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                  <text>O GERENCIAMENTO DE CONTEÚDOS DIGITAIS: CONCEPÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DE BIBLIOTECA DIGITAL NO CONTEXTO
DA UNIVERSIDADE UTILIZANDO-SE DE SOFTWARE LIVRE

Luiz Atilio Vicentini
Diretor SBU – UNICAMP
vicentin@unicamp.br

A informação estratégica

A informação, reconstituída pela sociedade da informação, cogita estabelecer a
informação enquanto elemento de resistência e sobrevivência, agindo como elemento chave
de comunicação e de harmonização do indivíduo com o mundo. O acesso à informação
torna-se imprescindível, imperativo, vital, garantindo liberdade, como potencial para o
homem na sua capacidade de escolha, de decidir por si e pelo melhor da sociedade. O que
pressupõe o uso da informação não sendo compartilhada igualmente por todos, sua
condição essencial indica uma necessidade de informação bem definida, tornando-se
condição básica à eficácia de qualquer tomada de decisão.

As

Bibliotecas

atuais

convivem

constantemente

com

conflitos

estruturais/organizacionais, orçamentos reduzidos e pessoal não qualifiquado e ao mesmo
tempo insuficiente. Esta situação acaba influenciando na questão da gestão da informação
armazenada, que, segundo Davenport (1998) “constitui-se de um conjunto estruturado de
atividades que incluem o modo como as instituições produzem, obtêm, distribuem e usam a
informação e

o conhecimento, tendo nos recursos tecnológicos o instrumento facilitador

deste processo”.

A

automação/informatização,

as

novas

tecnologias,

os

produtos

eletrônicos

disponíveis, ocasionaram e continuam influenciando na revisão dos processos internos de
controle e disseminação da informação, conforme explicita Heeman (1994), “na sociedade
informatizada, a informação passa a fluir livremente, fugindo do controle dos catálogos e

�acervos, para dentro dos arquivos dos computadores, circulando globalmente de usuário
para usuário, sem que possa ser coletada, armazenada e disseminada. Altera-se, assim, o
processo de transferência da informação, desde o ciclo produtor/emissor, os suportes, até o
destino/receptor”.

As Bibliotecas devem dirigir seus esforços em um novo conceito de estrutura, com a
implantação de Bibliotecas Híbridas, trabalhando fundamentalmente na “logística da
informação” armazenada, coletada e acessada.

Ainda segundo Davenport (1998), “a

informação não pode ser considerada de maneira isolada nas instituições”. Às bibliotecas
está reservado o papel de repensar suas atividades e funções, adaptando-se aos novos
modelos organizacionais e extraindo das tecnologias disponíveis o substrato para a
melhoria na prestação de serviços e na utilização eficaz de informações.

Diante de sua missão de fomentar o ensino a pesquisa e extensão, as universidades
devem criar mecanismos para abrir possibilidades de fornecer meios cada vez mais eficazes
para que a comunidade acadêmica possa publicar seus trabalhos de forma rotineira,
diretamente na Internet, aumentando com isso sua visibilidade nacional e internacional,
otimizando o fluxo de comunicação científica e reduzindo o cico de geração de novos
conhecimentos.

O papel primordial de qualquer universidade é a criação e disseminação de
informações e conhecimentos. Este dever das universidades tem sido consideravelmente
facilitado pelas milhares de alternativas oferecidas pelo mundo do software livre.

Dentre

esses produtos que utilizam-se de software livre, destacamos o “Nou-Rau”, e a sua
utilização no gerenciamento de conteúdos digitais através da Biblioteca Digital da
UNICAMP.

O software Livre
O software livre pode ser definido a partir de suas três características fundamentais:
1 – Não existe custo de licenciamento. O software livre pode ser utilizado, copiado
e redistribuído livremente.

