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                  <text>SISTEMAS ORGANIZACIONAIS DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS DO
ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UM BREVE ESTUDO DE SUAS GESTÕES
FRENTE ÀS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO
Thais Castro Caldeira de Alvarenga1 (thais@ufrrj.br);
Solangel Barbara1 (solangel@ufrrj.br);
Teresinha Sena Pacielo1 (pacielo@ufrrj.br);
Mirian Elisabete da Penha Neves1 (mirianel@ufrrj.br)
1

Bibliotecária da Biblioteca Central da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro,

Rodovia BR 465, Km 7, 23890-000, Seropédica, RJ, Brasil.

RESUMO
Neste trabalho, pretende-se mostrar a transformação ocorrida nas formas de gerenciamento
de bibliotecas universitárias em decorrência das novas tecnologias de informação. A
introdução destas tecnologias provocou profundas mudanças no ambiente das bibliotecas
universitárias, desde a automação de seus serviços até a alteração nas suas estruturas
organizacionais. A partir da expansão das redes de informação, estabeleceu-se o
aparecimento de novas formas de comunicação e de acesso à informação, ampliando a
atuação das bibliotecas universitárias. Foram consideradas, como objeto deste estudo, sete
bibliotecas de Universidades do Estado do Rio de Janeiro: (i) Universidade Federal do Rio
de Janeiro (UFRJ), (ii) Universidade Federal Fluminense (UFF), (iii) Universidade Federal
Rural do Rio de Janeiro (UFRuralRJ), (iv) Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO), (v)
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), (vi) Universidade do Estado
do Rio de Janeiro (UERJ) e (vii) Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF). São
apresentadas as estruturas organizacionais destas bibliotecas antes do boom da informática
e sua evolução até os dias de hoje, dando ênfase à modificação das suas estruturas
hierárquicas dentro da Universidade. Enfatiza-se também a estreita ligação das bibliotecas
universitárias

com

os

setores

responsáveis

pela

implantação,

desenvolvimento

e

manutenção dos serviços ligados à tecnologia de informação. Finalmente, são mostrados

�como estão os modelos atuais destas bibliotecas, melhor denominadas sistemas/redes de
informação.
PALAVRAS-CHAVE:

gerenciamento

organizacional

de

bibliotecas

universitárias

-

tecnologias de informação - redes de informação - sistemas de informação

ORGANIZATIONAL SYSTEMS OF UNIVERSITY LIBRARIES IN RIO DE
JANEIRO STATE: A BRIEF STUDY OF THEIR MANAGEMENT IN THE FACE
OF THE NEW INFORMATION TECHNOLOGIES

ABSTRACT
The purpose of this paper is to show the changes occurred in the form of managing
university libraries in face of the new information technologies. The introduction of these
new technologies brought about deep changes in the milieu of college libraries, from the
automation of their services to the changes in organizational structures. Out of the
expansion of information networks, there was the rise of new forms of both
communication with, and access to, new information, thus expanding the actions of
university libraries as well. Seven university libraries in the state of Rio de Janeiro were
considered for object of this study, namely, (i) Universidade Federal do Rio de Janeiro
(UFRJ), (ii) Universidade Federal Fluminense (UFF), (iii) Universidade Federal Rural do
Rio de Janeiro (UFRuralRJ), (iv) Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO), (v) Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), (vi) Universidade do Estado do Rio de
Janeiro (UERJ), and (vii) Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF). The
organizational structure of these libraries prior to the cybernetic boom, as well as its
evolvement to present are shown; emphasis is also given to the changes in their
hierarchical structures within the University. The close linkage of college libraries with the
sectors responsible for the implanting, development, and maintenance of services related to
the information technology is also stressed. Finally, it is shown how the current models of
said libraries – more appropriately called ‘information systems/networks’ – are at present.

