<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="4423" public="1" featured="1" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/4423?output=omeka-xml" accessDate="2026-04-17T00:36:43-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="3491">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/31/4423/SNBU2016_041.pdf</src>
      <authentication>20bed1623bcc8717f242ed91db69fe31</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="49412">
                  <text>BIBLIOTECA NA PRAÇA: Uma atividade de extensão da Biblioteca
Prof. Iranilse Pinheiro da Escola Superior Madre Celeste
Mariana Claudia Teixeira Araujo (ESMAC) - araujo2323@gmail.com
Resumo:
A Biblioteca da Escola Superior Madre Celeste (ESMAC), tem por objetivo apoiar as atividades
de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas no âmbito acadêmico. Nesse sentido, a
biblioteca prof. Iranilse Pinheiro, que há pouco mais de quatro anos tem como uma das suas
atividades de extensão o projeto “Biblioteca na praça”, faz parte de um projeto maior
denominado “Ananindeua: um espaço de cultura” e atualmente faz parceria com os cursos de
Educação Física e Pedagogia. O projeto tem como proposta inicial ser de caráter integrador a
fim de promover para a comunidade do em torno da ESMAC, ações que possibilitem aos
participantes usufruir das atividades educativas e recreativas realizadas pela biblioteca e dos
cursos participantes que envolvem atividades de incentivo à leitura, à ludicidade, ao esporte e
ao lazer. No processo para implantação do projeto foi necessário realizar um levantamento das
necessidades da comunidade, capacitar, formar e aperfeiçoar os integrantes, bem como
aplicar posteriormente os conhecimentos assimilados durante os cursos. O interesse em
participar do projeto foi crescente, à medida em que evoluiu e se considerou a importância das
práticas educativas e de incentivo à leitura.
Palavras-chave: Biblioteca na praça. Biblioteca universitária. Extensão universitária.
Área temática: Eixo 2 - Responsabilidade Política, Técnica e Social
Subárea temática: Cultura e comportamento informacional

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�1

1 Introdução
O Projeto de extensão: “Biblioteca: um espaço de cultura e aprendizagem - Ano
2010”, evoluiu em 2015 para “Biblioteca na Praça”, que também faz parte de um projeto
maior “Ananindeua: um espaço de cultura”, iniciado em 25 de setembro de 2010. Até
setembro de 2015 somente os colaboradores que trabalhavam na biblioteca executavam o
projeto. Já em outubro de 2015, o curso de Pedagogia entrou como participante nas atividades
lúdicas e educativas e, em 2016, o curso de Educação Física trouxe as atividades de esporte e
lazer, com entendimento do grau de relevância e oportunidade para os profissionais e
acadêmicos colocarem em prática os estudos obtidos em sala de aula.
Biblioteca na praça surgiu da vontade de interagir, integrar e atuar de forma
participativa na comunidade com ações de cunho educativo e social. Dessa forma, a biblioteca
Prof. Iranilse Pinheiro vem desenvolvendo atividades de extensão com o intuito de agregar e
compartilhar com a comunidade atividades de leitura, esporte e lazer, por compreender que as
bibliotecas universitárias devem participar e criar projetos de extensão para comunidade em
que estão inseridas seja dentro ou fora de seu espaço acadêmico.
Para Vicentini et. al. (2007, p.2), “uma biblioteca deve servir a diferentes interesses e
classes sociais e ser um espaço onde se acumulam contradições, oposições, afirmações,
negações, tradições e inovações”. Por entender que a biblioteca é este espaço de contradições
e inovações que a realização de projetos se tornam de vital importância para o
desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária, proporcionando e oportunizando o
aprendizado e o acesso ao conhecimento a todas as classes sociais.
Nesse sentido, a biblioteca prof. Iranilse Pinheiro da ESMAC, que há pouco mais de
quatro anos tem como uma das suas atividades de extensão o projeto “Biblioteca na praça” faz
parte de um projeto maior denominado “Ananindeua: um espaço de cultura” em parceria com
os cursos de Educação Física e Pedagogia.
A partir de pesquisas realizadas, detectou-se que a comunidade envolvida é carente de
atividades de cunho educativo e cultural e também de espaços públicos gratuitos, além da
ausência de políticas públicas adequadas e responsáveis, que visem a melhoria na qualidade
de vida dos indivíduos. Assim, o projeto vislumbra em sua proposta ser de caráter integrador a
fim de promover para a comunidade do em torno da ESMAC ações que viabilizem condições
para usufruir de atividades educativas e recreativas realizadas pela biblioteca e pelos cursos
participantes. Essas atividades propostas são centradas no incentivo à leitura, esporte e lazer,
sendo realizadas pelos acadêmicos, que compartilham junto à comunidade as vivências e
experiências adquiridas durante seu aprendizado acadêmico.
Durante o período inicial foram elaboradas estratégias para perceber a demanda dos
prováveis usuários do projeto, bem como a adequação da infraestrutura e a receptividade das
crianças em relação às atividades oferecidas. As ações foram constituídas de várias etapas:
capacitação em oficinas, palestras, elaboração de formulários e divulgação e apresentação do
projeto a comunidade. De início, teve-se a recepção das crianças da comunidade para uma
manhã de contação de histórias, pinturas, vídeos oficinas, leitura e familiarização com o
ambiente criado em uma área de recreação da instituição, ou seja, um espaço não tradicional,
que gerou satisfação e encantamento.
O projeto também gerou interesse por parte de educadores, pais e membros da
comunidade, a ponto de muitas das atividades oferecidas atualmente serem ministradas por
pais e educadores que passaram a acreditar e frequentar a praça nos dias em que a biblioteca
se faz presente, fortalecendo a importância da instituição e da biblioteca para a comunidade
local.

