-

1**

-

-

1

Campus Morrinhos
Campus Posse
Campus Rio Verde

�3

XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

Campus Trindade
Campus Urutaí
Reitoria
Campus Avançado Cristalina
Campus Avançado Hidrolândia
Campus Avançado Catalão
Campus Avançado Ipameri
Total

1**

-

1

-

1***

-

-

1

1**

-

1**

-

-

1

9

4

Fonte: elaborado pelos autores.
**Liderança sem gratificação.
***Supervisor do SIBI

Nota-se que, como os demais sistemas de bibliotecas, o SIBI atualmente possui o
quadro de Recursos Humanos reduzido, o que não condiz com as suas necessidades. Algumas
bibliotecas são gerenciadas por servidores não graduados em Biblioteconomia, contrariando o
que diz expressamente artigo 6º da Lei n° 4.084 de 1962 do Conselho Federal de
Biblioteconomia.

3 Motivação
O tema motivação vem sendo muito discutido dentro das organizações, sabe-se que
sem ela os resultados podem ser catastróficos. Para atingir metas com sucesso é necessário
que a equipe esteja motivada. “A motivação representa um dos assuntos mais atuais, portanto,
mais debatidos em qualquer contexto, seja ele de trabalho ou não” (BERGAMINI, 2008, p.
205). Mesmo sendo um aspecto importante e ao mesmo tempo crítico dentro das
organizações, em muitos casos a motivação dos funcionários é deixada em segundo plano
dentro do ambiente de trabalho. As organizações devem mudar essa visão, pois a parte mais
prejudicada com a falta de motivação não são os funcionários, mas sim a organização.
Existem vários conceitos para motivação, dentre eles podemos destacar:
A palavra motivação deriva do latim motivus, movere, que significa
mover. Em seu sentido original, a palavra indica o processo pelo qual
o comportamento humano é incentivado, estimulado ou energizado
por algum tipo de motivo ou razão. O comportamento humano sempre
é motivado. Sempre há um motor funcionando, que movimenta o
comportamento humano. De vez em quando o motor fica em ponto
morto ou para de funcionar e a pessoa fica desmotivada
(MAXIMIANO, 2006, p. 147).
Para o autor a motivação é a interação entre motivos internos do indivíduo e estímulos
externos causados por uma situação. Deve-se levar em consideração o seguinte fato, em
muitos casos, pessoas se direcionarão a executar algo, porém elas não estão verdadeiramente
motivadas. Simplesmente executarão determinada tarefa pelo fato de poderem sofrer uma
coerção ou receberem uma recompensa. Dessa forma a motivação não é algo interno,
necessitou-se de um motivo externo para fazê-lo agir. Outra observação é que uma pessoa não
pode motivar a outra. Principalmente na motivação para o trabalho, dependerá do significado
que o próprio trabalho tem para o indivíduo (BERGAMINI, 2006). Vergara (2000) apresenta a
motivação como algo intrínseco a cada pessoa, a motivação surge das necessidades interiores
e nos leva a buscar algo. Além disso, Vergara (2000, p. 42) também afirma que “ninguém
motiva ninguém. Podemos receber estímulos externos que podem estimular ou ate provocar a
motivação”

3.1 Teorias motivacionais

�4

XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

Existem inúmeras teorias da motivação e vários conceitos, porém três recebem grande
destaque, são elas: 1) “A pirâmide de necessidades”, de Maslow; 2) “A teoria dos dois
fatores”, de Herzberg; 3)“A teoria da expectativa”, de Vroom. Neste estudo será utilizado A
pirâmide das necessidades, de Maslow.

