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VISIBILIDADE CIENTÍFICA: o caso da Revista Geologia USP Online
OLIVEIRA, E. B. P. M.1
ZANON, E.2
ORSI, A.3

RESUMO
Os periódicos eletrônicos têm se tornado cada vez mais presentes na comunicação
científica, possibilitando maior rapidez na divulgação de pesquisas e acesso a um
público mais amplo, ampliando a visibilidade da produção científica. Nesse contexto,
relata o desenvolvimento da revista eletrônica “Geologia USP Online”, desenvolvida
pelo Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo. Desde 2003, seu uso
cresceu 1496%, com média de 275 acessos/artigo, com os 10 artigos mais
acessados somando 14.000 visitas. O acesso aberto a Geologia USP tem
contribuído para o aumento de visibilidade não só da publicação, mas também da
produção científica nacional.
Palavras-Chave: Periódicos eletrônicos. Comunicação Científica. Geociências.

ABSTRACT
The electronic journals have become more present in scientific communication,
making the divulgation of researches faster and giving access to a wider audience,
enlarging the visibility of scientific production. In this context, this paper reports the
development of “Geologia USP Online” electronic journal, made by Instituto de
Geociências of Universidade de São Paulo. Since 2003, its use growth 1496%, with
about 275 accesses /article, and the top 10 articles received 14.000 accesses. The
open access to Geologia USP are contributing to the amplification of its own visibility,
as also to the national scientific production.
Key-Words: Electronic Journals. Scientific Communication. Geosciences.

�2

1 INTRODUÇÃO
O acesso a periódicos eletrônicos é hoje uma realidade na área científica;
o número de títulos eletrônicos tem crescido rapidamente, não apenas os publicados
por editoras comerciais, mas também publicações de instituições de pesquisa,
universidades

e

sociedades

científicas,

muitos

dos

quais

disponibilizados

gratuitamente na Web.
O surgimento do periódico eletrônico vem contribuir de forma decisiva
para a agilização do processo de publicação, no qual todos os participantes estão
envolvidos: autores, editores, publicadores, bibliotecários, leitores.
Vários motivos colaboraram para o sucesso do periódico eletrônico: maior
agilidade ao processo de comunicação científica, divulgação dos resultados de
pesquisas de forma mais rápida e com possibilidade de se atingir um público mais
amplo se comparado com as versões impressas, em especial se o acesso for
gratuito. Essas características proporcionam maior visibilidade à produção científica,
o que é fator essencial para o desenvolvimento científico de um país. Outras
vantagens do periódico eletrônico são apresentadas por diversos pesquisadores:
• disponibilização rápida de um artigo específico, além da possibilidade de busca
simultânea em vários fascículos diferentes (CHAN, 1999; BIOJONE, 2001);
• possibilidade de ser ter disponível maior quantidade de informação e maior
facilidade de arquivamento dos dados, inclusive em bases de dados pessoais
(GOMES, 1999);
• possibilidade de se disponibilizar os artigos assim que forem aprovados para
publicação, não necessitando esperar pela formação de um fascículo
completo para a publicação.
Apesar dos primeiros títulos eletrônicos terem surgido no início da década
de 90, com as editoras comerciais disponibilizando seus títulos impressos também
eletronicamente, e com títulos “nascidos” eletrônicos, chegamos ao século XXI com
o problema do aumento de preço das assinaturas ainda sem solução, o que continua
dificultando a manutenção das coleções, em especial das bibliotecas envolvidas com
o ambiente acadêmico e/ou de pesquisa (PANITCH; MICHALAK, 2005).

�3

Como resposta a essa situação, surge em 1991 as primeiras iniciativas de
acesso aberto, que consiste em possibilitar o livre acesso a produção científica,
através de repositórios (Green road) ou de periódicos científicos (Golden road),
contribuindo assim para a socialização do conhecimento e o desenvolvimento
científico, em especial dos países em desenvolvimento, que têm maiores
dificuldades de acesso às informações científicas.
Desde essa época, diversos projetos de sucesso surgiram, tais como
ArXiv.org, Public Library of Science – PloS, EPrints, e mais recentemente Bio Med
Central, além das iniciativas de Santa Fé, Bethesda, Berlim e Budapeste, que
consolidaram ainda mais esse movimento (POYNDER, 2004).
Nesse contexto, o Instituto de Geociências da USP desenvolveu e
disponibilizou na Internet, de forma gratuita e com texto completo dos artigos, a
versão eletrônica das três séries de sua publicação Geologia USP, com o objetivo de
aumentar a visibilidade e divulgar para um público mais amplo as pesquisas
desenvolvidas na área de geociências e publicadas nesse veículo.