�2 - O código fonte é distribuído livremente junto com o software. Código fonte são
as instruções de programação que formam a funcionalidade do software. De posse desse
código fonte, qualquer programador competente pode visualizar o funcionamento interno
do sistema, bem como alterá-lo para introduzir melhoras, corrigir problemas ou ampliar sua
funcionalidade. Usando uma analogia culinária, é como se o usuário recebesse o bolo e a
receita do bolo.
3 - As alterações, melhorias, otimizações ou correções feitas no software livre da
forma descrita acima devem obrigatoriamente ser distribuídas gratuitamente, dentro do
mesmo esquema de software livre, incluindo também o novo código fonte. É importante
não confundir software livre, da forma conceituada acima, com software proprietário
distribuído gratuitamente. Muitas vezes, por motivos estratégicos ou de marketing, as
empresas podem optar por distribuir gratuitamente um determinado produto de software.
Isso não é software livre porque o código fonte não acompanha o produto, e os usuários não
podem alterar nem redistribuir livremente o sistema. Neste caso, o software continua sendo
propriedade da empresa, que pode a qualquer momento cancelar a distribuição gratuita.
Uma das questões com relação ao software livre é que ao instalar software de
origem

desconhecida,

a

integridade

do

sistema

operacional

poderia

estar

sendo

comprometida por código malicioso, que poderia causar danos aos dados ou a outros
computadores. Pela experiência de Queiroz em mais de dez anos usando software livre
NUNCA encontramos nada que pudesse prejudicar alguém ou causasse algum tipo de dano.
Já as violações da privacidade causadas por várias softwares comerciais são bem
conhecidas. A questão é, não podemos confiar naquilo a que não temos acesso.

O uso de software livre no mundo acadêmico já vem de longa data. Os softwares
desenvolvidos

pela

Free

Software

Foundation

são

referência

obrigatória

para

administradores de sistemas de todo o mundo.

Nas universidades, até bem pouco tempo, a maior parte do processamento científico
era feita em máquinas com sistemas Unix e o processamento administrativo era feito em
sistemas proprietários, como os equipamentos de grande porte comercializados pela IBM e
diversos outros fabricantes. Esta opção por plataformas proprietárias vem de muito tempo

�atrás, quando não existiam alternativas. Todas as soluções existentes não se comunicavam
com as demais. O dilema para os administradores era terrível, pois qualquer opção que se
fizesse desembocaria inevitavelmente em uma situação de aprisionamento, com o cliente
integralmente nas mãos do fornecedor, tanto em termos das soluções oferecidas como dos
preços.
A questão principal entretanto é que este modelo não

oferecia alternativas.

Felizmente este não é mais o caso. Alternativas hoje existem muitas, o mais difícil é a
mudança de mentalidade, em acreditar que sistemas completos de gestão universitária e
para pesquisa baseados em software livre podem ser criados e mantidos com custos muito
menores do que sua contrapartida proprietária. Sistemas proprietários por definição
constituem um tremendo obstáculo a inovação. Estes obstáculos são o elevado custo de
aquisição de licenças e sua manutenção. Cada nova funcionalidade ou serviço que se deseja
oferecer representa uma nova fonte de gastos.
Com o software livre a liberdade de criar e inovar é total. A maioria dos softwares
estão disponíveis na Internet a custo zero. Com o código fonte disponível tudo o que é
necessário é um pouco de conhecimento para adequar o que existe às nossas necessidades.

A Biblioteca Digital na Unicamp

A Biblioteca Digital da Unicamp surgiu através da iniciativa do Sistema de
Bibliotecas da UNICAMP no primeiro semestre de 2001, através do interesse demonstrado
pela comunidade, e pelas 19 Bibliotecas do Sistema, a vislumbrar a possibilidade de
disponibilizar em formato digital a produção científica de dissertações e teses da
Universidade, com a estruturação da Biblioteca Digital de Teses da UNICAMP.

Após várias iniciativas isoladas, foi apresentado à reitoria em agosto de 2001 uma
proposta de criação da Biblioteca Digital de Teses da UNICAMP, tal proposta foi aceita, e
a ela estendeu-se a possibilidade de não fixar-se somente em dissertações e teses,
possibilitar a comunidade científica da Universidade a alternativa de disponibilizar a sua
produção na Internet através da Biblioteca Digital da UNICAMP.

�A Biblioteca Digital da UNICAMP, foi oficialmente instituída em 08/11/2001,
através de portaria do Sr. Reitor de nº

GR-85, que trata da estruturação da Biblioteca

Digital da UNICAMP, “através da produção Científica-Acadêmica da Unicamp em formato
eletrônico de: artigos, fotografias, ilustrações, obras de arte, revistas, registros sonoros,
teses, vídeos e outros documentos de interesse ao desenvolvimento científico, tecnológico e
sócio cultural”.

