<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="4288" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/4288?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-21T13:07:07-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="3356">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/30/4288/SNBU2008_137.pdf</src>
      <authentication>45bc3a6b9466ea870e9163b6943c0218</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="48189">
                  <text>��������������
�
� ��� ����� ����� ��� �� ���� ���������������
��� �� ��� ���� ���� ��� ��

������������ !�������"�#!#$!� "�%&amp;!�'�"�
��(!$!�&amp;"'�")�#!#$!� "��'���!*"&amp;'! %&amp;!�'�

PEDAGOGIA DO OLHAR: oficina permanente para tratamento técnico de
imagem em movimento
NOGUEIRA, C. A. A.1
FERREIRA, M. A. P.2
FONSECA, M. T.3

RESUMO
A presença da imagem enquanto documento na história da humanidade remonta às
pinturas rupestres, os pictogramas das cavernas. As pesquisas físico-químicas que
conduziram ao surgimento da fotografia, o advento do cinema, televisão e vídeo
confirmam a “espetacularização” da sociedade preconizada por Guy Debord na
década de 1960. Um grande e diversificado acervo de imagens vem se constituindo
desde então, e a Universidade Pública não foge a essa realidade. O objetivo desse
trabalho, no entanto, é a criação de uma Oficina Permanente de Imagens em
Movimento voltada para a qualificação de profissionais de biblioteconomia e seus
auxiliares que atuam junto ao Sistema de Informação e Bibliotecas-SIBI/UFRJ tendo
como campo de atuação o Acervo de Imagens do Núcleo de Tecnologia Educacional
para a Saúde-NUTES.
Palavras-chave: Biblioteconomia. Universidade Pública. Imagem em Movimento.
Educação. Saúde.

ABSTRACT
The presence of images as documents in the history of mankind dates back to rock
art, pictograms in caves. Chemistry and physic researches that led to the emergence
of photography, and the beginning of cinema, television and video confirm the
“spectacularization” of society preconized by Guy Debord in the decade of 1960. A
large and diversified image archive is being composed since then, and the Public
University is a part of this reality. The objective of this work is, however, the creation
of a Permanent Archive of Images in Motion, aimed at the qualification of
biblioteconomy professionals and assistants that act together at the Libraries and
Information System-SIBI/UFRJ, with its acting field in the Center for Educational
Technology in Health Image Archive-NUTES
Keywords: Biblioteconomy. Public University. Images in Motion. Education. Health.

�2

1 INTRODUÇÃO
No decorrer dos 36 anos de existência do NUTES/UFRJ, Núcleo de
Tecnologia Educacional para a Saúde, órgão suplementar do Centro de Ciências da
Saúde (CCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) criado em 1972,
um considerável acervo de imagem em movimento foi constituído, através da
produção de 290 vídeos pelo Laboratório de Vídeo Educativo, da aquisição e doação
de outras instituições de 250 programas, sem considerar um número expressivo de
fitas com material bruto que se encontra em nosso Banco de Imagens.
Parte desse acervo, constituído pelas cópias dos vídeos editados,
encontra-se na Biblioteca de Recursos Instrucionais (BRI), que tem como objetivo
apoiar as atividades de ensino, pesquisa e extensão, com a intenção de gerenciar e
disseminar as informações técnico-científicas produzidas e adquiridas pelo NUTES.
Em decorrência do acervo constituído em sua maior parte por documentos
audiovisuais,desenvolve atividades diferenciadas das demais bibliotecas que
compõem o Sistema de Bibliotecas e Informação –SIBI/UFRJ, do qual faz parte.
A produção de imagens para a televisão e o vídeo envolve em seu
processo a geração de um grande número de gravação de cenas — material bruto.
Na edição, apenas algumas cenas são aproveitadas. As gravações não utilizadas ou
parcialmente utilizadas devem receber tratamento técnico visando a sua busca e
recuperação para a reutilização em outras produções audiovisuais, e em atividades
de ensino, pesquisa e extensão, gerando

estoques de informação (BARRETO,

2000).
Esse material bruto encontra-se em nosso Banco de Imagens — setor de
tratamento técnico e armazenamento de imagens (brutas ou editadas/ fixas ou em
movimento), que podem ser reutilizadas em pesquisas; produções jornalísticas;
campanhas publicitárias; estruturação de cursos e outras atividades acadêmicas,
além de constituir a memória visual informatizada da instituição responsável por sua
criação.

