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FORMAÇÃO DE USUÁRIOS EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
MENDES, S. O.1
PEREIRA, M. R. S.2

RESUMO
Formação de usuários na Biblioteca de Enfermagem. A “Biblioteca na Sala de Aula”
é um projeto desenvolvido pela Biblioteca de Enfermagem da Universidade Federal
do Maranhão com o objetivo de formar usuários aptos à utilização dos serviços e
produtos e o uso consciente dos recursos da Biblioteca de Enfermagem. A pesquisa
foi do tipo descritiva com abordagem quantitativa cujo tamanho amostral foi de 78
alunos no período de dezembro de 2006 a outubro de 2007. A maioria dos
pesquisados veio de escolas privadas (75,6%) que possuíam bibliotecas (94,87%).
Os alunos geralmente utilizavam livros próprios para realização das atividades no
ensino médio; na graduação, 67,53% dos estudantes não utiliza o Sistema de
Automação de Bibliotecas (SAB/UFMA), direcionando-se diretamente às estantes e
sua finalidade na busca informacional na Biblioteca é para complemento dos
conteúdos ministrados em sala de aula e/ou elaboração de trabalhos acadêmicos.
Concluiu-se que a Biblioteca necessita estreitar sua relação com os usuários para
seu melhor funcionamento.
Palavras-chave: Formação de usuários. Biblioteca de Enfermagem.

ABSTRACT
Formation of users in the Library of Nursing. The project “Library in Classroom” was
development by Library of Nursing at Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
with goal forming users of the services, products and It raise about the resources
awareness of the Library of Nursing. This study was descriptive quantitive. The
sample was 78 nursing' students, between 2006 December to October 2007. 75,6%
they studied at private high school, 94,87% of the High Schools had libraries. The
students used your own book for they did activities in High School. 67,53% nursing
students didn’t search in the Library Automation System (SAB/UFMA), they search
the books directly in the shelves. The purpose of the search informational in the
Library is for they do academic work. It was concluded that the library need to have
relation more private with your users to better her functioning.
Keywords: Training of users. Library of Nursing.

�2

1 INTRODUÇÃO
A Biblioteca Setorial de Enfermagem faz parte do Núcleo Integrado de
Bibliotecas (NIB) e visa atender primordialmente aos alunos do Curso de Graduação
em Enfermagem. Esta Unidade conta com um quadro de recursos humanos de um
bibliotecário, em tempo integral (40h) e um bolsista (em meio expediente), que
juntos, são responsáveis pelo gerenciamento da unidade e pelo serviço de
atendimento.
Em diagnóstico, realizado por observação, foi possível constatar que
esses alunos não sabem localizar o material procurado nas estantes, uma vez que
após cada consulta de acervo na estante o material está visivelmente fora do lugar;
outra característica identificada foi o estado físico dos livros quando voltam do
período de empréstimo.
Após essas observações, e diante da completa ausência de um programa
formal de educação de usuários instituído no âmbito do NIB do qual faz parte, essa
biblioteca iniciou o projeto “Biblioteca na Sala de Aula”.
Juntamente com o projeto de formação, foi desenvolvido um questionário
respondido antes da exposição oral do projeto para que não houvesse influência nas
respostas. Este foi aplicado para identificar de forma mais consciente como os
usuários daquela biblioteca utilizavam-na quando buscavam alguma informação; seu
conhecimento anterior sobre como usá-la e se na escola em que cursaram o ensino
nédio dispunha deste tipo de unidade de informação. A partir desses dados, foi
possível conhecer os hábitos anteriores e atuais do usuário no uso de bibliotecas e
assim, definir políticas mais voltadas para torná-lo consciente e hábil no uso de
qualquer sistema de informação.