�KEY

WORDS:

organizational

management

of

university

libraries

-

information

technologies - information networks - information systems

1. INTRODUÇÃO
O aumento vertiginoso do conhecimento técnico-científico mundial, nas últimas
décadas, tem sido um desafio permanente aos profissionais da área de informação, na
busca

de

recursos

para

melhor

organizar,

controlar

e

disponibilizar

todo

esse

conhecimento. O compartilhamento de serviços bibliotecários entre as bibliotecas, e
atualmente entre os sistemas e redes de informação, é um destes recursos que agilizam o
acesso à informação.

A idéia de compartilhar recursos informacionais no meio biblioteconômico vem de
longa data. As primeiras iniciativas neste sentido no Brasil começaram ainda nos anos 50,
com a criação, em 1954, do IBBD – Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação,
atual IBICT – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, que iniciou
projetos de serviços cooperativos, como a compilação de bibliografias brasileiras, por áreas
do conhecimento. Em 1967, foi instituída em São Paulo, a BIREME – Biblioteca Regional
de Medicina, que vem desenvolvendo até hoje trabalho cooperativo na área de Ciências da
Saúde (KRZYZANOWSKI, 1994) e disponibilizando diversos serviços de informação à
comunidade acadêmica nacional.

Paradoxalmente, nesta época, as bibliotecas universitárias brasileiras refletiam a
tendência de formação das universidades, em Escolas Isoladas: funcionavam ligadas a
estas Escolas, sem qualquer interação entre elas, em muitas das vezes distantes fisicamente
umas das outras, na mesma Instituição. Havia que se reorganizar estas bibliotecas para
evitar a duplicação de meios para fins idênticos (LEMOS, 1975).
Durante a década de 80, as bibliotecas universitárias brasileiras constataram que
não poderiam mais se manter isoladas, começando então algumas propostas de trabalho
compartilhado,

por

meio

da

constituição

de

sistemas

de

informação

institucionais

coordenados. A partir de 1986, com a implantação do PNBU – Plano Nacional de

�Bibliotecas Universitárias, pelo MEC/SESU, foi dado um direcionamento às ações das
bibliotecas

universitárias

no

Brasil,

com

o

estabelecimento

de

diretrizes

para

o

desenvolvimento e cooperação entre elas. Dentre estas ações, destacava-se a automação
das bibliotecas, onde era sugerida uma rede de intercâmbio de dados bibliográficos,
possibilitando serviços de catalogação cooperativa, empréstimo e comutação bibliográfica.
Ainda nos anos 80, surgem a Rede Nacional de Catalogação Cooperativa (Rede
BIBLIODATA), sediada na Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ) e o Programa de
Comutação Bibliográfica (COMUT), do IBICT, com sede em Brasília. Também se iniciou
o acesso às bases de dados on line estrangeiras, via EMBRATEL, para buscas
bibliográficas. Todas estas contribuições foram fundamentais para o acesso mais rápido à
informação e tornaram evidente que as bibliotecas já não podiam mais ficar restritas aos
seus recursos informacionais locais, porém tinham que usá-los de forma compartilhada, de
modo a promover a disseminação e o uso da informação.
Na década de 90, a tecnologia do CD-ROM (Compact Disc/Read Only Memory)
concretizou-se no Brasil e com esta tecnologia, o acesso local a bases de dados estrangeiras
neste suporte. Em 1994, é ins tituído no país o Projeto ANTARES, que previa Centros
Distribuidores, disponibilizando acesso à informação técnico-científica on line de seus
bancos de dados, e Postos de Serviço, usuários destas informações, localizados em grande
parte nas bibliotecas universitárias. Ainda nos idos de 1990, as três universidades estaduais
paulistas – UNESP, USP e UNICAMP – reuniram seus acervos de livros e teses num
catálogo coletivo em CD-ROM, mais uma iniciativa para o compartilhamento dos sistemas
de informação (KRZYZANOWSKI, 1994).

Contudo, a despeito de todos estes esforços e iniciativas já mencionados, o grande
avanço no sentido da integração de recursos informacionais nas bibliotecas universitárias
brasileiras foi, sem dúvida alguma, a introdução de uma rede de comunicação científica no
Brasil, a Rede Nacional de Pesquisa – RNP, em 1989, pelo Ministério da Ciência e
Tecnologia – MCT. A sua implantação deu a infra-estrutura necessária para que a Internet
se tornasse uma realidade no meio acadêmico nacional. Desde então, começou a haver, em
quase todo o país, uma mudança no perfil das bibliotecas universitárias.

