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EMPREENDEDORISMO NAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS: uma
reflexão necessária
CORDEIRO, E. C. A.1
FIGUEIREDO FILHO, B. L. C. B.2
CORRÊA, R. H. V. G.3
GONÇALVES, V. A.4
ALVES, S.5
MAIORANO, W. C. M.6

RESUMO
O presente trabalho apresenta conceituações sobre o assunto empreendedorismo e
propõe reflexões sobre o perfil do bibliotecário com características empreendedoras
que são: iniciativa, criatividade e inovação. Essas características, exigidas pela
sociedade do conhecimento, e aliadas à atualização profissional, promovem
eficazmente e equitativamente aos usuários a acessibilidade ao mundo da
informação, fazendo uso adequado das tecnologias de informação e comunicação.
Através de novas posturas, de ações pró-ativas e feedback, o bibliotecário pode ter
mais motivação para dissipar barreiras, enfrentar e superar desafios, gerando novos
serviços e buscando a satisfação do usuário.
Palavras-chave: Empreendedorismo. Profissional da Informação. Biblioteca
Universitária.

ABSTRACT
This work presents definitions about the issue entrepreneurship and proposes
reflections about the librarian’s profile with enterprising characteristics, such as:
initiative, creativeness and innovation. These characteristics demanded by
knowledge society, and allied with professional updating, provide users efficient and
equitable access to the world of information, using suitable technologies of
information and communication. Through new approaches, pro-active actions and
feedback, the librarian can be further stimulated to dissipate barriers, face and
overcome challenges, generating new services searching for the user’s satisfaction.
Keywords: Entrepreneurship. Information Professional. University library.

�2

1 INTRODUÇÃO
O maior desafio das Bibliotecas Universitárias deste início de século é
oferecer aos seus usuários o acesso ao vasto volume de informação nas mais
variadas áreas do conhecimento. Tendo como suporte as novas tecnologias da
informação e comunicação, as bibliotecas devem buscar medidas para garantir a
todos o acesso à informação e aos benefícios que possam dela advir.
Para a efetiva superação desse desafio é fundamental a capacitação dos
recursos humanos, sem a qual a tecnologia não tem funcionalidade.
É neste contexto que o bibliotecário deve atuar como empreendedor,
adequando o seu perfil às exigências da sociedade moderna, aprendendo a agir e a
pensar por conta própria, com criatividade, liderança e visão do futuro, para inovar e
ocupar o seu espaço.

2 DESENVOLVIMENTO
O termo empreendedorismo teve sua origem na França, no século XVI, na
caracterização dos homens que coordenavam operações militares. Posteriormente,
o termo começou a ser utilizado naquele país para as pessoas que se associavam
aos proprietários de terras e trabalhos assalariados. Contudo, esse termo era
também usado para denominar outros aventureiros, tais como construtores de
pontes, empreiteiros de estradas ou arquitetos (TONELLI, 1997).
Smith (1743 apud LONGEN, 1997) definiu o empreendedor como um
fornecedor de capital e, ao mesmo tempo, um intermediário entre o trabalhador e o
consumidor. Esse conceito refletia uma tendência de sua época, que considerava o
empreendedor como alguém que visava somente produzir dinheiro.
De acordo com Joseph Schumpeter (1949 apud DORNELAS, 2005) a
melhor definição ao termo espírito empreendedor é “O empreendedor é aquele que
destrói a ordem econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços,
pela criação de novas formas de organização ou pela exploração de novos recursos
e materiais”. Foi também através da publicação “Teoria do Desenvolvimento

�3

Econômico” que o empreendedorismo adquiriu um novo significado, caracterizandose pela inovação. Segundo esse autor, a essência do empreendedorismo está na
percepção e no aproveitamento das novas oportunidades.
Para Peter Drucker (1987) “Indivíduos que precisam contar com a certeza,
é impossível que sejam bons empreendedores”. Após diversos estudos descobriu-se
que as características comuns aos empreendedores são:
•

Capacidade de delegar

•

Procurar sempre inovação.

•

Adaptar-se facilmente às mudanças.