3.1.1. A pirâmide de necessidades de Maslow
Abraham Maslow é um dos mais conhecidos teóricos motivacionais. Maitland (2002,
p. 5) afirma que, “Abraham Maslow, foi um psicólogo americano que acreditava que todos os
indivíduos apresentavam uma hierarquia de necessidades que precisavam ser satisfeitas”.
Ele desenvolveu uma pirâmide de necessidades humanas que ficou conhecida como a
Pirâmide de Maslow, composta pelos seguintes grupos de necessidades: básicas (ou
fisiológicas), de segurança, sociais (ou de amor), estima e autorrealização. Maitland (2002, p.
5) apresenta bem esses grupos de necessidade,
De acordo com Maslow, as necessidades primordiais de um indivíduo são conseguir
ar, alimentos e água em quantidades suficientes para sua sobrevivência
(necessidades fisiológicas). Após essas terem sido atingidas, não há motivação para
mais ar, alimento e comida, mas sim para as necessidades de segurança. Assim que
essa pessoa percebe que está livre de qualquer ameaça de perigo ou ataque, suas
motivações voltam-se para as necessidades sociais: amizades e tudo mais que estiver
relacionado. Um indivíduo que superou as necessidades de autoestima e alcançou o
reconhecimento por parte de outros indivíduos volta-se para satisfazer as
necessidades de autorrealização, até que estas estejam saciadas tanto quanto possível
e ele, com isso, sinta-se realizado. No entanto, se as necessidades situadas em um
nível inferior deixam repentinamente de serem atendidas, o indivíduo direcionará
novamente sua motivação para elas. Assim, por exemplo, um homem está em uma
esquina, conversando com um amigo, satisfazendo suas necessidades sociais. Se,
porventura, um louco brandindo uma faca chegar até ele, as necessidades de
segurança desse homem não estarão mais satisfeitas, uma vez que ele não se
encontra livre da ameaça de perigo ou ataque. Com isso, ele foge – muito mais
preocupado em resolver as necessidades de segurança, localizadas em um nível mais
baixo, do que as de nível mais alto, como as sociais.

Figura 1 – Pirâmide de Maslow

Fonte: Chiavenato (2004).
Conforme Bergamini (2008), a teoria de Maslow afirma que para motivar pessoas é
necessário que elas estejam com sentimentos de carência ou desejos. Dessa forma o indivíduo
move-se em direção a níveis mais elevados de realização.

3.2 Liderança e motivação em bibliotecas
De acordo com Newstrom (2008, p. 157), “liderança é o processo de influenciar e
apoiar outras pessoas para que elas trabalhem entusiasticamente para a obtenção de

�5

XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

determinados objetivos.” E em bibliotecas isso não é diferente, nota-se que as organizações
exigem cada vez mais dos profissionais que estão na gerência de bibliotecas, cobra-se
profissionais completos, que ultrapassem a barreira do trabalho técnico. Dessa forma os
bibliotecários que estão em posição de gestores devem possuir habilidades como, ser
inovador, ser comunicativo e principalmente ser um líder. O tema liderança tem sido abordado
com mais veemência dentro da biblioteconomia, devido a sua importância na evolução de
equipes em bibliotecas.
Ao expressar o termo líder muitos associam ao gerente, cabe salientar que existem
diferenças entre um líder e um gerente. De acordo com o site Mundo Carreira (2016):
O líder é uma pessoa que possui algumas características básicas para ocupar o cargo.
Dentre as competências esperadas estão boa capacidade de se comunicar, de gestão e
visão estratégica. Quando ele domina a comunicação, consegue passar com clareza a
mensagem para seus liderados, transmitindo segurança e confiança sobre o deve ser
feito. Os líderes que conseguem identificar pontos fortes nas pessoas, não encontram
dificuldades em entregar determinado trabalho para a pessoa certa para executá-lo.Um

líder com boas habilidades estratégicas é antenado, se esforça para prever o que
acontecerá e busca soluções para tal divergência. Tem espírito inovador e consegue
manter o foco nas pessoas. A busca pelo desenvolvimento de seus liderados,
mantendo a equipe unida, focada e motivada, é uma de suas obstinações.