2 GEOLOGIA USP
O Instituto de Geociências da USP publica desde 1970 o Boletim IG-USP,
atualmente denominado revista Geologia USP, com o objetivo de “incentivar a
divulgação científica em geral, em especial das pesquisas brasileiras, geradas pelas
Instituições de Ensino e Pesquisa, compatível com a relevância da publicação
Geologia USP” (TEIXEIRA, 2002).
A partir de 1984, diante da necessidade de diversificar as publicações
para abranger um espectro mais amplo, o Boletim IG-USP subdividiu-se em três
séries: Série Científica, Publicação Especial e Série Didática. Em 2001, o Boletim IGUSP foi substituído pela revista Geologia USP, também subdividida em três séries:
· Geologia USP: Série Científica - (ISSN = 1519-874X), primeiro volume – 2001:
dedicada à divulgação de artigos inéditos, criteriosamente revisados por um corpo
editorial qualificado, com tiragem de 400 exemplares que abrangem o intercâmbio
com as principais bibliotecas de universidades brasileiras e estrangeiras;

�4

· Geologia USP: Série Didática - (ISSN = 1677-7549), primeiro volume – 2002:
reunindo temas para uso em nível de graduação e pós-graduação;
· Geologia USP: Publicação Especial - (ISSN = 1675-7819X), primeiro volume –
2002: voltada a assuntos temáticos diversos e contribuições científicas em eventos.
Com o objetivo de proporcionar maior visibilidade à produção científica
publicada nas três sérias de sua revista, em 2002 o Instituto desenvolveu e
disponibilizou gratuitamente na Internet a versão eletrônica de sua revista e, a partir
de 2007, com acesso a toda coleção desde o n. 1.

2.1 Geologia USP Online
Em 2001, em um trabalho conjunto entre diversos setores do Instituto
iniciou-se o desenvolvimento da versão eletrônica da revista Geologia USP,
denominada Geologia USP Online. O acesso à revista pode ser feito através do site
do

Instituto

-

http://www.igc.usp.br

-

ou

diretamente

no

endereço

http://geologiausp.igc.usp.br.
Os setores envolvidos no desenvolvimento foram:
• Serviço de Biblioteca e Documentação: a Biblioteca, através da Seção de
Publicações e Divulgação, coordenou o projeto, sendo responsável pelo
cadastramento de todos os artigos na base de dados e elaboração da
interface gráfica;
• Seção Técnica de Informática: desenvolveu a base de dados e a interface de
busca;
• Seção de Publicações: responsável pela elaboração dos arquivos em PDF dos
artigos, além de todas as atividades envolvidas na publicação das três séries.
Para a disponibilização da versão eletrônica da revista, optou-se pelo
desenvolvimento de uma base de dados onde foram indexados todos os artigos
publicados em todas as publicações do IGc/USP e a interface Web para a
disponibilização dos artigos completos em PDF, gerando os metadados necessários
para a interoperabilidade e pesquisa dos registros por outros sistemas.

�5

A base de dados é composta de duas tabelas: uma para cadastramento
do título e fascículo da revista e outra para cadastramento dos artigos. Essa opção
facilita o cadastramento, pois a inclusão dos dados da revista/volume/fascículo e ano
de publicação é feita através de um menu, o que torna desnecessária a digitação
desses dados no cadastramento dos artigos:
• PERIODICOS: na qual são registrados os periódicos publicados, constando
título, volume, número e ano, além de seu número de registro;
• ARTIGOS: nesta tabela são cadastrados todos os artigos já publicados, com
um campo responsável por relacionar o artigo com o periódico no qual foi
publicado (já cadastrado na tabela citada acima). Também existem campos
para autores, título, páginas, palavras-chaves em português e inglês, idioma,
resumo, também em português e inglês, arquivo em PDF, notas e acessos,
sendo que este último mantém o número de vezes em que este artigo foi
consultado na base.
No intuito de desenvolver a base de dados e as interfaces de
cadastramento e consulta da revista com tecnologia atual, com grande capacidade
de armazenamento, flexível, portável, de rápido processamento e de fácil utilização,
e, além disso, apoiando a utilização de software livre, optou-se pela utilização do
servidor de banco de dados MySQL e pela linguagem de scripts PHP (Hypertext
processor) integrada com HTML.
Para a alimentação desta base de dados, foi criada uma interface
acessada via browser. Optou-se pelo cadastramento via navegador de Internet para
que a partir de qualquer microcomputador, seja este novo ou antigo, seja plataforma
Windows, Linux ou outra qualquer, fosse possível a realização deste serviço sem
qualquer problema de lentidão ou compatibilidade.
A interface de busca foi desenvolvida utilizando-se, além do PHP
integrado a HTML, as ferramentas Macromedia Dreamweaver e Fireworks, a fim de
que o desenho das páginas fosse realizado de forma rápida e eficiente. Para atingir
um público mais amplo, foram desenvolvidas interfaces em português, inglês e
espanhol.

