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                  <text>REDE PERGAMUM. A EXPERIÊNCIA DA PUC-RIO E PUCPR

Elda Mulholland
Diretora da Divisão de Bibliotecas e Documentação
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Presidente da Rede Pergamum

PUC-Rio
Rua Marques de São Vicente, 225 - Gávea
Rio de Janeiro - Brasil
http://www.dbd.puc-rio.br
elda@dbd.puc-rio.br

Outubro de 2002

1

�Rede Pergamum. A experiência da PUC-Rio e PUCPR

Elda Mulholland
Diretora da Divisão de Bibliotecas e Documentação
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Presidente da Rede Pergamum

Resumo:

Em 4 de outubro de 1996, durante a primeira reunião dos usuários do Sistema
Integrado

de

Gerenciamento

de

Bibliotecas

implementada a formação da Rede Pergamum.

PERGAMUM,

foi

decidida

e

Foram definidas as Comissões

Técnicas e os objetivos específicos da Rede. Foi elaborado o primeiro Regimento da
Rede Pergamum, o qual sofreu modificações na reunião anual de 2001. A Rede
Pergamum iniciou sua existência com 13 instituições, em 2000 o número subiu para
36, em 2001 eram 47 as instituições que faziam parte da Rede e nesse momento, em
2002 são 58 os participantes que englobam instituições de ensino superior
particulares, públicas, escolas de segundo grau, tribunais de justiça, empresas, entre
outros.

2

�1.

Histórico dos acessos automatizados e Internet

Durante os anos 80, apenas um pequeno número de bibliotecas universitárias brasileiras
tinha serviços disponíveis através do uso de computadores, através de terminais conectados
a um computador de grande porte.
Evidentemente, a biblioteca tinha que competir com todos os outros departamentos da
instituição, e pouca importância era dada à informação.

Algumas bibliotecas estavam conectadas, via telex, aos bancos de dados Dialog e Orbit;
algumas usavam também o Pascal, desenvolvido pelo Centre Nationale de la Recherche
Scientifique, da França.
A grande maioria das bibliotecas das universidades ainda utilizavam processos manuais
para o processamento e recuperação da informação.

O trabalho básico de uma biblioteca universitária era tão trabalhoso que pouco tempo
sobrava para que as bibliotecárias pudessem estudar e se informar sobre as novas
tecnologias, quanto mais aplica-las.

Portanto, o usuário era relegado a um segundo plano uma vez que o trabalho interno de
processamento tomava todo o tempo disponível dos bibliotecários.

O relacionamento com os editores e livrarias também era difícil. Não existiam e-mail,
página na Internet, e muitas vezes as conecções telefônicas eram rudimentares.

A Internet no Brasil foi desenvolvida através do meio acadêmico.

Professores e

pesquisadores que haviam estudado e trabalhado em países desenvolvidos já conheciam as
redes internacionais de comunicações tais como a Bitnet, o que possibilitava que trocassem
mensagens com seus pares no mundo todo.

Em 1988, o LNCC - Laboratório Nacional de Computação Científica passou a ter acesso à
Bitnet através da University of Maryla nd.

A FAPESP - Fundação para o Auxílio à

3

�Pesquisa do Estado de São Paulo também passou a se conectar com a Bitnet através do
Laboratório Fermi, de Chicago
Estes eram os únicos meios de acesso às redes internacionais disponíveis até 1989. Em
1989, o CNPq - Conselho Nacional de Pesquisa criou a Rede Nacional de Pesquisa - RNP
e ao final de 1992 algumas universidades brasileiras estavam conectadas através do nó de
telecomunicação da FAPESP (UNESP, UNICAMP, FUEL,FUEM,FUERG, USP, INPE,
UFSC, UFRGS UFRN, UFPb, UFPE, ITEPE, MEC, UFPR, UFMG, CEFET-MG) e
algumas através do nó de telecomunicações do LNCC (UFRJ, PUC -Rio IME, FGV-RJ,
UFF, UERJ, ON, IMPA, CBPF, IBGE, FIOCruz, UFES, UFSe, UFBa, GOELDI, FUA,
UFMS, UFU além de uma interconecção entre FAPESP e LNCC).

Em 1989, O Instituto Brasileiro para Análise Social e Econômica - IBASE, juntamente
com a ajuda das Nações Unidas, desenvolveu a rede Alternex, um serviço de mensagens
eletrônicas e de conferências.

