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                  <text>CONFERENCIA

A formação do bibliotecário Dr.
Clodoaldo F. R. Beckmann prof.
Emérito da UFPa

o presente seminário dirige-se ao esludo do lema "Automação de bibliolecas e serviços aos usuéliosli e tem como subtemas "polftica de serviços" e IIPolí_
tica de automação", Pretende desenvolver,e por certo o farã, uma atualização de
ronhecimenlos biblioleconômiros alravés da exposição, da discussão, da ap .....
santação da experiência 11 da critica que enfaixam o campo da automação, tão necessário e quase imprescindível para as bibliotecas universilãrias,
Acrescenta-se a esta reunião um simpósio sobre "Arquitetura de bibliotecas
universitárias", assunto !!io imporlante quanto precedente, a cuidar do planejamento da base física das bibliolacas, sem a qual elas não podem existir,
Em tudo, o que se tem em mira é a oblençlq de normas e definições para as
diretrizes básicas que serão inrorporadas ao "Plano Nacional de Bibliotecas Universitárias", Os relatórios parciais, oonsolidados em um documento final, oonstitu~
rão a oontribuição conaeta do seminário, oom indicaçOes oonciusivas para a sol...
ção dos problemas que forem detectados,
Eis o que representa esta reunião nos seus aspactos formais, técnioos e
científioos,
Destinado li freqüência e fi audiência de elementos profissionais variados,
embora oom predominância e inleresse maiores dos bibliotecários, o seminário representa e semelha uma atividade-fim da Universidade, um procedimento de educação rontinuada visando a rolher a
e o trabalho de estudiosos e, oom
eles, aprimorar oonhecimentos de outros profissionais ou despertar nos discentes
o inleresse pelo estudo do lema,
pois, que este Seminário mostra uma
vinculação ã educação oontinuada, ã graduação, ã formação de docentes, fi vida

°

universitária, ao magistério,
Vou deter-me a esta úHima parte, ã qual a necessidade de trabalho fez-me I~
gar ainda jovem estudante, a vocação decidida
a formatura e um amor inquestionado durante quase quatro dãcadas ã inst~uição universitária que foi a motivação principal de minha vida,
Uma atividade científica ou profissional, no curso de seu desenvolvimento
hislórioo, não se mede por tradicionais unidades de tempo, As etapas de progresso oonstituem fases etàrias, límHadas pelos pontos-chave dos novos conceHos e
métodos sem os quais uma não passaria à outra,
Ilustremos, Que valem os dez séculos da Idade Média em termo de oompacom o século que sucedeu o advento do método cíentlfloo? Como romparar,
em termos de tempo, os primeiros cinqüenta anos do século XX oom o progresso
médíco de apenas um ano nos dias atuais?

�Assim também aconteceu com a biblioteconomia. A histórica, simplesmente preservativa; a heroica, de divulgação e informação difíceis e trabalhosas;
a moderna, de integração entre a ciência social e a tecnologia da automação.
Nessa evolução, transformou...... a figura do bibliotecário em relação às suas
atribuições, à sua conformação intelectual, à aplicabilidade dos seus serviços.
Dentro de.sa figura, formaram-se vários tipos ligados a funções especificas, bibliografia ou administração mas lodos inseridos no processo de comunicação social.
Na Universidade, o bibliotecário deve representar um ponto de convergência
entre os grupos de estudo de cada área. Nas funções-fim é um elo indispensável
entre o professor, o pesquisador e o prestador de serviços, espécie de trindade
que pode caracterizar um homem SÓ. Na Universidade, em especial, como em Ol&gt;Iras instituições, o bibliotecário é um organizador do conhecimento.
A que se obriga a Universidade para a formação do bibliotecário? Respon-

damos a indagação dizendo algo sobre o !!queml\ o Ilque'" o l'como'l e o "quandou.

