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IMPORTÂNCIA DO MARKETING PARA MELHORIA DO STATUS DAS
BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
RIBEIRO, R. M. R.1

RESUMO
Aborda sobre o uso do marketing para melhoria dos serviços, produtos e mudança
do perfil das bibliotecas universitárias. Diante do baixo status, do pouco ou não uso,
das inovações exigidas pela sociedade neste novo milênio, da necessidade das
bibliotecas se modernizarem é preciso que as bibliotecas adotem estratégias da
administração voltadas para o mercado, com foco na satisfação das necessidades
informacionais dos usuários, mas sem esquecer a missão da universidade, se
transformando assim em competitiva e projetando uma imagem de moderna e
atuante na universidade em que esta inserida.
Palavras-chave: Biblioteca universitária. Marketing. Qualidade

ABSTRACT
It addresses on the use of marketing to improve services, products and change the
profile of university libraries. Given the low status of little or no use, the innovations
required by the company in this new millennium, the need for libraries if we need to
modernise the libraries adopt strategies of the administration geared to the market,
focusing on meeting the informational needs of users, but without forgetting the
mission of the university, thus becoming a competitive and projecting an image of a
modern and active in university where this inserted.
Keywords: University Library. Marketing. Quality.

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1 INTRODUÇÃO
Nas universidades se concentra a massa crítica do país, segundo Silva
(1994, p.18) “... a universidade brasileira é ainda um centro de excelência, em nível
pessoal e aparelhamento técnico para a formação de recursos humanos e para o
desenvolvimento da pesquisa básica e/ou aplicada”. Apesar de essa afirmação ter
sido feita há mais de uma década, ela continua atual. As bibliotecas universitárias
dão suporte às atividades realizadas pelas universidades, conseqüentemente elas
são relevantes para o aprimoramento do ensino, pesquisa e extensão. Por que
então as bibliotecas passam por cortes nos orçamentos das universidades? De
acordo com Oliveira (1994, p.10) são as primeiras a sofrer com a diminuição de
apoio financeiro, toda vez que a universidade passa por incerteza econômica. Isto
reflete o baixo status das bibliotecas universitárias.
A mudança de status das bibliotecas universitárias vai depender de atitude
administrativa que pode ser encontrada no marketing. Daí o questionamento: até
que ponto o uso dos instrumentos de marketing pode melhorar o status das
bibliotecas universitárias?
Nesse novo milênio são grandes as mudanças na sociedade. O mundo
permanece condicionado pela continuidade nas mudanças e isto causa impacto nas
bibliotecas, os usuários esperam mudanças, inovações nos serviços e produtos e o
marketing é um estilo de administração que emergiu para responder de forma rápida
e consistente às sucessivas alterações do meio envolvente, tem seu foco no cliente,
levando em consideração a segmentação desses clientes (grupos de usuários por
categorias que pode ser de alunos, professores, pesquisadores etc.) e suas
necessidades levantadas através da pesquisa de marketing.
A pesquisa de marketing pode ser realizada pela própria biblioteca ou
encomendada a alguma empresa ou consultor. A pesquisa tem o objetivo de sondar
como esta o mercado e vai subsidiar na tomada de decisões.
Sendo assim, as aplicações de técnicas mercadológicas e instrumentos de
marketing podem representar para os gestores das bibliotecas universitárias em um
melhor aproveitamento dos recursos que sua biblioteca dispõe, na melhoria da

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qualidade e aumento da demanda para produtos e serviços e em um novo olhar do
usuário para essas bibliotecas.

2 BIBLIOTECAS UNIVERSITARIAS
As bibliotecas universitárias têm como objetivo dar suporte informacional
às atividades de ensino, pesquisa e extensão, atividades estas realizadas pelas
universidades devendo estar de acordo com Almeida; Ferreira (2000, p.22) “atentas
às mudanças do ensino e prontas a estabelecer um maior relacionamento com a
comunidade acadêmica, participando ativamente da vida política da instituição e nos
processos de tomada de decisão”. Isto vai refletir na gestão das bibliotecas, os
administradores devem estar aptos, voltados para as técnicas administrativas, para
o planejamento e avaliação.
Acontece que a administração das bibliotecas fica a cargo de
bibliotecários que não tem em seu currículo do curso de graduação disciplinas
voltada a técnicas de administração. Administrar as bibliotecas universitárias tornase diante dessa carência de conhecimento administrativo, um desafio.
De acordo com Tarapanoffi (1997) citado por Almeida; Ferreira (2000) os
currículos dos cursos de graduação em Biblioteconomia devem ser reformulados,
pois são considerados defasados, rígidos e inadequados para o desempenho de
novos papeis.
Robredo (1989) também critica o currículo do curso de Biblioteconomia e
recomenda um currículo mais flexível e aberto. Martins; Preste; Paula (1991)
concordam com Robredo (1989), pois argumentam que o currículo do curso de
biblioteconomia deve ser reformulado para qualificar o bibliotecário a acompanhar o
desenvolvimento tecnológico.
Os bibliotecários devem procurar na educação continuada, nos cursos de
pós-graduação, subsídios para desempenhar as atividades administrativas, pois
conforme Silva (1994):
A própria complexidade do mundo da informação já não admite
empirismo ou improvisação na gerencia de sistemas de informação. A