�O objetivo deste estudo é avaliar a evolução organizacional de sistemas de
bibliotecas universitárias e o impacto causado pela introdução das tecnologias de
informação nestes sistemas, em Instituições de Ensino Superior do Estado do Rio de
Janeiro, em busca de um modelo próximo do ideal.

2. BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Foram considerados neste estudo, com relação às transformações estruturais
ocorridas frente às tecnologias de informação surgidas, os sistemas informacionais de
bibliotecas de sete Universidades do Estado do Rio de Janeiro. São elas: Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade
Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRuralRJ), Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO),
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), Universidade do Estado do
Rio de Janeiro (UERJ) e Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF).

Neste contexto, é importante destacar a participação da Rede Rio de Computadores,
coordenada e financiada pela FAPERJ, que interliga as instituições de pesquisa e
universidades, conectando-as à RNP, desde 1992.

Convém ressaltar que este é um estudo preliminar, com caráter expositivo, sem
tratamento estatístico para as questões analisadas e que será aprofundado posteriormente.
Alguns dados desta pesquisa foram obtidos verbalmente, através de visitas e contatos
telefônicos com bibliotecários das Instituições em questão, como também por correio
eletrônico.

2.1. Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ
O Sistema de Bibliotecas e Informação da UFRJ - SIBI atua como coordenador das
bibliotecas da Universidade, em nível interno e externo, desenvolvendo atividades relativas
a programas e projetos, à capacitação de recursos humanos e à racionalização de recursos
financeiros. Aprovado em outubro de 1989 e implantado em junho de 1990, surgiu da

�necessidade de se estabelecer para a Universidade um sistema integrado de informações
técnico-científicas, racionalizando recursos humanos e financeiros, otimizando a política
de aquisição, de modo a assegurar uma infra-estrutura permanente, indispensável ao ensino
e à pesquisa. Tem a Biblioteca Central como órgão de coordenação de todas as bibliotecas
da Universidade, proporcionando os meios necessários ao desenvolvimento do Sistema.
A Biblioteca Central da UFRJ foi criada em dezembro de 1945, na ainda
Universidade do Brasil (a denominação Universidade Federal do Rio de Janeiro é de
1961). Desde 1950, quando da inauguração das suas novas instalações no Campus da Praia
Vermelha, onde se localiza até os dias de hoje, ficou clara a intenção de “ligar as
bibliotecas dos diferentes estabelecimentos de ensino e pesquisa da Universidade, em
número de vinte e quatro, reunindo num só catálogo coletivo cerca de 300.000 volumes”,
conforme noticiado no Boletim da Universidade do Brasil ano 2, nº 69, de 20.10.1950.
A Biblioteca Central passou por diversas denominações e subordinações ao longo
dos anos. Nas décadas de 1960/70 chamou-se Biblioteca Geral, subordinada então ao
Fórum de Ciência e Cultura, através do Serviço de Documentação e Informação, da
Superintendência de Difusão Cultural, retomando a denominação de Biblioteca Central em
1976, que perdura até hoje. Em 1970, ficou estabelecido que cada Centro Universitário
teria a sua própria biblioteca. Com esta medida e o crescimento da área de documentação,
o número de bibliotecas aumentou consideravelmente (de 26 em 1955, para 46 em 1983).
Este fato acarretou diversos problemas, tais como: falta de recursos humanos, duplicidade
de material bibliográfico e escassez de recursos financeiros para manter as coleções.
Somado a tudo isso, as bibliotecas funcionavam de forma desintegrada. Em 1984, foi
criado um grupo de trabalho, constituído por docentes e bibliotecários de todos os Centros
Universitários, para fazer um projeto visando à integração das bibliotecas da Universidade.
Este estudo resultou na criação do SIBI, vinculado à Reitoria da UFRJ, que no momento
conta com 40 bibliotecas distribuídas pelos Centros Universitários, de acordo com as áreas
do conhecimento, em dois campi e em outras Unidades Isoladas, localizadas na Cidade do
Rio de Janeiro.

