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                  <text>GERENCIANDO A BIBLIOTECA DO AMANHÃ: TECNOLOGIAS PARA
OTIMIZAÇÃO E AGILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO
Autora: Isabel Cristina Nogueira – Apresentação oral do trabalho
icnogueira@hotmail.com
Bacharel em Biblioteconomia pela Escola de Ciência da Informação da UFMG
Rua V, 95, Bairro V. Pinho, Belo Horizonte – MG - Brasil

Colaboradores:
Gláucia Gomes
glauciag@idbrasil.com.br
ID Systems do Brasil
Jorge Abrunhosa
jorgea@idbrasil.com.br
ID Systems do Brasil
Maria Elizabeth de Oliveira Costa
beth@bu.ufmg.br
Bibliotecária da Biblioteca Universitária da UFMG

�Gerenciando a Biblioteca do Amanhã: Tecnologias para Otimização e Agilização dos
Serviços de Informação

Resumo
O profissional de Biblioteconomia que hoje já é visto como um
Gerente de Informações é cada vez mais solicitado a conhecer e a
empregar as Tecnologias de Vanguarda. Dentre estas Tecnologias
existem

algumas

altamente

promissoras

para

auxiliarem

esse

profissional na criação de sistemas que facilitem o acesso do usuário
aos serviços e produtos oferecidos pela Biblioteca.
Dentro dessa pespectiva o presente trabalho visa apresentar uma
abordagem teórica e prática desta relação.

O avanço tecnológico vem influenciando profundamente bibliotecas e bibliotecários,
caminhando em direção à realidade de um mundo eletrônico, o que demanda urgência em
propostas de soluções para suprir as demandas informacionais e funcionais dos usuários de
bibliotecas.

O bibliotecário do século XXI deverá assumir a postura de moderno profissional de
informação, a quem compete fornecer aos usuários a informação solicitada, vinda de fontes
certas, por meios certos e em momentos certos. Para isso o bibliotecário deverá vencer o
marasmo que ronda as tarefas meramente tecnicistas.
Informação
Estamos vivendo o que alguns autores chamam de consolidação da mudança de paradigma
do acervo para a informação, do suporte físico para o informacional. A biblioteca vem
mudando a sua concepção histórica de depósito de livros para instituição voltada para a
disseminação de informações.

Alguém já disse que o amanhã é onde passaremos o restante de nossas vidas.Assim, numa
sociedade contemporânea, que já vive como sociedade da informação e caminha de forma
mais ampla para Era da Informação, o profissional de Biblioteconomia já visto como

�Gerente de Informações é cada vez mais solicitado a conhecer e a empregar as chama das
Tecnologias de Vanguarda.

Dentre estas tecnologias existem algumas altamente promissoras para auxiliarem este
profissional na criação de sistemas que facilitem o acesso do usuário aos serviços e
produtos oferecidos pela Biblioteca, destacando entre eles o sistema de auto-atendimento, a
implantação de sistemas eletrônicos de segurança do acervo e a tecnologia RFID.

Neste contexto, o presente trabalho visa apresentar algumas dessas várias tecnologias que
estão em sintonia com as necessidades das bibliotecas, voltadas a facilitar a vida dos
usuários e reduzir o esforço repetitivo e de pouco valor agregado dos funcionários.

Sistemas de Auto-Atendimento para Bibliotecas

O auto-atendimento pode ser considerado como uma ferramenta fundamental para o
gerenciamento do acervo bibliográfico na biblioteca moderna. Atualmente as bibliotecas já
são operadas como uma complexa organização, utilizando-se intensivamente das novas
tecnologias de informação e comunicação disponíveis na sociedade da informação.

Novos horizontes surgem para o gerenciamento do acervo bibliográfico, pois com um
sistema de auto-atendimento o usuário pode realizar seu próprio empréstimo, dinamizando
a circulação do acervo bibliográfico e simultaneamente oferecendo total segurança às
dinâmicas envolvidas no cotidiano de uma biblioteca.

Os sistemas de auto-atendimento atualmente disponíveis no mercado brasileiro são
tecnologias de fácil operação.

São comercializados pelas empresas ID Systems e 3M.