A estruturação do Banco de Dados Digital com o Software Livre

Muito do conhecimento gerado em universidades é inacessível ao público em geral,
não por um desejo de ocultá-lo mas pela falta de mecanismos adequados que o tornem
disponível a todos que dele necessitem. Uma das prioridades para o site institucional da
Unicamp foi estabelecer um indexador de todo o conteúdo disponível na Web da
universidade. Foram feitos experimentos com indexadores conhecidos no mercado como
Altavista e Infoseek, porém o altissimo custo financeiro para a aquisição de licenças para a
indexação da quantidade de informação disponível na Unicamp tornava esta alternativa
inviável. Optamos então pelo software livre “htdig”, que nos permitiu trazer a tona para
nossa comunidade de usuários muita informação que até então estava disponível apenas a
uns poucos. Com isto tivemos uma sensível melhora no serviço prestado à nossa
comunidade.
O produto utilizado foi chamado de “Nou-Rau”, com objetivo de implementar um
sistema on-line para armazenamento e obtenção de documentos digitais, provendo acesso
controlado e mecanismos eficientes para busca.

Através de sua característica de possibilitar a disponibilização e gerenciamento de
conteúdos digitais, o Nou-Rau tem como meta principal:

•

Possibilitar o armazenamento de qualquer tipo de documento;

•

Manter informações básicas sobre cada documento, possibilitando a inclusão de
dados mais específicos quando necessário;

�•

Prover um mecanismo de busca que pesquise tanto nas informações, quanto no
conteúdo dos documentos;

•

Controlar o “upload” somente de documentos desejados e prover mecanismos para
aprovação de documentos submetidos;

•

Possibilitar intervenção externa para verificação de vírus.

A organização da informação na Biblioteca Digital

Tópicos

O banco digital contém diversas áreas denominadas

“tópicos”. Um tópico

representa um assunto específico e serve para agrupar documentos relacionados. Por
exemplo: um tópico pode ser criado para o assunto “Geometria” e outro para “Aids”.

Para cada tópico pode existir um responsável, que cuida de seu gerenciamento e
efetua a aprovação de documentos submetidos para o mesmo.

Os tópicos podem ser organizados hierarquicamente, ou seja, dentro de um tópico
pode existir um ou mais subtópicos.

Categorias:

Uma "categoria" corresponde a um conjunto de tipos de documentos válidos,
juntamente com um limite de tamanho.

Uma categoria é definida pelo administrador do sistema e representa um meio de
indicar os tipos de documentos válidos para um tópico. Em particular, um tópico pode
aceitar uma ou mais categorias de documentos. Por exemplo, o tópico 'Geometria' pode
somente aceitar documentos da categoria 'Diagramas' e 'Exercícios', limitando o tamanho
máximo aceito a 100Kb. Já o tópico 'Culinária' pode aceitar as categorias 'Artigos' e
'Vídeos', sem impor limites.

�A medida em que novas categorias se tornem necessárias, basta que sejam criadas
pelo administrador e associadas aos tópicos.

Formatos:

Cada categoria especifica um ou mais "formatos" a serem aceitos.

Um formato define um tipo particular de arquivo, tal como 'PostScript' ou 'Imagem
GIF'. Somente o administrador pode definir novos formatos e modificar os já existentes.

O sistema já vem com os formatos mais comuns cadastrados (DOC, PDF, HTML,
JPEG, MP3, etc), juntamente com mecanismos para que uma classe inteira de formatos
cadastrados seja aceita (por exemplo, 'Qualquer Imagem').

Documentos:

Um "documento" corresponde a um arquivo submetido ao sistema, juntamente com
uma série de informações associadas.

Estas informações incluem título, nome dos autores, e-mail para contato, palavraschave, descrição e versão do documento. Um campo

para quaisquer outras informações

também é provido, para registrar informações específicas a cada documento (ISBN para
livros, resolução para imagens, etc).

Adicionalmente o sistema registra automaticamente o tópico a que cada documento
pertence, sua categoria e o seu formato, além do usuário que fez a submissão.