Conforme o mesmo site o gerente possui características diferentes no comando da
equipe:
O gerente costuma ter uma visão em curto prazo e não gosta muito de novidades,
pois acredita ser uma ameaça ao seu ambiente de trabalho. Ele não procura inovar e
faz com que seus subordinados executem as tarefas sempre da mesma maneira, além
de ser mais centralizador e evitar fugir da sua zona de conforto. Ele prioriza o
processo que deve ser seguido à risca. Outro detalhe é que o gerente visa buscar os
recursos financeiros, já o líder faz com que as pessoas o sigam de maneira natural,
por conta de sua influência positiva na empresa.

Atualmente as organizações demonstram a necessidades de que os gestores em
bibliotecas ajam como líderes, nota-se tal necessidade na seguinte definição das atribuições do
profissional bibliotecário realizada por Kumar (apud Tarapanoff, 1997):
[…] sua responsabilidade na alfabetização em computação e informação para as
massas. Dentre as várias habilidades levantadas necessárias para o profissional
bibliotecário estão, as de ser: inovador, criativo, líder, comunicador, negociador,
empresário, especialista na busca (seletiva) informacional, diante da explosão da
informação, e especialmente em redes (participar no processo de globalização).

O requisito liderança é cada vez mais exigido nas organizações. Ao se ingressarem no
mercado de trabalho grande parte dos profissionais da informação se choca com essas
exigências, pois a maioria não possui treinamento e nem experiências prévias para atuarem
como líderes, dessa forma encontram dificuldades em suas rotinas com a equipe. Porém o
profissional possui a oportunidade de aprender e desenvolver essa habilidade. A liderança
pode ser aprendida e deve ser bem orientada para produzir resultados satisfatórios. Por muito
tempo acreditou-se que a liderança seria uma habilidade nata, porém os estudos mostram o
contrário. Chiavenato (2005, p. 201) diz: “A liderança não é uma habilidade privativa de
alguns poucos superdotados. Ela tem de ser aprendida e incorporada ao comportamento do
gerente para fazer parte de seu cotidiano”. Sendo assim, os profissionais que estão gerindo
equipes em bibliotecas devem desenvolver tal habilidade.
O líder deve promover a motivação de cada indivíduo de sua equipe, sendo essa uma
de suas principais funções, pois assim ele poderá compreender melhor as necessidades de
cada membro. Para isso é importante que o líder tenha um bom conhecimento da sua equipe,
seus desejos e necessidades com a finalidade de estabelecer metas e desafios. Paul Hersey

�6

XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

(1976, p. 22) corrobora com a afirmação ao escrever que: “Se um indivíduo deseja influir no
comportamento de outra pessoa, é necessário primeiro, compreender quais são, nesse
momento, os motivos ou as necessidades mais importantes dessa pessoa”.
Sendo assim, o papel do líder dentro das organizações é desenvolver meios que
possam motivar sua equipe. No entanto, para motivar é necessário estar motivado. O
profissional que exerce a função de liderança deve ser capaz de identificar aquilo que lhe
motiva primeiramente, só assim descobrirá meios para contribuir com a motivação de seus
liderados. Como o líder é uma referência para seus liderados, ele deve mostrar motivação e
persistência diante dos obstáculos, é ele que sustenta a motivação da equipe. Um líder
desmotivado acarreta consequências trágicas para a instituição. Segundo Abreu (2006):
Uma das mais fortes tentações que um líder tem em sua jornada é a vontade de
desistir. Quantas vezes isso já não deve ter passado pela sua cabeça? Creio que todos
os líderes, de fato, vivem este tipo de experiência. Podem até não declarar
publicamente, mas, lá no seu íntimo, isso já deve ter sido uma opção pensada.

Em suma, o bibliotecário líder deve possuir uma série de habilidades e competências, para
isso é necessário que esse profissional primeiramente esteja disposto a assumir os desafios da
sua função. Por outro lado a organização deve preservá-lo e desenvolver meios para mantê-lo
sempre motivado, pois só é possível manter a motivação, enquanto se vê motivos para realizar
o que se está fazendo. Segundo Silva (200X), “Um líder só é perdido pela empresa quando ele
não tem mais espaço de crescimento. Sente-se desmotivado, sem utilizar todos os potenciais
ou, pelo menos, parte dele, não se sente reconhecido”.