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explosão documentaria, a fragmentação acelerada do conhecimento, o
alto custo dos materiais informacionais exigem, cada vez mais, que se
adote métodos e procedimentos administrativos capazes de contribuir
para atuação eficaz do sistema em função dos objetivos
organizacionais. (SILVA, 1994, p. 18)

Não resta duvidas que a maneira de administrar vai refletir nos serviços
desempenhados pela biblioteca, sendo assim, Cunha citado por Amaral (1998)
aconselha que as bibliotecas modifiquem seus estilos de gerencia e que vejam a
pesquisa de mercado como uma forma de prever e atender as necessidades dos
usuários. Ele argumenta que o baixo nível de utilização de serviços prestados pelas
bibliotecas como o uso de bases de dados, deve-se a falta de atividades
promocionais desses serviços.
O pouco uso ou a subtilização das bibliotecas é um dos maiores
problemas atualmente enfrentados pelas mesmas. Jimenez-Denis citado por
Dumont (1994, p.698-9) enumera algumas razoes para a pouca ou nenhuma
utilização de serviços de bibliotecas:
1- ter acesso a uma outra via efetiva para resolver suas
necessidades de informação. Seja ela através de conversas,
correspondências trocadas com colegas, meios de comunicação etc.;
2- o tipo de profissão que exerce. A negativa de modificar hábitos
adquiridos na sua formação ou o acomodamento a um sistema de
informação, quando tem ao alcance sua própria memória ou um
colega;
3- a falta de preparação ou motivação do individuo em relação as
reais necessidades dos serviços de informação e de expressar suas
necessidades;
4- o sistema de informação a qual pertence ou conhece e suas
experiências na interação com o mesmo, acesso pouco
representativo, distancia a percorrer da sua casa ou do seu trabalho,
falta de divulgação etc.

É preciso mudar esse cenário, de acordo com Vergueiro; Carvalho (2000)
às bibliotecas deve definir praticas de trabalho e métodos gerenciais que respondam
com rapidez e eficiência as demandas da sociedade e também as características de
seus usuários.

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3 MARKETING: dando maior visibilidade a biblioteca
Neste novo milênio o mundo permanece condicionado pela continuidade
nas mudanças e isto implica em mudanças e atualização dos profissionais da
informação/bibliotecários. Estes devem levar em conta as expectativas e anseios do
mercado. Segundo Amaral (1998, p.35), deve haver um equilíbrio entre os
interesses do mercado e o que a biblioteca pode oferecer, onde a “aplicação das
técnicas mercadológicas no setor da informação permitirá que essas unidades sejam
encaradas como negocio. Essa aplicação de técnicas mercadológicas vai
representar em um melhor aproveitamento dos recursos que a biblioteca dispõe”.
Fica visível a necessidade das bibliotecas romperem com os velhos
paradigmas da administração e implantarem um novo estilo de administração
sinalizado por autores como Amaral (1998), Barreto e outros (1997), Figueiredo
(1991) como marketing.
Na literatura da Ciência da Informação, marketing começa a ganhar
destaque na década de 70. Por algum tempo, entretanto foi visto como venda,
publicidade, propaganda, mesmo nos dias atuais ainda encontramos muitas pessoas
conceituando assim o marketing. Algumas bibliotecas, atualmente, utilizam o
marketing como um processo de engenharia para satisfazer as necessidades
informacionais de seus usuários e oferecer serviços com qualidade.
Os Bibliotecários estão tomando consciência para o fato de que o
mercado exige serviços competentes. Barreto e outros (1997) argumentam que o
serviço de marketing em serviços de informação vai estimular trocas onde são
necessárias, isto é, cativar clientes atuais e sensibilizar os potenciais com vista a
torná-los usuários dos serviços e produtos disponíveis. Para Oliveira; Pereira (2008),
o cativar clientes atuais implica em fidelizar esses clientes, criar estratégias para
mante-los sempre satisfeitos e encantados com a biblioteca, o usuário fiel volta
sempre à biblioteca.
O marketing nas bibliotecas vai auxiliar na adaptação e humanização dos
espaços, na melhoria e divulgação de produtos e serviços, na satisfação das
necessidades informacionais de seus usuários. Vai adotar técnicas de fidelização

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do usuário, tomando, por exemplo, as técnicas adotadas por grandes empresas
como as de aviação, através do marketing de relacionamento, onde o usuário é o
foco, é a razão para os serviços oferecidos.
Estas estratégias melhoram a imagem da biblioteca na instituição e
conseqüentemente a imagem de seus bibliotecários que serão encarados como
atualizados, comprometidos e atuantes.
A Biblioteca pode e deve optar pelo marketing, entretanto não pode perder
de vista o ambiente externo. Segundo Alentejo (2008, p.11):
O
Marketing,
o
Planejamento
Estratégico,
o
Serviços
Compartilhados, o Gerenciamento de Qualidade Total, entre outros
programas de gestão são apenas ferramentas que devem ser usadas
para colher do exterior às informações para que os processos da
biblioteca caminhem de acordo com o planejamento organizacional.

