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                  <text>TREINAMENTO DA EQUIPE DO SBU DECORRENTE DA MIGRAÇÃO DE
SISTEMA DE AUTOMAÇÃO NA UFRGS

Caterina Groposo Pavão
caterina@cpd.ufrgs.br
Janise Silva Borges da Costa
janise@cpd.ufrgs.br
Laís Freitas Caregnato
lais@cpd.ufrgs.br
Sônia Regina Zanotto
sonia@cpd.ufrgs.br
Zita Prates de Oliveira
zita@inf.ufrgs.br
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Centro de Processamento de Dados
Rua Ramiro Barcelos, 2574
90035-003 Porto Alegre RS
BRASIL

RESUMO
A migração de sistema de automação de bibliotecas vem acompanhada de muita
expectativa dos profissionais com relação à integridade dos dados, ao funcionamento e
apresentação da base de dados em outra plataforma. Não obstante a experiência acumulada
ao longo de dez anos de uso do SABi versão 4.0, sistema proprietário, requereu um esforço
de toda a equipe no sentido de adaptar-se aos novos fluxos e procedimentos. A
qualificação do quadro de pessoal para uso dos recursos e mecanismos disponibilizados
pela nova ferramenta é vista como um requisito fundamental para a motivação da equipe e
imprescindível para a manutenção da qualidade dos registros incluídos na base, bem como
da recuperação da informação. Este trabalho relata as etapas de planejamento, organização
e avaliação dos treinamentos ministrados à equipe de bibliotecários e auxiliares das trinta e
três bibliotecas que integram o Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul - SBU, decorrentes do processo de migração da base SABi para o sistema
Aleph.

�1 INTRODUÇÃO
A migração de sistema de automação no Sistema de Bibliotecas da UFRGS SBU, integrado por uma Biblioteca Central e 32 bibliotecas setoriais distribuídas
geograficamente em cinco pontos distintos, porém atuando, tecnicamente, de forma
integrada, demanda esforços da equipe de implantação, no sentido de mobilizar, envolver,
divulgar e treinar a equipe das bibliotecas.
Toda mudança gera ansiedade, apreensão e expectativa nos profissionais, o que
não é diferente quando se trata de migração de sistema de automação, uma vez que
ocasiona mudanças de grande impacto nas atividades das bibliotecas, como a alteração de
rotinas, fluxo de trabalho e na própria filosofia do sistema. Para minimizar estes efeitos, a
informação, a participação e, sobretudo, o treinamento da equipe são de fundamental
importância.
A equipe é composta por 77 bibliotecários efetivos, 26 bibliotecários contratados,
140 servidores pertencentes a outras categorias funcionais, 98 alunos bolsistas e 13
funcionários contratados, totalizando 354 pessoas (dados de 2000).

2 AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS NA UFRGS
Desde a década de 70, quando foi iniciado o processo de automação no SBU,
passou-se por várias experiências que se caracterizaram pela adoção de padrões e normas
nacionais e internacionais, de modo a permitir a evolução deste processo no âmbito da
Universidade, acompanhando o desenvolvimento da tecnologia da informação, bem como
dos recursos de informática e comunicação de dados.
Em 1987, contudo, estas iniciativas foram encaminhadas de forma mais efetiva e
abrangente, tendo sido desenvolvido um sistema proprietário para automação das rotinas
das bibliotecas, denominado SABi (Sistema de Automação de Bibliotecas da UFRGS), o
qual foi instalado em 1989 em um servidor dedicado para a gerência da base de dados do
SBU.
O SABi contribuiu para otimizar as rotinas técnicas e administrativas das
bibliotecas, assim como para facilitar e agilizar a recuperação e disseminação da
informação no âmbito da Universidade e fora dela. Estava estruturado em módulos, tendo
sido implementados os Módulos de Registro Bibliográfico e de Recuperação da
Informação.

�A partir de 1997 foi disponibilizado para consulta em versão gráfica, através da
Web, mas apresentava problemas de recuperação da informação que, devido a limitações
do sistema gerenciador da base de dados, o CDS/ISIS, não foi possível solucionar, de
maneira a atender satisfatoriamente às necessidades das bibliotecas e dos usuários.
Ao longo dos dez anos em que foi utilizado nas bibliotecas o sistema passou por
diversos ajustes e atualizações, insuficientes para atender às exigências dos profissionais,
com vistas à otimização dos serviços oferecidos à comunidade usuária.
O crescimento dos acervos, os problemas com a segurança dos dados e a
necessidade de implementar os demais módulos, visando a ampliação e modernização do
SABi, foram decisivos para a realização de estudo acerca da viabilidade de continuidade de
desenvolvimento do SABi, enquanto sistema proprietário, bem como das alternativas de
softwares

disponíveis

no

mercado

que

atendessem

às

especificações

técnicas

e

operacionais exigidas pelo SBU.