Apresentam interfaces compatíveis com a maioria dos softwares empregados em
automação de bibliotecas. Além disso os sistemas de

auto-atendimento

possuem

características próprias que os tornam plenamente operacionais para funcionarem em
bibliotecas

que já utilizem sistemas de segurança eletrônica do acervo com etiquetas

protetoras de tecnologia Eletromagnética (EM) Podem ainda operar em ambientes

�gerenciados por tecnologia de identificação por rádio-frequência (RFID –

Radio-

Frequency Identification). As tecnologias EM e RFID serão posteriormente explicadas ao
longo do trabalho.

O sistema é constituído de: tela plana em cristal líquido, software interativo com orientação
passo a passo, leitora de cartão (magnético, código de barras, proximidade, smart card ou
biométrico,

dispositivo

de

desativação(para

empréstimo)

e/ou

reativação

(renovação)

,impressora de termo-transferência para impressão de comprovantes e scanner ótico para
leitura do código de barra identificador do livro ou item (em caso de RFID utiliza-se um
leitor apropriado).

Até a presente data deste trabalho o único sistema de auto-atendimento instalado e em fase
de testes no Brasil é o produzido pela ID Systems. A Biblioteca é a da PUCRS (Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul) e o software de circulação é o Aleph,
comercializado pela empresa Ex-Libris. Este sistema de auto-atendimento emprega uma
exclusiva tecnologia que o torna compatível para operação com qualquer sistema de
segurança eletromagnético (ou seja que oferece desativação/reativação das etiquetas
protetoras) de padrão internacional.Além disso, o equipamento possui design ergométrico,
o que facilita sua instalação na biblioteca.

A

utilização

do

sistema

é

apresentada

numa

tela

de

monitor

com

instruções

pormenorizadas, passo a passo. Inicialmente, o usuário deve identificar-se através de um
dos seguintes tipos de leitores: magnético, código de barras, proximidade, smart
card/RFID ou biométrico. Nesta fase inicial a identificação será feita através do software já
utilizado na automação da biblioteca, sendo necessário para isso que o mesmo ofereça uma
interface apropriada para auto-atendimento (protocolos SIP1, SIP2, etc). É importante
ressaltar que os softwares ainda não homologados com a interface dos atuais sistemas de
segurança poderão sê-los, bastando para isto adotarem um protocolo de auto-atendimento
disponível no mercado.

Após identificado e autorizado o usuário, o item objeto de empréstimo deverá ser
posicionado no local designado e um scanner ótico (ou leitor de RFID) lerá o código de

�barras (ou a etiqueta de RFID), que o identificará . Para empréstimos de itens de mídia
magnética (fitas de vídeo, áudio, disquetes, etc) existem modelos específicos que permitem
operar tais mídias sem nenhum risco de danos às mesmas.

Uma vez identificado o item e autorizado o empréstimo, o item terá sua proteção
desativada e o empréstimo será efetuado.O sistema é programável possibilitando à
biblioteca definir parâmetros como: limite para itens emprestados, prazo de devolução,
critérios para empréstimo e renovação, emissão de multas, dentre outros. Estes parâmetros
são os mesmos normalmente já oferecidos pela biblioteca. Ao concluir o processo de
empréstimo, o usuário retirará o item já emprestado e o seu cartão de identificação. A
seguir receberá um comprovante impresso (extrato) com data e hora da operação além de
informações como data de devolução, mensagem da própria biblioteca, avisos de quota de
empréstimo ultrapassada, dados bibliográficos sobre o item. Também é oferecida uma
opção chamada Status (disponível em alguns softwares de circulação), que possibilita ao
próprio usuário conferir sua atual situação com a biblioteca. Outra opção é Idioma, onde o
usuário pode escolher em qual idioma deseja que estejam as instruções.

As modernas tecnologias empregam sensores e algoritmos eficientes que possibilitam que
o item a ser emprestado seja colocado em qualquer posição, desde que a etiqueta de código
de barra fique visível ao scanner, evitando o inconveniente dos equipamentos antigos que
só liam em determinadas posições.

No caso de se utilizar a tecnologia RFID, como a

leitura é feita por sinais de rádio, não existe a preocupação de localizar a etiqueta, pois ela
será lida mesmo com o livro fechado, sem nenhum tipo de contato.