4 Materiais e métodos
O método utilizado para identificar o nível motivacional dos bibliotecários líderes das
bibliotecas do IF Goiano foi o estudo de caso. Segundo Araújo et al. (2008), o estudo de caso
trata-se de uma abordagem metodológica de investigação especialmente adequada quando
procuramos compreender, explorar ou descrever acontecimentos e contextos complexos, nos
quais estão simultaneamente envolvidos diversos fatores. Utilizou-se, ainda, neste artigo a
pesquisa exploratória e pesquisa descritiva. Gil (1999) considera que “a pesquisa exploratória
tem como objetivo principal desenvolver, esclarecer e modificar conceitos e ideias, tendo em
vista a formulação de problemas mais precisos ou hipóteses pesquisáveis para estudos
posteriores”. Já para Malhotra (2001), “a pesquisa exploratória é usada em casos nos quais é
necessário definir o problema com maior precisão”. O seu objetivo é prover critérios e
compreensão. Segundo Gil (1999) “as pesquisas descritivas têm como finalidade principal a
descrição das características de determinada população ou fenômeno, ou o estabelecimento de
relações entre variáveis”.
Para o levantamento dos dados aplicou-se um questionário com perguntas fechadas e
uma (01) aberta, com a finalidade de conhecer o perfil de cada líder e as causas de
desmotivação.
Para realizar o levantamento do nível motivacional, na elaboração do questionário
utilizou-se como referência o motivograma desenvolvido por Maslow, que consiste em um
instrumento de perfil de motivação individual, baseado na teoria de necessidades de Maslow,
conforme defende Andrade (2006). No motivograma ou levantamento da motivação
individual, o pesquisado recebeu um questionário composto de trinta (30) perguntas com duas
(02) respostas. Cada uma delas apresentou duas alternativas possíveis. O participante podia
atribuir 2 ou 3 pontos à alternativa que considerasse mais significativa, dependendo do grau
de sua importância comparada com a alternativa menos cotada. Esta recebeu nota 0 ou 1,
dependendo dos pontos que foram atribuídos à primeira, já que a pontuação das duas deveria
somar sempre 3 pontos. Cada necessidade no motivograma é representada por uma letra ,
constatam-se então após a tabulação das respostas, as necessidades mais presentes do

���9

XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

QUADRO 4 – Pontuação e percentuais do motivograma
Necessidades não satisfeitas
Necessidades fisiológicas

Total de pontos
150

%
19

Necessidades de segurança

145

18

Necessidades sociais

204

25

Necessidades de estima

117

14

Necessidades de autorrealização

194

24

810

100

TOTAL

Fonte: elaborado pelos autores.

Observando o quadro quanto às necessidades menos satisfeitas, identificou-se foram
as sociais (X), e as de autorrealização (Z). As necessidades de fisiológicas (V) e de segurança
(W) obtiveram pontuações aproximadas e por fim a menor pontuação coube às necessidades
de estima (Y).
Pode-se notar que a equipe de líderes do SIBI IF Goiano é composta por pessoas jovens, a
maioria entre 28 e 35 anos de idade e um servidor tem entre 20 e 27 anos de idade. Com
pouco tempo de atuação dentro da instituição, 6 servidores trabalham entre 0 e 2 anos no IF
Goiano, enquanto 2 servidores estão de 3 a 5 anos e apenas um servidor está a mais de 8 anos
no Instituto, o que demonstra que a maioria não possui muita experiência em liderança de
equipe. Na pergunta de quanto tempo o servidor líder exerce a função de liderança na vida
profissional, 4 responderam de 3 a 5 anos, 2 servidores estão de 0 a 2 anos, 2 servidores
exercem a mais de 8 anos e 1 servidor de 5 a 8 anos.
A falta de experiência para liderança é um fator que pode contar como negativo, pois
pode acarretar dificuldades no processo de liderança. As equipes são relativamente pequenas,
os 9 servidores responderam que lideram de 0 a 10 pessoas. Observou-se que muitas das
bibliotecas possuem um quadro de funcionários reduzidos e equipes incompletas, em umas
faltam auxiliares de bibliotecas e em outras o próprio bibliotecário, o que pode sobrecarregálos prejudicando o andamento das atividades dentro da unidade de informação.
Os 5 pontos que mais desmotivam os servidores foram, em ordem decrescente: horário
de trabalho; comunicação com a chefia, cobrança diferenciada entre os pares; pressão por
resultados, comunicação dos pares, infraestrutura da empresa e relacionamento com as áreas
de apoio.

