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INCENTIVO A LEITURA E PRESERVAÇÃO DA CULTURA POPULAR
SAMPAIO, A. M. M.1

RESUMO
O nome literatura de cordel vem de Portugal e são folhetos e/ou livretos presos a um
pequeno cordão ou barbante que ficavam expostos nos locais onde eram vendidos.
Esses folhetos de literatura de cordel divulgam as histórias tradicionais através de
narrativas de épocas. Hoje o nordeste brasileiro é o maior produtor e difusor dessa
literatura que narra fatos e manifestações culturais de seu povo. O artigo trata da
importância da preservação e disseminação destes folhetos para o desenvolvimento
cultural de uma sociedade. O objetivo desse trabalho é utilizar os livretos de cordéis
da Biblioteca Setorial Monsenhor Renato de Andrade Galvão (BSMG) como
incentivo à leitura e preservação da cultura popular, inserindo “À Hora do Conto
Popular” na grade curricular do Município de Feira de Santana e região. Temos o
dever de não deixar morrer nossas raízes, para que a mesma sobreviva a gerações
posteriores.
Assim, buscaremos uma parceria com as escolas de ensino
fundamental, que é de grande importância para ajudar na formação cultural do
indivíduo, criando em seu cotidiano o hábito da leitura.
Palavras-chave: Conto popular. Livretos de cordel. Incentivo à leitura. Cultura
popular.

ABSTRACT
The names of cordel literature come from Portugal and are leaflets and / or booklets
prisoners to a small cord or string that were exposed in places where they were sold.
These leaflets, literature, string disseminate the stories through traditional narratives
of seasons. Today the northeastern Brazil is the largest producer and diffuser of
literature that tells facts and cultural events of its people. The article deals with the
importance of preservation and dissemination of leaflets to the cultural development
of a society. The objective of this work is to use the booklets of cordage of the Library
Sector Monsignor Renato de Andrade Galvão (BSMG) and encouraging the reading
and preservation of popular culture, including "The Tale of Time People" grade
curriculum in the city of Feira de Santana and region. We have a duty to keep our
roots die, so that it survives the subsequent generations. So find a partnership with
the schools of basic education, which is of great importance in helping cultural
training of the individual, creating the habit in their daily life of reading.
Keywords: Popular story. Ttwine booklets. Incentive the reading. Popular culture.

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1 INTRODUÇÃO
A literatura de cordel é uma das mais conhecidas dentre as manifestações
da cultura popular do nordeste brasileiro. Como tantas outras manifestações
culturais que não são preservadas, uma boa parte de sua história se perdeu com o
tempo sem ter deixado registros muito importante de sua memória. A bibliografia
sobre esse assunto é escassa e muito vem sendo resgatado com testemunhos orais
das pessoas que vivenciaram ou ouviram falar através de seus antepassados. Sabese que sua raiz vem desde a Idade Média ou até mesmo da antiguidade, mas, só há
um século atrás os folhetos de cordel vieram a ser impressos e difundidos
universalmente.
O nome literatura de cordel vem de Portugal e são folhetos presos a um
pequeno cordão ou barbante que ficavam expostos nos locais onde eram vendidos.
Esses folhetos divulgam as histórias tradicionais sobre narrativas de épocas antigas
que são, muitas vezes, acompanhados por cantorias e repentes de viola. O homem
nordestino, através dos seus escritos em forma de verso, expressa a cultura de sua
região, pois a maioria dos poetas e cantadores brasileiros é da região nordeste e
são os principais responsáveis pela maior parte das produções de folhetos de
cordéis em todo país.
Popularmente, literatura de cordel sempre teve e continua tendo uma
função importante para a disseminação da informação em diversas áreas do
conhecimento, pois representa um papel essencial de caráter educador e difusor da
cultura popular. As obras de aventura, amor, mistério, etc., descritos nos cordéis veio
suprir a carência de livros no nordeste no fim do século XIX e início do século XX.
Assim, um mundo mágico iniciou-se: sapos viraram príncipes e bruxas viraram
princesas. Dizem que os primeiros folhetos de trovador, no Brasil, foram impressos
no final do século XIX por Leandro Gomes de Barros e João Martins de Atahyde e
que continuam sendo reimpressos até hoje e vendidos mundialmente.
A literatura de cordel é hoje conhecida em caráter nacional e internacional
e permanece viva a cada dia. Isso se deve, em grande parte, aos cordelistas que
saíram de suas “casas” para divulgarem seus trabalhos nas capitais. A cidade de
São Paulo foi o principal centro de cordelistas do país, onde todos se reuniam para

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vender seus trabalhos e através deles buscarem seu sustento, pois, muitos viveram
e vivem com recursos obtidos de vendas dos seus livretos de cordel. O corordelista
João Martins de Athaide, considerado o maior divulgador da literatura de cordel de
todos os tempos, em 1924, descreve esse fato através do poema, em forma de
cordel: “E foge o povo do sertão”, relatando a história de migração do nordestino em
busca de uma vida melhor.
Cremos que em nenhuma outra época a literatura de cordel
despertou mais vivo interesse entre pesquisadores do que nos
nossos dias, determinando uma série de trabalhos e livros do melhor
nível científico. Literatura de cordel que traz em seu conteúdo
contribuição inestimável ao folclorista, o sociólogo, o lingüista, os
cientistas sociais em geral não podem mais ignorar ou menosprezar
essa vertente riquíssima do nosso populário. (MELLO, 1991, p. 5).