A massa do "quem" é constHuida pelos que ingressam no curso de bibliot&amp;conomia assentados no direHo que lhes proporcionou 11 habilitação em um vestibular. Nada mais se exige, o que conduz os interessados fi avaliação das suas
possibilidades de ingresso no terceiro grau, em função da relação candidatoslvagas, vagas determinadas, muitas vezes, "à outrance". Ainda, em verdade, um curso que caminha fi margem do bacharelismo tradicional- falo da minha Universidade onde lulei, com deslemor, na raforma de 1970, pela igualdade, dentro da administração, aos cursos chamados "grandes" - a biblioteconomia não desperta, integralmente, a realização vocacional, que é alestado na vida acadêmica pela evasão e pelos pedidos de transferência para outros cursos e, na vida profissional,
pela busca e ocupação de cargos e funções não ligados à biblioteconomia ela
mesma.
O papel da Universidade estaria em determinar uma nova polilica de vagas,
motivar os discentes pela apresentação dos aspectos positivos da biblioteconomia
pera o desenvolvimento regional, inclusive o da própria Universidade e promover a
qualificação acadêmica do corpo docente com um processo permanente de educação, a par da p6s-graduação "strido sensu".
O "que" ensinar está contido nas prescrições do currículo mínimo e nas insel'ÇÕes, acréscimos e modificações dos currículos plenos. A elaboração dos curóculos mínimos, em todas as áreas, é alribuição de órgão federal. Tenho observado, não obslante e com certa perplexidade, que a
de cuniculos, sempre
requisitada, sempre reclamada, sempre reivindicada à guiza de bandeira de grupos
organizados, se
de maneira geral, para pior. Introduzem...... disposições difíceis ou impossíveis de c:umprir a contento por murtas escolas ou cursos. Fragmenta-.e o tempo dispon;vel em uma multiplicidade de dieciplinas provenientes
das matérias que constituem o mínimo, a"",scidas de outras que o regimento de

°

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�cada instituição preconiza e se obtem, como resultado, a ministração de conhecimenlos relativos à dalarminada área de saber, em um número de horas estanque,
insuficiente e, por conseqüência, inútil para o fim desejado. As disciplinas que bordam " cerne do curriculo, disciplinas que chamaríamos de cufiura geral, terminam
por converter-se em pinceladas de informações que não auxiliam a formação do
discente porque neste não panelram de maneira definitiva, nem por empatia, nem
por simpatia. O que sempre se verifica é um conjunto de tílulos pomposos e firases
de efeilo.
Um exemplo típico é o ensino da lógica que não se pode realizar em qualra
horas semanais durante três meses, de modo a estudar conceitos e teorias, parcepção e raciocínio, indução e dedução; a formalizar pensamento de modo a
obter a capacidade de aplicar as suas leis formais para desenvolver funcionalmente raciocínio e pensamento concatos.

°

A elaboração dos currículos plenos, é, aqui e ali, objeto da investida dos que
os desejam ''voilados para a realidade regional, eequecidos de que a ciência é uma
SÓ,

de que o conhecimento é universal e não existe uma ciência brasileira ou ama--

zônica. Gostaria de ver regionalizar as equações diferenciais, a lisica do estado
sólido ou a inftuência do pensamento grego.
Os currículos não devem ser possuidores de tal caracteristica. Ela cabe na
definição dos programas das disciplinas. Estes, sim, dinâmicos e mulaveis até a
pequenos inteNalos de tempo, podem incluir no tratamento dos temas em cada
disciplina, os tópicos de interesse mais objetivo para cada região, para a Universidade ou para a comunidade que está na órbita de sua influência. É salular que isto
seja feito e, na renovação periódica dos programas, a introdução de novos conceitos e de novos avanços da ciência, num combate a estagnação e ao marasmo
intelectuais.
O "como" ensinar é a correlação direta com o professor. Deixemos de lado
os conceitos didáticos, a forma e o conteúdo das aulas, pera nos determos na figura do professor. É um indivíduo que se está tomando de dilicil definição. Envolvido
pelos conceitos imposilivos dos que entendem que a função primeira da Univers~
dade é a produção de saber novo e a explorarão das virtuosidades do conhecimento, o professor - o mestre - para a ser visto, numa verdadeira paranóia, como
um profissional de segunda classe enquanto transmHe o saber já existente, patrimônio da humanidade e parte do seu aceNO cuHural. No primeiro plano ficariam
aqueles vinculados às funções transformadoras, ;lo investigação competente, ao
discurso cientifico, aos padrões íntemaclonais.