2 MIGRAÇÃO DA BASE SABi
O estudo realizado apontou para a necessidade de aquisição de um software que
contemplasse todos os módulos e que atendesse às exigências técnicas e operacionais prédefinidas pela equipe de bibliotecários e analistas de sistemas da Universidade.
Assim sendo, em 1999 a Universidade adquiriu o software Aleph 500 mas, desde
1998, vinham sendo realizados estudos e desenvolvidas atividades imprescindíveis para o
processo de migração de sistema de automação.
A partir da identificação da necessidade de aquisição de um software comercial de
automação de bibliotecas, o qual viria substituir o SABi, versão 4.0, foi designada a
Comissão de Automação, constituída por cinco bibliotecários e um analista de sistemas,
com a atribuição de planejar, coordenar e executar sua implantação no SBU.
O preparo da base SABi para tal envolveu a consistência dos registros
bibliográficos, o estudo comparativo dos formatos SABi e USMARC e a definição do novo
Formato SABi e conseqüente customização do sistema.
A consistência dos registros bibliográficos caracterizou-se, basicamente, pela
identificação de erros de digitação e de grafias distintas para uma mesma entrada, tendo
sido consistidos, nesta etapa, os nomes pessoais.

�O

estudo

comparativo

entre

os

formatos

SABi

e

USMARC

abrangeu,

inicialmente, um estudo aprofundado do Formato USMARC e, em etapa subseqüente, a
análise minuciosa dos campos, estabelecendo a compatibilização dos mesmos com o
Formato SABi. A partir deste trabalho foi definido o novo Formato SABi a ser adotado,
adequando-o ao USMARC que, pela sua abrangência e flexibilidade, possibilita o registro
de diversos tipos de materiais e a adoção de campos que contemplam as necessidades
institucionais, como o controle da produção intelectual da Universidade.
Definido o formato para registro bibliográfico foi realizada a customização do
sistema, de forma a atender à demanda dos profissionais do SBU.
Concluídas estas fases, em maio de 2000, foi realizada a conversão definitiva dos
cerca de 270.000 registros disponíveis na base SABi, versão 4.0.
No período de maio de 1998 a dezembro de 1999 a Comissão adotou como
sistemática de trabalho a divulgação regular de suas atividades, tendo utilizado os
seguintes mecanismos: envio, através do correio eletrônico, de boletim semanal, às
bibliotecas, com o relato de atividades; promoção do Seminário Introdutório ao USMARC
e ao Aleph e participação eventual nas reuniões mensais de chefias das bibliotecas. A partir
de janeiro de 2000 o boletim passou a ser divulgado mensalmente, considerando a
regularidade das atividades.
Desta forma, os profissionais foram mantidos informados durante todo o processo
de preparação de mudança de sistema de automação, ao mesmo tempo que foram bastante
participativos, sempre que requisitados pela Comissão. Além disto, a integração e
participação da equipe de bibliotecários que atua junto aos Grupos Assessores Técnicos do
SBU - GATs foi extremamente importante, tendo contribuído de forma decisiva na
qualificação da base e customização do sistema.
A participação e o envolvimento da equipe nas várias fases do processo de
transição de sistema de automação contribuíram muito para o êxito da migração da base de
dados, preservando o trabalho realizado até então, e para a receptividade demonstrada até o
momento com relação ao novo sistema.
Concluída a migração o grande desafio foi proporcionar à equipe a qualificação
necessária para o uso adequado do novo sistema, a fim de aumentar o nível de satisfação
da equipe e a melhoria dos serviços oferecidos aos usuários.

�4 TREINAMENTO DA EQUIPE
O treinamento constitui-se em um dos requisitos primordiais para que qualquer
sistema de automação de biblioteca resulte, concretamente, em aumento da eficiência,
melhoria dos serviços, facilidade de gerenciamento da informação, supressão de atividades
rotineiras e economia de tempo da equipe.
No SBU tem sido planejado de maneira bastante criteriosa pelo grupo responsável
pela implantação do novo sistema, com o intuito de que a equipe utilize todo o potencial
que está sendo disponibilizado.
O treinamento está dividido em duas etapas distintas: aquele oferecido pela
empresa que comercializa o software, o qual, por cláusula contratual, atinge um número
limitado de pessoas, denominadas multiplicadores, por serem responsáveis pela difusão aos
demais, e aquele estruturado e ministrado pela equipe da UFRGS já treinada, o qual deve
contemplar a todos que atuam no SBU.