6 Considerações parciais/finais
Pelo motivograma podem-se observar as necessidades mais latentes para esses
profissionais, as menos satisfeitas foram as sociais (X) que no ambiente do trabalho são,
necessidades de conquistar amizades, manter boas relações, ter superiores gentis dentre
outras. As necessidades de autorrealização (Z) recebeu pontuação bem significativa, voltada
para o trabalho são definidas como, desafios no trabalho, necessidade de influenciar nas
decisões, autonomia etc.
Posteriormente as necessidades fisiológicas (V) e as de segurança (W) que obtiveram
resultados aproximados e são representadas no trabalho como, necessidade de horários
flexíveis, conforto físico, intervalos de trabalho, representando as fisiológicas e o emprego
estável, plano de saúde, seguro de vida representando as de segurança.
A menor pontuação coube a necessidades de estima, mostrando as necessidades de
sentir-se digno, prestígio e reconhecimento, poder e orgulho, no mundo corporativo seria
responsabilidade pelos resultados, reconhecimento por todos, promoções ao longo da carreira.
Nas respostas dadas, pela pergunta aberta, as principais foram relacionadas à: atuação
dos superiores, tanto no quesito de reconhecimento do exercício da função quanto as
prioridades dadas ao setor. Foi citado que servidores remanejados às bibliotecas desconhecem

�10

XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

o trabalho desenvolvido pelo setor, impactando na atuação da equipe toda, uma vez que a
tendência desses servidores, por estarem desmotivados, é não contribuir com as atividades
desenvolvidas pelas bibliotecas. Muitas dessas decisões partem da alta gestão, que talvez por
desconhecimento das atividades realizadas pelo setor, encaminham esses servidores às
bibliotecas.
Foi citado ainda, que o papel de líder da biblioteca é visto como uma atribuição
inerente ao cargo de bibliotecário, pressupondo que as ações de liderança são pertinentes ao
cargo e que quando desenvolvidas, os profissionais estariam aptos a exercê-la. Apesar de que
a etimologia da palavra “biblioteconomia” remeta a organização e administração de
bibliotecas, a atribuição no quesito de liderança deve ser estudada e amadurecida
profissionalmente para que possa vir a ser efetivamente desenvolvida pelos profissionais. A
alta gestão deveria preparar o profissional, realizando algum curso de capacitação para
conhecer os procedimentos administrativos, para formar líderes que possam atuar de forma
efetiva em suas bibliotecas.
Ainda dentro das respostas dadas em relação à pergunta aberta, citaram que a distância
da família contribui muito para a desmotivação na realização das funções, muitos pensam na
possibilidade da redistribuição (transferência para outro órgão) e até mesmo tentar um novo
concurso público para estar próximo aos entes. Isso acarreta problemas sérios na formação de
uma equipe forte e unida. A falta de isonomia dentro do serviço foi outro agravante citado,
pois em algumas unidades, os bibliotecários recebem gratificação e em outras não o recebem.
As atividades são as mesmas, mas em algumas unidades do IF Goiano a gestão local entende
que o bibliotecário é o líder e não haveria necessidade de fornecer gratificação a uma
atribuição inerente a ele, ocasionando grande desmotivação por parte do profissional.
Fica claro que a motivação é algo pessoal, porém as instituições podem proporcionar
situações que estimulem a motivação e pelas respostas obtidas, pode-se notar que, esses
profissionais estão carentes desses estímulos. Faz-se necessário um desenvolvimento nas
relações interpessoais para que eles se sintam mais interessados no ambiente de trabalho.
Porém esse é um dos fatores mais complicado de ser desenvolvido, pois vai da própria relação
do servidor para com o outro. Outro fator com pontuação bem próximo ao social é a
autorrealização, que estão interligados, por isso tem números tão próximos. Os fatores de
necessidades fisiológicas e segurança também têm um resultado próximo e pela pontuação
recebida indica certa irrelevância na desmotivação. E o fator de estima, com o menor
resultado, também não afeta tanto a motivação da equipe de líderes do SIBI.