�6

Na página inicial estão disponibilizadas as imagens das capas de todas
as publicações do IGc/USP e que funcionam como links para acessar os volumes
publicados em cada título, com posterior acesso aos artigos. Para realizar a consulta
dos artigos, o usuário é induzido a clicar, quando na página principal do site, na foto
da capa de uma das publicações. Neste momento são exibidos todos os volumes e
números desta. Ao escolher um dos números, o usuário recebe a lista dos artigos
publicados na revista, podendo obter todas as suas informações, e, se for o caso,
também o download do artigo completo em PDF.
Também foi desenvolvida uma interface de busca, através da qual, o
usuário pode digitar palavras referentes ao seu assunto de interesse ou nome de
autores, por exemplo, e obter os artigos que contemplam esta pesquisa, podendo
acessá-los diretamente.

2.2 Utilização da revista eletrônica
A partir de 30 de março de 2003, foi iniciado o trabalho de levantamento
estatístico de uso do site da revista. Neste período, o número médio de acessos
registrados passou de 26 acessos para 389 em 2008, com crescimento de 1496%.
Apenas nos seis primeiros meses deste ano, totalizamos 64.289 visitas ao site.
Com relação à origem dos acessos, no período 2003/2005 verificamos
que 92% dos acessos eram provenientes do território nacional, com apenas 8% do
restante do mundo. Em 2008, a situação é 40% provenientes do Brasil e 60% do
restante do mundo, o que colaborou para a visibilidade internacional dos artigos
publicados, aliado ao fato de ter sido incluída na base de dados Scopus e no portal
EbscoHost.
Durante esse período, foram realizados mais de 500.533 acessos aos
artigos, com uma média de 275 visitas por artigo; todos os artigos obtiveram ao
menos um acesso, e os dez artigos mais acessados somam cerca de 14.000 visitas.
Foi verificada também que a média diária de acessos vem crescendo com
o tempo, ou seja, o público é crescente, o que mostra que esta publicação eletrônica
não está limitada a um público cativo. Com as versões em inglês e espanhol já

�7

disponíveis acreditamos estar atingindo um público mais amplo, o que pode ser
confirmado com a submissão de um artigo para publicação proveniente do exterior.
Podemos afirmar que a utilização de periódicos eletrônicos já está
consolidada no ambiente acadêmico, com os usuários solicitando o acesso não
apenas aos fascículos mais recentes, mas também a coleção retrospectiva.
Iniciativas como o OAISTer – desenvolvido pela University of Michigan, que permite
a pesquisa em repositórios virtuais, sistemas “OAI Googles” como o ParaCite que
localiza e agrega artigos em texto completo permitindo busca cruzada através de
uma única interface e o CiteBase, ferramenta de faz análise de impacto, ambos
desenvolvidos

pela

Southampton

University,

evidenciam

a

importância,

o

fortalecimento e o reconhecimento dos periódicos de acesso aberto pela
comunidade científica (POYNDER, 2004).
Zimba e Mueller (2004) consideram que uma visibilidade alta ocorre
quando os trabalhos e idéias do pesquisador se tornam acessíveis de maneira fácil,
o que aumenta as chances de que possam ser recuperados, lidos e citados. No
entanto, os periódicos internacionais privilegiam as pesquisas alinhadas ao
mainstream da área, o que exclui os resultados de pesquisas de interesse regional
ou nacional, mesmo que tenham qualidade internacional. Assim, os periódicos
nacionais têm então um importante papel na disseminação dessa informação, sendo
que quando a disponibilização de forma aberta na Internet, cumprem esse papel e
dão visibilidade a essa produção que de outra forma ficaria restrita a uma
comunidade específica.
Uma questão muito importante para os pesquisadores no momento de
escolher onde publicar seus trabalhos é selecionar os títulos que tenham maior
visibilidade e reconhecimento, verificado pelo fator de impacto da publicação. Além
disso, a análise das citações são importantes para que possam acompanhar o
impacto do artigo. Isso é proporcionado para os títulos incluídos no portal Web of
Science e na base de dados Scopus, o que ocorre com os títulos majoritariamente
publicados por editoras comerciais ou associações que comercializam suas
publicações. No entanto, nos últimos anos essas bases de dados têm incluído
alguns títulos de acesso aberto e estudos realizados sobre o impacto dos downloads
no impacto desses títulos têm mostrado um quadro muito interessante.

�8

Steven Hitchcock, por exemplo, mantém uma página chamada “The effect
of Open Acess and Downloads (Hits) on Citation Impact: a Bibliography of Studies”
que indica que o acesso aberto está associado ao aumento nas citações para
autores e publicações, e um estudo realizado por Steven Lawrence em 2001
demosntrou que os artigos em acesso aberto na área de ciências da computação
obtiveram 4,5 vêzes mais citações que os equivalentes em formato impresso
(WILLINSKY, 2006).