4.1 Treinamento dos multiplicadores
O treinamento oferecido pela empresa que comercializa o software apresenta uma
visão geral do sistema, abrangendo aspectos técnicos do software e informações sobre os
módulos específicos, incluindo suas características e potencialidades.
Na Universidade foram realizados, até o momento, quatro treinamentos formais,
indicados na tabela 1.
TABELA 1 - Treinamento dos multiplicadores
Treinamento

Participantes

Sistemas I

Membros das áreas de suporte e manutenção do sistema,
gerenciamento de rede do Centro de Processamento de
Dados e da Comissão de Automação

Módulos de OPAC, Catalogação, Itens &amp;
Autoridades

Membros das Comissão de Automação e dos GATs

Módulos de Circulação e de Caixa

Membros das Comissão de Automação e dos GATs

Sistemas II

Analista e programadores
Comissão de Automação

do

sistema

e

membros das

�Os treinamentos de Sistemas I e nos Módulos de OPAC, Catalogação, Itens &amp;
Autoridades antecederam a migração da base SABi, pois eram indispensáveis para
compreensão do software.
Participaram de cada um dos respectivos treinamentos cerca de 20 profissionais.
Este grupo variou em relação ao(s) módulo(s) que estava(m) sendo apresentado(s) e a este
grupo coube planejar e treinar a equipe de bibliotecários e auxiliares do SBU.

4.2 Treinamento da equipe do SBU
No

planejamento

e

desenvolvimento

do

programa

de

treinamento

foram

observados aspectos como conteúdo programático, instrutores, material didático, duração,
instalações e metodologia.
O conteúdo programático foi abordado de forma abrangente e detalhada, de modo
a apresentar todos os recursos disponíveis no novo sistema.
Os instrutores variaram de acordo com sua área de atuação principal e o módulo
alvo do treinamento, a fim de que questões técnicas que comumente se confundem com
dúvidas de sistema fossem dirimidas.
Os treinamentos foram elaborados em PowerPoint e enviados aos participantes
para cópia e posterior utilização em sala de aula.
A duração de cada treinamento variou de 4 a 20 horas-aula, distribuídas em
turnos, tomando por base o conteúdo programático, sem deixar de prever tempo para a
realização de exercícios e esclarecimento de dúvidas.
Como recursos didáticos foram utilizadas aulas expositivas e exercícios. Cada
aluno dispôs de um micro para os exercícios.
Dando início às atividades de implantação do SABi versão Aleph 500, no
primeiro semestre de 2000, foram realizados quatro treinamentos para a equipe do SBU,
conforme apresentado na tabela 2.

�TABELA 2 - Treinamentos oferecidos ao SBU - 1º semestre 2000
Informações

Carga horária

Público

Nº de participantes

Treinamento no SABi versão Aleph 500

20h

Bibliotecários

87

Treinamento Avançado na Recuperação da
Informação

16h

Bibliotecários

75

Treinamento Avançado SABi versão Aleph:
Processamento Técnico

20h

Bibliotecários

78

Treinamento Geral na Recuperação da
Informação no OPAC/WEB

4h

Auxiliares

54

Treinamento

O primeiro treinamento SABi versão Aleph 500 tinha por objetivo:
-

estabelecer comparação entre o novo sistema e a versão anteriormente em uso;

-

oferecer uma visão geral do sistema, seus módulos, bases de dados
(Bibliográfica e Autoridades), interfaces de trabalho e de acesso público;

-

habilitar os bibliotecários no uso das interfaces de registro bibliográfico (GUI)
e de recuperação da informação (OPAC/GUI e OPAC/WEB).

Os treinamentos avançados em Recuperação da Informação e Processamento
Técnico procuraram aprofundar tópicos e recursos oferecidos pelo sistema: pesquisa
numérica, por listas e por palavras, estratégias de busca, aspectos específicos do formato
USMARC, de descrição como, por exemplo, suporte x formato, manuscritos, seriados,
catálogo de autoridades, descrição de assuntos e impressão de etiquetas, vistos de forma
genérica no treinamento do SABi versão Aleph 500.
O treinamento na Recuperação da informação no OPAC/WEB foi oferecido para
o pessoal auxiliar das bibliotecas, considerando que eles recebiam muitas solicitações de
informação e deveriam ter instrumental mínimo de recuperação para poder orientar os
usuários.
Os três treinamentos oferecidos para bibliotecários possibilitaram treinar a
maioria dos profissionais em exercício no SBU, bem como os contratados para trabalho
temporário, que totalizam 103 bibliotecários, conforme demonstrado na figura 1.