�2

2 Revisão de literatura
A Lei de Diretrizes e Base da Educação (1996) e da Constituição Brasileira (1988),
institui que a Biblioteca Universitária está inserida nos requisitos de qualidade referente ao
processo avaliativo do Ministério da Educação (MEC) das Instituições de Ensino Superior
(IES). Assim, as IES estão voltadas para os processos de construção, gestão e disseminação
do conhecimento, com ênfase no aprendizado ao longo da vida, necessitando que indivíduos
desenvolvam competências em informação no qual as atividades de extensão tem grande
participação do progresso político, social e cultural, aprimorando competências profissionais e
contribuindo para a evolução social, a própria LDB (1996) e a constituição de (1988) “
estabelece que as Universidades devem obedecer ao princípio da indissociabilidade entre
Ensino, Pesquisa e Extensão, reconhecido como dimensões equivalentes e constitutivas da
prática acadêmica [...]
Como fator predominante neste processo os bibliotecários vem desenvolvendo de
forma tímida ações de extensão nas IES, a partir da concepção de que suas ações e atividades
tem ultrapassado o âmbito específico de atuação da biblioteca universitária no que se refere a
Instituição em que está inserida e na percepção e desenvolvimento relacionado ao ensino,
pesquisa e extensão. Segundo Carvalho (1972), que compreendia e defendia que a biblioteca
devia funcionar “[...] como uma fonte dinâmica de cultura, que deve atender as várias e
amplas necessidades de seus frequentadores, sejam eles crianças ou adultos, estudantes ou
pesquisadores” Com base neste entendimento e na atuação dos bibliotecários nas últimas
décadas percebe-se que a biblioteca há muito vem transcendendo o estereótipo do espaço
onde se deve apenas tratar do acervo e aguardar que seu público chegue a ele. Na verdade, é
comprovado que em todo o sistema educacional, é decisiva a influência da biblioteca como
parte integrante deste método, que a universidade dispõe de um grande instrumento para
atingir suas finalidades. Assim, como as IES devem estar voltadas para as necessidades
educacionais, culturais, científicas e tecnológicas do país, as bibliotecas devem trabalhar
visando a esses mesmos objetivos, condicionadas as finalidades fundamentais das IES.
Ferreira (1980, p.7) diz que “[...] não há sentido em universidades desvinculada da realidade
socioeconômica, as bibliotecas universitária só poderão ter sentido se estiverem em
consonância com os programas de ensino e pesquisa das universidades a que pertencem”.
Na realidade, percebe-se o trabalho de extensão como prática recorrente nas IES, mais
no contexto particular das bibliotecas o envolvimento direto ainda é recente, e lógico que de
forma indireta a biblioteca sempre contribuiu no desenvolvimento de iniciativas de extensão,
uma vez que, um dos objetivos é ser o suporte teórico necessário para a produção do
conhecimento científico que gera benefícios à sociedade. Entretanto, a participação ativa e o
contato direto com a comunidade externa às IES ainda pode ser considerado inseguro, diante
das inúmeras possibilidades de atuação que a biblioteca pode apresentar e desenvolver junto a
sociedade. Segundo Araújo e Casimiro, 2009, p.1:
Por meio da extensão universitária se concretiza a possibilidade de interferência e
mudança social na vida de um indivíduo, quando aliada à leitura, exerce uma valiosa
influência social. O hábito da leitura não nasce com o indivíduo [...]. Cabe ao bibliotecário,
nos projetos ligados à construção [...], empregar diversas técnicas de incentivo à leitura nas
comunidades participantes.
Seguindo o mesmo pensamento:
De modo geral, às bibliotecas universitárias compete, prioritariamente,
a prestação de serviços à comunidade acadêmica. E esse argumento
tem sido usado para justificar a ausência de atuação direta da

