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MEMÓRIA E INFORMAÇÃO: o testemunho das engenheiras agrônomas
pernambucanas
MARTINS, C.1

RESUMO
Resgata e socializa o testemunho de duas mulheres que ingressaram no Curso de
Agronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE, e concluíram o
Curso nos anos de 1948 e 1949, escrevendo a história da Ciência Agronômica no
Estado. Suas memórias e histórias de vida contribuem para divulgar o conhecimento
gerado pelas mulheres na Ciência Agronômica Pernambucana. Ao obter essas
relembranças atuo como mediadora, entre a UFRPE e a Academia Pernambucana
de Ciência Agronômica, referencial da Agronomia Nacional.
Palavras-chave: Mulher. Memória. Ciência Agronômica.

ABSTRACT
Rescue and socialize the testimony of two women who entered in the course of
Agronomy at University Federal Rural of Pernambuco - UFRPE, and completed the
course in the years of 1948 and 1949, writing the history of Agronomic Science in the
State. Their memories and stories of life help to disseminate the knowledge
generated by women in science Agronomic of Pernambuco. To obtain such
memories, I act as a mediator between the UFRPE and Academy of Science and
Agronomic of Pernambuco, national reference of Agronomy.
Keywords: Women. Memory. Agronomic Science.

1 INTRODUZINDO AS PISTAS E OS VESTÍGIOS...
Sentada ao largo do tempo, folheio a cópia da primeira Ata da criação dos
Cursos Superiores de Agronomia e Medicina Veterinária em 1912 nas terras dos
Caetés, nas sete colinas denominadas de Olinda pelos antigos holandeses, onde um
grupo de Monges do Mosteiro de São Bento, idealizadores, entusiastas e ousados,

�2

decidiu que era chegada a hora de serem implantados os mesmos pilares
educacionais dos Monges Beneditinos da Alemanha. Surgiam então, em
Pernambuco, o ensino superior das Ciências Agrárias.
Ponho-me a esperar... Esperar duas renomadas mulheres que tiveram e
ainda têm importância particular na história da educação agrícola pernambucana
para com elas dar início a um trabalho gratificante. Buscar na memória individual, as
lembranças, o compartilhamento de fatos que, agregados a documentos impressos
e fotográficos, nos permitem retroceder no tempo para, assim, acessar essa
informação, patrimônio cultural imaterial e simbólico.
Nesse

sentido,

enquanto

Bibliotecária,

coordeno

o

Núcleo

do

Conhecimento Professor João Baptista Oliveira dos Santos, dedico-me ao resgate e
à pesquisa histórica da memória da Universidade Federal Rural de Pernambuco UFRPE hoje com 96 anos, rumo ao centenário. A essa pesquisa, associo o resgate
da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica - APCA, formada por 30
imortais, criada em 1984, atualmente com 24 anos de profícua existência. Única
Academia sediada no campus de uma Universidade, especificamente, no espaço
físico do Núcleo do Conhecimento, a APCA veio agregar valor à biblioteca e com ela
iniciar a urdidura da trama aqui narrada.
Considero que a Biblioteca Universitária e instituição de memória,
necessita cada vez mais de profissionais que desempenhem esse papel específico,
ou seja, Bibliotecários agentes ativos do processo de disseminação da informação e
socialização da memória. É evidente que o livro armazenado é objeto de memória
em seu contexto, em sua forma física, em todo o processo em que foi produzido,
porém, a memória individual e grupal ao ser obtida nos depoimentos orais,
representa um bem patrimonial cultural, imaterial e simbólico. Através dela,
indivíduos resgatam histórias de vida, interagem e se emocionam, rememoram feitos
e fatos vividos com os outros membros do grupo social ao qual pertencem que após
a leitura das transcrições possibilitam também a recuperação da história
institucional, de um tempo, de uma época.
Nessa espera, nessa colheita, dois fatores orientam esta pesquisa: a
história

oral

e

a

memória,

duas

grandezas

diretamente

relacionadas

e

�3

interdependentes que necessitam de profunda investigação. Thompson (2002)
define amplamente a história oral como sendo a “ interpretação da história e das
mutáveis sociedades e culturas através da escuta das pessoas e do registro de suas
lembranças e experiências”. Alega também que a história oral é um método de
pesquisa essencialmente interdisciplinar e que a sua força está diretamente
relacionada em permanecer como “uma fundamental de interação humana que
transcende essas fronteiras disciplinares”.
Quanto às entrevistas, mesmo sendo de caráter individual, possibilitam
amplas formas de avaliação, equiparando-as às demais fontes e permitindo uma
aproximação real do objeto, afinal meu objetivo é compreender e aprofundar
conhecimentos sobre o ensino agrícola em Pernambuco, e os depoimentos orais
podem ampliar meu olhar.