�3

2 CONCEITOS E TRATAMENTO DE IMAGENS
Tornou-se lugar comum afirmar que vivemos numa sociedade em que a
linguagem imagética predomina. Na década de 1960 foi cunhada a expressão
sociedade do espetáculo livro quase profético de Guy Debord que antecipa a era da
aparência em detrimento da essência (DEBORD, 1997). A imagem enquanto
documento está presente na história da humanidade desde o período paleolítico,
onde as imagens faziam parte de um processo de magia. Ao pintar um animal numa
rocha, o homem paleolítico acreditava produzir um animal real. A representação
pictórica nada mais era do que a antecipação do efeito desejado (HAUSER, 1982).
As imagens se estruturam em dois domínios que interagem entre si. No
primeiro como representações visuais e objetos materiais —desenhos, pinturas,
gravuras,

fotografias,

cinema,

televisão,

vídeo,

infografia,

holografia,

que

representam o nosso ambiente audiovisual. O segundo domínio tem caráter imaterial
— visões, fantasias, imaginações são representações mentais (SANTAELLA e
NÖTH,1997)
De acordo com Aumont, são três as funções da imagem: o

modo

simbólico, no campo religioso consideradas como meio para se atingir o sagrado; o
modo epistêmico, como informação tal qual os manuscritos iluminados da Idade
Média; o modo estético, hipoteticamente nas pinturas rupestres e atualmente na
publicidade que por vezes pode ser considerada como arte (AUMONT, 1993).
Educar para a decodificação das mensagens audiovisuais, no entanto,
significa a não aceitação passiva daquilo que é visto, mostrado, ou seja, decodificar
os meios e processos de criação das imagens audiovisuais e desenvolver novos
hábitos capazes de conduzir o cidadão a um espírito crítico na maneira de olhar o
mundo que o cerca.

2.1 A decupagem
Decupar é dividir o filme ou o vídeo em planos. Sob o aspecto físico, o
plano é um segmento de imagem contínua compreendido entre dois cortes, ou seja,
é a imagem registrada durante o intervalo de tempo no qual a câmera está ligada,

�4

gravando uma cena; em relação ao enquadramento, o plano é classificado de
acordo com o tamanho da figura humana dentro do quadro. Decupar, então, é reunir
uma série de fragmentos de imagem contínua, filmados ou gravados sob diversos
ângulos e com pontos de vista diferentes.
Um conjunto de planos chama-se cena, e um conjunto de cenas chama-se
seqüência. Para melhor entender o que significa plano, cena e seqüência, convém
fazer um paralelo com a literatura. Comparando-se um filme (ou vídeo) com um livro,
pode-se dizer que as seqüências seriam os capítulos, as cenas seriam os parágrafos
relacionados com a mesma ação e/ou com o mesmo cenário e os planos seriam as
frases (SANTOS,1993).

2.2 Oficina Permanente
O termo oficina nos remete a idéia de espaços coletivos de atividades
práticas e produção de conhecimento. Nessa modalidade de formação contínua a
identificação prévia e objetiva da necessidade de formação é imprescindível. No
contexto desse trabalho o termo oficina se articula com o conceito de educação
permanente ou continuada, difundido como estratégia pedagógica indispensável
frente a um mundo globalizado e em constante transformação. Segundo CHAUÍ,
precisamos estar atentos ao conceito de educação permanente presente na nova
forma do capital que produz a obsolescência da mão-de-obra contribuindo para o
chamado desemprego estrutural. Dessa forma passa-se a confundir educação e
“reciclagem”, exigida pelas condições do mercado de trabalho: aquisições e técnicas
por meio de processos de adestramento e treinamento. A educação é inseparável da
formação e é por esse motivo que ela só pode ser permanente (CHAUÍ, 2003).

3 OBJETIVOS
Atualmente algumas bibliotecas que constituem o Sistema de Informação
e Bibliotecas SIBI/UFRJ possuem um pequeno acervo de imagens em movimento
(vídeos), como a Biblioteca de Recursos Instrucionais do NUTES, o Instituto de
Pesquisa e Planejamento Urbano Regional e a Escola de Belas Artes dentre outras.

�5

O objetivo desse trabalho, portanto,
Informação

é estruturar, com o apoio do Sistema de

e Bibliotecas -SIBI/UFRJ, uma oficina permanente voltada para a

capacitação dos profissionais de bibliotecas e auxiliares de biblioteconomia.
Também faz parte de nosso objetivo oferecer mais um espaço de estágio para os
alunos de graduação do curso de biblioteconomia da UFRJ, integrando-os a todas
as etapas do processo de produção de imagens do Laboratório de Vídeo Educativo,
através de bolsas de extensão, assim como a participação desses futuros
profissionais nas atividades de tratamento técnico de imagem em movimento tendo o
acervo do Banco de Imagens e da Biblioteca de Recursos Instrucionais do NUTES
como campo de atuação.