Atualmente, o SIBI possui quatro Divisões, com atribuições específicas cada uma,
que gerenciam todas as bibliotecas do Sistema, assim como disponibilizam serviços e

�produtos de informação em todas elas, de modo a atingir os objetivos gerais do Sistema;
conta ainda com Órgãos Consultivos e de Apoio (Conselho Assessor, Comitês Técnicos e
Comissões de Bibliotecas).

Com a implementação das novas tecnologias de informação, o SIBI conta hoje com
vários produtos eletrônicos próprios: a Base de Dados Bibliográficos da UFRJ (Base
MINERVA), com o acervo geral da Universidade; Sala de Leitura, com acesso a jornais e
revistas

nacionais

e

estrangeiras;

Biblioteca

Eletrônica,

onde

estão

disponibilizados

trabalhos produzidos por profissionais da área de Ciência da Informação; o InfoSIBI,
Jornal Eletrônico Interativo (originado do Informal, veicula mensalmente por correio
eletrônico as notícias de interesse e/ou referentes às bibliotecas do Sistema); Bases de
Dados em CD-ROM, em diversas áreas do conhecimento, existentes nas várias bibliotecas
do Sistema.

2.2. Universidade Federal Fluminense – UFF
Na Universidade Federal Fluminense – UFF, o órgão coordenador do Sistema de
Bibliotecas e Arquivos chama-se Núcleo de Documentação – NDC e está diretamente
subordinado à Reitoria. Foi criado como órgão suplementar da Universidade, em 1969,
visando o controle e o uso racional das coleções existentes nas quatorze bibliotecas então
existentes nas Faculdades/Escolas da UFF, a maioria delas localizadas no Município de
Niterói.

O NDC tem as funções muito semelhantes às de uma Biblioteca Central num
Sistema de Bibliotecas; porém, engloba ainda, além das 23 bibliotecas da Universidade, o
Arquivo Central (com suas subdivisões), o Centro de Memória Fluminense, o Laboratório
de Reprografia (LARE) e o Laboratório de Conservação e Restauração de Documentos
(LACORD).

Para coordenar técnica e administrativamente o Sistema, apoiar os programas de
ensino, pesquisa e extensão da Universidade e desenvolver serviços e produtos de
informação voltados à Comunidade Universitária, viabilizando o pleno funcionamento das

�Unidades sob sua coordenação, a Direção do NDC conta com três Divisões: Divisão de
Desenvolvimento (DDS), Divisão de Bibliotecas (DBT) e Divisão de Arquivos (DARQ),
com seus respectivos Serviços, além de um Conselho Técnico e Secretaria Administrativa.
A proposta inicial do NDC foi pela centralização do processamento técnico e da aquisição.
No entanto, a partir de 1996, apenas a aquisição continuou centralizada no NDC. Possui
catálogo on line e home page própria.

2.3. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRuralRJ
Na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRuralRJ, a Biblioteca
Central se caracteriza por ser uma estrutura monolítica. Está subordinada hierarquicamente
à Vice-Reitoria, conforme estabelecido no seu Regimento e no Estatuto da Universidade.
Criada em 1948, teve seu primeiro acervo transferido da sede da Praia Vermelha, na
Cidade do Rio de Janeiro, para o 2º andar do Pavilhão Central no Km 47 da antiga Rodovia
Rio-São Paulo, em Itaguaí (hoje Município de Seropédica), onde foi instalada pelo
Instituto de Economia Rural. Em 1973, foi transferida para novas instalações, em prédio
especialmente construído ao lado do Pavilhão Central, onde permanece até hoje.