Também já estão previstas neste sistema de auto-atendimento rotinas que impossibilitam
operações ilegais como troca de itens ou tentativa de desativar mais de um item durante o
processo de desativação. Na ocorrência de um destes casos a operação de empréstimo será
abortada.

Os sistemas de auto-atendimento são projetados para operar com eficácia durante décadas,
desde que sejam observadas as seguintes condições: seja mantido em temperaturas entre 0
e 35 graus Celsius, não seja submetido à exposição solar permanente, seja mantido fora do

�alcance de água ou agentes químicos e também não sofra ações mecânicas tais como
quedas e/ou impactos.

Resumindo os sistemas de auto atendimento podem ser entendidos como um auxilio ao
gerenciamento de acervo bibliográfico onde o usuário pode realizar seu próprio
empréstimo,dinamizando a circulação do acervo, oferecendo ainda total segurança do
acesso global. Também é facilitado o acesso dos usuários aos serviços e produtos da
biblioteca, aumentando a agilização do atendimento, evitando filas, bem como poupando
tempo dos bibliotecários que poderão assim dispensar maior atenção a outras atividades de
importância dentro da Instituição.

Sistemas de Segurança Eletrônica de Acervo Bibliográfico

Os Estados Unidos da América foram os pioneiros no uso de sistemas eletrônicos de
segurança (anti-furtos) na proteção de acervos bibliográficos. Em 1963 a empresa
Sentronic International criou um sistema baseado em campos eletromagnéticos que teve
como primeiro cliente a Biblioteca Pública de Grand Rapids, Michigan. O sistema era
formado por quatro componentes básicos: sensores ou antenas, unidade de controle,
unidades de desativação e reativação e etiquetas protetoras, permitindo a sua utilização
com acervo aberto nos modos by-pass e livre acesso.

O modo by-pass ou desvio implica em utilizar as etiquetas protetoras sempre ativadas e
para tanto necessita-se que o sistema de segurança seja instalado próximo ao balcão de
atendimento e uma vez efetuado o empréstimo o atendente entrega ao usuário o item
emprestado numa posição situada após os sensores ou antenas. A grande questão é o
constante constrangimento ao usuário que ao ingressar em outros recintos protegidos por
sistemas similares ou ainda durante a devolução fará acionar o alarme. Isto tem gerado
bastante problemas paras as instituições, inclusive em aspectos legais.

O modo de livre acesso opera com desativação e reativação, permitindo que as antenas ou
sensores estejam instalados em qualquer local, independentemente da posição do balcão.

�Seu grande mérito é evitar constrangimentos aos usuários e possibilitar um lay-out mais
funcional e operacional para a biblioteca.

Inicialmente os sistemas de segurança não foram bem vistos pelos usuários das bibliotecas,
que se sentiam ofendidos e vigiados, no entanto no início da década de 70 a segurança
eletrônica já estava ganhando a simpatia unânime dos usuários, passando de tabu de
desonestidade a mais uma ferramenta de gerenciamento de acervos.

Entre as empresas pioneiras na área de segurança eletrônica de acervo bibliográfico
destacaram se: a Gaylord Library Magnavox, Knogo (adquirida em 2000 pela ID Systems),
Library Bureau e 3M.

O mercado brasileiro de sistema de segurança eletrônica de acervo bibliográfico apresenta
duas empresas que se destacam pela sua elevada especialização e experiência: ID Systems
e 3M.

A utilização destes sistemas tornou-se muito popular não só pelas normas e

diretrizes do MEC (Ministério da Educação e Cultura), que estimulam a utilização do
acervo aberto ao usuário mas também pela sua elevada eficácia em média superior a 90%,
na preservação do patrimônio das instituições.

Os sistemas de segurança eletrônica oferecidos pela ID Systems são: sistemas de segurança
eletrônica com tecnologia eletromagnética e seus componentes: etiquetas protetoras
desativáveis/reativáveis adequadas a qualquer tipo de encadernação,

CDs e mídias

magnéticas, desativadores e reativadores manuais e eletrônicos, desativador e reativador de
mídia magnética, contador eletrônico de fluxo de usuários, verificador de presença de
etiquetas manual, dentre outros. Oferece

ainda sistemas de segurança eletrônica com

tecnologia radiofreqüência e seus componentes.