4 METODOLOGIA
Para atingir nossos objetivos utilizaremos como metodologia atividades em
grupo para o conhecimento do conteúdo de nosso acervo. Faremos levantamento
bibliográfico visando uma melhor compreensão e análise desse universo imagético
com ênfase nos temas comunicação, imagem, documento, educação e saúde.
Analisaremos os conteúdos de programas produzidos pelo NUTES e pelas
TVs abertas e por assinatura visando conhecer e refletir sobre suas estruturas e
formatos (linha de shows, telejornal, documentário, educativo, institucional,
teledramaturgia, etc)
Paralelamente a essas atividades desenvolveremos praticas de produção
de sinopses, classificação e indexação de imagens obedecendo às seguintes
etapas:
a) Descrição
Coleta dos elementos de identificação do documento audiovisual :
- número de registro da fita de vídeo
- título do vídeo
- projeto a que está vinculado o vídeo
- número da cena no vídeo
- localização da cena no vídeo (tempo inicial e final)

�6

- ambiente da cena (interior e exterior)
- natureza da cena :
Conceituais:

Cenas

que

apresentam

relação

direta

com

depoimentos

e/ou

determinado tema ou conceito.
Documentárias:

Cenas

que

apresentam

entrevistas.
Genéricas: Cenas que não apresentam relação direta com um
determinado tema ou conceito na área de saúde.
- descrição dos elementos da cena.
- identificação de personagens e objetos
- descrição da cena
- descrição das informações contidas em cada cena, em planilhas de
acordo com os critérios estabelecidos .
- identificação através do uso de descritores .
- digitação das informações em um programa computacional (software)
- testes das planilhas e dos instrumentos normativos
- ajustes na Linguagem Documentária adotada
- realização de seminários envolvendo profissionais das áreas de Cinema,
Documentação, Comunicação e Informática com o objetivo de
apresentar resultados, ouvir sugestões e fazer ajustes.
b) Representação
Nesta fase, correspondente à indexação propriamente dita, ocorre a análise
dos elementos de descrição e sua tradução para um código semântico
estruturado.
Os problemas que ocorrem na indexação de documentos audiovisuais
através de palavras é que eles fazem parte de uma realidade bidimensional
modelada por um instrumento unidimensional.
O uso de palavras configura como uma aproximação, da mesma forma que
fotos bidimensionais são descrições aproximadas e inexatas da realidade
tridimensional.

�7

4.1 Mostra de acervo de imagens brutas
No processo de tratamento técnico de imagens em movimento, assim
como na edição, aqui entendida como atividade intelectual com viés ideológico, a
etapa mais importante é a da decupagem.
A seguir apresentamos um modelo de planilha de decupagem a partir de
imagens brutas do vídeo AIDS: o desfio é nosso produzido pelo NUTES em 1991. O
vídeo editado foi dividido em sete blocos temáticos: revelação, discriminação, risco,
afeto, serviço de saúde, morte e pequenas vitórias.
Na decupagem das fitas brutas do referido vídeo a diversidade de visões
sobre o tema AIDS e seus diferentes aspectos na área da Saúde estão presentes.
As cenas do cotidiano de um hospital filmado/gravado em diversos planos, o drama
dos soropositivos, médicos, enfermeiros e familiares. Essa narrativa fica clara pelo
domínio da decupagem e da compreensão da imagem como linguagem (Planilha).
Planilha - Decupagens - AIDS

Fita/Volta/
Tempo

Imagem

Fita
001
022/364

370/421

Depoimento de militante do Grupo Gay da Bahia, sobre AIDS e
comunidade homossexual: a dolorosa opção e suas implicações em
termos de violência, discriminação e desrespeito aos Direitos Humanos
e cidadania dos homossexuais.
Mulher em leito de hospital relatando suas expectativas para o parto.
Obs: esta cena deve ser deletada.

Fita
002
020/200

201/407

Entrevista com o Dr. Luiz Antonio Alves de Lima, do Hospital
Universitário Clementino Fraga Filho/UFRJ, sobre AIDS: o medo dos
profissionais de saúde; a mudança de hábitos no combate á
contaminação .
Entrevista com o Dr. Carlos Alberto M. Peixoto, do Hospital Universitário
Clementino Fraga Filho/UFRJ, sobre AIDS : a relação médico-paciente;
a fantasia da contaminação ao lidar com os pacientes com AIDS.

