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TERMINOLOGIA DE MATEMÁTICA:
revisão da área para o Vocabulário Controlado da USP
MORAES, J. S.1
CRISTIANINI, G. M. S.2

RESUMO
Como matéria-prima para a elaboração das linguagens documentárias, a
terminologia requer constante estudo e atualização para conseguir refletir o
estado de desenvolvimento de uma área do conhecimento. Essa atualização
aproxima a linguagem documentária da realidade que ela pretende representar,
propiciando coerência e garantia de recuperação no contexto dos sistemas de
informação. Dando continuidade ao processo de revisão do Vocabulário
Controlado da USP, a terminologia da área de Matemática foi revisada. O método
empregado foi utilizado em outro processo de revisão anterior e contempla o
endosso do usuário e a garantia literária. Os usuários foram representados por
pesquisadores da área e a garantia literária por uma reconhecida fonte de
referência. A área de Matemática do Vocabulário Controlado da USP foi dividida
em trinta e seis áreas menores e distribuídas para nove pesquisadores. Os
pesquisadores opinaram sobre os termos a partir dos critérios: termos
desconhecidos, termos mal traduzidos, termos em hierarquia errada, termos a
serem excluídos e ausência de termos importantes. Os novos termos sugeridos,
assim como os assinalados como desconhecidos foram checados no MathSciNet,
a fonte de referência escolhida. Termos faltantes foram inseridos, outros em
desuso foram excluídos, alguns mudaram de denominação e de hierarquia. A
nova proposta para a terminologia de Matemática foi encaminhada ao Grupo
Gestor do Vocabulário e foi devolvida com algumas dúvidas a serem sanadas.
Após esta última fase será implementada.
Palavras-chave: Vocabulários controlados. Terminologias.

ABSTRACT
As essential material for the development of documentary languages, the
terminology requires constant study and update to achieve reflect the state of
development of an area of knowledge. This update brings the documentary

�2

language on the reality that it aims to represent, providing consistency and
guarantee of retrieval in the context of information systems. Continuing the
process of revision of the USP Controlled Vocabulary, the terminology of the
area of Mathematics was revised. The method employed was the guarantee
of common use or consensus and guarantee literary. Users were represented
by researchers in the field and the guarantee by a recognized literary source of
reference. The area of Mathematics of the USP Controlled Vocabulary was
divided into thirty-six smaller areas and distributed to nine researchers.
Researchers reported on the terms from the criteria: unknown terms, poorly
translated terms, terms in wrong hierarchy, terms to be excluded, and the absence
of important terms. The new terms suggested, as well as the unknown terms were
checked into MathSciNet, the source of reference chosen. Missing terms were
inserted, others were excluded, some changed their names and hierarchy. The
new proposal for the terminology of Mathematics was referred to the Vocabulary's
Group Manager and was returned with some questions to be resolved. After this
last phase will be implemented.
Keywords: Controlled vocabularies. Terminologies.

1 INTRODUÇÃO
Como matéria-prima para a elaboração das linguagens documentárias,
a terminologia requer constante estudo e atualização para conseguir refletir o
estado de desenvolvimento de uma área do conhecimento.

Essa atualização

aproxima a linguagem documentária da realidade que ela pretende representar,
propiciando coerência e garantia de recuperação no contexto dos sistemas de
informação.
Este trabalho abordou a manutenção do Vocabulário Controlado da
USP, revisado e atualizado continuamente. Em função da necessidade de
permanente continuidade, a manutenção do Vocabulário Controlado da USP é
entendida como um processo do Sistema Integrado de Bibliotecas – SIBi/USP,
isto é, com equipe permanente e trabalho contínuo de revisão por áreas.
Como parte desse processo de manutenção, este artigo discorre especificamente
sobre a metodologia utilizada para a revisão do repertório terminológico da área
de Matemática, propondo alterações e atualizações necessárias.

