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DECODIFICANDO O CONHECIMENTO TÁCITO EM BIBLIOTECA
UTILIZANDO A TÉCNICA DO PROTOCOLO VERBAL
SILVA, M. R.1
FARIA, S. F.2
NOMURA, C. K.3

RESUMO
A sociedade do conhecimento concebe o trabalho intelectual como o principal ativo
das organizações como fonte essencial de estratégia e vantagem competitiva. Essa
questão coloca em cheque a mensuração e registro desse capital que vem a ser o
conhecimento que as pessoas criam e desenvolvem nas organizações ao longo do
tempo. Nesse sentido, temos como objetivo refletir sobre as novas tendências da
gestão do conhecimento nas organizações com especial enfoque ao registro do
conhecimento tácito, tomando como estudo de caso a prática bibliotecária, utilizando
esse conhecimento para o registro em instrumentos que possam ser utilizados para
agregar valor aos processos e para transferência de conhecimento à outros
membros da equipe da biblioteca acadêmica da Faculdade de Engenharia de
Alimentos da Universidade Estadual de Campinas. Para tanto, utilizamos o Protocolo
Verbal individual como metodologia para decodificar o conhecimento tácito de uma
experiente bibliotecária, o que possibilitou desvendar seus fazeres e saberes ao
longo dos anos em sua atividade profissional.
A técnica permitiu que o sujeito revelasse o seu conhecimento tácito através das
verbalizações dos processamentos mentais durante a realização de uma dada
tarefa, podendo ser de utilidade para construção do mapa do conhecimento.
Palavras-chave: Bibliotecário. Protocolo Verbal. Gestão do Conhecimento

ABSTRACT
The society of knowledge conceives intellectual work as the main catalyst of
organizations as essential source of strategy and competitive profit. This issue puts in
check the mensuration and registry of this capital that is the knowledge people create
and develop in those organizations as time goes by. In this sense, our goal is to
reflect on new tendencies of knowledge management with special emphasis on the
record of implicit knowledge, having library practice as the study case, use this
knowledge to register in tools that can be used to add value to the processes and to

�2

the exchange of knowledge among other members of the academic library at the
Faculty of Food Engineering of the Universidade Estadual de Campinas. Therefore,
we use the individual Verbal Protocol as method to decode implicit knowledge of an
experienced librarian, which made possible to discover his tasks and know-how
along his professional experience. The technique as it allows the individuals disclose
the implicit knowledge through verbalizations of mental process during the execution
of a given task, witch may be of use to build the knowledge map in the future.
Keywords: Librarian. Verbal Protocol. knowledge management.

1 INTRODUÇÃO
1.1 A Gestão do conhecimento nas organizações
Segundo a instituição internacional Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE), em 1999, mais de 55% da riqueza gerada no
mundo veio do conhecimento. Pela primeira vez na história da humanidade, os
fatores de produção tradicionais - terra, capital, trabalho e matéria prima -, deixaram
de ser os principais criadores de riqueza. Vivemos uma transição da Sociedade
Industrial para a Sociedade do Conhecimento (BALCEIRO ; ÁVILA, 2003).
A nova economia do trabalho à qual se referem como a sociedade do
conhecimento e que se distingue do passado pelo papel-chave que o conhecimento
desempenha nela, elegeu o trabalhador do conhecimento como o maior ativo das
organizações, segundo Sveiby (2000) considerando-o como fonte essencial de
estratégia e vantagem competitiva.
Valorizar seu capital no que diz respeito às pessoas, seu intelecto, seus
conhecimentos e experiências a empresa competitiva, não só no que diz respeito à
sua missão primeira, mas também no campo organizacional - criando ambientes de
transformação do conhecimento que irão propiciar contextos para a geração de
conhecimentos novos e inovadores.
Segundo Nonaka e Takeuchi (1997), o aprendizado consiste em dois tipos
de atividades. O primeiro tipo é a obtenção de know how para soluçao de problemas
específicos com base nas premissas existentes. O segundo tipo de aprendizado é o
estabelecimento de novas premissas (ou seja paradigmas, esquemas, modelos
mentais ou perspectivas) com o objetivo de anular as existentes. Para os autores, a

