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GERENCIAMENTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E
COMUNICAÇÃO EM UNIDADES DE INFORMAÇÃO:
uma questão de qualidade
TEIXEIRA, C.1
SILVA, D. R.2
AVELAR, M. C.3

RESUMO
O gerenciamento adequado da informação tem representado um recurso
indispensável para o sucesso de uma unidade de informação. Neste sentido, este
estudo visa abordar a importância da gestão das tecnologias de informação e
comunicação no ambiente das Unidades de Informação, enfatizando não apenas o
seu uso, mas, principalmente, a qualidade destes serviços automatizados.
Verificando, ainda, se estes estão atendendo satisfatoriamente às necessidades da
instituição, bem como do cliente.
Palavras-chave: Unidade de Informação. Tecnologias de Informação e
Comunicação. Qualidade total.

ABSTRACT
The appropriate management of information has set up a resource essential to the
success of a unit of information. Accordingly, this study aims to address the
importance of management information and communications technologies in the
environment of units of information, emphasizing not only its use, but mainly the
quality of these automated services. Noting, even if they are satisfactorily given to the
needs of the institution and the client.
Keywords: Unit of Information. Information and Communications Technologies. Total
quality.

�2

1 INTRODUÇÃO
No atual cenário econômico, o termo qualidade se tornou a palavra-chave
na gestão das organizações, como meio de sobrevivência e crescimento neste
mundo competitivo. Assim, como forma de garantirem-se no mercado competitivo,
as organizações estão, cada vez mais, adotando técnicas e métodos de
gerenciamento, isto é, filosofias que as auxiliem na administração dos seus
negócios.
Nesta nova sociedade, denominada de Sociedade da Informação, em que
o capital intelectual se tornou a mola precursora das organizações, é indispensável o
gerenciamento adequado da informação produzida, responsabilidade esta das
Unidades de Informação, que têm por finalidades, primordiais: a geração,
organização e disseminação do conhecimento à sociedade.
Entretanto, o seu gerenciamento não é fácil de ser realizado, pois
trabalham com o material intangível, visto hoje pelas empresas como insumo
imprescindível

ao

desenvolvimento

sócio-econômico,

cultural,

científico

e

tecnológico: a informação.
Devido as constantes mudanças e inovações, principalmente referentes
aos avanços de tecnologias de informação, faz-se necessária a aplicação de
ferramentas administrativas na gestão destas unidades, tanto no ambiente interno e
externo, como também na postura do profissional da informação precisará estar
capacitado e atualizado no meio em que se insere, a fim de satisfazer eficazmente
às necessidades do cliente.
Nesta perspectiva, o presente trabalho visa abordar a importância da
gestão das tecnologias de informação e comunicação no ambiente das Unidades de
Informação, enfatizando, não apenas o seu uso, mas, principalmente, a qualidade
destes serviços automatizados. Verificando, ainda, se estes estão sendo
satisfatórios às necessidades da instituição, bem como do cliente.

A metodologia

utilizada foi pesquisa de caráter exploratório com procedimentos técnicos pautados
na pesquisa bibliográfica/ documental.

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2 UNIDADES DE INFORMAÇÃO VERSUS TICs
A sociedade vem sofrendo grandes mudanças nos últimos anos, com a
adoção de novos conceitos como globalização, responsabilidade social e
econômica, tecnologia de comunicação, entre outros, levam as empresas a
organizar-se em busca de melhores condições de sobrevivência, fazendo com que
estas redefinam seu papel e atuação perante o mercado.
A gestão é o instrumento de que se valem os indivíduos, as unidades de
informações, as organizações e os governos, objetivando manutenção, crescimento
e desenvolvimento. Pois “[...] como função administrativa significa o ato de organizar,
estruturar e integrar os recursos e órgão incumbido de sua administração
estabelecendo relações entre eles [...]” (CHIAVENATO, 1993).
Percebe-se, porém, que certa

impaciência tem se disseminado entre

muitos gestores dessas instituições, com relação à administração. Tal fato deve-se,
entre outras variáveis, à utilização pouco séria de métodos e instrumentos, no
âmbito das mesmas. Uma vez que o
[...] sucesso de um empreendimento começa por sua correta organização.
È também o primeiro passo para assegurar a qualidade e a produtividade
na produção de bens e serviços. Ao se iniciar uma nova unidade ou
revitalizar e redefinir suas funções, a questão da organização merece uma
atenção especial [...] (RAMOS, 1995, p. 3).