•

Capacidade de decisão rápida e objetiva.
Todas as quatro características são igualmente importantes. A capacidade

de delegar seria uma característica de liderança visando analisar as pessoas e
descobrir o que fazem melhor, a fim de atribuir a elas tarefas adequadas às suas
habilidades. Procurar sempre inovar, para surpreender os concorrentes e capacitar
seu produto ou sua empresa de um diferencial. Segundo Drucker (1987) a inovação
é a "ferramenta própria dos empreendedores". Ele trata da inovação como uma
disciplina que pode ser ensinada e aprendida e que leva o empreendedor a tomar
conhecimento de como e onde poderá obter o sucesso.
Assim, com base na literatura pesquisada, pode-se definir que o
empreendedorismo é o envolvimento de pessoas e processos que, em conjunto,
levam à transformação de idéias em oportunidades, através da criação de algo novo
e de valor, com comprometimento e ousadia, ou seja, desenvolver novas maneiras e
identificar novas oportunidades.

2.1 Empreendedorismo nas Bibliotecas
O movimento do empreendedorismo no Brasil começou na década de
1990, quando entidades como o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas) e a Softex (Sociedade Brasileira para Exportação de Software)
foram criadas. Antes disso, praticamente não se falava nesse termo. (DORNELAS,
2005, p. 26)

�4

No Brasil, o empreendedorismo não é ainda uma visão muito difundida,
principalmente na área da Biblioteconomia, pois não tem fins lucrativos, porém está
sofrendo várias transformações.
Para Cottam (1989, p. 523) a instituição biblioteca precisa de gestores
empreendedores, equipe de sonhadores, pessoas para quebrar a tradição e agir no
desenvolvimento de novos papéis e responsabilidades.
Marchiori (1996, p. 31) admite a importância do empreendedorismo
quando diz que “[...] o bibliotecário não deve ser mais um obscuro num canto de
quatro paredes, mas um empreendedor e amante da visibilidade [...]”.
Wormell (1999, p. 11) recomenda que para responder às demandas
crescentes de uma parte dinâmica da sociedade “é necessário ter agilidade,
flexibilidade e espírito empreendedor no campo da informação, principalmente
aqueles profissionais que atuam no setor público”.
Tarapanoff (1999, p. 28) compartilha da visão dos outros autores ao
mencionar que cabe ao novo profissional bibliotecário ser: “inovador, criativo, líder,
negociador, empresário, especialista na busca diante da explosão da informação e
especialista em redes”.
De acordo com que os autores descrevem, podemos concluir que o
empreendedorismo, se adotado pelas bibliotecas, possibilitará a abertura de novos
caminhos e oportunidades para que os gestores tenham uma ampla visão dos
objetivos corporativos além da compreensão do propósito das atividades e dos
serviços que a biblioteca oferece, tornando-os diferenciados e relevantes.
Se a evolução caminha para o papel empreendedor, quer seja na criação
do próprio negócio de informação ou na gestão de uma biblioteca, questiona-se: os
profissionais da informação atuantes nas bibliotecas estão acompanhando essa
evolução; têm consciência da importância dessa nova forma de gestão e da criação
de um ambiente que a proporcione, fortalecendo as bibliotecas em seu papel
primordial de apoio ao ensino e à pesquisa junto à sociedade?
É imprescindível que as bibliotecas transformem-se em espaços que
estimulem a investigação constante, possibilitando a reflexão crítica, a análise e

�5

decisão, bem como promovendo a interação entre os funcionários, usuários e as
tecnologias da informação. Elas devem transformar-se também em espaços que vão
além da simples integração de mídias, softwares e bancos de dados. Os canais de
comunicação devem ser otimizados para garantir o fluxo de informações tanto
internamente entre os profissionais da biblioteca, como externamente, na interação
com os usuários e a comunidade.
Ao implementar uma gestão empreendedora, as bibliotecas deverão
centralizar o foco no cliente, encorajar a educação continuada e formar uma equipe
de trabalho comprometida, respeitando assim as características individuais de cada
um.
Estarão, assim, contribuindo para que o usuário possa aprender a acessar
as informações e se tornar um investigador, um pesquisador do conhecimento crítico
e reflexivo. É necessário superar o papel passivo, de simplesmente escutar, ler,
decorar e de repetidor fiel e transformar-se criativo, crítico e ser capaz de construir
seu conhecimento.
Em decorrência desse novo posicionamento, o resultado a ser alcançado
será a satisfação dos usuários ao verem suas necessidades antecipadamente
atendidas.