�3

2 BREVE CENÁRIO
Os sistemas de informação trabalham com as representações dos
objetos informacionais, tanto no aspecto descritivo como no aspecto de
conteúdo do objeto. São essas representações os pontos de acesso para o
objeto físico e ou à informação na íntegra. A teoria recomenda que a
elaboração de tais representações seja feita a partir de instrumentos auxiliares,
criados especificamente para esse fim e, por isso, com condições de
garantirem padrão e coerência neste processo.
Sobre essa questão, Kobashi (2007) comenta que a informação
organizada requer mecanismos de mediação ou instrumentos, e esses são as
chamadas linguagens documentárias, que possuem uma dupla função: a de
representar o conhecimento inscrito e a de promover interação entre usuário e
instrumento.
A representação do conhecimento e a interação com o usuário se
fazem essencialmente por meio da linguagem; decorre disso que a linguagem
pode ser entendida como a responsável direta pelo êxito dessas funções.
Confirma esse entendimento Garcia Gutierrez (1990) quando pressupõe que os
problemas relacionados à informação são problemas de linguagem.
Partindo desse pressuposto, um novo campo de estudos foi delineado
na Ciência da Informação: a Lingüística Documentária cuja proposta é observar
os problemas que caracterizam as linguagens documentárias, consideradas uma
forma específica de linguagem (LARA &amp; TÁLAMO, 2007).
A terminologia aparece, assim, como matéria-prima das

linguagens

documentárias e também como método na elaboração e sustentabilidade da
estrutura das mesmas, dependendo do seu enfoque, seja o concreto ou o
teórico-metodológico, respectivamente (BARROS, 2004).
Por outro lado, a terminologia também está presente no contato
direto dos bibliotecários com o usuário e na consulta de diferentes fontes de
informação.

�4

Para Boccato e Fujita (2006) é fundamental a avaliação de uma
linguagem

documentária,

sob

o

ponto

de

vista

do

indexador

e

do

usuário/pesquisador para se verificar o comprometimento do desempenho de
um sistema de informação a partir de sua utilização. A linguagem documentária
deve estar de acordo com as políticas de indexação definidas pelo sistema e deve
considerar a instituição onde se desenvolve; as expectativas e necessidades do
usuário; as características do assunto tratado; os recursos humanos, físicos e
financeiros; os produtos e serviços visados e a relação custo/desempenho.
O trabalho conjunto entre bibliotecários e pesquisadores já foi
proposto anteriormente por Cristianini e Moraes (1998) quando afirmaram que a
integração de diferentes profissionais pode ser vista como um modelo de
compartilhamento do conhecimento para um objetivo comum, possibilitando maior
precisão para o trabalho desenvolvido, uma vez que ele é analisado por diferentes
prismas e auxiliam a otimização do tempo despendido, já que este trabalho é
direcionado a quem o conhece.
Assumido o uso das linguagens documentárias como instrumento
auxiliar imprescindível no processo de representação da informação e a
participação de usuários/pesquisadores para a avaliação das mesmas, a
questão passa a ser a manutenção de tais instrumentos, visto que eles
necessitam estarem atualizados de acordo com a área do conhecimento que
estão destinados a representar.
Formados, basicamente, por um vocabulário de termos específicos de
uma área do conhecimento e de relações entre eles, a atualização dessa
terminologia é a parte da manutenção mais complexa e demorada, por isso, é
considerada, muitas vezes, como a grande desvantagem das linguagens
documentárias.

Kobashi (2007) cita

a

manutenção

das

linguagens

documentárias como um desafio permanente, pois devem estar atualizadas o
bastante para que possam atender à sua função de comunicação.
O trabalho de revisão e manutenção dessas linguagens demanda
tempo, estudos e profissionais especializados; quando uma nova versão está
finalizada, é certo que outra revisão deve ser iniciada, considerando que neste

�5

intervalo a área do conhecimento abordada já evoluiu e sua terminologia
também, conseqüentemente.
É com essa filosofia que foi criado o Vocabulário Controlado da
USP e também a que continua a norteá-lo na sua ampliação e atualização.
O Vocabulário Controlado da USP é a atualização e expansão da
antiga Lista de Assuntos da USP, utilizada até meados de 2000 pelas
bibliotecas pertencentes ao Sistema Integrado de Bibliotecas da USP – SIBi /
USP. A transformação dessa Lista de Assuntos em um vocabulário controlado
surgiu como uma das propostas para o aprimoramento do Banco de Dados
Bibliográficos – Dedalus (VOCABULÁRIO, 2001).
Atualmente o

Vocabulário é apresentado em lista sistemática ou

hierárquica e também em lista alfabética, com complementação opcional de
tabela de qualificadores, geográfica e de gênero e forma. Ele está disponível
para todos os interessados na página do SIBi na Internet, conhecida como
SIBiNet1.