No entanto, é possível reafirmar que administrar é uma atitude natural do
ser humano que estabelece e persegue objetivos em um horizonte de tempo
estabelecido. Atitude que precisa ser apoiada em processos de análise e de tomada
de decisões realistas, sobre ações que precisam ser concretizadas no nível
operacional do funcionamento e da atuação institucional.
As novas tecnologias de informação e comunicação (TICs) alteraram
significativamente o ambiente das bibliotecas. Nesse sentido, Rosados (199-?, p. 75)
afirma que
[...] O cenário mundial sofreu significativas transformações na década de
80 impingindo uma nova ordem mundial orquestrada, principalmente pela
globalização. Neste processo, o final do século XX mostrou que a
informação e o conhecimento passaram a desempenhar um novo e
estratégico papel devido à conjunção e a sinergia de uma série de
inovações sociais, tecnológicas, institucionais, organizacionais, econômicas

�4

e políticas. Novos saberes e competências, novos aparatos e instrumentais
tecnológicos, maior intensidade no uso da informação e do conhecimento
são fatores-chave na nova conformação, tendo como ponto central a
convergência das Tecnologias de Informação e da Comunicação (TICs).

Com isso, as empresas estão mais voltadas aos serviços de informação
associados às novas TICs, do que somente à força de produção, ou seja, uma
transição do capital produtivo ao intelectual. Mas que relação as TICs possuem com
os serviços e produtos das Unidades de Informação?
Entende-se por serviço a “execução de todos os meios possíveis de dar
satisfação ao consumidor por algo que ele adquiriu” (COBRA, 1997, p. 221). Já o
produto é “qualquer coisa que possa ser oferecido a um mercado para satisfazer
uma necessidade ou desejo do cliente” (MEGISON, 1998, p. 20).
Em relação aos produtos e serviços destas unidades destacam-se:
a) Provisão de documentos: circulação, consulta local, cooperação entre
bibliotecas, comutação, traduções;
b) Serviço de referência: acesso a base de dados, respostas rápidas;
c) Auxílio bibliográfico: pesquisa documentária, verificação de referência;
d) Serviços pro - ativos: serviços de alerta formal (sumário corrente,
boletim bibliográfico) e informal (mural, painéis)
e) Serviços cooperativos: DSI, COMUT, BIRENE, banco de dados.
A Sociedade da Informação, advinda com a explosão documental,
caracterizada como “conjunto de informações, mais especificamente, de informações
científicas, tecnológicas, financeiras e culturais” (ARAÚJO; DIAS, 2005, p. 115).
Possibilitou a passagem da produtividade industrial para a informacional. Esta nova
estrutura é baseada nas novas tecnologias de informação e comunicação em que
segundo Araújo e Dias (2005, p. 117)
[...] constituem um equipamento que podem desempenhar tarefas que
envolvem, como elemento principal, o processamento e a transmissão da
informação. São exemplos destas tecnologias: telecomunicação viasatélite, processamento de imagens, smart card (cartão inteligente), EDI
(transferência eletrônica de dados), home banking, entre outros [...]

Diante do moderno modelo econômico, as organizações perceberam que
seu crescimento estava intrinsecamente ligado ao desenvolvimento da ciência e

�5

tecnologia (C&amp;T). Nesta acepção, várias medidas foram adotadas, uma delas foi a
criação de órgãos de fomento que financiassem pesquisas em C&amp;T.
No Brasil, essa iniciativa se deu no governo de Getúlio Vargas, onde foram
criadas as primeiras instituições: CNPq e o CAPES. Consequentemente os outros
governos deram continuidade a estes programas (VALENTIM, 2002).
Acoplada a essa trajetória, as empresas perceberam a necessidade de
terem “acesso a uma grande quantidade de informação, organizada, tratada e
acessada de acordo com suas necessidades” (VALENTIM, 2002, p.4). Com isso,
foram desenvolvidos e intensificados serviços de informação, que contribuíssem no
gerenciamento e disseminação do conhecimento, abrangendo todas as áreas, sendo
estes associados às TICs para agilizar e facilitar o tratamento documental.