A rede Alternex foi o primeiro acesso brasileiro fora da

comunidade acadêmica.

Em 1994, o Governo Federal, através do Ministério de Ciência e Tecnologia juntamente
com Ministério de Comunicações,

promoveram o desenvolvimento da Internet no Brasil.

Em 1995, o acesso à Internet foi possibilitado através da Empresa Brasileira de
Telecomunicações - EMBRATEL.

O grande desenvolvimento da Internet aconteceu em 1996.

2.

Desenvolvimento do Software Pergamum

Em 1996,

o Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias - SNBU aconteceu em

Curitiba, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR.

4

�Além de considerável quantidade de novas informações apresentadas durante o SNBU, foinos possível conhecer o software que estava sendo utilizado na Biblioteca Central da
PUCPR para a catalogação e a recuperação das informações.

O software era chamado Pergamum, como uma referência à importante cidade de
Pergamum, na Ásia Menor, onde o pergaminho (charta pergamena) foi inventado como
consequência da proibição da exportação do papiro, durante o reinado de Ptolomeu
Filadelfo. A biblioteca da cidade de Pergamum, construída durante o reinado de Attalus I
Soter e Eumenes II, no século dois antes de Cristo, rivalizava em tamanho e importância
com a de Alexandria.

O objetivo era tornar-se um software competitivo junto aos outros existentes no mercado
brasileiro, sendo os mais conhecidos os estrangeiros VTLS e ALEPH.
Também em 1996, a Rede Bibliodata, a primeira rede brasileira para a catalogação
cooperativa, criada em 1984, estava passando por grandes mudanças.

O CPS, uma

ferramenta essencial para o uso das aplicações desenvolvidas para o Bibliodata/Calco, foi
descontinuada pela IBM. Todos os membros da Rede Bibliodata precisavam decidir sobre
que sistema utilizar.

O RDC da PUC -Rio precisava desconectar o mainframe que era utilizado para as
aplicações da Divisão de Bibliotecas e Documentação.

2.1

PARCERIA DBD e PUCPR

Tendo em vista a necessidade premente de se encontrar solução para o impasse criado com
a descontinuidade do CPS, a DBD iniciou a avaliação de softwares existentes no mercado
que fossem específicos para o gerenciamento integrado dos serviços de Biblioteca.

5

�Enfrentávamos os seguintes problemas:

1. precisavamos encontrar um software que pudesse integrar todas as funções de
um sistema de bibliotecas,
2. a DBD contava com uma verba mínima para essa aquisição,
3. não tinhamos como garantir pagamentos de manutenção em moeda forte (dólar,
por exemplo)

Diretrizes que balizaram a escolha da nova ferramenta a ser utilizada pela DBD
• possibilidade de compatibilização integral às necessidades da DBD
• acesso aos programas-fonte
• interface WEB para acesso à Internet ou remoto
• acesso a documentos digitais
• interface amigável para os usuários
• filosofia de banco de dados relacional, a fim de possibilitar a indexação de qualquer
material bibliográfico, digital e audiovisual, no todo ou em parte
• estatística em todos os módulos para auxiliar o gerenciamento dos serviços através
de índices
• possibilidade de parceria no desenvolvimento do aplicativo
• possibilidade de comercialização conjunta

Em junho de 1997, a DBD conheceu a estrutura do Sistema Pergamum na PUCPR. Foi
então iniciado o estudo do formato USMARC, pelas bibliotecárias da DBD, o qual seria
adotado para o sistema.

A analista da DBD, Georgia Regina Rodrigues Gomes Poly,

iniciou, juntamente com o

analista da PUCPR, Marcos Rogério de Souza, a análise da estrutura interna do software,
as modificações necessárias, e as novas aplicações.

Em novembro de 1997, os dados da PUC -Rio foram enviados para a PUCPR, a fim de
serem carregados na nova base de dados.

Em agosto de 1998 o Sistema Pergamum começou a ser utilizado na PUC-Rio.