Sobre a utilização de entrevistas, afirma Thompson

(1992): “As entrevistas, como todo testemunho, contém afirmações que podem ser
avaliadas. Entrelaçam símbolos e mitos com informação, e podem fornecer-nos
informações tão válidas quanto as que podemos obter de qualquer outra fonte
humana. Podem ser lidas como literatura: como também podem ser computadas”.
Durante os depoimentos, observei que as entrevistadas, relembrando o
passado, traziam à tona, com mais facilidade, as lembranças ligadas ao grupo a que
pertencem, confirmando assim as afirmações de Bosi (2003): “É preciso reconhecer
que muitas de nossas lembranças, ou mesmo de nossas idéias, não são originais:
foram inspiradas nas conversas com os outros. Com o correr do tempo, elas passam
a ter uma história dentro da gente, acompanham nossa vida e são enriquecidas por
experiências e embates.”
É nesse sentido do atuar nessa via de mão dupla tomando a informação
como fonte da memória, que há algum tempo, venho me dedicando a buscar pistas,
vestígios e indícios que me permitam transpor as dificuldades para recuperar o
grupo das primeiras mulheres que optaram por ingressar e concluir o Curso de
Agronomia na então Escola Superior de Agricultura da Universidade Rural de
Pernambuco – ESAP. Posteriormente, denominada Universidade Federal Rural de
Pernambuco – UFRPE, recorte de pesquisa repleto de detalhes e narrativas à
espera de serem capturados pelo resgate da memória da Ciência Agronômica
Pernambucana.

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2 MEMORIAL COMO TRAMA... FIOS E ESPESSURAS
Mesmo com fios que podem arrebentar à evocação de tempos passados
e de momentos vividos, acredito que essas memórias, através dos relatos das
histórias de vida dessas pioneiras que atentamente escuto, compreendem “a
lembrança pura, que se atualiza na imagem-lembrança, pois resgata a consciência
de um momento único, singular, não repetido, irreversível da vida” (Bosi, 1994).
Ousadia e inovação formam o fio condutor, instrumento dessa
reconstrução. Com ele, tal qual uma Ariadne pós-moderna, trago essas mulheres ao
olhar contemporâneo como modelos de papéis femininos por considerar que a
divulgação das suas histórias de vida e de seus feitos forma uma história singular
que merece se tornar de domínio público.
Antes, porém, ressalto que a educação feminina no século XIX tomou
impulso na constituição de um novo campo de trabalho para a jovem da classe
média: o ensino primário. Inicialmente, o ensino era uma esfera de atividade
masculina, mesmo porque, até o início do século XX, um conjunto de medidas legais
restringia o acesso das mulheres às escolas, e, portanto, à habilitação profissional.
As primeiras Escolas Normais foram fundadas na Bahia em 1835 e em São Paulo
em 1836. No entanto, apesar da excelência de algumas escolas que já apareciam,
alguns pais retiravam suas filhas, pois ainda consideravam que elas deveriam estar
aptas para o casamento, convictos de que esta era a opção de futuro mais
adequada às mulheres.
As mulheres, porém, começaram a desenvolver estratégias individuais no
âmbito da família, determinadas a romper o paradigma vigente e revelaram grande
esforço para transpor os obstáculos e vencer os preconceitos e, porque não dizer,
ousarem penetrar no espaço considerado exclusivo do gênero masculino. Como em
muitas partes do país e do mundo, as mulheres pernambucanas, em especial, as
recifenses, que perseguiam seus propósitos, eram alvo de críticas ao pretenderem
continuar seus estudos indo além do Magistério, considerado à época, a profissão
destinada às mulheres, para ingressarem num curso superior.
Acerca das 02 mulheres, que compõem esta pesquisa, meu olhar utiliza
uma nova lente através da qual enxergo a ação, o cotidiano, as regras não ditas, a