2.2 Bibliotecas Universitárias
Por constituírem um dos principais veículos de disseminação da
informação, as bibliotecas universitárias desempenham um papel fundamental no
desenvolvimento científico e tecnológico da sociedade. Portanto, são necessárias
adaptações dessas unidades de informação à realidade atual.
Uma atitude a ser adotada pelo profissional da informação é a parceria
biblioteca/docentes. Essa interação será muito proveitosa aos alunos, na medida em
que verão, na prática, os resultados palpáveis da pesquisa feita com qualidade.
Ensinar e instruir os alunos a utilizarem eficazmente todos os recursos
disponíveis on-line constitui um desafio para as bibliotecas universitárias, assim
como categorizar, classificar e organizar os recursos eletrônicos relevantes. As

�6

implicações destas funções para o gerenciamento organizacional são óbvias, pois
implicam em treinamento de pessoal, horas dedicadas para tais finalidades, espaço
físico e equipamentos, ambiente adequado.
A educação deve ter o foco na integração do ensino com a vida,
conhecimento e ética, reflexão e ação, e ter uma visão de totalidade. Educar é
ajudar a integrar todas as dimensões da vida, encontrar o desenvolvimento
intelectual, profissional e que contribua para modificar a sociedade.
A universidade está passando por profundas transformações devido às
novas tecnologias e novos métodos educacionais, como, por exemplo, a “educação
à distância” e “universidade virtual”; toda esta mudança requer uma reflexão sobre
os valores, objetivos e métodos. Uma nova postura profissional está sendo exigida
para atender a realidade universitária.
Cada usuário quer ser tratado como único é nesse tratamento
personalizado que está o segredo do sucesso de um serviço.

2.3 Entraves ao Empreendedorismo nas Bibliotecas Universitárias
O empreendedorismo encontra dois grandes obstáculos nas bibliotecas
universitárias, o que prejudica a sua
aplicação.

•

Pessoal:

nem

todos

os

Bibliotecário

(empreendedor)

responsáveis pelas bibliotecas estão
Biblioteca
(responsabilidade)

capacitados para atuar atendendo às
novas tendências mundiais. Buscam
apenas

especialização

técnica

e

deixam de lado o comportamento
inovador,

criativo,

visionário,

enfim

empreendedor;
•

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(organização)

Figura 1 – Pirâmide de organização/hierarquia

Institucional: a organização universitária impede que as bibliotecas universitárias
tenham

liberdade

para

assumir

riscos

que

permitam

desenvolver

o

�7

comportamento empreendedor, mesmo havendo a conscientização sobre a
necessidade de mudanças devido à utilização freqüente das novas tecnologias
de informação e comunicação.

2.4 O Profissional da Informação
Segundo Freire &amp; Araújo (1999, p. 14) o profissional da informação pode
exercitar a responsabilidade social de facilitar, na sociedade, a comunicação do
conhecimento para aqueles que dele necessitam em resposta à globalização.
Tem-se evidenciado que os profissionais da área de ciência da informação
devam revisar o que fazem de melhor e reafirmar o compromisso com a ampliação
de suas competências e o crescimento profissional, a fim de agregar valor aos
serviços que são a eles designados e disponíveis a seus usuários. Essas
competências são essenciais ao efetivo funcionamento das organizações do
conhecimento.
Segundo Pereira (2001 apud FRIEDLAENDER, 2004, p.105) é importante
criar novas mentalidades, comportamentos e atitudes para a sobrevivência e
sucesso, tanto das organizações como dos indivíduos. O ser humano precisa estar
consciente da necessidade de “aderir à aprendizagem constante em todos os
níveis”.
As competências do bibliotecário, que se enquadram também para o
bibliotecário empreendedor, definido pela SPECIAL LIBRARY ASSOCIATION (2003,
tradução nossa) são as seguintes:
•

Ter conhecimento dos conteúdos das fontes de informação, incluindo a
habilidade de avaliá-las criticamente e filtrá-las do ponto de vista de
utilidade e relevância para seu usuário; desenvolver pensamento
estratégico, para efetuar com segurança a seleção e análise das
informações de interesse da organização, ou pessoa;

•

Ter conhecimento subjetivo especializado apropriado para o negócio
da organização ou do usuário (por exemplo, conhecimento de finanças,
gerência ou outros assuntos relacionados com a missão da empresa);

�8

•

Saber elaborar plano estratégico de ação afinado com os objetivos do
usuário para o qual presta serviço e saber elaborar pesquisas simples,
intermediárias e complexas, analisando e sintetizando as informações
levantadas;

•

Saber levantar, avaliar e elaborar planos para atender às necessidades
de informação da organização (por exemplo, identificar e avaliar
informações para os grupos de projetos);

•

Saber usar a tecnologia da informação apropriada para adquirir,
organizar e disseminar a informação, como por exemplo, selecionar
software e hardware adequados, juntamente com uma equipe de
informática, para disponibilizar serviços de intranet da organização.