6

�Primeiramente os módulos de tratamento técnico e consulta, posteriormente o módulo de
interface WEB.
Em março de 1999 iniciou-se a utilização do módulo de empréstimo, devolução e reserva
automatizados.
Em novembro de 1999 foi implantado o módulo de aquisição, composto de sugestão
licitação, encomenda, recebimento e pré-catalogação. Também, nesse ano o formato de
registros passou a ser MARC21.
Em março de 2000 iniciou-se a disponibilização de documentos digitalizados para a
recuperação local ou remota via WEB.
No momento a Biblioteca de documentos digitais e digitalizados da DBD encontra-se com
cerca de 500 teses e dissertações digitais,

textos para discussão, periódicos e outros

materiais.

Em setembro de 2001 foi disponibilizado, pela Divisão de Bibliotecas e Documentação, o
acesso remoto a periódicos eletrônicos e bases de dados através de um servidor proxy .

Em julho de 2002, a DBD disponibilizou através de sua pagina na Internet uma sala de
chat para serviços de referência interativo online..

3.

Criação da Rede Pergamum

Em 4 de outubro de 1999, foi feita em |Curitiba, na PUCPR a primeira reunião dos
usuários do Sistema Pergamum.
Nessa reunião foi decidido pelos presentes - as 13 Universidades que formaram a Rede:
PUC-Rio, PUCPR, PUCMG, UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina, UFPA Universidade Federal do Pará, UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense,
Faculdade de Palmas-PR, UCS - Universidade de Caxias do Sul, FAESA - Fundação de
Assistência e Educação, UNOESC - Universidade do Oeste de Santa Catarina, UNISO -

7

�Universidade de Sorocaba, Centro Universitário FEEVALE e a UVV - Universidade de
Vila Velha - , que era preciso que algo mais fosse estruturado. Não queríamos ser apenas
um grupo de usuários, mas sim transformarmo-nos em uma Rede, com características dos
consórcios das bibliotecas americanas.

Em 1998, representantes da PUC-Rio e PUCPR haviam feito um curso sobre a
administração e formação de consórcios na Universidade de DePaul, em Chicago.
Baseados nas experiências apresentadas e universidades visitadas, e

no conhecimento

recebido no curso, foi possível que a Rede formada englobasse as características de Rede
Cooperativa + Consórcio.

O representante da PUC -Rio foi eleito Presidente da Rede e os representantes PUCPR,
UFSC, UFPA e UCS foram eleitos membros da Comissão Diretora.
Para o melhor desempenho e padronização da Rede as seguintes Comissões foram
formadas:

1. Catalogação -

com as subcomissões de registos bibliográficos, autoridades e

periódicos,
2. Formato USMARC, posteriormente MARC21 , e
3. Informática - para o desenvolvimento continuado do Software.

Os benefícios que a Rede Pergamum trouxe às Universidades foram:
1. padronização dos registros, o que facilita a importação/exportação dos registros,
2. aquisição cooperativa de periódicos eletrônicos, bases de dados, equipamentos,
softwares,
3. empréstimo entre bibliotecas e
4. desenvolvimento e aperfeiçoamento das bibliotecárias e pessoal lotado nas bibliotecas,
tais como, analistas, programadores, auxiliares, etc.

Devido ao tamanho de nosso país, e devido aos custos das passagens aéreas, a DBD Divisão de Bibliotecas e Documentação, desenvolveu cursos à distância para formato

8

�MARC21

bibliográfico e autoridades, buscando solucionar problemas que poderiam

prejudicar o aperfeiçoamento continuado dos componentes da Rede.
Novos cursos estão sendo organizados.

Devido a procura, os cursos foram abertos a outros profissionais que não fazem parte da
Rede Pergamum, também.

3.1

Formação,

•

importância

e

objetivo

das

Comissões

As comissões foram compostas por membros natos: PUC -Rio e PUCPR, e por
membros eleitos pelo plenário.

•

A importância das comissões deve-se ao fato que através das mesmas são
direcionados o desenvolvimento dos trabalhos da Rede e
característ icas

•

específicas

desse

grupo

de

instituições

moldadas

as

heterogêneas.

O objetivo das Comissões foi estabelecido de acordo com parâmetros adotados
mundialmente, e discutidos por todos os membros presentes à reunião de fundação
da Rede Pergamum.

3.1.1- A Comissão Diretora tem por objetivo:
1. fornecer as políticas de desenvolvimento da Rede,
2. elaborar o planejamento estratégico das ações a serem tomadas visando o
funcionamento da Rede Pergamum.