�3

biblioteca universitária junto à comunidade externa, sob a alegação de
que essa função seria preenchida pelas bibliotecas públicas e
comunitárias (MORALES; MESSIAS; OLIVEIRA, 2014, p. 5).
Carvalho (1972, p.3, grifo do autor):
As atividades das “Extensão Cultural” das bibliotecas são portanto,
uma programação extraordinária, mais não dispensável, se
considerarmos, que hoje, não se compreendem mais as bibliotecas
como um mero depósito de livros, mais como uma fonte dinâmica de
cultura [...]
Desta forma, como parte integrante e ativa no processo de ensino e aprendizagem, a
biblioteca, neste caso a biblioteca Prof. Iranilse Pinheiro da ESMAC vem atuando na
interação entre a IES e a comunidade na qual está inserida. Tornando-se o vínculo permanente
entre a universidade e os diversos setores da sociedade. Entendendo que as bibliotecas sempre
desempenharam importantes papéis neste processo e representante de um grande volume de
informações além de ponto estratégico no desenvolvimento cultural da sociedade, que a
construção de projetos de extensão em bibliotecas vieram a contribuir para o reconhecimento
e valorização como um espaço de conhecimento e cultura. Para Vicentini et. al. (2007, p.4):
Uma biblioteca deve servir indistintamente a diferentes interesses e classes sociais e
ser um espaço onde se acumulam contradições, oposições, afirmações, negações, tradições e
inovações. Esses espaços devem ser ocupados segundo as necessidades de sua comunidade e
proporcionar-lhes um clima favorável à implementação de programas de pesquisa, cultura e
lazer, independentemente das limitações de ordem econômica e social. A preocupação com a
cultura e lazer de uma comunidade também deve existir em uma Universidade que reflete e
agrega valores nos serviços prestados a milhares de pessoas que diariamente circulam em suas
instalações.
Com o objetivo de servir de forma distinta a comunidade em que está, a biblioteca da
ESMAC, desenvolve projetos de ações culturais que possibilitem o processo de construção,
gestão e disseminação do conhecimento. O Projeto “Ananindeua: uma cidade de leitores” e
“Ananindeua: um espaço de cultura” contribui por meio de ações com o desenvolvimento
educacional, social e cultural das crianças e adolescentes de Ananindeua. Além de
desenvolver a responsabilidade social de professores e acadêmicos dos cursos de graduação e
colaboradores da biblioteca da ESMAC.