3 REVISÃO DA TERMINOLOGIA DE MATEMÁTICA
O método utilizado para a revisão seguiu a proposta de Moraes &amp;
Cristianini (2006), elaborada para a revisão da área de Ciência da Computação
também para o Vocabulário Controlado da USP. Nessa proposta o processo
metodológico é composto pelas seguintes etapas: subdivisão da área em questão
em áreas menores ou subáreas; escolha de juízes usuários da área em questão;
escolha de fontes de informação na área em questão; checagem das fontes;
análise dos dados; elaboração da proposta; correções e alterações, elaboração
da proposta final e implementação.
Nesse fluxo, a revisão da terminologia de Matemática contou com as
etapas: subdivisão da área de Matemática em classes menores; escolha de um
pesquisador para cada classe para colaborar na revisão dos termos;
procedimentos de análise dos termos; escolha das fontes de informação para
1

http://www.usp.br/sibi

�6

checagem; anotações da checagem; elaboração da proposta final; supervisão do
Grupo Gestor do Vocabulário; alterações e aprovação.
Inicialmente a área de Matemática foi dividida em classes, levando em
consideração as grandes classes existentes no Vocabulário Controlado da USP.
Essa divisão resultou em 36 classes: álgebra, análise construtiva, análise
funcional, análise matemática, análise p-ádica, análise real, aritmética, cálculo
diferencial e integral, cálculo de variações, equações, filosofia da matemática,
funções de uma variável complexa, funções de várias variáveis complexas,
funções

harmônicas,

fundamentos

da

matemática,

geometria,

geometria

diferencial, geometria diferencial clássica, geometria não-euclidiana, grupos de lie,
lógica matemática, sistemas dinâmicos, matemática finita, medida e integração,
recreações matemáticas, séries, sistemas de numeração, sistemas numéricos,
teoria do potencial, teoria homológica, topologia, topologia algébrica, topologia
diferencial, variedades diferenciáveis, variedades complexas e, por fim, vetores.
As classes foram atribuídas a nove pesquisadores, indicados pela
Comissão de Biblioteca, levando em consideração a área de domínio de cada um.
A análise de cada classe ocorreu a partir do Vocabulário Controlado da
USP; sua estrutura de subclasses e sua terminologia foram checadas pelos
pesquisadores. O fluxo de trabalho compreendeu duas etapas: a leitura dos
termos e a análise dos mesmos segundo um roteiro pré-estabelecido. Esse roteiro
indicou sob quais aspectos os termos deveriam ser analisados, sendo eles:
termos desconhecidos, termos mal traduzidos, termos em hierarquia errada,
termos a serem excluídos e, por fim, ausência de termos importantes. Para cada
um desses aspectos uma letra foi indicada para ser utilizada como identificadora
do aspecto ou problema envolvido com o termo. Essas letras foram inseridas na
frente de cada termo existente do Vocabulário Controlado da USP, representando
a opinião do pesquisador sobre aquele termo.

�7

Tabela 1 – Aspectos analisados e seus identificadores

Identificador

Aspecto ou Problema identificado no termo

D

Desconhecido

T

Problema com tradução

L

Problema com lugar; hierarquia.

E

Exclusão

N

Novo termo; acréscimo.

Para problemas com a tradução, com a hierarquia e para os acréscimos
foi solicitado que os pesquisadores dessem respostas, sugerissem outras
traduções, assim como indicassem o local correto na hierarquia para determinado
termo e colocassem por extenso os novos termos sugeridos seguidos do seu local
de aparecimento.
Dessa maneira, além da checagem dos termos existentes, outras
tarefas foram realizadas: acréscimo de termos, sugestões de supressão,
sugestões de remissivas e avaliação de traduções.
Os dados coletados foram tratados, resultando em uma tabela para
cada aspecto analisado. As tabelas elaboradas continham o termo, o código alfanumérico do termo no Vocabulário, a sugestão do pesquisador e o código atual,
inserido após a reestruturação de toda a terminologia. Como exemplo:
Tabela 2 – Exemplo de tabela gerada

Aspecto / Problema de tradução
Termo

Código original

Sugestão

Código atual

Convexidade

CE550.3.14

Análise convexa

CE550.29.14

Completion

CE550.48.14

Completamento

CE550.73.13

Esse procedimento metodológico, de coleta de termos a partir do
usuário da informação, é reconhecidamente uma das maneiras de compilação e
validação da terminologia para a elaboração de linguagens documentárias, e é
denominado “garantia do uso comum, endosso do usuário ou consenso”
(LANCASTER, 1987).