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Apesar de terem sido realizadas até o momento poucas atividades de
ampla divulgação da revista eletrônica junto ao seu público alvo, as estatísticas de
utilização podem ser consideradas muito satisfatórias, e com certeza, realizando-se
um trabalho de divulgação, estes números tendem a crescer consideravelmente,
fornecendo assim uma boa ferramenta de pesquisa a toda comunidade geológica.
O desenvolvimento da versão eletrônica da revista Geologia USP
propiciou uma maior visibilidade à produção científica ali veiculada. O envio das três
séries da revista, em sua versão impressa (através de doação ou permuta) se
restringe a instituições, tanto nacionais quanto internacionais. Através de sua
disponibilização na Internet, a revista passa a ser acessada por qualquer pessoa
com conectada à rede.
Por ter sua versão eletrônica disponibilizada de forma gratuita a revista foi
incluída no Portal de Periódicos da Capes, na relação de periódicos eletrônicos
disponibilizada no site do SIBi/USP, no portal de periódicos eletrônicos do CNEN.
Mais recentemente, foi incluída na base de dados Scopus e no portal EbscoHost,
além de ser indexada em outras bases como GeoRef, Ulrich´s, Geobase e Biosis.
Essas iniciativas certamente dão maior visibilidade não apenas à
publicação, mas também aos autores que nela publicam. Esse foi um dos objetivos
principais para o desenvolvimento desse projeto.

�9

REFERÊNCIAS
CHAN, L. Electronic journals and academic libraries. Library Hi Tech, Ann Arbor, v.
17, n. 1, p. 10-16, 1999.
GOMES, S. H. A. Inovação tecnológica no sistema formal de comunicação
científica: os periódicos eletrônicos nas atividades de pesquisa dos acadêmicos de
cursos de pós-graduação brasileiros. 1999. 465 f. Tese (Doutorado) – Faculdade
de Estudos Sociais Aplicados, Universidade de Brasília, Brasília, 1999.
MEADOWS, A.J. Comunicação científica. Brasília: Briquet de Lemos, 1999. 268p.
MIRANDA, D. B. O periódico científico como veículo de comunicação: uma revisão
de literatura. Ciência da Informação, Brasília, v. 25, n. 3, set./dez. 1996. Disponível
em: &lt;http://www.ibict.br/cionline&gt;. Acesso em: 08 jul. 2003.
PANITCH, J. M.; MICHALAK, S. The serial crisis: a white paper for the UNC-Chapel
Hill Scholarly Comunications Convocation, 2005. Disponível em:
&lt;http://www.unc.edu/scholcomdig/whitepapers/panitch-michalak.html&gt;. Acesso em:
08 mar. 2008.
POYNDER, R. Tem years after. InformationToday, v. 21, n. 9, oct. 2004. Disponível
em: &lt;http://wwwinfotoday.com/it/oct04/poynder.shtml&gt;. Acesso em: 08 mar. 2008.
TEIXEIRA. W. Histórico das Publicações do Instituto de Geociências da
Universidade de São Paulo. 2000. Disponível em:
&lt;http://www.igc.usp.br/geologiausp&gt; Acesso em: 10 set. 2005.
WILLINSKY, J. The access principle: the case for open access to research and
scholarship. Cambridge: MIT Press, 2006.
ZIMBA, H. F.; MUELLER, S. P. M. Colaboração internacional e visibilidade científica
de países em desenvolvimento: o caso da pesquisa na área de medicina veterinária.
Informação &amp; Sociedade, João Pessoa, v. 14, n. 1, 2004. Disponível em:
&lt;http://www.informacaoesociedade.ufpb.br&gt; Acesso em: 28 out. 2004.

__________________
1

Érica Beatriz Pinto Moreschi de Oliveira, Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Geociências,
Diretora Técnica, Serviço de Biblioteca e Documentação, moreschi@usp.br.
2
Erickson Zanon, Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Geociências, Chefe Técnico, Seção
Técnica de Informática, erickson@igc.usp.br.
3
Antonio Orsi, Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Geociências, Técnico de
Documentação e Informação, Serviço de Biblioteca e Documentação, orsia@usp.br.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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              <text>Os periódicos eletrônicos têm se tornado cada vez mais presentes na comunicação científica, possibilitando maior rapidez na divulgação de pesquisas e acesso a um público mais amplo, ampliando a visibilidade da produção científica. Nesse contexto, relata o desenvolvimento da revista eletrônica “Geologia USP Online”, desenvolvida pelo Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo. Desde 2003, seu uso cresceu 1496%, com média de 275 acessos/artigo, com os 10 artigos mais acessados somando 14.000 visitas. O acesso aberto a Geologia USP tem contribuído para o aumento de visibilidade não só da publicação, mas também da produção científica nacional.</text>
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