3 GESTÃO DE QUALIDADE DAS TICs EM UNIDADES DE INFORMAÇÃO
Mediante o atual panorama da economia global, onde a questão da
qualidade dos serviços e produtos é o insumo básico das organizações, é inevitável,
que as mesmas se sintam pressionadas por uma sociedade mais exigente. Aspectos
como: concorrência, atualização no mercado, terceirização dos serviços, auto –
atendimento, entre outros, fazem com que diariamente as empresas revejam seus
métodos gerenciais.
Uma espécie de corrida pela sobrevivência, onde Abreu (1999, p. 45)
afirma ser um quadro de muitas organizações, em que estas saem da fase do
desligamento, percebendo que ficaram alheias às transformações da sociedade e de
seus consumidores, despertando ainda que incipientes à realidade exigida pelo
mercado.
Para sanar tais lacunas, estas organizações adotaram medidas e técnicas
de administração, a fim de aperfeiçoar a gestão de suas empresas. A qualidade total
é uma delas, quer dizer, a mais difundida na Era da Sociedade da Informação, tida
por muitas instituições, principalmente em dificuldades, como tábua de salvação.
(ABREU, 1999. p.15). Mas o que torna a qualidade total a filosofia das

�6

organizações? Nesta perspectiva irá se abordar algumas definições sobre qualidade
e sua origem.
Horovitz (1993) define qualidade como o nível de excelência que a
empresa escolheu para alcançar seus objetivos e satisfazer seus clientes. Uma ação
transformadora, “é tudo que alguém faz ao longo de um processo para garantir que
um cliente, fora ou dentro da organização, obtenha exatamente aquilo que se deseja
em termos de características intrínsecas, custo e atendimento” (PINHEIRO; COSTA,
1998 apud LOBOS, 1991, p. 2).
Gabor (1994, p. 8) aduz a qualidade como uma forma de “antecipar-se as
necessidades do cliente, traduzindo essas necessidades em um produto útil e
confiável [...] a fim de que represente um produto de valor para o cliente e lucro para
a empresa”.
Para Abreu (1999, p. 19) a qualidade de um produto ou serviço do ponto
de vista mercadológico
[...] é uma conjugação entre a capacidade de desempenhar funções
requeridas pelo mesmo e a posse de características que levem ao
consumidor a optar por um produto ou serviço, tais como custo compatível e
durabilidade máxima, ou seja, o desempenho das funções durante o maior
tempo possível.

A partir dos pontos citados, verifica-se que a qualidade de uma empresa
deve atender não só as necessidades internas, mas também, as externas,
alcançando assim a excelência quando atingida esses objetivos, pois segundo
Pinheiro e Costa (1998, p. 3) uma organização só atinge o nível de qualidade global,
quando é capaz de “[...] atender as necessidades internas e a do mercado sobre a
qual atua. Se não possuir essas características de capacidade de atendimento, não
atingirá seus resultados de mercado, e conseqüentemente, seus resultados
econômicos serão atingidos.” Implicações estas representadas na figura 1.

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QUALIDADE

RESULTADOS
GLOBAIS

RESULTADOS
ECONÔMICOS

RESULTADOS DE
MERCADO

Figura 1 – Conseqüências da Qualidade Total
Fonte – Adaptado de Abreu (1999).

Reforçando esse mesmo ponto de vista, Albuquerque e França (1998, p.
2) conceituam a qualidade como um “conjunto de ações de uma empresa que
envolve

diagnóstico

e

implantação

de melhorias

e

inovações

gerenciais,

tecnológicas e estruturais fora e dentro do ambiente de trabalho [...]”.
Deste modo, a qualidade deve ser vista como filosofia, cujo objetivo
principal concerne na gestão da qualidade em todos os aspectos institucionais,
sendo um processo permanente e não apenas como uma atividade isolada, uma vez
que “para sua efetiva utilização, são necessários inúmeros esforços por parte da alta
administração da organização” (VERGUEIRO; MARTIM, 1998, p. 2).
No que diz respeito às Unidades de Informação, Vergueiro e Martin (1998,
p.131) apresentam que “o avanço da gestão da qualidade nos serviços de
informação parece ter motivado os dirigentes destes serviços e os pesquisadores a
se aprofundarem em assuntos relacionados”. Entretanto, esta preocupação de
avaliar constantemente seus serviços informacionais ainda é insuficiente. Muitas
dessas organizações, principalmente as bibliotecas falham nessa perspectiva, por