�3

2 A EDUCAÇÃO DE USUÁRIOS
Um programa de orientação de usuários torna-se fundamental quando se
percebe a não habilidade no uso dos recursos informacionais por parte dos usuários
mais constantes das bibliotecas. Essa verificação se dá através de sintomas como: a
constante desorganização do acervo nas prateleiras; livros danificados por máutilização; não localização da informação necessária; alto índice de furtos ou quando
da implantação de novos produtos ou serviços no momento em que são
apresentados à comunidade.
Diversas são as terminologias utilizadas para descrever a ação de se
trabalhar com o usuário da informação no ambiente da biblioteca: educação de
usuários, orientação de usuários, treinamento de usuários; cada uma dessas
terminologias tem uma concepção própria.
Córdoba Gonzalez (1998), em suas reflexões sobre formação de usuário,
apresenta três conceitos: o primeiro deles destaca o objetivo utilitário, e se prende
ao ensino de determinada ferramenta; implica em um treinamento mais direcionado
para o manuseio de uma ferramenta específica, como o de um índice ou de uma
base de dados online, por exemplo. Esse tipo de treinamento implica na otimização
do tempo do usuário e do bibliotecário, uma vez que torna (o usuário) autônomo no
uso de tal ferramenta.
No segundo conceito apresentado, Córdoba Gonzalez (1998), apresenta
uma associação entre a formação do usuário e a divulgação de serviços: a
elaboração de manuais de uso, regulamentos, boletins, folders etc. são exemplos de
recursos utilizados para divulgação de serviços para os usuários.
Embora pareça limitado tratar de forma restrita apenas da utilização das
fontes e recursos documentais, tem-se em vista o objetivo maior traçado pela
biblioteca, de subsidiar seus usuários na utilização dos recursos disponíveis,
otimizando o tempo do estudante e o do bibliotecário, na perspectiva de torná-los
aptos a utilizar de forma autônoma qualquer unidade de informação.

�4

O terceiro conceito apresentado por Córdoba Gonzalez (1998) baseia-se
na conscientização do usuário sobre o valor da informação para a realização de
atividades especializadas e sua pró-atividade na busca e recuperação dessas
informações.
Dias e Pires (2004) corroboram com Córdoba Gonzalez (1998), pois
remetem à diferenciação que permeiam os diversos conceitos relacionados ao
assunto. Assim, a educação de usuários é tratada por Dias e Pires (2004, p. 38)
como o “[...] processo pelo qual o usuário interioriza comportamentos adequados em
relação ao uso da biblioteca e desenvolve habilidades de interação permanente com
sistemas de informação.” Esse processo de educação pode ser visto como algo
mais permanente, amplo e duradouro, e que se estende a qualquer tipo de sistema
de informação. É a completa autonomia do usuário em relação a qualquer tipo de
unidade de informação.
Outras formas de transmissão de informação utilizada em bibliotecas são
os treinamentos de usuários, definidos por Dias e Pires (2004, p. 38) como
[...] parte do processo de educação, em base repetitiva, compreende
ações e/ou estratégias para desenvolver determinadas habilidades
ou habilidades específicas do usuário por desconhecer situações
específicas de uso da biblioteca e seus recursos informacionais, que
envolvem o conjunto de meios necessários para tal.

No entanto, esses conceitos apresentados não atendem à demanda
inicial da Biblioteca Setorial de Enfermagem, uma vez que os usuários reais ali
inscritos necessitam de conhecimentos básicos de uso de uma biblioteca, tal como
manusear o material bibliográfico, conhecer a organização da biblioteca, em seu
layout, os conteúdos ali armazenados, e outras informações básicas de como
funciona e como utilizá-la. Assim, o conceito utilizado para o projeto foi o de
formação de usuário, que na perspectiva de Dias e Pires (2004, p. 38) “[...] significa
esclarecer o usuário sobre a organização da biblioteca, layout e serviços oferecidos,
espaços ambientais, uso em geral, como horário de funcionamento, regulamentos,
utilizando guias da biblioteca, visitas orientadas, palestras, folhetos, sinalização.”
As habilidades desenvolvidas através desses treinamentos buscam
subsidiar os usuários com ferramentas adequadas para seu desenvolvimento no

�5

mundo das informações e das bibliotecas. O que pode soar diferente, que em pleno
século XXI ainda haja a preocupação em desenvolver habilidades simples de como
localizar livros em estantes, ou o correto manuseio dos livros.