Os sistemas de segurança eletrônica oferecidos pela 3M são: sistemas de segurança
eletrônica com tecnologia eletromagnética, ativadores e desativadores específicos para
materiais magnéticos e não magnéticos, fitas de detecção para livros, fitas cassete de áudio
e vídeo, CDs e outros.

�Basicamente os sistemas eletrônicos de segurança mais adotados na proteção de acervo
bibliográficos

empregam

dois

tipos

de

tecnologia

a

saber:

radiofreqüência

e

eletromagnética. Os sistemas de radiofreqüência são caracterizados pelo uso de energia
transmitida por ondas de rádio em freqüência específica. Atualmente esses sistemas
empregam alta tecnologia digital em processamento e filtragem de sinais apresentando
sinalização sonora e/ou visual e excelente detecção tridimensional.

Esses sistemas operam apenas no modo by pass ou desvio, uma vez que as etiquetas
utilizadas estão sempre ativas.

Entre as vantagens desta tecnologia podemos citar: o baixo custo de implantação e
manutenção; a ocorrência mínima de alarmes falsos, uma vez que não há como desativar e
reativar etiquetas desta tecnologia, são adequadas para mídias magnéticas (fitas de vídeo,
áudio, disquetes entre outros); atende as normas da ABNT(Associação Brasileira de
Normas Técnicas) e ADA(American with Disabilities Act) quanto ao acesso de usuários de
cadeiras de rodas. As principais desvantagens são a fácil localização da etiqueta pelo
usuário e não possibilitar desativar e reativar a proteção oferecida pela etiqueta.

A tecnologia eletromagnética funciona com um campo magnético produzido por energia
elétrica.

Os

sistemas

de

tecnologia

eletromagnética

atuais

oferecem

detecção

tridimensional, apresentando. Operam tanto no modo by-pass ou desvio quanto no modo
livre acesso, já que possilitam desativar e reativar a proteção da etiqueta.

As principais vantagens da tecnologia eletromagnética são a grande adequação das
etiquetas protetoras aos itens existentes no acervo bibliográfico, o fato de operarem com
desativação e reativação, evitando constrangimentos ao usuário e eventuais ações legais
por parte deste usuário, a modularidade e versatilidade dos mesmos, bem como o
atendimento às normas de acesso a usuário de cadeiras de rodas ABNT e ADA.

�Os atuais sistemas eletromagnéticos proporcionam proteção eletrônica com total segurança
quanto à integridade das mídias magnéticas, ao contrário dos primeiros modelos.

RFID – Identificação por Rádio-Frequência

Esta tecnologia de vanguarda surgiu em meados da década de 90. RFID significa
Identificação

por

Rádio-Frequência

(Radio-Frequency

Identification).

Consiste

basicamente da utilização de uma etiqueta plana, adesiva, de dimensões reduzidas,
contendo um micro-chip em conjunto com sensores especiais e dispositivos que
possibilitam a codificação e leitura dos dados contidos na mesma.

O micro-chip contido na etiqueta permite armazenar inúmeros campos de informação nesta
e ainda apagar esta informação e armazenar novos campos. Com isto tem-se um infinito
campo de aplicações e soluções integradas numa única tecnologia. Tudo isto é feito sem
contato físico de nenhuma espécie, não apresentando o inconveniente do código de barra
que precisa ser lido individualmente e está sujeito a depredações ou danos. No caso da
etiqueta de RFID ela pode ser inserida no interior de um livro e mesmo assim será lida sem
nenhum problema. A única limitação tecnológica é quanto a itens metálicos, que podem vir
a “blindar” ou bloquear os sinais de rádio impossibilitando a leitura. A migração dos dados
existentes atualmente no código de barras ocorre de forma amigável e rápida para a
tecnologia RFID. No Brasil esta tecnologia é oferecida para bibliotecas pelas empresas ID
Systems e 3M.