A Biblioteca Setorial Monsenhor Renato de Andrade Galvão (BSMG),
situada no Museu Casa do Sertão na Universidade Estadual de Feira de Santana
(UEFS), faz parte do Sistema de Bibliotecas da UEFS, tem um acervo especializado
em Feira de Santana e região e Cultura Popular. A BSMG possui uma coleção
especial com aproximadamente 3.000 livretos de cordel com temas e autores
variados e consagrados na literatura popular, dentre os quais merece destaque o
poeta e cordelista Franklin Maxado, funcionário da UEFS, lotado no Museu Casa do
Sertão, o maior doador destes folhetos existentes na BSMG.

2 DESENVOLVIMENTO
O objetivo desse trabalho é utilizar os livretos de cordéis da Biblioteca
Setorial Monsenhor Renato de Andrade Galvão (BSMG) como incentivo à leitura e
preservação da cultura popular, inserindo “A Hora do Conto Popular” na grade
curricular do Município de Feira de Santana e região. Através da divulgação desses
folhetos mostraremos para as crianças da região nordeste que temos uma cultura
popular própria e que devemos valorizá-la e preservá-la, pois a mesma faz parte de
nossa raiz.
A escola deve ser a grande difusora da literatura de cordel, principalmente
na região nordeste, onde essa cultura foi muito presente. Deve existir um espaço
reservado para o aprendizado e produção literária desse tipo de poesia, e para isso,

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buscaremos uma parceria com as escolas de ensino fundamental, inicialmente do
Município de Feira de Santana, inserindo “A Hora do Conto Popular” na grade
curricular. Utilizaremos os livretos de cordéis como incentivo à leitura e preservação
dessa cultura, disseminando-á para que a mesma sobreviva às gerações
posteriores.
O trabalho iniciará no Centro de Educação Básica da Universidade
Estadual de Feira de Santana (UEFS), com crianças de 7a 11 anos de idade. As
atividades desenvolvidas serão realizadas a partir da leitura dos livretos que trazem
idéias sobre a cultura popular da região. Serão desenvolvidas várias atividades além
de contação de histórias, tais como: conversa com os autores (cordelistas), criação
dos poemas populares e confecção dos folhetos de cordéis pelas próprias crianças,
desenhos das capas dos folhetos, desenvolvimento de peças teatrais.
O primeiro momento desse trabalho se dará através de seleção dos
folhetos de cordel que tenham temas de contos populares. Convidaremos o
funcionário e cordelista da UEFS, Franklin Machado, para desenvolver um trabalho
de contação de história usando seu próprio livreto de cordel. Haverá também um
segundo momento onde este cordelista ensinará para as crianças como se escreve
um cordel, incentivando seu potencial intelectual. Já no terceiro momento, essas
crianças apresentarão seus trabalhos contando suas histórias para seus próprios
colegas. No momento final, esses cordéis serão editados e divulgados pela escola
com o apoio da UEFS sendo premiados os que mais se destacarem.
Este trabalho criará oportunidades para que as crianças, com a
orientação de profissionais qualificados (professores, coordelistas, bibliotecários,
etc.), descubram, através da leitura desses livretos, a cultura da região em que
vivem despertando o seu pensamento crítico e reflexivo. Para isso, serão
promovidos, através destes livretos, condições para que as crianças tenham
conhecimento da cultura de seu povo, estimulando a criação de sua própria história
em forma de cordel, incentivando a criatividade, raciocínio e desenvolvimento dos
seus conhecimentos.
Depois do trabalho realizado caberá a escola, juntamente com a UEFS, a
divulgação dos folhetos para outras escolas, dando continuidade com um calendário

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fixo e equipe de trabalho definida, com objetivos claros, para que não deixe o projeto
morrer.

