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A ABORDAGEM DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA COMO MEMÓRIA
INSTITUCIONAL: o caso da biblioteca do Instituto de Geociências da
USP
AYELLO, M. A. B.1
GUERRA, S. R. Y.2
LAET, M. A.3
OLIVEIRA, É. B. P. M.4

RESUMO
Relata a experiência da Biblioteca do Instituto de Geociências da USP na execução
do seu Projeto de Memória Institucional, que propõe o levantamento retrospectivo e
cadastramento da produção científica dos docentes da unidade no Banco de Dados
Bibliográficos da Universidade (DEDALUS). O Projeto está relacionado a aspectos
da comunicação científica como acessibilidade e visibilidade.
Palavras-chave: Produção científica. Comunicação científica. Visibilidade. Controle
bibliográfico.

ABSTRACT
It reports the USP’s Instituto de Geociências Library experience in implementing its
Institutional Memory Project, that proposes the retrospective survey of the unit
teacher’s production and its register in the University Bibliographic Databank
(DEDALUS). The Project is related to aspects of the scientific communication as
accessibility and visibility.
Keywords: Scientific production. Scientific communication. Visibility. Bibliographic
control.

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1 INTRODUÇÃO
É inegável a importância social da pesquisa realizada nas universidades
brasileiras. Kunsch (2003) chama atenção para o fato de que “a produção científica
gerada por um pesquisador de qualquer área tem de ter um compromisso social e ser
conhecida e útil para a comunidade acadêmica e a sociedade em geral”. Em outras
palavras, a autora relaciona uso da pesquisa, acessibilidade e divulgação.
Em princípio, o próprio pesquisador cuida da disseminação de seu
trabalho através de mecanismos de comunicação científica, como a participação em
eventos e publicações. Mas isso tem se mostrado insuficiente para uma divulgação
em larga escala que faça esses resultados visíveis nacional e internacionalmente.
Meneghini (1998), ao falar do Projeto Scielo, chamava atenção para a imensa fatia
da produção nacional que não estava indexada no ISI (Institute for Scientific
Information).
Destaca-se aí o fato de que a participação em eventos e publicações de
artigos por si só são insuficientes para garantir a visibilidade de longo prazo da
pesquisa. É necessário que haja um mecanismo que garanta a recuperação daquilo
que foi publicado. Um desses mecanismos são as bases de dados bibliográficas,
pois, ao registrar a produção científica, elas permitem aos pesquisadores a
recuperação daquilo que foi ou está sendo feito pelos seus pares e, assim, que a
pesquisa já realizada subsidie os avanços científicos.
Dessa maneira, veríamos a concretização daquela visibilidade para a qual
Zimba e Mueller (2004, p. 49) chamam a atenção:
Uma posição de visibilidade alta é aquela na qual os trabalhos e
idéias do pesquisador são facilmente acessíveis. Sendo acessíveis,
poderão ser recuperados, lidos e citados. O seu autor se torna
conhecido de seus pares. [...] Sem ficar exposto ao escrutínio dos
pares, os trabalhos de um pesquisador não conseguem
confiabilidade, muito menos prestígio. Em resumo, quanto maior o
grau de visibilidade, maiores são as chances do pesquisador de ser
lido, avaliado e citado.

De outro lado, Población e Goldenberg (2001), ao tratar de periódicos
científicos, abordam, ainda, o crescimento exponencial da produção científica, os
avanços tecnológicos que permitiram a constituição das bases de dados online e a