�5

vida. O resultado é muito interessante, pois evidencia o intenso relacionamento do
gênero com a política, com as hierarquias sociais, com os contextos econômicos e,
especialmente, deixa à mostra suas participações nos eventos históricos local, como
protagonistas anônimas, ratificando o pensamento de Vainfas (2002). Observo,
através de suas narrativas, as mudanças sutis ocorridas com o ingresso dessas
primeiras alunas no âmbito da Universidade, sobretudo, no que diz respeito ao
comportamento dos alunos seus colegas de turma e dos professores, seus
contemporâneos.

3 NA URDIDURA... EMOÇÃO E SIMBOLISMO
Segundo os padrões educacionais da época, perpassados pela família,
pela escola e por outras instituições sociais e meios de comunicação, surgiam
profissões que as mulheres não deveriam seguir. Dentre elas, estava a Engenharia
Agronômica. Reduto masculino, a Agronomia foi apropriada e, por que não afirmar,
reapropriada pelas mulheres, que superaram os mitos da fragilidade feminina e de
serem menos capazes para exercê-la. Em Pernambuco, a primeira mulher colou
grau como Engenheira Agrônoma, no ano de 1944, pela Escola Superior de
Agricultura de Pernambuco - ESAP, vinte e oito anos após a colação do primeiro
Engenheiro Agrônomo1.
Esses entrelaçamentos da história, educação e memória servem bem aos
propósitos da problemática colocada por estas mulheres, que metaforicamente,
sentadas em torno do tempo, narram suas trajetórias e enfatizam a escrita da
história da Ciência Agronômica Pernambucana no feminino. Imagino uma roda de
fiar, muitos fios e 03 fiandeiras: uma que escuta e duas que narram. Fiar e tecer é a
tônica do momento. Fiar é um verbo que tem diversos significados, como o de
vender a crédito, ou acreditar na palavra de alguém. Mas fiar também significa fazer
fio, no sentido de enrolar fibras, como as de algodão, linho ou lã em um fio, linha ou
cordão usado para tecer. Essa tradição deixada pelas nossas antepassadas que em
grupos de mulheres e crianças, sentados em círculo transformavam as fibras em

1

Nesse período, colaram grau na Escola Superior de Agricultura de Pernambuco – ESAP, 219
Engenheiros Agrônomos.

�6

pastas, passando-os na roca transformando-os em fios, tem sido metaforicamente,
retomada, nos últimos tempos com esse grupo das pioneiras.

4 PRIMEIRO TRANÇADO, RESULTADOS INICIAIS
Utilizo a metáfora das fiandeiras dos tempos imemoriais que se reuniam
no espaço privado levando os fios ao tear onde os transformavam em colchas,
cobertores, toalhas, tapetes e peças do vestuário, para fazer uma analogia do
singular encontro com essas 02 mulheres na faixa etária dos oitenta anos que, há
anos, quebraram as amarras do privado e lançaram seus fios no espaço público,
trançando novas tramas e revelando novos relacionamentos. Um surpreendente e
rico encontro histórico entre o passado e o presente.
Nossa primeira entrevistada é a Engenheira Agrônoma Maria Celene
Ferreira Cardoso de Almeda, que acaba de completar 82 anos. Seu depoimento
enriqueceu as informações do seu Currículo. De origem portuguesa, nasceu em
Aveiro, Portugal, em 14 de junho de 1926, veio para o Recife aos dois anos de
idade, naturalizando-se brasileira. Integrou uma turma composta por 40 alunos,
sendo 38 deles do sexo masculino. Terceira mulher a colar grau como Engenheira
Agrônoma no estado, concluiu o curso de graduação no ano de 1948, continuando
seus estudos, fez cursos de pós-graduação na Venezuela sobre Educação
Agropecuária e na Universidade de Porto Rico na área de Extensão Agropecuária. A
Professora Maria Celene exerceu o magistério na Universidade Federal Rural de
Pernambuco e ocupou diversos cargos e funções na Secretaria de Agricultura
Indústria e Commercio de Pernambuco.
Esta pioneira apresenta uma peculiaridade bem particular, ao regressar
de Porto Rico, após realizar Curso de Pós-Graduação, trouxe consigo algumas
sementes de uma pequenina fruta denominada “cereja das antilhas”, a chamada
Acerola, que plantada no campus da UFRPE, em Dois Irmãos, Recife, Pernambuco,
logo difundida para todo o território nacional. Cabe então a essa Engenheira
Agrônoma pernambucana o título de introdutora dessa fruta rica em vitamina C no
Brasil. Titular da cadeira nº 28 é imortal da Academia Pernambucana de Ciência
Agronômica.