A Biblioteca Central está constituída por três Divisões: Divisão de Processamento
Técnico, Divisão de Monografias e Divisão de Periódicos e por um Núcleo de Formação e
Desenvolvimento de Acervo, além da Direção e Secretaria Administrativa (estrutura
vigorando há um ano, em fase de aprovação pelo Conselho Universitário). Reúne num
mesmo local todo o seu acervo, com centralização de todos os serviços bibliotecários,
desenvolvendo produtos de informação e dando apoio às atividades de ensino, pesquisa e
extensão da Universidade.

A UFRuralRJ possui ainda três bibliotecas desvinculadas da Biblioteca Central: a
Biblioteca

do

Projeto

Sanidade

Animal,

localizada

no

campus

da

Universidade,

subordinada ao Instituto de Veterinária e funcionando em regime de comodato entre a
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) e a UFRuralRJ; a Biblioteca
do Curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade, localizada no
Centro da Cidade do Rio de Janeiro, subordinada ao Instituto de Ciências Humanas e

�Sociais e a Biblioteca da Estação Experimental “Campus Dr. Leonel Miranda”, localizada
no Município de Campos dos Goytacazes, com subordinação direta à Coordenadoria da
Estação e com acervo oriundo do extinto PLANALSUCAR.

2.4. Universidade do Rio de Janeiro - UNIRIO
Criado em 1986, o Sistema de Bibliotecas da UNIRIO – UNIBIBLI é constituído
pela Biblioteca Central, Bibliotecas Setoriais e Conselho Biblioteconômico. As bibliotecas
do UNIBIBLI, todas situadas na Cidade do Rio de Janeiro, fornecem o suporte
informacional às atividades de ensino, pesquisa e extensão e apóiam a Administração
Superior da Universidade, integrando-se à sua estrutura acadêmico-administrativa e aos
sistemas de informação, em âmbito nacional e internacional.
A Biblioteca Central é o órgão coordenador do UNIBIBLI, vinculado diretamente à
Reitoria da Universidade, e responsável pela definição das políticas e estabelecimento das
diretrizes que orientam as atividades técnico-administrativas comuns às demais bibliotecas
do Sistema.

A Biblioteca Central teve sua origem em 1976, com o objetivo de dotar a então
Federação das Escolas Federais Isoladas do Estado do Rio de Janeiro (FEFIERJ), de
estrutura mínima exigida pelo MEC, para ser reconhecida como Universidade (mais tarde
UNIRIO). Inicialmente foi instalada numa sala de chefia da Biblioteca do Curso de
Enfermagem. Foi inaugurada oficialmente em 1977, passando a ocupar outro espaço, onde
hoje funciona o Arquivo Central da Universidade. Em 1984, foi realizada uma análise
diagnóstica das bibliotecas da Universidade, trabalho que originou o Projeto Biblioteca.
Um dos desdobramentos deste Projeto foi a constituição de uma equipe, que viria a
elaborar o documento “Política de Desenvolvimento das Bibliotecas da UNIRIO”,
aprovado em 25 de agosto de 1986, que cria então o Sistema de Bibliotecas, definindo a
sua estrutura organizacional e funcional.

As Bibliotecas Setoriais do UNIBIBLI correspondem aos Centros Acadêmicos da
UNIRIO e foram sendo formadas a partir dos acervos das bibliotecas dos diversos Cursos

�da Universidade, de acordo com as áreas do conhecimento. A Biblioteca Setorial do Centro
de Ciências Humanas (CCH) teve origem em 1969, com a transferência da coleção
destinada ao 1º Curso de Biblioteconomia do Brasil, na Biblioteca Nacional, para a
Biblioteca da Escola de Biblioteconomia da Universidade e hoje abriga um acervo
multidisciplinar nas áreas de Ciências Sociais e Humanas; a Biblioteca Setorial do Centro
de Letras e Artes (CLA), especializada na área de artes, tem grande importância na
memória cultural brasileira, pois sua história está estreitamente ligada à Escola de Teatro
da UNIRIO, ao Serviço Nacional de Teatro e ao Instituto de Música Villa Lobos; a
Biblioteca de Enfermagem/Nutrição foi criada em 1988 unindo os acervos destas áreas do
conhecimento.A Biblioteca de Medicina reuniu acervo da Escola de Medicina e Cirurgia, e
a Biblioteca do Curso Básico formou-se com o acervo do Instituto Biomédico e Escola de
Ciências Biológicas. Assim o Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) reúne
estas três bibliotecas. A Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia
(CCET) está em fase de institucionalização, para dar suporte às atividades de ensino,
pesquisa e extensão dos Cursos ministrados neste Centro.