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criação do conhecimento envolve uma interação entre os dois tipos de aprendizado,
que formam uma especie de espiral dinâmica.
Uma organização não pode criar conhecimento sem os indivíduos, e
portanto o conhecimento só é criado por indivíduos, que apoiados pela mesma cria e
amplia o conhecimento organizacional num processo de interação com a
comunidade que atravessa níveis e fronteiras interorganizacionais – dimensão
ontológica. E no plano epistemológico, o conhecimento pode ser tácito e explícito.
Por exemplo, o conhecimento da experiência tende a ser tácito, físico e subjetivo,
enquanto que o conhecimento da racionalidade tende a ser explícito, metafísico e
objetivo. Um é criado “aqui e agora” que pode ser compartilhado em um processo de
comunicação. Por outro lado, o conhecimento explícito lida com acontecimentos
passados ou objetos “lá e então” e é orientado para uma teoria independente do
contexto. Contudo, eles não são entidades totalmente separadas, e sim
complementares, e interagem um com o outro.
As empresas estão preocupadas em identificar indicadores adequados
para mensurar seus ativos intangíveis, como o capital humano (talentos e
habilidades de seus funcionários) e o capital estrutural interno (sistemas
administrativos internos) e externo (apoio e interesse de seus clientes e a idoneidade
e rapidez de seus fornecedores). Esse tipo de capital é aquele que tem seu alicerce
no conhecimento tácito, na gestão de talentos e nas competências essenciais e
complementares.
O conhecimento, material intelectual bruto, transforma-se em capital
intelectual a partir do momento em que passa a agregar valor aos produtos/serviços
da organização, ou seja, a partir do processo de socialização do conhecimento. E
esse capital é, em alguns casos, mais valioso do que o próprio capital econômico.

1.2 Como as empresas estão mensurando o intelecto profissional?
Karl E. Sveiby (2000), perito em gestão do conhecimento e autor de “a
nova riqueza das organizações”, preconiza que o trabalhador do conhecimento é o
ativo da empresa, e sendo a aptidão das pessoas que trabalham em sua equipe ou

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as relações que mantém com clientes e fornecedores, são ativos intangíveis, e de
difíceis medições.
Contudo, o conhecimento que importa medir, segundo o autor, é
exatamente o saber tácito, compartilhado e dinâmico, que muda constantemente.
Na visão de Sveiby (2000), o objetivo primordial ao medir ativos
intangíveis é aprender, conhecer realmente a empresa e saber como ela funciona, e
é isto que determina o valor da empresa, e o conhecimento tácito só pode ser
avaliado por meio da ação, daí medir o desempenho com a menor intermediação
possível. Por exemplo, quando a empresa se relaciona com os clientes ou
funcionário desempenha uma tarefa. E partindo da premissa de que o conhecimento
é o recurso mais valioso, pode-se afirmar que, num ambiente adequado, cada
indivíduo tem uma capacidade infinita de criar, de inovar.
Nessa linha, buscamos realizar uma prática de registro do conhecimento
tácito de um bibliotecário utilizando a técnica de Protocolo Verbal Individual.

1.3 Protocolo Verbal
O Protocolo Verbal ou “Pensar Alto” (Think aloud) definida por Ericsson e
Simon (1987) como uma técnica que faz parte dos métodos de coleta de dados
introspectivos refere-se a observações de processo que fornecem informações sobre
passos de processamento individual captadas pelas verbalizações espontâneas e
seqüências e de movimentos pelo sujeito informante durante a solução de uma
tarefa. A seqüência das verbalizações, para os autores, corresponde à seqüência
dos pensamentos gerados e à seqüência de estados mentais em que cada estado
corresponde ao pensamento sob o foco da atenção.
Cavalcanti e Zanotto (1994) definem Protocolos Verbais como relatos
verbais dos processos mentais conscientes do sujeito durante a realização de uma
dada tarefa.