3 Materiais e métodos
O projeto foi estruturado em 2010 para ser apresentado a comunidade dentro da
própria estrutura da IES na área de recreação e em 2015 evolui para sua apresentação na
praça. Com uma metodologia interativa e em constante mudança de acordo com a aceitação e
validação do público atendido, sendo divido em quatro momentos para sua efetivação.
Capacitar os colaboradores da biblioteca em oficinas para atender as crianças e
adolescente da comunidade, visando um melhor atendimento e qualidades nos serviços
oferecidos. Neste processo os colaboradores envolvidos nas atividades realizaram cursos de
contação de histórias, confecções de fantoches, oficinas de reciclagem, confecção de
brinquedos, montagem de livros e pintura facial além de palestras de orientação de como
entreter e envolver o público com intuito de como se aproximar da criança sem intimida-la.

�4

Além da necessidade de obter materiais e controlar os custo para a realização das
oficinas, arrecadação de materiais que poderiam ser reciclados como as garrafas de plásticos,
caixa de fósforos, rolos de papel higiênicos, cubas vazias de ovos entre outros.
Neste período também foram elaboradas planilhas e formulários para relatórios,
objetivando identificar o nível de conhecimento dos produtos e serviços que seriam oferecidos
pela biblioteca para a comunidade local. A elaboração de um questionário com questões
fechadas e abertas e ainda uma questão totalmente aberta para a possibilidade de inclusão de
sugestões ou informações complementares, se necessário. Os itens do questionário cobriam as
seguintes informações:
a) Identificação da categoria do usuário;
b) Identificação da comunidade de origem;
c) Frequência de uso da biblioteca;
d) Conhecimento e uso de uma biblioteca;
e) conhecimento dos serviços oferecidos pela biblioteca;
f) Como é sua biblioteca dos sonhos?
Após várias discussões com o grupo envolvido, ficou decidido que o projeto deveria
ter custo baixo e utilizar materiais da própria biblioteca e da instituição. Desta forma, o
investimento financeiro seria para divulgação do projeto como: impressão de folders,
panfletos e compra de material (pintura facial, lápis de cor, giz de cera, tinta guache, papel
A4). O processo de distribuição dos panfletos e folders aconteceram no próprio espaço da
biblioteca, na praça (que hoje acontece o projeto), nas escolas próximas, nas igrejas e nos
comércios da comunidade em torno da IES. Após todo os procedimentos concluídos a
implantação aconteceu em 25/09/2010 na área de recreação da faculdade 08h as 12hs, a ser
apresentado para a comunidade a cada três meses com as seguintes atividades:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)

contação de histórias;
apresentação de vídeos ( de acordo com a faixa etária);
apresentação de teatro ( de acordo com a faixa etária);
jogos educativos (xadres, damas, quebra-cabeças etc.)
pintura livre;
brincadeiras de rodas
e uma biblioteca repleta de livros ( de acordo com a faixa etária).

Utilizando-se dos recursos oferecidos pelo teatro, jogos, brincadeiras e tendo o livro
como fonte de inspiração para todas as atividades, o “biblioteca na praça” apresenta a leitura
como um dos principais instrumentos de inclusão social e promove a valorização dos
cidadãos, propiciando-lhes o exercício do direito de livre acesso à informação e contribuindo
para o desenvolvimento intelectual dos cidadãos.