3 METODOLOGIA
O programa foi desenvolvido no período de dezembro de 2006 a outubro
de 2007, com alunos do curso de graduação em Enfermagem da Universidade
Federal do Maranhão, inscritos entre o primeiro e quarto períodos. A limitação de
períodos deu-se porque os alunos a partir do quinto período têm suas aulas
ministradas no Hospital Universitário e/ou em outras unidades acadêmicas, o que
dificultaria a realização das atividades propostas.
O estudo foi do tipo descritivo com abordagem quantitativa.
O projeto foi exposto na reunião de Departamento da Enfermagem e os
docentes que estavam presentes concordaram em disponibilizar 30 minutos do
tempo de aula para a explanação in loco, mediante agendamento prévio.
A população do estudo compreendeu todos os matriculados (262) no
primeiro semestre de 2007. A amostra foi não probabilística por conveniência, isto é,
todos os alunos que se encontravam presentes na hora da exposição oral do projeto
o que abrangeu 30% (78) da população.
Os dados foram coletados por meio de um questionário de perguntas
fechadas aplicado antes da exposição oral do Projeto a fim de não influenciar nas
respostas. A análise dos questionários foi realizada por cálculos estatísticos dos
dados absolutos e freqüência relativa sendo expostos por gráficos, quadros e
tabelas.

�6

4 ANÁLISE DOS DADOS
Esta análise está subdividida em dois tópicos. O primeiro referente aos
dados gerais, isto é, aqueles que independentemente do período que o aluno estuda
sua concepção sobre as questões aplicadas não modifica. E o segundo,
compreende os tópicos específicos, ou seja, aqueles que a opinião dos participantes
pode mudar conforme sua vivência acadêmica, assim esse tópico foi dividido pelos
períodos o que evidenciará a evolução da vida acadêmica.

4.1 Dados gerais da pesquisa
Inicialmente, houve o interesse de se identificar onde foram desenvolvidos
os primeiros contatos dos pesquisados, conhecendo o tipo de escola onde
estudaram o Ensino Médio e se nessas escolas havia biblioteca.

75,60%

100%

94,87%

80%
60%
40%

19,20%

2,60% 2,60%

20%
0%
Pública
Cooperativa

Privada
Pública/privada

Gráfico 1 – Alunos segundo o tipo de escola

100%
80%
60%
40%
20%
0%

5,13%

Sim

Não

Gráfico 2 - Existência de biblioteca na
escola onde estudou o Ensino
Médio

A maioria dos alunos (75,60%) estudou em escolas privadas e dos 78
pesquisados, 94,87% são egressos de escolas com bibliotecas, o que nos permite
deduzir que já possuíam alguma experiência na utilização deste local de estudo.
Ressalta-se que a realidade maranhense em relação a bibliotecas escolares ainda é
muito incipiente, tanto em escolas públicas quanto privadas.
No âmbito público, poucas escolas de ensino médio mantêm bibliotecas,
e quando o fazem não têm bibliotecários em tempo integral este último aspecto,

�7

também, é realidade encontrada na iniciativa privada1. Assim, fica para a
universidade a responsabilidade de ensinar os primeiros passos no uso de uma
biblioteca, e tornar seus alunos auto-suficientes no seu uso, bem como de seus
recursos informacionais.
Diante da escassez de profissionais qualificados nas bibliotecas torna-se
necessário compreender como esses alunos eram subsidiados no desenvolvimento
de suas atividades escolares. Encontrou-se o seguinte quadro:
Materiais

Quantidade*

Biblioteca
Livros próprios
Livros emprestados pelos professores
Outros. Qual?**

24/78
59/78
4/78
20/78

(*) Na coluna “Quantidade” consta o número de respondentes e o número total da
amostragem, pois esta variável foi investigada com múltiplas respostas.
(**) Das respostas do tópico “Outros” todos responderam “Internet”.

Quadro 1 – Origem dos materiais informacionais utilizados na realização das
atividades de ensino médio

Em primeiro lugar (59) encontra-se a utilização de livros próprios o que
reforça a tese do não incentivo à utilização dos serviços e produtos da Biblioteca.
Mesmo esta ficando em segundo lugar (24) a diferença existente entre esta e a
utilização da Internet (20) é mínima.

4.2 Dados específicos da pesquisa
Diante das informações gerais sobre o contato pregresso desses alunos
com uma biblioteca e seus recursos informacionais, passa-se então, a um momento
mais presente na graduação desses estudantes.
Uma das questões levantadas foi sobre a importância da biblioteca em
sua vida acadêmica, e o que mais chama a atenção é que a resposta foi unânime de
que a biblioteca é fundamentalmente importante.

1

Levantamento realizado pelo Conselho Regional de Biblioteconomia-13ª Região, em 2006, na
atividade de Fiscalização.