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As técnicas introspectivas são classificas por Radford e Burton1 (1974
apud CAVALCANTI, 1989, p. 138, grifo da autora) em três grupos:
(1) auto-observação (introspecção propriamente dita) – o analista-obsevador
relata seus próprios eventos mentais.
(2) Auto-relato ou autopercepção (retrospecção) – os sujeitos contam sua
experiência ao pesquisador/analista.
(3) Pensar alto (protocolos verbais ou análise do protocolo) – os sujeitos pensam
em voz alta enquanto realizam uma tarefa.
Cohen (1987, p. 133-134) classifica em três tipos básicos de dados
provenientes de métodos de coleta de dados introspectivos. Os três tipos de dados
mentalísticos observados por Cohen são: “Auto-relato”, “auto-observação” e “autorevelação”. O autor explica que “auto-relato” corresponde às descrições dos sujeitos
sobre o que eles acreditam que fazem quando executam uma tarefa.
No contexto das atividades bibliotecárias, o Protocolo Verbal aparece em
várias pesquisas que buscam observar estratégias de leitura durante a análise de
assunto para geração de produtos documentários (NAVES, 2000; FUJITA, NARDI;
FAGUNDES, 2003, FAGUNDES, 2001; SOUZA, 2002 apud SILVA, 2004), e mais
recentemente o de Rubi (2008). Observada a eficiência do uso do protocolo verbal
nas pesquisas, e a escassez de uma metodologia organizacional popularizada para
registro do conhecimento tácito, e preocupados em registrar o conhecimento
bibliotecário acumulado, acreditamos que o Protocolo Verbal possa ser um
instrumento a ser considerado para essa difícil tarefa.
A decoficação do conhecimento não é um fim em si mesma, ela está
vinculada ao mapeamento de competências organizacionais das empresas para
facilitar o compartilhamento de idéias e experiências, segundo afirmação de Faria et
al. (2005), alinhando-a a uma ferramenta maior que permitirá o gerenciamento das
competências, com ênfase no conhecimento tácito.

1

RADFORD, J. ; BURTON, A. Thinking: its nature and development. John Wiley, 1974.

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2 OBJETIVO
Explorar uma metodologia para o registro do conhecimento tácito de um
bibliotecário com larga experiência em biblioteca acadêmica, buscando materializar
um conceito da gestão do conhecimento nas organizações.

3 METODOLOGIA
Preocupados em registrar o conhecimento de um profissional, cuja
atuação na Biblioteca da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) completa trinta anos. O
profissional, identificado como CKN, agrega largo conhecimento do acervo
construído na referida biblioteca desde 1978. Buscando encontrar uma ferramenta
que possibilite agregar valor ao portfólio de conhecimentos da biblioteca em questão,
utilizamos o Protocolo Verbal Individual como instrumento de observação do
processo de tratamento dos conteúdos bibliográficos dos livros adquiridos. Este
processo, por sua vez, segue as regras do controle bibliográfico do Sistema de
Bibliotecas da Unicamp (SBU).
Tendo em vista o difícil acesso às ferramentas e metodologias para o
registro do conhecimento tácito utilizado pelas grandes organizações, resolvemos
explorar através da observação e registro da atividade de análise de assunto por
CKN. A técnica do Protocolo Verbal já vem sendo aplicada em vários estudos no
contexto das atividades biblioteconômicas, conforme citações em tópico anterior.
Realizamos uma conversa informal com esse profissional, explicamos o
Protocolo Verbal, e apresentamos os passos na aplicação dele e uso que já teve em
unidades de serviço de informação.
Em seguida, antes da coleta propriamente dita, passamos formalização da
coleta de dados assim constituída:
1. Familiarização da técnica do Protocolo Verbal;
2. Esclarecimento dos objetivos específicos da coleta de dados.

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3. Gravação da tarefa isolada para observação com gravador de voz MP3
4. Entrevista retrospectiva para esclarecimento de dúvidas e complemento
essenciais para melhor registros dos passos e estratégias das ações
durante a execução da tarefa
5. Transcrições das gravações: tarefa observada e entrevista retrospectiva