4 Resultados parciais/finais
O Projeto “Biblioteca: um espaço de cultura e aprendizagem” e hoje “Biblioteca na
praça” supera expectativas a cada edição. Tendo em vista que em 2010 quando iniciou o
público atendido foi de 35 indivíduos no espaço de recreação da instituição:
a)
b)
c)

10 adultos na faixa etária de 20 a 60 anos;
20 crianças na faixa etária de 4 a 10 anos;
05 adolescentes na faixa etária de 12 a 15 anos.

�5

Em setembro de 2015 na 23ª edição a biblioteca atendeu um público de 260 no
período da manhã entre os horários de 8h00 as 12h00:
a)
b)
c)
d)

40 adultos na faixa etária de 20 a 60 anos;
40 crianças na faixa etária de 4 a 10 anos;
80 adolescentes na faixa etária de 12 a 15 anos;
100 adolescentes na faixa etária de 16 a 19 anos;

Imagem 1- Contação de história com Fantoche.

Fonte: Registro pessoal, 2011
Imagem 2 – Espaço de leitura, área de recreação da ESMAC

Fonte: Registro pessoal, 2011

�6

Imagem 3- Espaço de leitura na praça

Fonte: Registro pessoal, 2015
Imagem 4- Momento de leitura na praça

Fonte: Registro pessoal, 2015
A cada edição e ampliação do projeto conclui-se que o mesmo vem auxiliar e
corroborar com o conceito de uma biblioteca mais participativa e inclusiva, desestruturando as
barreiras tradicionais. Onde antes era uma biblioteca que servia para guarda de acervo, hoje é
compreendida como um órgão gerador de conhecimento e irrestrito a valorização dos
cidadãos, contribuindo ao exercício do direito de livre acesso à informação e ao mundo dos
livros e da leitura.

�7

XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

Nesse sentido, entende-se que a participação da comunidade torna-se mais frequente e
participativa e cada vez mais exigente na solicitação dos serviços, ainda percebe-se a
consistência dos participantes em cada edição, como também a capacidade de envolvimento
das mais diversas faixas etárias e grupos sociais. O que nós leva a refletir sobre a grandeza e
importância das atividades desenvolvidas bem como sua abrangência das mesmas.
A partir das análises das atividades oferecidas a cotação de histórias e uma das mais
procuradas não apenas por crianças, mas também por jovens, adultos e idosos. Em
decorrência desse fator desenvolveu-se técnicas de contações que atingissem não apenas
crianças mas também o público em geral.

5 Considerações parciais/finais
A participação das bibliotecas das instituições de ensino superior em projetos de
extensão torna-se importante para o crescimento de uma comunidade carente de espaços
públicos e de atividades de cultura, esporte e lazer. O projeto criado e desenvolvido pela
biblioteca da ESMAC vem oportunizando o aprendizado e o acesso ao conhecimento às
diversas camadas sociais e rompe com as barreiras e paradigmas existentes nas bibliotecas
universitárias, em que muitos membros da comunidade não utilizavam ou até mesmo
entravam para conhecer, por acreditar que apenas quem estava cursando uma graduação tinha
direito a frequentar seu espaço, hoje o público da comunidade externa utiliza parte dos
serviços e produtos o que vem a valorizar a importância da atuação das bibliotecas dentro da
comunidade que esta inserida. E atribuição da biblioteca oferecer suporte às diversas
atividades que priorizam o acesso à informação, à leitura e à cultura. Desta forma, conclui-se
que a biblioteca da ESMAC cumpriu parte de seu papel na sociedade, oferecendo apoio às
práticas de ensino, pesquisa e extensão.
Vale ressaltar que as experiências e vivências adquiridas com as atividades de extensão
são de extrema relevância para a evolução das relações no processo ensino aprendizagem e na
democratização e socialização do conhecimento, e contribui para minimizar as carências de
acesso a informação em relação à comunidade em que biblioteca está envolvida.
Assim sendo, considera-se que as promoções educativas e culturais são importantes
para as organizações e unidades de informação.