�8

Isso é realmente comprovado pela freqüência desses alunos nas
unidades do NIB. No entanto, ressalta-se que o quadro de desordenamento do
acervo, causado pelo mau uso, comprova a pouca experiência desses usuários na
utilização dos serviços e produtos das bibliotecas.
Assim,

buscou-se

conhecer

como

esses

usuários

localizam

as

informações necessárias para identificação do material bibliográfico na biblioteca.
Observou-se que a maioria dos pesquisados não utiliza o Sistema de Automação de
Bibliotecas (SAB), que gerencia o acervo, para localizar o material de interesse nas
estantes, ou saber se o mesmo encontra-se disponível para empréstimo.
Surpreendente é que os alunos do primeiro período utilizam mais o SAB
do que aqueles de períodos mais avançados, conforme mostra a Tabela 1. Cabe
então, uma avaliação posterior de como esse sistema está estruturado e os motivos
que levam aos estudantes perderem o hábito de usar o SAB na localização do
material bibliográfico necessário para o desenvolvimento de suas atividades
acadêmicas.
Tabela 1 – Busca do material informacional na Biblioteca pelo SAB
Respostas 1° período
2° período
3° período*
4° período
N
20
12
32

Sim
Não
Total

%
62,5
37,5
100,0

N
1
13
14

%
7,14
92,86
100,0

N
3
11
14

%
21,43
78,57
100,0

N
1
16
17

%
5,88
94,12
100,0

Total

N
25
52
77

%
32,47
67,53
100,0

(*) Neste período houve um aluno que não respondeu esta questão

Para uma melhor compreensão dos dados obtidos quando questionados
“Quando você quer procurar um assunto ou livro na Biblioteca qual o percurso você
realiza? Enumere em ordem crescente (1, 2 e 3)” as respostas serão expostas
pelos números. Explica-se que as opções para as respostas eram: (

) Procura no

Sistema de Automação da Biblioteca (SAB); ( ) Vai direto à estante; ( ) Pergunta
para a bibliotecária.
Nessa análise, os dados apresentados não apresentaram diferenciação
entre os períodos. Apesar de ter essa possibilidade a mesma não foi concretizada,
dessa forma, os dados foram demonstrados com a população total (78) dos
pesquisados.

�9

(3) (1) (2)

100%
80%
60%
40%
20%

(1) (3) (2)

60,26%
14,10%
8,98% 6,40%

(2) (1) (3)
(3) (2) (1)
5,12% 3,86%

0%

1,28%

(1) (2) (3)
(2) (3) (1)
(-) (1) (-)

Gráfico 4 - Percurso realizado quando o usuário de Enfermagem deseja
recuperar informações no acervo

A moda2 deste tópico é a seqüência 3, 1 e 2 o que corresponde em
primeiro lugar o usuário ir direto a estante, para depois pedir ajuda a bibliotecária e
por último buscar no SAB. Aqui, identifica-se a resposta de um dos primeiros
questionamentos observados sobre o mau estado de conservação do acervo, é a de
que o usuário não sabe onde se encontra ou se a biblioteca possui o material
desejado.
O hábito de ir diretamente à estante localizar o material desejado, sem
antes ter a certeza de que o material exista naquela biblioteca e que esteja
disponível para consulta/empréstimo, leva à busca aleatória pelo assunto e assim, à
perda de tempo na localização do material de interesse.
Sobre a finalidade das informações pesquisadas na biblioteca, o item
complemento dos conteúdos de aula, foi o que recebeu o maior número de
respostas, nos três primeiros períodos; a elaboração de trabalhos acadêmicos foi
citada como o segundo motivo e por último, vem o aprimoramento de atividades de
conhecimento diversos a sua área acadêmica.

2

Clegg (1995) explica que moda é o valor que se repete o maior número de vezes, num conjunto, isto
é, o mais freqüente.

�10

Respostas

1° período

2° período

3° período

4° período

23/32

9/14

14/15

9/17

21/32

7/14

14/15

12/17

10/32

2/14

10/15

8/17

0

1/14

0

1/17

Complemento dos
conteúdos das aulas
Elaboração dos trabalhos
acadêmicos
Aprimoramento de
conhecimentos diversos da
sua área acadêmica
Outras. Explique*

(*) Leitura de conhecimentos gerais.
(**) Este Quadro (2) possui a descriminação por período. Observa-se que os números apresentados
mostram as várias vezes em que esta opção foi escolhida visto que este item era de múltiplas
respostas juntamente com o número total de pesquisados nos respectivos períodos.