�8

Os termos acrescidos e os assinalados como desconhecidos foram
consultados em uma fonte especializada da área de Matemática. Essa fonte foi o
MathSciNet2, formado por duas importantes bases de dados: Mathematical
Reviews e Current Mathematical Publications, consideradas referência na área. A
consulta foi realizada em dois produtos diferentes e disponíveis na base de
dados: as bases de dados propriamente ditas e a tabela de classificação
Mathematics Subject Classification, que indexa essas bases. Como a fonte
selecionada está em língua inglesa, os termos foram consultados nessa língua e
a tradução deles ficou sob a responsabilidade dos pesquisadores.
Além da consulta ao MathSciNet, esses termos foram também
consultados em todo o Vocabulário Controlado da USP, no intuito de verificar se
já existiam em outras áreas do conhecimento.
Os termos encontrados no MathSciNet foram separados para entrarem
na nova terminologia de Matemática; os não encontrados foram separados para
comporem uma lista de candidatos a termos. Os termos já existentes em outras
áreas do conhecimento, dentro do Vocabulário Controlado da USP, foram
analisados pelos mesmos pesquisadores que os indicaram com o objetivo de
identificar a necessidade de inseri-lo novamente no contexto da Matemática,
juntamente com um qualificador, ou, a não necessidade da duplicação do termo
no mesmo vocabulário.
A essa consulta dá-se o nome de garantia literária, ou seja, significa
que o sistema de informação está utilizando a linguagem contida nos materiais
informacionais que nele são introduzidos e que são de uso de sua comunidade
usuária (FOSKETT, 1973). “Um termo se justifica apenas se ocorre dentro da
literatura recente de um determinado assunto, e com algum grau de freqüência”,
assim explica Lancaster (1987) o princípio da garantia literária.
Ainda

sobre

a

metodologia

para

compilação

e

validação

da

terminologia, Battaglia (1999) afirma que a validação dos termos levantados da
2

De responsabilidade da American Mathematical Society (www.ams.org). Assinatura paga para a comunidade USP, com

acesso através do IMPA.

�9

terminologia representa a parte mais importante e de maior trabalho no estudo
para a construção e ou atualização da linguagem documentária. Tal importância e
dificuldade se devem à comprovação do uso dos termos na literatura técnicocientífica da área estudada e do uso comum, em outras palavras, a garantia
literária e a garantia do uso comum ou consenso, respectivamente.
Finalizada a consulta, a estrutura do vocabulário foi reelaborada a partir
das alterações indicadas pelos pesquisadores e das consultas ao MathSciNet e
ao Vocabulário Controlado da USP. Foram inseridas as novas traduções, as
relações de sinonímia sugeridas, os qualificadores necessários para os termos
homógrafos e duplicados no Vocabulário, alguns termos foram realocados na
hierarquia e outros foram inseridos. Paralelamente, tendo como base a tabela
resultante do tratamento dos dados sobre os termos a serem excluídos, foi
elaborada uma relação com esses termos.
Terminada a elaboração da nova terminologia proposta para a área de
Matemática, uma cópia foi enviada ao Grupo Gestor, que supervisionou o
processo, para análise e aprovação. Até o presente momento, algumas dúvidas
sobre os termos foram levantadas pelo Grupo e estão sendo novamente
analisadas. Os principais pontos levantados dizem respeito aos termos em
duplicidade considerando todas as áreas do Vocabulário, aos termos sugeridos
para exclusão, a grafia correta e dúvidas quanto ao conceito de alguns termos.

4 CONSIDERAÇÕES
O trabalho de revisão pretendeu contribuir na ampliação e atualização
da área de Matemática do Vocabulário Controlado da USP, considerado
importante instrumento auxiliar no processo de representação e recuperação da
informação no cenário das bibliotecas brasileiras, e, este relato, pretendeu
compartilhar
metodológico.

a

experiência

desse

trabalho,

especialmente

no

aspecto

�10

A nova terminologia de Matemática está em sua última fase: a
resolução das dúvidas levantadas pelo Grupo Gestor. Finalizada essa fase, a
terminologia será implementada no Vocabulário Controlado da USP.
As revisões dos repertórios terminológicos são imprescindíveis para a
manutenção das linguagens documentárias, como única garantia de instrumentos
úteis e efetivos. Os bibliotecários precisam se engajar em projetos dessa natureza
e compreendê-los como parte da sua atuação profissional. Tendo em vista a
dinâmica do desenvolvimento científico e, por decorrência, da terminologia que o
acompanha, toda contribuição nessa direção é bem-vinda e necessária.