As Bibliotecas Setoriais do CCH, do CLA e, num futuro próximo, a do CCET estão
localizadas no mesmo prédio da Biblioteca Central; as Bibliotecas correspondentes ao
CCBS estão topograficamente distantes entre si, e também da Biblioteca Central. O acervo
do Sistema de Bibliotecas já está disponível on line, contendo as obras adquiridas desde
1988.

O Conselho Biblioteconômico do UNIBIBLI é órgão deliberativo e consultivo,
composto pela Direção

da Biblioteca Central, pelas Chefias das Divisões da Biblioteca

Central, pelas Chefias das Bibliotecas Setoriais, pelos Decanos dos Centros Universitários,
por um representante do corpo docente de cada Centro Acadêmico e por um representante
do corpo discente de cada Centro Acadêmico (eleito por seus pares), funcionando como
canal de comunicação entre o Sistema e a Comunidade Universitária.

�2.5. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-RJ

A Divisão de Bibliotecas e Documentação da PUC-RJ - DBD, criada em 1967, é
subordinada à Vice-Reitoria Acadêmica da Instituição. Está constituída por uma Biblioteca
Central (BC) e seis Bibliotecas Setoriais: Biblioteca Setorial do Centro Técnico e
Científico (BSCTC), Biblioteca Setorial de Química (BSQUIM), Biblioteca Setorial de
Informática (BSINF), Biblioteca Setorial do Centro de Estudos em Telecomunicações
(BSCETUC), Biblioteca Setorial do Centro de Teologia e Ciências Humanas (BSCTCH) e
Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Sociais (BSCCS). Todas estas bibliotecas
encontram-se em prédios distintos, localizadas no campus da Universidade, no bairro da
Gávea, na Cidade do Rio de Janeiro.

A Biblioteca Central tem seu acervo voltado aos cursos de graduação, enquanto o
das Bibliotecas Setoriais atendem à pós-graduação. A aquisição e o tratamento técnico de
todo o material bibliográfico estão centralizados na DBD, que possui cinco Unidades
Técnicas funcionando na BC, para dar o suporte necessário às suas atividades. A DBD
possui home page própria, catálogo on line (Sistema Pergamum) e outros serviços/produtos
eletrônicos.

Todas as Bibliotecas estão técnica e administrativamente ligadas à DBD, com
exceção da BSINF e da BSCETUC, que são administradas pelas suas respectivas Unidades
Acadêmicas, porém tecnicamente estão subordinadas à DBD. Neste ano de 2002, a
BSCTC e a BSQUIM tiveram seus acervos unificados, constituindo, por questões práticas,
uma só biblioteca. O mesmo ocorreu com a BSCTCH e a BSCCS; no entanto, estas duas
alterações ainda estão sendo formalizadas pela Administração Superior.

2.6. Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ
As bibliotecas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ constituem a
Rede Sirius – Rede de Bibliotecas UERJ, implantada em setembro de 1998, uma unidade
autônoma e diretamente subordinada à Reitoria da Universidade. Localizada no Campus
Maracanã, conta atualmente com vinte e uma bibliotecas (a maioria delas na Cidade do Rio

�de Janeiro), além de três Núcleos, da Direção e das Seções de Apoio Administrativo
(SEAP/SIRIUS e SEAP/PLANAD).
A Rede Sirius foi instituída para atender demandas emergentes da comunidade
acadêmica, direcionadas a maiores facilidades para o acesso, a produção, o uso e a
disseminação da informação, constituindo-se efetivamente em apoio ao ensino, à pesquisa
e à extensão, contribuindo para a evolução artística e científica e para o desenvolvimento
econômico e social do Estado do Rio de Janeiro. Para atender sua missão, foram
estabelecidos também seus objetivos: desenvolver produtos e serviços com valor agregado,
promover o acesso à informação, incrementando o intercâmbio com outras instituições e
contribuir para a formação integral do usuário.