Quadro 2 – Finalidade das informações pesquisadas na Biblioteca**

Um dado concreto identificado foi a busca de informações apenas para
suprir as necessidades acadêmicas. Isto mostra que os alunos ainda estão restritos
em suas áreas específicas faltando a efetivação da visão holística do conhecimento
e de sua interação com os conhecimentos específicos apreendidos nos Cursos de
forma a compreender a realidade local, regional, nacional e mundial do contexto em
que todos estamos inseridos.

5 CONCLUSÃO
Conhecer melhor o público usuário de uma biblioteca é uma das
ferramentas mais importantes para a melhoria do desempenho dos serviços.
Com a experiência dessa fase piloto do projeto “Biblioteca na Sala de
Aula”, desenvolvido no curso de graduação em Enfermagem da UFMA, busca-se
estabelecer o programa de educação de usuários nas bibliotecas do NIB e
estabelecer uma parceria mais íntima entre a unidade de informação e usuários, em
seus interesses informacionais.
Com essa proximidade, muito salutar no ambiente acadêmico, se busca
estabelecer parcerias, da importância de preservação/conservação do patrimônio
público da biblioteca, com o manuseio mais adequado dos recursos disponíveis; e
ainda, uma relação de benefício entre as expectativas dos usuários e da unidade de

�11

informação. Pois como foi detectado, estes acreditam no valor da Biblioteca só que a
mesma, ainda, não está presente de forma ampla em seu cotidiano. Dessa forma, a
interação entre ambos é de fundamental importância e emergência a fim de agregar
valor ao mundo informacional disponibilizado aos usuários.

REFERÊNCIAS
CLEGG, Francês. Estatística para todos. Lisboa: Gradiva, 1995.
CÓRDOBA GONZÁLEZ, S. La formación de usuários com métodos participativos
para estudiantes universitários. Ciência da Informação, Brasília, v. 27, n. 1, p. 6165, jan./abr. 1998.
DIAS, M. M. K.; PIRES, D. Usos e usuários da informação. São Carlos: Edufscar,
2004.
OLIVEIRA, S. F. J. de. A contribuição dos esforços de educação de usuário para a
formação dos usuários de informação tecnológica. In: CONGRESSO BRASILEIRO
DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 19., 2000, Porto Alegre. Anais...
Brasília: IBICT, 2006.

__________________
1
2

Suênia Oliveira Mendes, Universidade Federal do Maranhão, bibliosuenia@yahoo.com.br
Maria Rosivalda da Silva Pereira, Universidade Federal do Maranhão, rosivaldapereira@uol.com.br

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      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>Formação de usuários em bibliotecas universitárias.</text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <text>Mender, S. O.; Pereira, M. R. S.</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>São Paulo (São Paulo)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>CRUESP</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2008</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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          <name>Description</name>
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              <text>Formação de usuários na Biblioteca de Enfermagem. A “Biblioteca na Sala de Aula” é um projeto desenvolvido pela Biblioteca de Enfermagem da Universidade Federal do Maranhão com o objetivo de formar usuários aptos à utilização dos serviços e produtos e o uso consciente dos recursos da Biblioteca de Enfermagem. A pesquisa foi do tipo descritiva com abordagem quantitativa cujo tamanho amostral foi de 78 alunos no período de dezembro de 2006 a outubro de 2007. A maioria dos pesquisados veio de escolas privadas (75,6%) que possuíam bibliotecas (94,87%). Os alunos geralmente utilizavam livros próprios para realização das atividades no ensino médio; na graduação, 67,53% dos estudantes não utiliza o Sistema de Automação de Bibliotecas (SAB/UFMA), direcionando-se diretamente às estantes e sua finalidade na busca informacional na Biblioteca é para complemento dos conteúdos ministrados em sala de aula e/ou elaboração de trabalhos acadêmicos. Concluiu-se que a Biblioteca necessita estreitar sua relação com os usuários para seu melhor funcionamento.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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              <text>pt</text>
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      <name>snbu2008</name>
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