Esperamos

contar

com

a

colaboração

de

diretores,

professores,

coordenadores, pedagogos, bibliotecários, cordelistas, enfim, da comunidade
escolar e acadêmica necessária para um bom desenvolvimento, pois só assim esse
projeto poderá dar frutos no futuro.
Além de ser importante para a formação intelectual do aluno, “A Hora do
Conto Popular” vai resgatar uma cultura rica em diversidade de temas da nossa vida
cotidiana, como também temas que contem nossa história de uma forma prazerosa,
sugerindo uma maneira melhor das crianças adquirirem seu aprendizado.
Professores de diversas áreas poderão utilizar a poesia em forma de cordel para
descrever seus assuntos que fazem parte do seu planejamento escolar. O aluno
assimilará os conteúdos de forma prazerosa e com melhor facilidade, podendo eles
mesmos criar seus próprios folhetos de cordel no estudo de determinada disciplina.
Esperamos atingir resultados satisfatórios, que de certo, trará grande
contribuição para a disseminação e preservação da cultura popular nordestina,
fazendo com que as crianças adquiram conhecimento a respeito da riqueza e
grandeza de sua cultura e que também resulte no desenvolvimento de um estímulo
maior pelo hábito de leitura dos livretos de cordel.
Não há melhor laboratório para observação do fenômeno
comunicacional do que a região. Uma região é o palco em que, por
excelência, se definem os diferentes sistemas de comunicação
cultural, isto é, do processo humano de intercambio de idéias,
informações e sentimentos, mediante a utilização de linguagens
verbais e não-verbais e de canais naturais e artificiais empregados
para a obtenção daquela soma de conhecimentos e experiências
necessárias à promoção da convivência ordenada e do bem estar
coletivo. (BELTRÃO, 1976, p. 37).

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O NORDESTE VAI JOGAR
CAMELO NO SECO E DURO

Não houve burro ou jegue
Cavalo, boi e até carro.
Que fizesse o Nordeste
Sair de anos de esparro
Desde os portugueses
Que ele nos tira sarro

Não quer se desenvolver
Principalmente no transporte
E se produz alguma coisa
Fica entregue à própria sorte
Apodrecendo em paios
Ou nos campos ser corte [...].
(MAXADO, Frankilin, p.1)

Podemos perceber a riqueza da cultura popular através do poema em
forma de cordel, acima descrito, de autoria do poeta e escritor Franklin Maxado,
onde ele retrata o nordeste brasileiro com características próprias de sua região,
retratando os instrumentos de trabalho e a produtividade do homem nordestino.

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3 CONCLUSÃO
A preservação da cultura popular é fundamental para o homem nordestino,
sua disseminação se faz necessária para que permaneçam vivas as origens desse
povo. É imprescindível que se faça um trabalho de conscientização envolvendo a
comunidade na reconstrução de seus conhecimentos, atitudes, competências,
habilidades e valores sociais. Assim, “A Hora do Conto Popular” é uma proposta
conjunta entre pedagogos, bibliotecários e cordelistas da UEFS, que ajudará aos
alunos da Escola Básica a se tornarem autores do descobrimento do homem como
parte integrante do universo, resgatando sua origem e cultura regional.
Atualmente podemos perceber a crescente procura por parte de
professores, estudantes universitários e pesquisadores da cultura regional, que se
encantam com a riqueza impressa em forma de folhetos, os quais servem de estudo
para alunos de graduação e pós-graduação, assim como, para a impressa falada e
escrita e escritores renomados de diversas regiões, estados e países. Mas,
infelizmente, não podemos dizer o mesmo a respeitos das nossas crianças, que em
sua maioria, desconhecem por completo a existência de uma cultura tão rica e vasta
que retrata o nordeste brasileiro.
Esse trabalho ajudará na construção da base do conhecimento intelectual
das crianças, utilizando seu cotidiano e cultura local para retratar em seus escritos
suas vivências, como também dos seus antepassados e assim disseminar a cultura
de sua região. Muitos talentos poderão surgir através da divulgação de seus
trabalhos, fazendo com que a cultura nordestina tenha seu reconhecimento na
história.

REFERÊNCIAS
BATISTA, Abraão. Literatura de cordel: antologia. São Paulo: Global, 1976. 181p.
BELTRÃO, Luiz. Comunicação popular e região no Brasil. In: MELO, José Marques
de. Comunicação/Incomunicação no Brasil. São Paulo: Loyola, 1976.
CASCUDO, Luiz da Câmara. Literatura oral no Brasil. Rio de Janeiro: INL, 1978.

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MAXADO, Franklin. O que é literatura de cordel. Rio de Janeiro: Jaguar, 1980.
143p.
MAXADO, Franklin. Cordel xilogravuras e ilustrações. Rio de Janeiro: Codecri,
1982. 90p.
LUYTEN, Joseph Maria. A literatura de cordel em São Paulo. São Paulo: Loyola,
1981. 203p.
MELO, Veríssimo de. Origens da literatura de cordel. Natal: Nordeste Gráfica,
1991. 18p.

_________________
1

Ana Martha Machado Sampaio, Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS),
amms2004@yahoo.com.br, mcsertao@ig.com.br.

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