É imprescindível que cada profissional tenha conhecimento de suas
atribuições para desempenhar suas funções. Em uma Instituição cujo papel é a
organização e disseminação do conhecimento, seus profissionais devem ter
habilidades de análise, compreensão e, mais do que isto, é preciso que saibam onde
buscar as informações adequadas às necessidades do usuário.
Na Figura 2 são demonstradas competências do bibliotecário, que se
incrementadas

por

atitudes

empreendedoras,

bibliotecário empreendedor de sucesso.

criarão

consequentemente

o

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Fontes
de
Informação

Plano
Estratégico

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Bibliotecário
Empreendedor

o

Avaliação

TICs
Motivação

Figura 2 – Competência do bibliotecário empreendedor de sucesso

2.5 Ações Pró-ativas
Cabe ao bibliotecário empreendedor tomar atitudes pró-ativas para que
possa auxiliar o usuário a acessar com agilidade as informações e saber escolher as
que são verdadeiramente importantes entre tantas possibilidades.
•

Trabalhar

juntamente

com

professores

e

alunos

para

organização

e

disseminação do conhecimento;
•

Assumir um papel mais ativo na missão de pesquisa da Universidade, integrando
serviços e fontes de informação em cursos e projetos de pesquisa;

•

Ensinar e treinar usuários sobre as bases de dados, compartilhando informações
sobre como selecionar, organizar e preservar os recursos disponíveis.

•

Criar novos instrumentos de navegação, elaborar manuais e tutoriais para
facilitar as consultas e implementar novas opções de organização e recuperação
de informações.

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o

em pree ndedor

10

do

a

S a t is f aç ã o

i
l

B i b l i o te c á r io

Ações
pró-ativas

Ensinar
e
treinar
usuários

Dinamismo
na
pesquisa

ç

ã

Trabalhar
com
professores

A

v

a

Criar
novos
instrumentos

Figura 3 – Ações pró-ativas do bibliotecário empreendedor para satisfação do usuário

Além de todas as características já descritas, que são as rotineiras, o
bibliotecário empreendedor deve possuir atributos extras, tais como: detectar
oportunidades, ter iniciativa, aproveitar os recursos disponíveis e assumir riscos,
buscar junto aos usuários um retorno sobre os serviços prestados pela biblioteca,
além de avaliar as ações promovidas para que sejam implementadas as adaptações
e melhorias necessárias.
A somatória dessas atitudes permitirá o crescimento profissional e quanto
maior for sua criatividade e o seu domínio, maior será sua chance de êxito.

3 CONCLUSÃO
Sabe-se que mudar atitudes do ser humano não é tarefa muito fácil, porém
é possível e viável, quando demonstradas as vantagens e melhorias que acarretarão
no decorrer dos dias. Os grandes desafios são superados quando alguém tem
vontade e acredita ser capaz de superá-los e a partir daí cria alternativas e
implementa

as

ações.

É

necessário

trabalhar

com

as

habilidades

(competência/saber fazer), motivação (querer fazer) e a criatividade (inovar,
arriscar), desde que toda esta energia seja canalizada para um foco bem definido ou
que sejam criadas metas claras, desafiadoras, mas exeqüíveis.

�11

Deve-se ensinar alguém a ser empreendedor, ou seja, ensinar no sentido
de encorajar e estimular o desenvolvimento de habilidades através da alteração da
postura do profissional, da apresentação de novas formas de trabalhar conteúdos,
proporcionando ambientes favoráveis para pensar e criar o futuro e, ao mesmo
tempo, comprometer com soluções de problemas presentes.
Como possibilitar essas atitudes na prática diária de cada profissional? O
que se espera do bibliotecário é comprometimento, abertura para diversas direções,
que favoreçam a ampliação dos horizontes assim como a conscientização da
mudança necessária, a revisão dos papéis e a reflexão sobre eles.
Desta maneira, é possível formar pessoas que serão verdadeiros
visionários com postura pró-ativa e ousada.
“Quem quer progredir não pode repetir a história, tem que fazer uma
nova”. Mahatma Ghandi