�7

A segunda entrevistada é Tereza de Jesus Correia Gayão Loreto, fará 82
anos em 27 de outubro de 1926, nascida no Recife, Pernambuco. Durante a
entrevista nos falou que cursou Agronomia em uma turma formada por 21 alunos,
tenso sido a única representante do sexo feminino, a colar grau no ano de 1949.
Melhor aluna da turma, superando a massa cinzenta dos colegas, recebeu como
prêmio sua nomeação como Engenheira Agrônoma para a Empresa Pernambucana
de Pesquisa Agropecuária – IPA.
Posteriormente, aprovada em concurso público, foi nomeada para o
Ministério da Agricultura sendo, anos depois, selecionada para a Empresa Brasileira
de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. Pesquisadora Assistente e Pesquisadora
Orientadora do CNPq, desenvolveu e coordenou pesquisas nas áreas de
Fitopatologia, Microbiologia, Botânica e Entomologia. Autora de diversos trabalhos
científicos é contemporânea dos Engenheiros Agrônomos Antonio Ribeiro Godoy,
titular da cadeira nº 29 e Hélvio Azevedo de Queiroz, titular da cadeira nº 26 da
Academia Pernambucana de Ciência Agronômica. Os colegas de turma quando
questionados sobre ambas, relembram suas figuras, as brincadeiras e curiosidades
que elas provocavam entre os eles.

5 TECERAM COM CLIO E REMEMORAM COM MNEMÓSINE
Como considerações finais, baseada nos depoimentos obtidos a partir
das entrevistas, observamos a emblemática participação dessas mulheres na
história da Ciência Agronômica, pois representaram e continuam a representar
modelos de papéis femininos que valem a pena serem expostos aos olhares da
atualidade.
Considero, por fim, que o resgate e a divulgação de suas histórias de vida
e de seus feitos, podem contribuir para a disseminação do conhecimento gerado
pelas mulheres na Ciência Agronômica Pernambucana. Assim, metaforicamente,
sentada lado a lado com essas mulheres, trançando nossos fios, me ponho a ouvilas. Ouço suas histórias, ouço seus silêncios, o dito e o não dito. Enfim, aos poucos,
juntas, tecemos a história da Agronomia com os delicados e, ao mesmo tempo,
fortes fios dessas duas pioneiras de renome.

�8

REFERÊNCIAS
BOSI, E. Memória e sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das
Letras, 1994.
________ O tempo vivo da memória: ensaios de psicologia social. São Paulo:
AteliêEditorial, 2003.
THOMPSON, P. A voz do passado:História oral. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
____________. História oral e contemporaneidade. Revista da Associação
Brasileira de História Oral. São Paulo, Associação Brasileira de História Oral, v.5,
p.09-28, jun. 2002.
VAINFAS, R. Os protagonistas anônimos da história: micro-história. Rio de
Janeiro: Campus, 2003.

__________________
1

Conceição Martins, Bibliotecária, Biblioteca Central da Universidade Federal Rural de Pernambuco
(UFRPE), Academia Pernambucana de Ciência Agronômica, cmartins3012@gmail.com.

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              <text>Resgata e socializa o testemunho de duas mulheres que ingressaram no Curso de Agronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE, e concluíram o Curso nos anos de 1948 e 1949, escrevendo a história da Ciência Agronômica no Estado. Suas memórias e histórias de vida contribuem para divulgar o conhecimento gerado pelas mulheres na Ciência Agronômica Pernambucana. Ao obter essas relembranças atuo como mediadora, entre a UFRPE e a Academia Pernambucana de Ciência Agronômica, referencial da Agronomia Nacional.</text>
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