REFERÊNCIAS
BARROS, L.A. Curso básico de terminologia. São Paulo: EDUSP, 2004.
BATTAGLIA, M.G.B. Tesauro de Química em Língua Portuguesa. Tesquímica.
Ciência da Informação, v. 28, n.2, 1999. Disponível em:
&lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S010019651999000200014&gt;. Acesso em: 19 jun. 2008.
BOCCATO, V.R.C.; FUJITA, M.S.L. Estudo de avaliação quantitativa e
qualitativa de linguagens documentárias: uma síntese bibliográfica.
Perspectivas em Ciência da Informação, v. 11, n. 2, p. 267-281, 2006.
CRISTIANINI, G.M.S.; MORAES, J.S. Bibliotecários e pesquisadores: a
cooperação vital na sociedade da informação. In: Seminário Nacional de
Bibliotecas Universitárias, 10., Fortaleza, CE. Anais... Fortaleza:
UFC/UNIFOR/ABC, 1998.
FOSKETT, A.C. A abordagem temática da informação. Tradução de Agenor
Briquet de Lemos. São Paulo: UnB ; Polígono, 1973.
GARCÍA GUTIÉRREZ, A. Estructura linguística de la documentación: teoría y
método. Murcia: Ed. Universidad de Murcia, 1990.
KOBASHI, N.Y. Fundamentos semânticos e pragmáticos da construção de
instrumentos de representação de informação. Datagramazero – Revista de
Ciência da Informação, v.8, n.6, dez. 2007. Disponível em:
&lt;http://www.dgz.org.br/dez07/F_I_art.htm&gt;. Acesso em: 20 jun. 2008.
LANCASTER, F.W. Construção e uso de tesauros: curso condensado. Brasília:
MCT/CNPq/IBICT, 1987.

�11

LARA, M.L.G; TÁLAMO, M.F.G.M. Uma experiência na interface Lingüística
Documentária e Terminologia. Datagramazero – Revista de Ciência da
Informação, v.8, n.5, out. 2007. Disponível em:
&lt;http://www.dgz.org.br/out07/F_I_art.htm&gt;. Acesso em: 20 jun. 2008.
MORAES, J.S.; CRISTIANINI, G.M.S. Terminologia em Ciência da Computação:
revisão da área implementada no Vocabulário Controlado do SIBi/USP. In:
SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 15., 2006,
Salvador. Anais... Salvador, BA: UFBA/SIBI, 2006.
VOCABULÁRIO controlado USP: base de dados em língua portuguesa para
indexação e recuperação da informação. São Paulo: USP/SIBi, 2001.

_________________
1

Juliana de Souza Moraes, Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Ciências Matemáticas e
de Computação (ICMC), jumoraes@icmc.usp.br.
2
Gláucia Maria Saia Cristianini, Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Ciências
Matemáticas e de Computação (ICMC), glaucia@icmc.usp.br.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Terminologia de matemática: revisão da área para o Vocabulário Controlado da USP.</text>
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              <text>Moraes, J. S.; Cristianini, G. M. S.</text>
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          <name>Coverage</name>
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              <text>São Paulo (São Paulo)</text>
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          <name>Date</name>
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          <name>Type</name>
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          <name>Description</name>
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              <text>Como matéria-prima para a elaboração das linguagens documentárias, a terminologia requer constante estudo e atualização para conseguir refletir o estado de desenvolvimento de uma área do conhecimento. Essa atualização aproxima a linguagem documentária da realidade que ela pretende representar, propiciando coerência e garantia de recuperação no contexto dos sistemas de informação. Dando continuidade ao processo de revisão do Vocabulário Controlado da USP, a terminologia da área de Matemática foi revisada. O método empregado foi utilizado em outro processo de revisão anterior e contempla o endosso do usuário e a garantia literária. Os usuários foram representados por pesquisadores da área e a garantia literária por uma reconhecida fonte de referência. A área de Matemática do Vocabulário Controlado da USP foi dividida em trinta e seis áreas menores e distribuídas para nove pesquisadores. Os pesquisadores opinaram sobre os termos a partir dos critérios: termos desconhecidos, termos mal traduzidos, termos em hierarquia errada, termos a serem excluídos e ausência de termos importantes. Os novos termos sugeridos, a fonte de referência escolhida. Termos faltantes foram inseridos, outros em desuso foram excluídos, alguns mudaram de denominação e de hierarquia. A nova proposta para a terminologia de matemática foi encaminhada ao Grupo Gestor do Vocabulário e foi devolvida com algumas dúvidas a serem sanadas. Após esta última fase será implementada.</text>
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