Referências
ANDRADE, Roberto L. Aspectos não financeiros da motivação: estudo de caso da Líder
Comércio de Lubrificantes LTDA. Monografia (especialização em Gestão de Pessoas). Bahia:
Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia, 2006.
ARAÚJO, Cidália et al. Estudo de Caso. Métodos de Investigação em Educação. Instituto
de Educação e Psicologia, Universidade do Minho, 2008. Disponível em
&lt;http://grupo4te.com.sapo.pt/estudo_caso.pdf &gt;. Acesso em: 10 de mar. 2016.
BERGAMINI, Cecília Whitaker. Motivação nas Organizações. 5 ed. São Paulo: Atlas,
2008.
BRASIL. Lei nº 4.084, de 30 de junho de 1962. Disponível em: &lt;http://www.cfb.org.br/
UserFiles/File/Legislacao/Lei4084-30junho1962.pdf&gt; Acesso em 02 mar. 2016.
CHANDLE, Steve; Richardson, Scott. 100 maneiras de motivar as pessoas. Rio de Janeiro:
Sextante. 2008,176 p.
CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando com as pessoas-Transformando um executivo em
um excelente Gestor de Pessoas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

�11

XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7.ed. São Paulo:
Elsevier – Campus, 2004.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1999.
GOMEZ, Gregorio R; FLORES, Javier; JIMÈNEZ, Eduardo. Metodologia de la
Investigacion Cualitativa. Malaga: Ediciones Aljibe. 1996, 378 p.
HERSEY, Paul. Psicologia para administradores de empresas. São Paulo: EPU, 1976.
HOLANDA, Cínthia; NASCIMENTO, Amanda. Bibliotecário: gestor das unidades de
informação.
In:
ENCONTRO
REGIONAL
DOS
ESTUDANTES
DE
BIBLIOTECONOMIA,
DOCUMENTAÇÃO, CIÊNCIA E GESTÃO DA INFORMAÇÃO DA REGIÃO SUL, 12.
2010, Porto Alegre. Anais Eletrônicos..., Porto Alegre: UFRGS, 2010. Disponível em:
http://rabci.org/rabci/sites/default/files/Bibliotecario _id.pdf . Acesso em: 06 mar. 2016.
JACQUES, A. P. O. Competências gerenciais de bibliotecários com foco na gestão de
pessoas: um estudo em bibliotecas universitárias públicas na cidade do Rio de Janeiro, 2015.
81 f. Monografia (Bacharel em Biblioteconomia) – Centro de ciências Humanas e sociais da
Universidade Federal do
Estado
do
Rio
de Janeiro. Disponível em:
&lt;http://www.unirio.br/unirio/cchs/eb/arquivos/tccs-acima-de-9/TCC%20Ana%20Paula%20
Oliveira%20Jacques.pdf &gt; Acesso em: 01 abr. 2016.
MAITLAND, Iain. Como motivar pessoas. São Paulo: Nobel, 2002.
MALHOTRA, N. Pesquisa de marketing. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração para Empreendedores: fundamentos
da criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria Geral da Administração: da revolução
urbana à revolução digital. São Paulo: Atlas, 2006.
MUNDO Carreira. Entenda qual a diferença entre o líder e gerente. Disponível em
&lt;http://www.mundocarreira.com.br/lideranca/entenda-qual-diferenca-entre-lider-e-gerente/ &gt;
Acesso em 04 abr. 2016.
NEWSTROM, John W. Comportamento Organizacional: o comportamento humano no
trabalho. São Paulo: McGraw-Hill, 2008. 508 p.
PUNCH, Keith. Introduction to Social Research: Quantitative &amp; Qualitative Approaches.
London: SAGE Publications, 1998.
SANTOS, Jussara Pereira. O perfil do profissional bibliotecário. In: VALENTIM, Marta
Lígia Pomim (Org.). O profissional da informação, perfil e atuação profissional. São
Paulo: Polis, 2000. p.107-117.
SILVA, Karol Almeida da; SILVA, Luciana Candida da. Competências essenciais demandadas
aos bibliotecários-gestores que atuam em bibliotecas universitárias: um estudo dos
profissionais de Goiânia – GO. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 17., 2012, Gramado. Anais eletrônico... Gramado: [s.n.], 2012. p. 1-15.
Disponível em: &lt; http://www.snbu2012.com.br/anais/pdf/4QYJ.pdf &gt;. Acesso em: 05 mar.
2016.
SILVA, Regina. O papel do RH na formação de líderes. 200X. Disponível em:
http://carreiras.empregos.com.br/seu-emprego/o-papel-do-rh-na-formacao-de&lt;
lideres&gt;, Acesso: 14 mar. 2016.
TARAPANOFF, Kira. O perfil do profissional da informação no Brasil: diagnóstico de