�Armazenamento

Os documentos são armazenados sem modificações após serem aprovados, podendo
ser comprimidos automaticamente em certos casos para economizar espaço.

Na maioria das situações, a compressão é utilizada apenas internamente. Quando
requisitados os documentos são retornados na sua forma original.

Mecanismos de Busca

O mecanismo de busca é provido por uma ferramenta dedicada, “ht://Dig”.

Esta ferramenta mantém uma base de dados própria, otimizada para fazer buscas. O
sistema alimenta essa base de dados com o conteúdo dos documentos e com a informação
associada, de maneira que todos os dados mantidos pelo sistema podem ser pesquisados.

O sistema suporta a indexação do conteúdo de documentos nos seguintes formatos:

- Texto ASCII, HTML, RTF, SGML, WML e XML
- MS Word, Excel e PowerPoint
- PDF e PostScript
- TeX, LaTeX e DVI

Personagens

Os personagens são os possíveis papéis que os usuários possam ter dentro do
sistema.

�Visitante:

Corresponde a quem acessa o sistema em busca de informações. Não precisa estar
cadastrado, mas limita-se a consultar tópicos, efetuar buscas e fazer download de
documentos.

Colaborador:

É uma pessoa cadastrada no sistema. Um colaborador pode fazer “upload” de novos
documentos, passando a ser o dono dos mesmos. Para tanto cabe a um colaborador escolher
um tópico e uma categoria associada ao mesmo, submeter um arquivo e fornecer os dados
necessário para o cadastramento deste documento.

Após ser aprovado, o documento pode ser atualizado ou removido pelo seu dono, e
seus dados podem ser modificados.

Responsável:

É quem administra um ou mais tópicos. Em particular, é o responsável que aprova
os documentos submetidos.

Administrador:

Cuida da manutenção do sistema e define novos tópicos, cadastrando responsáveis
pelos mesmos. Também define novas categorias e formatos de documentos.

Nada impede que uma mesma pessoa atue como mais de um personagem, como por
exemplo o responsável por um tópico que também age como colaborador em um outro
tópico.

�Estrutura Funcional da Biblioteca Digital

Outra característica necessária na Biblioteca Digital é a sua estruturação para
integração e interoperabilidade dos dados dos documentos digitais, através de metadados e
da utilização da linguagem XML - Extensible Markup Language, possiblitando a captura e
disponibilização dos dados que irá permitir o acesso aos documentos digitais.

A Biblioteca Digital da Unicamp, está estruturada para captura de metadados da
base referencial Acervus quando é realizada a inclusão das teses digitais.

Os dados das teses digitais estão também estruturados no formato XML, que
permitirá a exportação de dados e a integração da Biblioteca Digital com outras Bibliotecas
Digitais

Nacionais

e

Internacionais,

universalizando

o

conhecimento

científico

disponibilizado no Banco Digital.

Conclusão

A sociedade da informação, advinda neste novo milênio está provocando alterações
cada vez maiores no dia-a-dia de pessoas, instituições e empresas, impulsionando as
organizações na busca da modernização de suas estruturas e na “expertise” na prestação de
serviços à comunidade.

A sociedade baseada na informação também estão criando novos divisores, novas
fatores de exclusão. O uso de software livre é um fator estratégico para o desenvolvimento
nacional, para a competitividade de nossos produtos no mercado mundial e para a melhoria
de nossa qualidade de vida.

Nesse contexto a informatização/automação de Unidades de Informação, sempre
esteve diretamente ligada a automação dos procedimentos de rotinas e serviços, a partir do
uso de novas tecnologias de informação, com novas opções de desenvolvimento de
produtos para gerenciamento de conteúdos informacionais em formato digital, diante desse

�novo paradigma as bibliotecas devem trabalhar cada vez mais na estruturação de um
planejamento voltado para a Logística da Informação, visando oferecer ao seu usuário a
informação precisa, independente de onde ela esteja localizada.

Conforme o pensamento apresentado pelo atual reitor da UNICAMP, Prof. Dr.
Carlos Henrique de Brito Cruz (2002), “Num mundo em que a informação cada vez mais
tem menos valor, por ser cada vez mais acessível, cresce o valor de uma formação
completa, multidisciplinar e abrangente. Não há chance de desenvolvimento econômico ou
social para o Brasil se não tivermos instituições de ensino superior capazes de propiciar
educação superior dentro de referenciais de excelência internacinais.