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não conseguirem vislumbrar os reais objetivos estabelecidos no planejamento.
Conclusão: deficiência na prestação de seus serviços e produtos ao cliente.
Vergueiro e Martin (1998) analisam esse aspecto quando afirmam que as
unidades de informação
[...] tendem a rever seu papel diante das Instituições mantenedoras
(universidades, empresas privadas, fundações, institutos etc) que passam a
exigir, no mínimo, alinhamento aos objetivos estratégicos, otimização de
recursos e níveis de qualidade que justifiquem a própria manutenção do
serviço. Adicionalmente, é necessária uma nova postura com os clientes
direto (os usuários dos serviços) que assumem cada vez mais um papel ativo
e exigente, fazendo parte do processo e posicionando-se, muitas vezes, de
maneira crítica em relação a ele. Para que este reposicionamento tenha
êxito, entretanto, é necessário que alguns paradigmas sejam quebrados.
Talvez o mais importante esteja relacionado ao fato do profissional da
informação, em geral, acreditar que conhece as necessidades dos clientes e
que ele mesmo (o fornecedor de serviços) está apto a direcionar o
planejamento e a execução dos produtos e serviços oferecidos, sem que seja
dada ao cliente a chance sequer de se posicionar.

Neste sentido, a qualidade foi instituída na gestão destas unidades, devido
à constatação de que 80% dos seus problemas se concentravam no planejamento
inicial da organização, prejudicando assim, seu processo produtivo. Desta forma,
“temos condição de compreender melhor a importância da aplicação e adequação
destes princípios para o trabalho informacional como instrumento estratégico para a
melhoria da qualidade das bibliotecas” (PINHEIRO; COSTA, 1998, p. 3).
No que diz respeito à automação dos serviços da Unidade de Informação
percebe-se

que

necessariamente

se

adequar

as

essas

novas

tecnologias

não

significa

preencher todo o ambiente da instituição de computadores e

outros aparatos tecnológicos. É necessário analisar a real necessidade da mesma, e
disponibilizar os instrumentos da melhor forma possível. Processo esse, que
depende de postura de decisão por parte do profissional da informação e
conhecimento macro destas novas tecnologias. Um estudo de caso e um bom
planejamento devem ser feitos, a fim de facilitar a operacionalização dos processos,
oferecendo assim resultados em curto e médio prazo.

�9

3.1 O profissional da informação na gerência da qualidade das TICs
A exigência de profissionais com perfil diferenciado e preparado para
enfrentar as mudanças ocorridas quotidianamente é cada vez maior. Por trabalhar
com informação, o bibliotecário deve adequar-se a essas transformações e ao seu
contexto. Antes visto como guardião de livros, hoje assume uma nova postura:
gestor de unidades de informação. Entretanto, ressalta-se a importância da atuação
desse profissional não só na administração dos processos técnicos da instituição,
mas, também, no gerenciamento da qualidade total dos serviços e produtos
oferecidos pela mesma.
As tecnologias de Informação e Comunicação exigiram do bibliotecário,
habilidades e competências na sua operacionalização. Desafios enfrentados e,
conseqüentemente, superados. Mota e Oliveira (2005, p. 117) aduzem que “a partir
da inserção de novas tecnologias, estes profissionais passaram a redesenhar suas
tarefas passando a desenvolver não só o de cunho técnico, mas também, gerencial”.
O domínio de ferramentas que garantam a qualidade consiste numa das
indispensáveis habilidades que o bibliotecário deve ter. Uma vez que “no processo
de aprendizagem é necessário que o profissional compreenda a necessidade de
manter-se atualizado e de saber utilizar as ferramentas disponíveis” (NUNES;
SANTOS, 2007, p. 5).
Obter conhecimento dos pontos fracos e fortes da ambiência interna e
externa, avaliar as dificuldades de implantação dos sistemas, como estrutura física,
recursos financeiros e humanos, ter um bom relacionamento com o analista de
sistema e entre outros, devem ser vistos pelo profissional da informação como
decisões necessárias que objetivem a melhoria da qualidade total da TICS de uma
instituição.