6 Referências
ARAÚJO, F. de P.; CASIMIRO, L. C. da S. R. A importância dos projetos de extensão
universitária na formação de cidadãos leitores. In: ENCONTRO NACIONAL DE
ESTUDANTES DE BIBLIOTECONOMIA, DOCUMENTAÇÃO, CIÊNCIA E GESTÃO DA
INFORMAÇÃO, 32., 2009, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: Unirio, 2009. Disponível
em: . Acesso em: 18 jan. 2015.
BIBLIOTECA: CAMINHO PARA SE GOSTAR DE LER Célia Silva Cruz Morales1,
Lucilene Cordeiro da Silva Messias2 , Maith Martins de Oliveira3
BRASIL, LEI Nº 9.394/96 – Diretrizes e bases da Educação Nacional. Promulgada em
20.12.1996. São Paulo: Cortesia da Editora do Brasil. 2 Plano Nacional de Extensão
Universitária. Edição Atualizada Brasil 2000/2001. Fórum dos Pró Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu – MEC
COSTA, M. E. O. et al. Proposta de criação de um Centro de Extensão Universitária/Sistema
de Bibliotecas UFMG. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLITOECAS

�8

XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

UNIVERSITÁRIAS, 15., São Paulo. Anais... São Paulo: USP, 2008
FERREIRA, R. S. Transpondo muros, construindo relações: uma reflexão sobre bibliotecas
universitárias e extensão no Brasil. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da
Informação, Campinas, v. 9, n. 2, p. 75-88, jan./jun. 2012.
SILVEIRA, F. J. N. da. Biblioteca como lugar de práticas culturais : uma discussão a partir
dos currículos de Biblioteconomia no Brasil. 2007. 246f. Dissertação (Mestrado em Ciência
da Informação)- Escola de Ciência da Informação, Universidade Federal de Minas Gerais,
Belo Horizonte, 2007.
VICENTINI, L. et al. O papel da biblioteca universitária no incentivo à leitura e promoção da
cidadania. Março, 2007.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="31">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49036">
                <text>SNBU - Edição: 19 - Ano: 2016 (UFAM - Manaus/AM)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49037">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49038">
                <text>Tema: A biblioteca universitária como agente de sustentabilidade institucional.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49039">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49040">
                <text>UFAM</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49041">
                <text>2016</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49042">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49043">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="49044">
                <text>Manaus (Amazônia)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49404">
              <text>Biblioteca na Praça: Uma atividade de extensão da Biblioteca Prof. Iranilse Pinheiro da Escola Superior Madre Celeste. </text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49405">
              <text> Araujo, Mariana Claudia Teixeira</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49406">
              <text>Manaus (Amazonas)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49407">
              <text>UFAM</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49408">
              <text>2016</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49410">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="49411">
              <text>A Biblioteca da Escola Superior Madre Celeste (ESMAC), tem por objetivo apoiar as atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas no âmbito acadêmico. Nesse sentido, a biblioteca prof. Iranilse Pinheiro, que há pouco mais de quatro anos tem como uma das suas atividades de extensão o projeto “Biblioteca na praça”, faz parte de um projeto maior denominado “Ananindeua: um espaço de cultura” e atualmente faz parceria com os cursos de Educação Física e Pedagogia. O projeto tem como proposta inicial ser de caráter integrador a fim de promover para a comunidade do em torno da ESMAC, ações que possibilitem aos participantes usufruir das atividades educativas e recreativas realizadas pela biblioteca e dos cursos participantes que envolvem atividades de incentivo à leitura, à ludicidade, ao esporte e ao lazer. No processo para implantação do projeto foi necessário realizar um levantamento das necessidades da comunidade, capacitar, formar e aperfeiçoar os integrantes, bem como aplicar posteriormente os conhecimentos assimilados durante os cursos. O interesse em participar do projeto foi crescente, à medida em que evoluiu e se considerou a importância das práticas educativas e de incentivo à leitura.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="67948">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