�Total de bibliotecários

100

Bibliotecários
não treinados

80
60
Bibliotecários
treinados

40
20
1 (84,46%)

2 (72,81%)

3 (75,72%)

Treinamentos
1 Treinamento no SABi versão Aleph 500
2 Treinamento Avançado na Recuperação da Informação
3 Treinamento Avançado SABi versão Aleph: Processamento Técnico

Figura 1 - Treinamento de bibliotecários do SBU
O treinamento oferecido aos auxiliares atendeu menos da metade dos servidores
lotados nas bibliotecas, que correspondem a 140, devendo ser estendido àqueles que não
tiveram oportunidade na ocasião, conforme apresentado na figura 2.

Auxiliares
não
treinados

61%

39%

Auxiliares
treinados

Figura 2 - Treinamento de auxiliares
Em 2001, com o objetivo de suprir a necessidade de treinamento em áreas
específicas, num curto espaço de tempo, foram disponibilizados dois treinamentos
remotos, acessível a todos os bibliotecários do SBU, através do site da Biblioteca Central:
-

Importação de registros bibliográficos MARC, estimulando os catalogadores a
utilizarem o recurso para otimizar o processo de catalogação retrospectiva do
acervo do SBU;

-

Emissão de relatório de produção intelectual por tipo de documento no SABi,
suprindo a necessidade de divulgação da produção da UFRGS, de forma
sistemática, pelas bibliotecas do SBU.

A adoção dos treinamentos remotos, via Web, possibilitou à equipe do SBU a
utilização de um moderno recurso educacional para vencer as limitações de tempo e de
dispersão geográfica das bibliotecas na Universidade.

�Após os treinamentos oferecidos em 2000 a Comissão de Automação manteve
uma rotina de monitoria sistemática dos novos registros incluídos na base SABi. Tal
acompanhamento detectou inconsistências nos registros pelo uso inadequado dos recursos
da interface de catalogação oferecida pelo Aleph.
Foi proposto um treinamento individualizado, de reforço em catalogação, para
seis catalogadores do SBU. Com duração de 4 horas tinha como objetivos:
-

habilitar os catalogadores no uso correto dos recursos da interface de
catalogação (telas de função, planilhas para cada tipo de material, catálogo de
autoridades e outros) e

-

dirimir eventuais dúvidas de catalogação.

Além dos treinamentos formais, a Comissão de Automação mantém canais de
comunicação direta com as bibliotecas, por telefone ou por e-mail, através dos quais
auxilia e orienta os profissionais esclarecendo dúvidas de operação do sistema.

5 AVALIAÇÃO
5.1 Alunos
Ao término de cada treinamento foram realizadas avaliações contemplando os
seguintes tópicos:
-

conteúdo do módulo,

-

instrutor,

-

material didático,

-

duração e

-

instalações

Os três primeiros tópicos foram conceituados de Muito bom a Ótimo (85% das
avaliações). A duração dos treinamentos recebeu conceitos Bom e Muito bom (77% das
avaliações), mas um número significativo de alunos (10%) considerou o tempo de
treinamento de Insificiente a Regular.
As instalações foram consideradas de Regular a Boas (81% das avaliações), mas
também foram consideradas Insuficientes por 10% dos participantes.

�5.2 Instrutores/Comissão
Em

reunião

conjunta

dos

instrutores

e

Comissão

de

Automação

foram

identificados pontos positivos e negativos dos treinamentos, bem como providências a
serem tomadas.
Como pontos positivos foram apontados:
-

a receptividade dos alunos na aprendizagem do novo sistema;

-

início do treinamento pelo Módulo de Recuperação da Informação, oferecendo
aos participantes uma visão do comportamento do sistema quando usado pela
comunidade da UFRGS.

As principais dificuldades identificadas foram:
-

de uso do computador/mouse e do próprio sistema por parte de alguns
participantes dos treinamentos;

-

de entendimento do Catálogo de Autoridades;

Foram apresentadas as seguintes sugestões para melhoria:
-

estender o Treinamento em Recuperação da Informação aos demais auxiliares;

-

reforçar a utilização do Catálogo de Autoridades;

-

envolver um maior número de profissionais na implantação e uso do sistema,
mediante a participação nos GATs;

-

utilizar

exercícios

específicos

para

cada

participante,

nos

próximos

treinamentos, a fim de evitar que o trabalho seja interrompido na etapa de
gravação de um registro ou de um resultado de pesquisa.