A coordenação da Rede cabe à Diretoria, que é composta pela Direção, secundada
pelas coordenações dos três Núcleos: de Processos Técnicos e Automação – PROTAT, de
Administração e Planejamento – PLANAD e de Memória, Informação e Documentação –
MID. Os núcleos são responsáveis pela elaboração de políticas e planos de gestão da Rede
(no caso do PLANAD) e instrumentos de padronização e controle técnico, inclusive no que
se refere à automação (PROTAT). Já o MID é o Núcleo que tem as atribuições mais
diversificadas, pois responsabiliza-se pela divulgação da Rede e preservação da memória
institucional, com a finalidade de disseminar informações referenciais para as comunidades
interna e externa.

Integra ainda a estrutura da Rede Sirius um Órgão Colegiado, consultivo e
deliberativo,
coordenadores

viabilizando
das

a

participação

Comissões

de

da

comunidade

Bibliotecas,

discentes

universitária
e

(docentes

servidores

-

técnico-

administrativos) em assuntos macro referentes à Rede, reunindo-se por convocação do
Presidente ou da Direção.
As vinte e uma bibliotecas estão agrupadas da mesma forma como se divide
academicamente a Universidade, em quatro Centros, a saber: Biomédico (CB), Educação e
Humanidades (CEH), Ciências Sociais (CCS) e de Tecnologia e Ciências (CTC), mas
também compõem a Rede: a biblioteca comunitária (COM) e as duas bibliotecas do
Colégio de Aplicação (CAP/A e CAP/B).

�2.7. Universidade Estadual do Norte Fluminense – UENF
Na Universidade Estadual do Norte Fluminense – UENF, localizada no Município
de Campos dos Goytacazes e criada em fins de 1992, há quatro Centros Acadêmicos:
Centro de Biociências e Biotecnologia (CBB), Centro de Ciência e Tecnologia (CCT),
Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias (CCTA) e Centro de Ciências do Homem
(CCH). Em cada um deles existe uma Biblioteca, subordinada ao Diretor do respectivo
Centro. Em questões de maior relevância, contudo, recorre-se ao Reitor da Universidade.
Portanto,

quatro

bibliotecas

funcionando

independentemente

umas

das

outras,

sem

qualquer centralização de serviços. Também não possuem estatuto, regimento ou
organograma próprios. Há um projeto de Biblioteca Central, ainda não aprovado, nem
orçado. No momento, cada biblioteca conta com um bibliotecário e acesso à Internet; duas
delas possuem alguns serviços automatizados em MicroIsis.

Existe um laboratório ligado ao CCT, em Macaé, onde há uma biblioteca, e também
a Casa de Cultura da Universidade, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão, que possui uma
biblioteca para atendimento à comunidade, fora do campus universitário.

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Analisando-se os sistemas informacionais das sete bibliotecas universitárias em
questão, observou-se que os mesmos estão em estágios diferenciados de organização e
desenvolvimento tecnológico. A maioria deles funciona como órgãos coordenadores de
bibliotecas, abrangendo também arquivos, centros de memória, laboratórios e órgãos de
apoio administrativo. Alguns destes sistemas possuem órgãos colegiados e conselhos
biblioteconômicos, visando a participação da Comunidade Universitária nos seus rumos.
Aqueles que ainda não atingiram tal grau de desenvolvimento, estão inseridos em
instituições criadas mais recentemente ou que ainda não realizaram discussões mais
aprofundadas sobre o papel de suas bibliotecas universitárias.

�Este estudo vem mostrar ainda que os sistemas de bibliotecas pesquisados possuem
denominações bastante variadas, em sua grande maioria estão subordinados à Reitoria da
Universidade e tiveram seu boom tecnológico a partir da década de 90.