È claro que a biblioteca deve fazer um plano de marketing que visa definir
programas e ações necessários para atingir os objetivos da biblioteca, identificando
os pontos fracos e fortes na gestão da biblioteca, evidenciando atividades
promocionais como parte integrante e importante das atividades de marketing,
diagnosticando fatores de motivação e desmotivação dos funcionários que
trabalham na biblioteca, levantando as expectativas dos usuários e adequando o
ambiente às necessidades.
Assim, organizar, administrar deve ser feito percebendo os ambientes
externos e internos, vendo as possibilidades de aprimorar cada vez mais os
processos e com isso promover a melhoria e crescimento da biblioteca.

4 CONSIDERAÇÔES FINAIS
Informar é dever das bibliotecas, segundo Vogt (2008, p.1) “... os
contribuintes têm o direito de saber que serviços são oferecidos com o seu dinheiro.
Depois competirá a eles decidir se querem ou não utilizar o serviço.” Para a autora
informar aos usuários reais e potenciais sobre os serviços e produtos que a
biblioteca tem a oferecer é imprescindível, pois é uma forma de publicidade que é

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uma das estratégias de marketing. E essa publicidade é gratuita e eficaz já que é a
passada “boca –a- boca”
Vogt (2008, p.1) afirma ainda que “mercadorias são utilizadas, mas
serviços são experienciados. A imagem de um serviço ou de uma instituição é
definida, principalmente através das experiências dos usuários.” Por isso oferecer
serviços com qualidade, aplicar o marketing de relacionamento pode melhorar a
imagem que os usuários têm da biblioteca.
Diante do baixo status, do pouco ou não uso, das inovações exigidas pela
sociedade que é uma constante neste novo milênio, da necessidade das bibliotecas
se modernizarem espera-se que a aplicação dos instrumentos de marketing possa
melhorar a qualidade e o aumento da demanda para produtos e serviços e dar maior
visibilidade às bibliotecas universitárias.

REFERENCIAS
ALENTEJO, Eduardo. Mudanças do paradigma em administração de bibliotecas. In:
CINFORM Encontro Nacional de Ensino e Pesquisa em Informação, 8, Salvador,
2008. Anais... Salvador: ICI, 2008. 1CDROM
ALMEIDA, Maria da Graça Gomes; FERREIRA, Valdinéia Barreto Ferreira. Perfil
dos bibliotecários da Universidade federal da Bahia: impacto da nova tecnologia
da informação. Salvador: [s.n.], 2000.
AMARAL, Sueli Angélica do. Marketing: abordagem em unidades de informação.
Brasília: Thesaurus, 1998.
BARRETO, Auta Rojas e outros. Manual de gestão de serviços de informação.
Curitiba: Tecpar; Brasília: IBICT,1997.
DUMONT, Ligia Maria Moreira. O não-usuário de serviço de informação, este ilustre
desconhecido. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E
DOCUMENTAÇÃO,17, Belo Horizonte, 1994. Anais... Belo Horizonte: ABM, Escola
de Biblioteconomia da UFMG, 1994. 808p.
FIGUEIREDO, Nice Menezes. Metodologia para a promoção do uso da
informação: técnicas aplicadas especialmente em bibliotecas universitárias e
especializadas. São Paulo: Nobel, 1990.
MARTINS, Yvone Leal; PRESTE, Gilse Thereze de O.; PAULA, Affonso Celso M. de.
Biblioteconomia: perspectivas para o século XXI. Boletim CRB-7. Rio de Janeiro, v.
19, n. especial, p.9 maio/jul. 1991. Entrevista.

�8

OLIVEIRA, Angela M.; PEREIRA, Edmeire C. Marketing de relacionamento para a
gestão de unidades de informação. Inf. &amp; Soc.: Est., João Pessoa, v. 13, n. 2, p. 1336, jul./dez. 2003. Disponível em
&lt;http://www.okara.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/viewFile/89/1556&gt;. Acesso em
14.06.2008.
OLIVEIRA, Silas Marques de. Marketing em Bibliotecas: por que relutar? Revista de
Biblioteconomia &amp; Comunicação. Porto Alegre, n.6, p.9-16, jan./dez. 1994.
ROBREDO, Jaime. Considerações prospectivas para as próximas décadas sobre a
evolução da tecnologia da informação no Brasil: o perfil dos novos profissionais da
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VERGUEIRO, Waldomiro; CARVALHO, Telma de. Indicadores de qualidade em
bibliotecas universitárias brasileiras: o ponto de vista dos clientes. In: CONGRESSO
BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 19, Porto Alegre,
2000. Anais... Porto Alegre: ARB,PUCRS, 2000. 1 CDROM
VOGT, Hannelore. As novas tecnologias da informação e o marketing para
bibliotecas. Salvador: Goeth-Institut, 2008.

__________________
1 Rejane Maria Rosa Ribeiro, Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), rribeiro@uefs.br.

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Documentação&#13;
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