�12

XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

necessidades de treinamento e educação continuada. Brasília: Instituto Euvaldo Lodi,
1997.
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="31">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49036">
                <text>SNBU - Edição: 19 - Ano: 2016 (UFAM - Manaus/AM)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49037">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49038">
                <text>Tema: A biblioteca universitária como agente de sustentabilidade institucional.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49039">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49040">
                <text>UFAM</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49041">
                <text>2016</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49042">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49043">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49044">
                <text>Manaus (Amazônia)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49746">
              <text>Motivação no trabalho: um estudo sobre a motivação dos bibliotecários líderes do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBI) do Instituto Federal Goiano. </text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49747">
              <text>Diniz, Johnathan Pereira Alves et al.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49748">
              <text>Manaus (Amazonas)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49749">
              <text>UFAM</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49750">
              <text>2016</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49752">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49753">
              <text>O presente trabalho objetivou avaliar os níveis de motivação dos bibliotecários líderes das bibliotecas do Sistema Integrado de Bibliotecas - SIBI do Instituto Federal Goiano – IF Goiano e captar quais são os fatores de desmotivação que os afetam. O método utilizado para conhecer o nível motivacional dos bibliotecários líderes, foi o estudo de caso, a pesquisa exploratória e descritiva, além da aplicação de um questionário, baseado no motivograma, desenvolvido por Maslow. O SIBI conta atualmente com 50 servidores, porém o universo da pesquisa limitou-se aos bibliotecários em cargo de liderança, totalizando nove profissionais. Na análise dos resultados foi constatado que a maioria dos servidores são jovens. Que entre os servidores entrevistados, 4 estão no exercício de liderança de equipes de 3 a 5 anos. Todos lideram no máximo 10 pessoas. Os 5 pontos que mais desmotivam os servidores foram, em ordem decrescente: horário de trabalho; comunicação com a chefia, cobrança diferenciada entre os pares; pressão por resultados, comunicação dos pares, infraestrutura da empresa e relacionamento com as áreas de apoio. Pela bibliografia consultada, nota-se que motivação é algo pessoal, porém as instituições podem proporcionar situações que estimulem a motivação, e com as respostas do questionário, percebe-se que os profissionais estão carentes dessesestímulos. Faz-se necessário um desenvolvimento nas relações interpessoais para que eles sintam-se mais interessados no ambiente de trabalho. Os demais fatores analisados, segundo a Pirâmide de Maslow, estão bem próximos e não afetam tanto a motivação da equipe de líderesdo SIBI.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="67986">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