4 DESCRIÇÃO DA TAREFA OBSERVADA
De acordo com a verbalização do profissional CKN, os livros adquiridos
por verba orçamentária são encaminhados à Biblioteca especializada já catalogados
e classificados pela seção de processamento técnico da Biblioteca Central (BC) da
Unicamp. Após o recebimento e devidas checagens físicas da remessa, o
profissional responsável pelo processamento do controle bibliográfico da Biblioteca
da FEA efetua uma análise cuidadosa do assunto verificando e validando a notação
de assunto e, geralmente, acrescentando mais descritores do conteúdo de acordo
com sua percepção. Para a análise, CKN explica que toma como parâmetro as
demandas informacionais dos usuários tais como: alunos de graduação, alunos de
pós-graduação, professores e pesquisadores. Tendo em vista as categorias de
usuários e suas demandas específicas, realiza a leitura documentária dos livros,
checando se o livro em questão pode responder às necessidades dos mesmos e às
linhas de pesquisa de cada um dos quatro departamentos da FEA.
Cada livro analisado recebe uma anotação dos termos considerados
relevantes para serem acrescentados ao campo de assunto do registro bibliográfico.
Tais anotações são feitas em um caderno mantido pela própria catalogadora. Em
seguida, a mesma procede à pesquisa no catálogo para verificação da existência
dos termos que ela considerou importantes para definição do assunto, pois todos os
termos devem estar autorizados nos catálogos de autoridade, CKN expõe que
inexiste uma política de indexação no SBU formalizada em manuais e determinando
a quantidade de termos a serem adotados, mas um acordo verbal para acrescentar
até três termos a mais caso as bibliotecas especializadas considerem relevantes.
Se o termo em questão é encontrado é finalmente adicionado ao registro.

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Se o termo não é encontrado nos catálogos vigentes e adotados pelo
SBU, em uma segunda fase, a catalogadora efetua vários cruzamentos dos mesmos
considerados por ela relevantes na representação do conteúdo do livro em análise.
Após a realização dessa pesquisa, a mesma ainda retorna à uma segunda análise
da publicação para se certificar de que a busca por determinado termo recuperará
aquele livro, e se é possível adotá-lo da forma encontrado no Catálogo Unificado do
Sistema de Bibliotecas. CKN coloca que inúmeras vezes os termos que ela destaca
como necessários para identificação da obra não constaram na primeira
classificação e, portanto, CKN envia uma lista para a BC solicitando a implantação
dos novos termos, ressaltando a importância deles retratarem a publicação com
fidelidade e especificidade para que o usuário encontre com facilidade e junto das
publicações de mesmos assuntos.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Analisando o processo descrito pelo bibliotecário, podemos conhecer a
forma de análise efetuada, bem como os fatores considerados para a análise.
O Protocolo Verbal aplicado revelou-nos que a análise de assunto
acontece em duas vias: do ponto de vista do usuário para o livro e do ponto de vista
do catálogo para o livro, em contraposição ao processo efetuado pela catalogação
centralizada, que analisa o livro calcada na racionalização da atividade pura e
simplesmente, e não para a necessidade do usuário, que certamente irá deparar-se
com dificuldades para recuperar a publicação que procura.
O processo descrito dessa forma, é diferenciado daquele que descreve
simplesmente as atividades e as sub-atividades ligadas ao mesmo nos manuais de
procedimentos, sem atentar para o resultado ou produto final do processo. A
ferramenta é util também para apontar-nos as possibilidades de desconexões no
processo, tendo em vista a satisfação do usuário.
A partir da verbalização do sujeito informante durante a realização de uma
tarefa específica, da gravação e transcrição da gravação, das respostas dadas às
perguntas de uma entrevista retrospectiva, podemos propor a elaboração de um

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portfólio do conhecimento dos processos da biblioteca como viabilização do registro
do conhecimento profissional, para ser utilizado por aquele que vir a assumir tal
atividade na organização onde ela se concretiza.
Esse registro na forma de portfólio poderá permitir uma análise e crítica
posterior de modo a encontrar problemas, falhas, incompletude para propor
melhorias no processo de realização de tarefas, instrumentalizando a melhoria
contínua dos processos.
O uso do Protocolo Verbal permitiu nos permitiu conhecer o modo de
pensar e o conhecimento acionado pelo por CKN durante a realização da tarefa
observada, bem como conhecer todo o tramite envolvido na tarefa.
Sabendo que registrar o conhecimento tácito é a tarefa mais árdua no
processo do mapeamento de competências, acreditamos que a técnica do Protocolo
Verbal pode ser uma forma de registro desse tipo de conhecimento acumulado por
um profissional, que traz em si as nuances da atividade que dependem da visão que
ele acumulou acerca da organização, dos processos, das ferramentas bem como
dos produtos que irão atender a uma determinada clientela.