3.1.2 - As Comissões Técnicas são responsáveis por três aspectos essenciais:
1. melhor emprego do formato MARC21

na catalogação dos diversos tipos de

material existentes nas bibliotecas que fazem parte da rede,

9

�2. estabelecimento de padrões para definição de autoridades,
3. estudo dos serviços a serem prestados pelos diversos módulos do Sistema
Pergamum, e
4. aplicação das tecnologias de informatização existentes para tornar a Rede uma
ferramenta de integração dos recursos que dela fazem parte, tais como:
- bancos de dados bibliográficos
- catálogos online para acesso público.

3.2

Principais objetivos e fatores de sucesso

•

O que torna a Rede Pergamum única ?
1. O uso do software Pergamum, desenvolvido em conjunto pela PUCPR e PUC Rio,
2. O envolvimento de todos os membros para que o sistema seja cada vez mais a
resposta às necessidades do grupo, e
3. flexibilidade suficiente para que as individualidades sejam resguardadas, torna
essa Rede diferente do que se conhece em termos de Brasil atualmente.

•

O que faz a Rede ser bem sucedida?
1. O envolvimento dos membros da Rede é essencial para o sucesso desse
empreendimento. Todos participam e não entregam apenas às comissões a
responsabilidade do desenvolvimento da Rede,
2. Ponto -de-vista compartilhado, sempre, é o que desenvolve qualquer tipo de
empreendimento.

Todos temos sempre claro o objetivo da Rede de que o usuário final é o mais
importante elo dessa corrente. Nenhuma Rede sobrevive se, em algum ponto do
processo, o cliente for esquecido. A partir do momento que esse esquecimento se
instala, estaremos desenvolvendo serviços que serão ótimo s para os bibliotecários e
para o software, e que não representam absolutamente nada para nossos clientes.
Sempre temos em mente as diferenças fundamentais entre eficiência e eficácia.

10

�•

moldar às necessidades de nossos clientes - é a nossa maior garantia de sucesso.
Foram desenvolvidos vários módulos que já estão sendo plenamente utilizados e
outros serviços ainda serão criados com as avaliações e participação efetiva do
grupo.

3.3

Como nos desenvolvemos?
Posso, aqui, dar o testemunho da PUC -Rio. Em 1998, março para ser mais precisa,
o Sistema Pergamum de Gerenciamento Integrado de Bibliotecas iniciou sua
carreira. Foi uma revolução na vida dos nossos clientes. A consulta online, em
tempo real (muitas vezes as bibliotecárias mal tinham terminado de catalogar um
livro e já estavam solicitando seu empréstimo), o empréstimo automatizado, a
possibilidade de se fazer reserva, renovação de uma obra através da Internet, enfim,
todas as ações que resultaram em melhor atendimento aos clientes, fizeram com
que a DBD se tornasse parte inalienável de suas vidas.

3.4

Principais questões da Rede

•

As principais questões da Rede são, entre outras, a formalização da sua existência,
e por isso a necessidade de termos um regimento que sempre representará o nosso
norte.

3.5

Principais metas

•

Nossa meta principal é provermos nossos clientes de uma rede integrada de acesso
às informações e publicações existentes em nossos acervos, de forma rápida e
eficaz, ou seja, formamos um "Consórcio" de Bibliotecas.

•

Compartilhar serviços, acervos e experiências

•

Compartilhar custos na compra de publicações e bancos de dados eletrônicos,
equipamentos, softwares...

11

�4.

Principais áreas de ação para desenvolvimento

•

Estudos de planejamento estratégico

•

Estudos de avaliação do software, para diagnosticar áreas de melhoria

•

Acesso imediato às informações compartilhadas

•

Estudos para utilização de padrões de tecnologia não proprietária tais como: Dublin
Core, Z39.50, HTTP, PHP, HtDig

•

5.

Estudo continuado do formato MARC21

Metas para o próximo período

•

Avaliação constante do nível de satisfação dos clientes (usuários).

•

Desenvolvimento de interface/mediadores que permitam a consulta das bases sem
necessidade de armazenamento em um único servidor, barateando custos.

•

disponibilização de relatórios do desenvolvimento do software na página do
Pergamum na WEB.

•

Revisão de metodologias, teste, avaliação e integração de novos desenvolvimentos
relevantes ao software Pergamum.

•

Desenvolvimento de interfaces orientadas ao cliente e ferramentas de ajuda.

12

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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              <text>Relata a implantação da Rede Pergamum PUC- Rio e PUC-PR</text>
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