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4 CONCLUSÃO
Com o desenvolvimento tecnológico se propagando e se desenvolvendo
de maneira cada vez mais acelerado é impossível deixar de perceber as mudanças
que configuram as estruturas atuais de uma Unidade de Informação, embora
algumas instituições permaneçam aquém das novas tecnologias de informação e
comunicação, a sociedade de maneira geral tem exigido mudanças que rapidamente
tem se incorporado às rotinas básicas de uma Unidade de informação,
proporcionando-lhes vantagens competitivas no mercado repleto de desafios.
Neste sentido, a qualidade tem se constituído como uma necessidade
elementar, pois, apesar da sociedade exigir informações rápidas, exige, também,
qualidade e segurança nos produtos e serviços disseminados pelas unidades de
informação. É necessário, portanto, que as organizações invistam na aquisição de
novas

tecnologias

de

comunicação,

mas

principalmente,

valorizem

seus

profissionais, possibilitando a eles a aquisição de novos conhecimentos que lhes
favoreçam a aquisição de habilidades e competências para a sua operacionalização.

REFERÊNCIAS
ABREU, Romeu Carlos Lopes. CCQ, Círculo de Controle da Qualidade: integração
– trabalho – homem – qualidade total. 2. ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999. p.
217.
ALBUQUERQUE, Lindolfo de; FRANÇA, Ana Cristina Limongi. Estratégia de
recursos e a gestão da qualidade de vida no trabalho: o stress e a expansão do
conceito de qualidade total. Revista de administração, São Paulo, v.33, n. 2, p.4051, abril/jun.1998.
ARAÚJO, Eliany Alvarenga; DIAS, Guilherme Atayde. A atuação do bilbiotecário no
contexto da sociedade de informação: os novos espaços de informação. In:CEDÓN,
Batriz Valadares; et al. Ciências da Informação e Biblioteconomia. Belo
Horizonte: UFMG: 2005, cap. 6.
COBRA, Marcos. Marketing básico: uma abordagem brasileira. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 1997. p. 552 p.
GABOR, Andréa. O homem que descobriu a qualidade: as histórias da Ford, da
Xérox e da Florida Poewr e Light. Rio de Janeiro: Quality, 1994. p. 317.

�11

MEGISON, Leon C. et al. Administração: conceitos e aplicações. 4.ed. São Paulo:
Harbra, 1998. P. 614.
MOTA, Francisca Rosaline Leite; OLIVEIRA, Marlene de. Formação e atuação
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PINHEIRO, Edna Gomes; COSTA, Maria de Fátima Oliveira.Qualidade total em
bibliotecas universitárias, a filosofia de Deming e a biblioteca universitária:
uma nova relação em busca da gestão da qualidade. Disponível em:
&lt;http//www.biblioteca. ufc.br/artqualidade&gt; A cessado em: 25. jul.2007.
RAMOS, Paulo Baltazar. A gestão na organização em unidades de informação.
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ROSADOS, Helen Beatriz Frota. A informação científica e tecnológica e os serviços
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VERGUEIRO, Waldomiro de Castro Santos; MARTIN, Valéria Valls. A gestão da
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em: &lt;http//www.ui.ufmg.br&gt; Acessado em: 25. julh. 2007.

__________________
1

Cenidalva Teixeira, Universidade Federal do Maranhão (UFMA), ceni@ufma.br.
Diana Rocha da Silva, Universidade Federal do Maranhão (UFMA), rocha146@hotmail.com.
3
Marta Cristina Avelar, Universidade Federal do Maranhão (UFMA), martaavelar@yahoo.com.br.
2

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Gerenciamento da tecnologia da informação e comunicação em unidades de informação: uma questão de qualidade.(Pôster)</text>
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          <name>Creator</name>
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              <text>Teixeira, C.; Silva, D. R.; Avelar, M. C.</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>São Paulo (São Paulo)</text>
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          <name>Publisher</name>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2008</text>
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          <name>Type</name>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>O gerenciamento adequado da informação tem representado um recurso indispensável para o sucesso de uma unidade de informação. Neste sentido, este estudo visa abordar a importância da gestão das tecnologias de informação e comunicação no ambiente das Unidades de Informação, enfatizando não apenas o seu uso, mas, principalmente, a qualidade destes serviços automatizados. Verificando, ainda, se estes estão atendendo satisfatoriamente às necessidades da instituição, bem como do cliente.</text>
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          <name>Language</name>
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      <name>snbu2008</name>
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