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formação de redes, que permitem o aperfeiçoamento da comunicação científica de
forma a romper fronteiras locais.
Dentro desse contexto, a resolução 4.221 da Universidade de São Paulo ,
já em 1995, determinava que ficasse a cargo do Sistema Integrado de Bibliotecas
(SIBI) a coleta da produção intelectual gerada na Universidade por seus professores,
pesquisadores e técnicos de nível superior. Todo esse material deveria ser
registrado no Banco de Dados Bibliográficos na Universidade, o DEDALUS, para
assegurar o controle bibliográfico e garantir a recuperação dos trabalhos. Buscaramse, então, formas de garantir a realização dessa tarefa e, a partir de 1997, toda a
produção intelectual da Universidade tem sido inserida no DEDALUS.
Para isso, cada biblioteca definiu seus processos de trabalho. Na
Biblioteca do Instituto de Geociências, toda a produção científica tem sido registrada
desde 1997 pelo Setor de Referência, desde que esteja disponível uma cópia do
material em seu acervo. Cópias são guardadas também em pastas específicas para
cada autor.
Por ocasião da comemoração dos 50 anos do curso de Geologia, e
baseada no Projeto Memória criado pelo SIBI/USP que pretende digitalizar toda a
produção científica da Universidade, propôs-se uma coleta retrospectiva de toda a
produção científica dos docentes do Instituto de Geociências. Além disso, foi criada
dentro da Biblioteca, a Sala de Memória Institucional para abrigar as pastas com
material de autoria dos docentes – artigos, registros de participação em eventos e
uma cópia de cada livro por eles publicado.
Todo esse esforço tem sido feito no sentido de registrar a produção
científica do Instituto de Geociências e, a partir disso, possibilitar a busca e
recuperação dessa informação, dando-lhe maior visibilidade.
Apresentamos abaixo a forma como o Projeto de Memória Institucional foi
implantado, bem como a aprendizagem advinda dessa experiência.

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2 OBJETIVO DO PROJETO DE MEMÓRIA INSTITUCIONAL
Realizar o levantamento bibliográfico e cadastramento retrospectivo da
produção científica de docentes, pesquisadores e funcionários de nível superior do
IGc/USP, com digitalização do texto completo.

3 METODOLOGIA DO PROJETO
Em 2005, a Biblioteca do Instituto iniciou o levantamento e cadastramento
retrospectivo no DEDALUS da produção científica dos docentes. Decidiu-se
cadastrar toda produção desde o início de suas carreiras, complementando, assim, a
Resolução 4.221.
Para isso, definiu-se, em um primeiro momento, que seriam seguidos o
seguintes procedimentos:
realizar levantamento dos trabalhos dos docentes já cadastrados no
DEDALUS;
comparar esses trabalhos com os dados disponíveis no Currículo Lattes e em
registros indexados em bases de dados internacionais, a saber: GeoRef e
Web of Science;
cadastrar no DEDALUS os trabalhos ainda não registrados nesse Banco de
Dados;
garantir que todos os trabalhos cadastrados no DEDALUS tenham uma cópia
em pastas individuais por docentes, arquivadas em uma sala denominada
Memória Institucional;
caso o trabalho tivesse mais de um autor, dever-se-ia pesquisar nas pastas
de todos e colocar uma cópia em cada uma;
os trabalhos ainda não cadastrados ficariam arquivados em pastas individuais
por docente, aguardando o cadastramento.
Ao longo do tempo, o procedimento de busca simultânea de vários
docentes acabou por mostrar-se equivocado, dificultou e retardou a realização do

�5

trabalho, o que gerou a reformulação da metodologia. Passou-se, então, a pesquisar
e complementar as informações de um docente por vez, o que agilizou o trabalho e
diminuiu a duplicação de cópias nas pastas dos docentes.
Atualmente a metodologia de trabalho está estabelecida da seguinte
forma:
análise da produção de cada docente individualmente;
levantamento da produção já cadastrada no DEDALUS, com verificação da
existência de cópia do trabalho na pasta do docente. Em caso negativo,
providencia-se a cópia da mesma;
Comparação do material já cadastrado no DEDALUS com o Currículo Lattes
do docente, com levantamento das publicações não cadastradas, em
especial, as anteriores a 1985;
localização e cópia dos trabalhos não cadastrados para inclusão no
DEDALUS, as quais ficam arquivadas em pastas individuais por docente para
cadastramento;
os trabalhos não localizados na Biblioteca são obtidos através de empréstimo
entre bibliotecas, comutação bibliográfica, ou, como último recurso, solicitados
aos respectivos docentes para cadastramento.
Em 2007, encerrou-se a primeira etapa do Projeto, com o levantamento e
cópia dos trabalhos publicados pelos docentes (aqueles em atividade e os
aposentados que continuam com vínculo com o Instituto), num total de 77
professores. O status de cadastramento dos trabalhos pode ser apresentado
conforme o Quadro abaixo:
Docentes
pesquisados

Produção científica (itens)
Pesquisados

77

9779

Cadastrados*
7571

Aguardando
cadastramento

Solicitados aos
docentes

1795

* Estão incluídas nesse total a produção publicada no ano corrente do cadastramento.