°

Quando se considera professor um instrumenlo de repatição monótona, há
que se restringir o critério ao professor de má qualificação. A docência é aliada
parmanente da investigação. Não há como ensinar literatura sem análise literária;

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�como ensinar direito sem interpretação; como ensinar cirurgia sem avaliar a observação e a experiência acumuladas. Para o professor, a pesquisa é também recurso didático para transmissão do saber; deflui da procura das causas e resuHa em
exemplo, orientação e interesse para os discentes.
O grande equívoco eslá em considerar a pesquisa como inslilucionalização
da própria universidade, sua principal motivação e atividade fundamental, esquecendo-se a mnmação do professor para ser professor, profissional familiarizado
com o método cientifico como instrumento necessário ao exerado da docência e a
inte""lação com o aprendizado dos estudantes, estes sim a preocupação central
da universidade,
Creio no ensino como função primordial. A qualidade do ensino é que pode
levar a educação suparior a cumprir o seu papel de efetiva expansão do conhecimento, proporcionando, ao estudante, meios para ascender do lugar comum á capacidade de uma conceituação.
Não há, talvez, igual exemplo de indissocialibidade ensino-pesquisa do que o
trabalho magisterial nas disciplina que objetivam a fonmação técnica do bibliotecário, O conteúdo das aulas está beseado menos na doutrina que na execução prática e a atividade didática está panmanenlemente ligada às fontes de consuHa.
A boa qualidade das aulas de biblioteconomia liga o passado ao presente, dI!
ao aluno uma visão da continuidade histórica do homem pela elaboração dos documentos e desperta o desejo da investigação não só como corolMo do aprend~
zado mas como satisfação do sentimento de produzir algo novo e próprio,
"Quando" ensinar incide nos aspectos temporais, A fonmação do bibliolecàrio não se esgota na graduação. Se esta padece das deficiências e insuficiências
tão prociamadas no ensino superior brasileiro, o diploma é apenas uma ponte entra
os dois deserios intelectuais: o aprendizado e a prática profissional, Mesmo que
obtivesse fonmação suficiente e sólida, o universo de bibliotecàrios não prescindiria
do seguimento de estudos após a graduação, Não me quero referir à IlÓSiIraduação que conduz aos graus de mestre ou doutor, atinglvel apenas por uma pequena fração desse universo, Quero dar ênfase à educação continuada, processo que
pode abranger um largo espectro de usuários e pode ser proporcionado pelas Escolas ou Cursos, pelas Bibliotecas e pelas AssociaçOes de bibliolecllrios.
A educação continuada pode realizar-se de mnma unipessoal. ~, neste caso,
diflcil, dispendiosa e reservada àqueles de maior capacidade intelectual, perseverança e autodisciplina.
O estudo coletivo, através de discussões e debates, dos simpósios, painéis
e seminários, da apresenteção da experiência e da critica dos resuHados, é um
procedimento colateral às atividades de cada dieciplina, desde os estudos de gra-

�duação e em seqOência a estes. Conduz fatalmenle ao desenvoMmento da capaddade argumentativa, da criação, da produção de trabalhos denlfficos. Estimula o
bom enlendimento entre os estudiosos e o &lt;espeHo ao mérito.
O "quando" ensinar não se restringe, destarte, ao número de horas -integralizadas ou não - do eumeulo, situadas no periodo de tempo que medeia entre o
vestibular e a colação de grau.
O "quando" é penmanência e continuidade em estreita dependência com o
desempenho magislerial. Não está limitado pelo horário das aulas ou pela aritmética das horas de trabalho previstas em cada Departamento. É a transformação
material de uma atitude menlaltipica do professor, a ser exercitada com tanlo int....
resse quanto reivindicar beneficios e administrar greves,
Nas qualro respostas estilo, em sintese, as obrigações da Universidade
enfatizadas relativamente 11 formação dos bibliotecários mas extensivas, é daro, a
todos ()s seus cursos. Nelas se inserem 11 ()rganizaçã(), o conteúd() e os resultad()s da reunião que h()je se inicia.
Quero finalizar com palavres de I()uv()r ti equipe da Biblioteca Cenlral da
Universidade Federal do Pará, sob o comando de Maria Cristina M()ntenegro
Duarte Lyra. É preciso que se tenha acompanhado o esforço desse conjunto de
bibliotecárias, numa situação que lhe foi adversa p()r cerca de dois meses, para
que se possa medir e julgar () que representa a organização deste Seminário. Estou certo que bons frulos serão colhidos como produto da competência de todos
os seus integrantes, porque aqui está representada a "inteligenízia" da biblioteco-

nomia nacional.

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