Espera-se que uma

boa universidade forme cidadãos, além de bons profissionais. Qualidade essencial de seus
graduados deve ser a flexibilidade intelectual que lhes permita aprender continuamente
coisas novas durante sua vida profissional. A obsolescência rápida de tecnologias e a sua
vertiginosa sucessão em processo industriais em constantes alterações de paradigmas
filosóficos, científicos e artísticos, obrigam a universidade a comprometer-se radicalmente
em garantir que seus estudantes aprendam a aprender”.

Diante de um perfil voltado para a qualidade do ensino e a pesquisa, a concretização
do projeto da Biblioteca Digital da UNICAMP deverá propiciar difusão internacional dos
trabalhos científicos e acadêmicos da universidade, ampliando o conhecimento de domínio
público, proporcionando impacto positivo na formação científica das gerações atuais e
futuras, criar competências na implementação de projetos universitários para pôr a
disposição do público, na Internet, além de garantir maior confiabilidade e abrangência,
uma vez que estará inserida na iniciativa global reconhecida pela UNESCO, que fomenta a
livre iniciativa universal de divulgação da informação científica.

Bibliografia:
ALMEIDA, R. Q. de. Pesquisa e desenvolvimento com software livre. Revista do
Governo Eletrônico, São Paulo, n. 1, dez. 2001, jan./fev. 2002. Seção Artigos. Disponível
em: &lt;http://www.prefeitura.sp.gov.br/revista/rubensqueiroz_al.asp.&gt;. Acesso em: 19 jan.
2002.

�CRUZ, C.H.B. Quando o parâmetro é a qualidade.Disponível em:
&lt;http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0701200209.htm&gt;Acesso em: 07 jan. 2002.
DAVENPORT, T. H. Ecologia da Informação: por que só a tecnologia não basta para o
sucesso na era da informação. Tradução por Bernadette Siqueira Abrão. São Paulo:
Futura, 1998. 316p. Tradução de Information ecology.
HEEMANN, V. Mudança de hábito: impacto das novas tecnologias na qualificação do
profissional bibliotecário e no uso final. In: SEMINÁRIO SOBRE AUTOMAÇÃO EM
BIBLIOTECAS E CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO, 5., 1994, São José dos Campos,
Anais... São José dos Campos: UNIVAP, 1994, p.172-176.
LIMA, G. A. B. Softwares para automação de bibliotecas e centros de documentação na
literatura brasileira até 1998. Ciência da Informação On-line, Brasília, v. 28, n. 3, 1999.
Disponível em: &lt;http://www.ibict.br/cionline/280399/28039910.pdf&gt;. Acesso em: 19 jan.
2002.
MARCONDES, C. H.; SAYÃO, L. F. Integração e interoperabilidade no acesso a recursos
informacionais eletrônicos em C&amp;T: a proposta da Biblioteca Digital Brasileira. Ciência da
Informação On-line. Brasília, v. 30, n. 3, p. 24-33, set./dez. 2001. Disponível em:
&lt;http://www.ibict.br/cionline/300301/3030401.htm&gt;. Acesso em 22 jan. 2002.
SANTOS, L. F. Software livre: mitos e fatos. Revista do Governo Eletrônico, São Paulo,
n. 1, dez. 2001, jan./fev. 2002. Seção Artigos. Disponível em:
&lt;http://www.prefeitura.sp.gov.br/revista/luiz_flaviano1.asp.&gt;. Acesso em: 29 jan. 2002.

Dados do autor:
Luiz Atilio Vicentini
Diretor da Biblioteca Central da Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP,
graduação em Biblioteconomia e Documentação pela Escola de Biblioteconomia e
Documentação de São Carlos, especialização em Gestão de Negócios e Tecnologia da
Informação pela Fundação Getúlio Vargas-FGV, CRB-8/2870.
E-mail: vicentin@unicamp.br

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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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              <text>Vicentini, Luiz Atilio</text>
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          <name>Coverage</name>
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          <name>Publisher</name>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>Discorre sobre a utilizaçãode software livre e o gerenciamento de conteúdos digitais </text>
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