REFERÊNCIAS
COTTAM, K.M. The impact of the library “intrapreneur” on technology. Library
Trends, v. 37, n. 4, p. 521-531, 1989.
DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 2. ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 293p.
DRUCKER, P. F. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e
princípios. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 1987. 378p.
FREIRE, I. M.; ARAÚJO, V. M. R. H. de. A responsabilidade social da Ciência da
Informação. Transinformação, v. 11, n. 13, p. 7-15, 1999.
FRIEDLAENDER, G.M.S. Metodologia de ensino-aprendizagem visando o
comportamento empreendedor. 2004. 1v. Tese (Doutorado) - Programa de Pós
Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa Catarina,
Florianópolis, 2001.Disponível em: &lt;http://www.tede.ufsc.br/teses/PEPS4265.pdf&gt;.
Acesso em: 13 maio 2008.
LONGEN, M.T. Um modelo comportamental para o estudo do perfil do
empreendedor. 1997. 116f. Dissertação (Mestrado) - Engenharia de Produção,
Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 1997. Disponível em:
http://www.eps.ufsc.br/disserta97/longen/index.html. Acesso em: 13 maio 2008

�12

MARCHIORI, P. Z. Que profissional queremos formar para o século XXI: graduação.
Informação &amp; Informação, v. 1, n. 1, p. 27-34, 1996.
SPECIAL LIBRARIES ASSOCIATION. Competencies for Information
Professionals of the 21st Century. Alexandria (USA), 2003. 17 p. Disponível em:
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TARAPANOFF, K. O profissional da informação e a sociedade do conhecimento:
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Dissertação (Mestrado) - Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa
Catarina, Florianópolis, 1997. Disponível em:
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WORMELL, I. Habilidades de gerenciamento e de empreendimento na profissão de
bibliotecário e cientista da informação. Informação &amp; Informação, v. 4, n. 1, p. 7-16,
1999.

__________________
1

Eliana de Cássia Aquareli Cordeiro, Universidade de São Paulo, Instituto de Química de São Carlos,
Serviço de Biblioteca e Informação “Prof.Johannes Rüdiger Lechat”, eliana@iqsc.usp.br
2
Bernadete de Lourdes da Costa Barbosa Figueiredo, Universidade de São Paulo, Instituto de
Química de São Carlos, Serviço de Biblioteca e Informação “Prof.Johannes Rüdiger Lechat”,
bernadete@iqsc.usp.br
3
Regina Helena Vittoreto Garcia Corrêa, Universidade de São Paulo, Instituto de Química de São
Carlos, Serviço de Biblioteca e Informação “Prof.Johannes Rüdiger Lechat”, recorrea@iqsc.usp.br
4
Vitoria Atra Gonçalves, Universidade de São Paulo, Instituto de Química de São Carlos, Serviço de
Biblioteca e Informação “Prof.Johannes Rüdiger Lechat”, vitoria@iqsc.usp.br
5
Sonia Alves, Universidade de São Paulo, Instituto de Química de São Carlos, Serviço de Biblioteca
e Informação “Prof.Johannes Rüdiger Lechat”, sonia@iqsc.usp.br
6
Wilneide do carmo Marchi Maiorano, Universidade de São Paulo, Instituto de Química de São
Carlos, Serviço de Biblioteca e Informação “Prof.Johannes Rüdiger Lechat”, wilneide@iqsc.usp.br

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Empreendedorismo nas bibliotecas universitárias: uma reflexão necessária. (Pôster)</text>
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              <text>O presente trabalho apresenta conceituações sobre o assunto empreendedorismo e propõe reflexões sobre o perfil do bibliotecário com características empreendedoras que são: iniciativa, criatividade e inovação. Essas características, exigidas pela sociedade do conhecimento, e aliadas à atualização profissional, promovem eficazmente e equitativamente aos usuários a acessibilidade ao mundo da informação, fazendo uso adequado das tecnologias de informação e comunicação. Através de novas posturas, de ações pró-ativas e feedback, o bibliotecário pode ter mais motivação para dissipar barreiras, enfrentar e superar desafios, gerando novos serviços e buscando a satisfação do usuário.</text>
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