REFERÊNCIAS
BALCEIRO, R. B. ÁVILA, G. M. gestão de pessoas para o profissional do
conhecimento. In: KMBRASIL, 2003, São Paulo. Anais... São Paulo: SBGC Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento. 2003. Disponível em:
&lt;http://portal.crie.coppe.ufrj.br/portal/data/documents/storedDocuments/%7B93787C
AE-E94C-45C7-992B-9403F6F40836%7D/%7BBD865CF8-7743-4FBC-800DCAFC9EE33F5D%7D/gestao%20de%20pessoas%20para%20o%20profissional%20
do%20conhecimento.pdf &gt;. Acesso em: 29 jun. 2008.
CAVALCANTI, M. C. I-n-t-e-r-a-ç-a-o leitor-texto: aspectos de interpretação
pragmática. Campinas: UNICAMP, 1989.
CAVALCANTI, M; ZANOTTO, M.S. Introspection in Applied Linguistics: metaresearch on verbal protocols. In: BARBARA; SCOTT (Ed.). Reflections on Language
Learning. Cleverdon: Multilingual Matters, 1994. p. 148-156.
COHEN, A.D. Using verbal reports in research on language learning. In: FAERCH, C;
KASPER, G. (Ed.). Introspection in second language research. Cleverdon:
Multilingual Matters, 1987. p. 82-95.

�10

ERICSSON, K.A.; SIMON, H. A. Verbal reports on thinking. In: FAERCH, C;
KASPER, G. (Ed.). Introspection in second language research. Cleverdon:
Multilingual Matters, 1987. p. 24-53.
FARIA, S. F. et al. Competências do profissional da informação: uma refelxão a
partir da Classificação Brasileira de Ocupações. Ci. Inf., Brasília, v. 34, n. 2, p. 2633, maio/ago. 2005.
NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação de conhecimento na empresa. Rio de Janeiro:
Campus, 1997
RUBI, M. P. Política de indexação para construção de catálogos coletivos em
bibliotecas universitárias. Marília: 2008. 169f. Dissertação (Mestrado) – Faculdade
de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista, Marília, 2008.
SVEIBY, K.E. O valor do intangível. HSM Management, São Paulo, v. 4, n. 22, p. 6669, set./out. 2000.
SILVA, M.R. A localização do tema no artigo científico. 2004. Dissertação (Mestrado
em Ciência da Informação), Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade
Estadual Paulista, Marília, 2004.

__________________
1

Maria dos Remédios da Silva, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP),
remedios@fea.unicamp.br.
2
Sueli de Fátima Faria, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), sulaff@fea.unicamp.br.
3
Creusa Kasumi Nomura ,Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), kreusa@fea.unicamp.br.

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Ciência da Informação&#13;
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              <text>Silva, M. R.; Faria, S. F.; Nomura, C. K.</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>São Paulo (São Paulo)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>CRUESP</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2008</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>A sociedade do conhecimento concebe o trabalho intelectual como o principal ativo das organizações como fonte essencial de estratégia e vantagem competitiva. Essa questão coloca em cheque a mensuração e registro desse capital que vem a ser o conhecimento que as pessoas criam e desenvolvem nas organizações ao longo do tempo. Nesse sentido, temos como objetivo refletir sobre as novas tendências da gestão do conhecimento nas organizações com especial enfoque ao registro do conhecimento tácito, tomando como estudo de caso a prática bibliotecária, utilizando esse conhecimento para o registro em instrumentos que possam ser utilizados para agregar valor aos processos e para transferência de conhecimento à outros membros da equipe da biblioteca acadêmica da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas. Para tanto, utilizamos o Protocolo Verbal individual como metodologia para decodificar o conhecimento tácito de uma experiente ibliotecária, o que possibilitou desvendar seus fazeres e saberes ao longo dos anos em sua atividade profissional. A técnica permitiu que o sujeito revelasse o seu conhecimento tácito através das verbalizações dos processamentos mentais durante a realização de uma dada tarefa, podendo ser de utilidade para construção do mapa do conhecimento.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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              <text>pt</text>
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      <name>snbu2008</name>
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