�8

Fita
003
024/068
070/155
157/173
176/186
187/194
197/370

Ambulância parada
no pátio do Hospital Geral de Bonsucesso;
ambulância entrando no hospital.
Máquina de hemodiálise sendo manipulada por enfermeira; paciente
ligada à máquina; detalhes da máquina de hemodiálise.
Mãos de profissional com luva cirúrgica esterilizando tesouras em uma
bandeja de metal.
Tubos de hemodiálise em lata de lixo (Zoom in e zoom out).
Três enfermeiras: colocando material na estufa; organizando material em
estante; e, fazendo anotações.
Entrevista com ..., (ver nome especialidade e instituição), sobre AIDS: os
cuidados na realização da endoscopia para evitar o contágio do HIV.

Fita
004
011/396

Entrevista com o DR. Paulo Feijó Barroso, do Hospital Universitário
Clementino Fraga Filho/UFRJ, sobre AIDS: experiência no tratamento de
pacientes com AIDS; relação médico paciente.

5 CONCLUSÃO
A partir do conceito de Educação Continuada ou Permanente tratado de
forma crítica, ou seja, no contexto da Universidade Pública enquanto instituição
social, diferente das aquisições e técnicas por intermédio de adestramento, é nosso
principal intento unificar uma metodologia para indexação de imagens e capacitar
para a pedagogia do olhar, ou seja, dar acesso aos profissionais das áreas de
biblioteconomia, arquivologia e documentação que atuam nas bibliotecas com
acervo de imagens (fixas ou em movimento), que compõem o Sistema de
Informação e Bibliotecas da UFRJ-SIBI, ao conhecimento dos processos e meios de
produção de imagens dos primórdios do paleolítico, passando pelas artes plásticas,
fotografia, cinema, TV e Vídeo, através de oficinas de indexação de imagens, grupo
de estudo multidisciplinar sobre Imagem e sociedade, e exercícios práticos a partir
do Banco de Imagens em Ciências da Saúde do NUTES/UFRJ

�9

REFERÊNCIAS
AUMONT, Jacques. A significação na imagem. In: A imagem. São Paulo: Papirus
Editora, 1993.
BARRETO, Aldo. Os agregados da informação – Memórias e estoques de
informação. Revista Ciência da Informação,v.1, n.3, p. 5-11, 2000.
CHAUÍ, Marilena. A universidade pública sob nova perspectiva. Revista Brasileira
de Educação, n.24, p.5-15, 2003.
DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
HAUSER, Arnold. História social da literatura e da arte. Madrid: Mestre Jou, 1982.
SANTAELLA, Lucia; NÖTH, Winfried. Imagem: cognição, semiótica, mídia. São
Paulo: Iluminuras, 1994.
SANTOS, Rudi. Manual de vídeo. Rio de Janeiro: UFRJ, 1993.

__________________
1

2
3

Carlos Alberto Alves Nogueira, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Técnico em Assuntos
Educacionais/ Laboratório de Vídeo Educativo do Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde
(NUTES), Mestre em Memória Social e Documento carlos.nogueira@yahoo.com.br.
Maria Alice Peixoto Ferreira, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Bibliotecária da Biblioteca
Central do Centro de Ciências da Saúde (CCS), alice@acd.ufrj.br.
Maria Teresa da Fonseca, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Bibliotecária da Biblioteca
Central do Centro de Ciências da Saúde (CCS), m_teresa@uol.com.br.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="30">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="46949">
                <text>SNBU - Edição: 15 - Ano: 2008 (CRUESP - São Paulo/SP)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="46950">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="46951">
                <text>Tema: Empreendedorismo e inovação: desafios da biblioteca universitária</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="46952">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="46953">
                <text>CRUESP</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="46954">
                <text>2008</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="46955">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="46956">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="46957">
                <text>São Paulo (São Paulo)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="48181">
              <text>Pedagogia do olhar: oficina permanente para tratamento técnico de imagem em movimento.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="48182">
              <text>Nogueira, C. A. A.; Ferreira, M. A. P.; Fonseca, M. T.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="48183">
              <text>São Paulo (São Paulo)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="48184">
              <text>CRUESP</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="48185">
              <text>2008</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="48187">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="48188">
              <text>A presença da imagem enquanto documento na história da humanidade remonta às pinturas rupestres, os pictogramas das cavernas. As pesquisas físico-químicas que conduziram ao surgimento da fotografia, o advento do cinema, televisão e vídeo confirmam a “espetacularização” da sociedade preconizada por Guy Debord na década de 1960. Um grande e diversificado acervo de imagens vem se constituindo desde então, e a Universidade Pública não foge a essa realidade. O objetivo desse trabalho, no entanto, é a criação de uma Oficina Permanente de Imagens em Movimento voltada para a qualificação de profissionais de biblioteconomia e seus auxiliares que atuam junto ao Sistema de Informação e Bibliotecas-SIBI/UFRJ tendo como campo de atuação o Acervo de Imagens do Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde-NUTES.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="67813">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="19">
      <name>snbu2008</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