Quadro 1 – Status do cadastramento dos trabalhos dos docentes

701

�6

Para 2008, pretende-se realizar o levantamento da produção científica dos
funcionários do Instituto e dar continuidade ao cadastramento no DEDALUS. A
segunda etapa do Projeto consiste no desenvolvimento de uma base de dados para
a qual serão migrados os dados cadastrados no DEDALUS, com o objetivo de
desenvolver um repositório institucional no qual serão disponibilizados também os
trabalhos digitalizados em texto completo.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nos últimos três anos, a Biblioteca do IGc/USP tem se empenhado na
consecução do Projeto Memória Institucional, com o estabelecimento de uma
metodologia eficiente para o levantamento e cadastramento retrospectivo da
produção científica do Instituto.
O ponto crítico desse Projeto tem sido conseguir a colaboração dos
docentes para enviar à Biblioteca uma cópia dos trabalhos de sua autoria, pois, em
alguns casos, eles próprios não têm um exemplar do material publicado.
Entretanto, o passar do tempo tem mostrado que o Projeto tem trazido
benefícios inicialmente não visualizados:
oferece ao próprio docente um lugar para arquivamento físico de sua
produção;
garante a pronta recuperação da produção não disponível nas publicações
existentes no acervo, o que agiliza tanto o atendimento pessoal ao usuário
como os serviços de comutação bibliográfica.
Adicionalmente, tem nos gerado grande satisfação a utilização desses
trabalhos para a confecção de Memoriais de Títulos para concursos, inclusive com
os docentes localizando trabalhos dos quais eles mesmo não possuíam cópias.
Esperamos conseguir, ao final do Projeto, o registro mais completo
possível da produção intelectual do Instituto de Geociências, além de promover a
divulgação, visibilidade e preservação de sua memória.

�7

REFERÊNCIAS
KUNSCH, M. M. K. A produção científica em relações públicas e comunicação
organizacional no Brasil: análise, tendências e perspectivas. Boletín
Comunicación, ALAIC, v. 3, n. 11, 2003. Disponível em:
&lt;http://www.eca.usp.br/alaic/boletin11/kunsch.htm&gt;. Acesso em: 05 jun. 2008.
MENEGUINI, Rogério. Avaliação da produção científica e o Projeto SciELO. Ciência
da Informação, Brasília, v. 27, n. 2, p. 219-220, maio/ago. 1998.
POBLACIÓN, D. A.; GOLDENBERG, S. Acta Cirúrgica Brasileira: visibilidade e
acessibilidade da produção científica na área da cirurgia experimental. Acta
Cirúrgica Brasileira, v. 16, n. 3, jul./ago./set. 2001. Disponível em:
&lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S010286502001000300001&amp;lng=en&amp;nrm=iso&gt;. Acesso em: 05 jun. 2008.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Resolução n. 4.221 de 17 de novembro de 1995.
Atualiza as diretrizes e procedimentos para promover e assegurar o controle
bibliográfico da produção intelectual gerada nas Unidades USP e pelos Programas
Conjuntos de Pós-Graduação, bem como a sua disseminação para a comunidade.
In: Regulamentação do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP e de participação
do SIBi/USP em Comissões da Universidade: portarias e resoluções da Reitoria.
Disponível em: &lt;http://www.usp.br/sibi/Portaria-Resolucao/res_4221.htm&gt;. Acesso
em: 05 jun. 2008.
ZIMBA, H. F.; MUELLER, S. P. M. Colaboração internacional e visibilidade científica
de países em desenvolvimento: o caso da pesquisa na área de medicina veterinária
em Moçambique. Informação e Sociedade: estudos, João Pessoa, v. 14, n. 1, p.
45-68, jan./jun. 2004. Disponível em:
&lt;http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/71/1544&gt;. Acesso em: 05 jun.
2008.

_________________
1

Maria Aparecida Bezerra Ayello, Universidade de São Paulo, mbezerra@usp.br.
Sonia Regina Yole Guerra, Universidade de São Paulo, syog@usp.br.
3
Maria Aparecida Laet, Universidade de São Paulo, mlaet@igc.usp.br.
4
Érica Beatriz Pinto Moreschi de Oliveira, Universidade de São Paulo, moreschi@usp.br
2

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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