Considerando o exposto, percebe-se que não existe um modelo estrutural ideal,
fechado, para sistemas informacionais universitários. Eles devem ter a capacidade de
ajustar-se às tecnologias que surgem e de inovar nos seus procedimentos, dando apoio às
atividades de ensino, pesquisa e extensão da Universidade, sempre em busca da excelência
nos seus serviços e produtos, sem perder de vista a sua função maior: tornar a informação
cada vez mais precisa e acessível aos usuários.

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CUNHA, Murilo Bastos. As tecnologias de informação e a integração das bibliotecas
brasileiras. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 8.,
1994, Campinas. Anais... Campinas: UNICAMP, 1994, p. 105-122.

FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Rede
Rio de Computadores. Disponível em: &lt;http://www.rederio.br&gt;. Acesso em: 18 jun. 2002.

INFORMAL. Rio de Janeiro: SIBI/UFRJ, v. 7, n. 1, jan./mar. 1995. Suplemento 1.

__________. Rio de Janeiro: SIBI/UFRJ, v. 7, n. 2, abr./jun. 1995. Suplemento 2. Parte 2.

__________. Rio de Janeiro: SIBI/UFRJ, v. 7, n. 4, out./dez. 1995. Suplemento 4.
KRZYZANOWSKI,

Rosaly

Fávero.

Integração

e

compartilhamento

das

bibliotecas

brasileiras na busca e obtenção de informação: um desafio de muitas décadas. In:
SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 8., 1994, Campinas.
Anais... Campinas: UNICAMP, 1994, p. 47-54.

�LEMOS, Antonio Agenor Briquet de; MACEDO, Vera Amália Amarante. Posição da
biblioteca

na

organização

operacional

da

universidade.

Revista

da

Escola

de

Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 4, n. 1, p. 40-51, mar. 1975.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO. Divisão de
Bibliotecas e Documentação. Disponível em: &lt;http://www.dbd.puc-rio.br&gt;. Acesso em: 18
jun. 2002.

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Rede SIRIUS - Rede de
Bibliotecas UERJ. Disponível em: &lt;http://www2.uerj.br/~rsirius&gt;. Acesso em: 18 jun.
2002.

UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO. Sistema de Bibliotecas – UNIBIBLI.
Disponível em: &lt;http://lumiar.unirio.br/biblioteca&gt;. Acesso em 18 jun. 2002.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Sistema de Bibliotecas e
Informação. Disponível em: &lt;http://www.sibi.ufrj.br&gt;. Acesso em: 19 jun. 2002.
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Núcleo de Documentação - Sistema de
Bibliotecas e Arquivos. Disponível em: &lt;http://www.ndc.uff.br&gt;. Acesso em: 18 jun. 2002.

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              <text>Neste trabalho, pretende-se mostrar a transformação ocorrida nas formas de gerenciamento de bibliotecas universitárias em decorrência das novas tecnologias de informação. A introdução destas tecnologias provocou profundas mudanças no ambiente das bibliotecas universitárias, desde a automação de seus serviços até a alteração nas suas estruturas organizacionais. A partir da expansão das redes de informação, estabeleceu-se o aparecimento de novas formas de comunicação e de acesso à informação, ampliando a atuação das bibliotecas universitárias. Foram consideradas, como objeto deste estudo, sete bibliotecas de Universidades do Estado do Rio de Janeiro: (i) Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), (ii) Universidade Federal Fluminense (UFF), (iii) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRuralRJ), (iv) Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO), (v) Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), (vi) Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e (vii) Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF). São apresentadas as estruturas organizacionais destas bibliotecas antes do boom da informática e sua evolução até os dias de hoje, dando ênfase à modificação das suas estruturas hierárquicas dentro da Universidade. Enfatiza-se também a estreita ligação das bibliotecas universitárias com os setores responsáveis pela implantação, desenvolvimento e manutenção dos serviços ligados à tecnologia de informação. Finalmente, são mostrados como estão os modelos atuais destas bibliotecas, melhor denominadas sistemas/redes de informação.</text>
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