A tecnologia RFID apresenta características peculiares que nenhuma outra oferece. Por
exemplo, leitura simultânea de até 30 itens num período de um segundo, utilizando-se de
poderosos algoritmos de anti-colisão. Com isto pode-se realizar inventários de milhares de
itens, diretamente das estantes em questões de minutos, utilizando um leitor de RFID
manual. Também pode-se controlar o processo de devolução do itens emprestados,
passando os livros por uma esteira rolante com leitora de RFID acoplada.

�A maioria das aplicações atuais restringem-se por enquanto a inventários. Contudo, já é
possível pensar em uma instituição que utilize o RFID em seu acervo, no controle

de

acesso de funcionários e usuários em todo o campus, no acesso de veículos ao seu
estacionamento, nos seus terminais de auto-atendimento, na proteção de seu patrimônio,
enfim as aplicações estão limitadas à própria imaginação.

Considerações Finais

Passando de uma abordagem conceitual, pode-se discutir outras perspectivas sobre o
impacto destas Tecnologias de Vanguarda. A primeira seria a ótica econômica, e neste caso
seriam contabilizados os resultados positivos da implantação de sistemas de segurança
eletrônica sobre a preservação e manutenção do acervo, com a redução substancial do
índice de furtos. Isto é de importância fundamental num momento de grandes restrições
orçamentárias que vivenciamos dentro das instituições públicas e privadas, além da
dificuldade de reposição de certas obras esgotadas. Some-se a isto que os processos de
aquisição são demorados e traumáticos e também o processamento técnico dos materiais
demanda esforço, tempo e custos para a instituição.

Partindo de uma abordagem humanística, cabe discutir a repercussão da introdução de
sistemas de auto-atendimento no ambiente da biblioteca. A primeira idéia é que isto
ocasionaria é o mal-estar da substituição do trabalho do profissional de Biblioteconomia
por uma máquina. Contudo, numa análise mais criteriosa pode-se pensar numa analogia
com o impacto ocasionado pela introdução da máquina a vapor há quase três séculos na
Inglaterra. Naquela época muitas pessoas acreditaram que o advento da máquina fosse
gerar conseqüências desastrosas para os trabalhadores, tendo acontecido justamente o
contrário, vindo a Inglaterra a se tornar uma das maiores economias do mundo e o
fenômeno da industrialização estendeu-se por outros paises.

Assim, optou-se por entender que o sistema de auto-atendimento é mais uma ferramenta de
automatização a disposição de todos os profissionais atuantes na biblioteca. Estes
profissionais, com a introdução deste sistema serão beneficiados com a supressão de
tarefas repetitivas e pouco produtivas, podendo executar outras atividades de caráter

�intelectual

tais

como

catalogação,

indexação,

classificação,

pesquisas

acadêmicas,

capacitação profissional, etc.

Finalizando, consolidando as óticas econômicas e humanísticas numa única abordagem
pode-se discutir o impacto da tecnologia RFID na elaboração de inventários. Inventariar é
uma atividade extremamente necessária, apresentando uma dinâmica de difícil e demorada
execução, o que a torna um verdadeiro pesadelo dos pontos de vista dos profissionais e
usuários da biblioteca e do custo operacional. A introdução desta tecnologia acredita-se irá
trazer um impacto positivo na execução desta tarefa e pelo potencial oferecido pelo RFID
pode-se supor o fim de outros pesadelos, transformando-os em sonhos.
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2000. Catálogo da Empresa.

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vanadalismo em bibliotecas.1996 (Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do
Espírito Santo).

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Systems, 1999. 13p.

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5.ID

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DO

BRASIL.

Gerenciamento

de

acervo

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Auto-

Atendimento, RFID e Sistema de Segurança Eletrônica para Acervos Nova Friburgo: ID
Systems do Brasil, 2002. Catálogo da Empresa.

6. SHUMAN, Bruce A. Library security and safety handbook: prevention, policies, and
procedures. USA: American Library Association: 1999. 210 p.

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              <text>Gomes, Gláucia</text>
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              <text>Abrunhosa, Jorge</text>
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              <text>Costa, Maria Elizabeth de Oliveira </text>
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              <text>Apresenta as tecnologias que estão em sintonia com as necessidades das bibliotecas, voltadas a facilitar a vida dos usuários e reduzir esforços repetitivos</text>
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