6 DOCUMENTOS ELABORADOS
O esforço de treinamento da equipe do SBU exigiu a elaboração de extensa
documentação para uso durante as aulas e para suporte posterior ao processamento técnico
e à recuperação da informação nas bibliotecas.
Foram elaborados:
-

quatro treinamentos formais em PowerPoint;

-

dois treinamentos remotos na Web;

-

manuais do sistema (Registro Bibliográfico, Registro de Autoridades, Registro
de Itens e Impressão de Etiquetas e Tabelas auxiliares);

-

Guia de funções utilizadas no módulo de Catalogação;

�-

Manuais de Recuperação da Informação no OPAC/GUI e OPAC/WEB, e

-

Catálogo on-line das bibliotecas da UFRGS (cartão de referência) distribuído
aos usuários com informações sobre a recuperação da informação no SABi.

Os treinamentos formais e os manuais foram elaborados pela Comissão e GATs e
enviados/disponibilizados, por via eletrônica, para cópia nas bibliotecas. A adoção deste
procedimento eliminou a trabalhosa etapa de duplicar e distribuir os documentos para todo
o SBU.
A impressão em gráfica foi utilizada apenas para o Guia de funções e para o
cartão de referência, considerando o grande número de cópia s a serem distribuídas para os
usuários das bibliotecas.

7 CONCLUSÕES
O êxito do processo de migração de sistema de automação nas bibliotecas da
UFRGS pode ser atribuído à participação da equipe do SBU em todas as fases que o
envolveram e, sobretudo, nos treinamentos realizados.
O conhecimento da equipe com relação ao potencial da nova ferramenta é
condição para que haja segurança, tranqüilidade e, acima de tudo, pleno domínio dos
recursos de que dispõem para otimizar o desenvolvimento de suas atividades.
Práticas como o uso intensivo do e-mail como canal de comunicação, dos recursos
de edição de texto, do envio de documentos por via eletrônica e dos treinamentos via Web
se consolidaram no SBU por otimizarem o trabalho de implantação dos módulos do SABi
versão Aleph.
Os treinamentos realizados enfatizaram a habilitação dos profissionais no uso da
interface GUI e dos recursos do sistema para o processamento técnico de documentos. A
Comissão responsável pela implantação reconhece, entretanto, a necessidade de que outros
focos de treinamento sejam abordados:
-

treinamentos básicos e avançados a serem oferecidos, de forma sistemática,
aos atuais e aos novos usuários do SBU e

-

treinamento de fluxo contínuo para profissionais e/ou bolsistas contratados
para o processamento técnico nas bibliotecas.

�ABSTRACT

The move to a new library automation system generates a lot of expectations in
the staff as far as data integrity, database performance, and data presentation in the new
system are concerned. Despite the accumulated experience of ten years with the
proprietary SABi 4.0 system, a strong effort by the whole staff was necessary to adapt to
the new procedures. The training of the staff to better use the resources of the new tool is
seen as an important requisite for team motivation and necessary to insure the quality of
the database records and of the information retrieval. We describe the planning,
organization and evaluation of the training for the move from the SABi base to the Aleph
system that was given to the group of librarians and assistants at the thirty three libraries
that belong to the Universidade Federal do Rio Grande do Sul Library System - SBU.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Biblioteca Central. Relatório
2000. Porto Alegre, 2001. 14f.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Comissão de Automação.
Relatório de atividades 2000 . Porto Alegre, 2000. 10f.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Biblioteca Central, Centro de
Processamento de Dados. Comissão de Automação. Treinamentos de implantação do SABi
versão ALEPH: relatório geral. Porto Alegre, 2000. 7f.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>Treinamento da equipe do SBU decorrente da migração de sistemas de automação da UFRGS.</text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <text>Pavão, Caterina Groposo</text>
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              <text>Costa, Janise Silva Borges da</text>
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              <text>Caregnato, Laís Freitas</text>
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              <text>Zanotto, Sônia Regina</text>
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              <text>Oliveira, Zita Prates de</text>
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          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Recife (Pernambuco)</text>
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          <name>Publisher</name>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>Este trabalho relata as etapas de planejamento, organização e avaliação dos treinamentos ministrados à equipe de bibliotecários e auxiliares das trinta e três bibliotecas que integram o Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do RioGrande do Sul - SBU,</text>
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      <name>snbu2002</name>
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