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                  <text>CDU 023.5:371.31

TREINAMENTO PARA AUXILIARES BOLSISTAS
DA BIBLIOTECA CENTRAL
DA UFRGS

Beatriz Marona de Oliveira·
Miriam Velci Barcellos Fernandes·

RESUMO

Experiência da Biblioteca Central no treinamentode
auxiliares-bolsistas.
Apresenta parte teõrica e prática de um plano de
treinamento. Infere que o Metodo de Orientação e o recomenda
do para essa categoria de auxiliar e apresenta conclusões so
bre o plano de ensino.
Palavras-chaves: Treinamento de pessoal auxiliar: Bibliotecas
Bibliotecas: Treinamento de pessoal auxiliar
Pessoal auxiliar: Bibliotecas: Treinamento.

• Bibliotecárias de referência responsáveis pelo treinamento
da Biblioteca Central da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

373

�INTRODUC~O

1980,
A Biblioteca Central da UFRGS realiza, desde
treinamento para os auxiliares que desempenham atividades no
Departamento de Atendimento ao Publico - DAP, tendo como meta
a sua formação ou seu aperfeiçoamento.
Nossa experiência revelou que e de extrema importância o treinamento dos auxiliares, pois antes dos mesmos serem
treinados em serviço, e preciso que tenham conhecimento do 10
cal onde trabalham para que entendam sua estrutura.
O pessoal auxiliar constitui-se de funcionários e de
bolsistas. No presente trabalho, daremos ênfase aos auxiliares-bolsistas que chegam ate à Biblioteca atraves da Pró-Reitoria da Comunidade Universitária - PRUNI que promove a distribuição de bolsa-trabalho aos alunos carentes. Assim, eles
procuram a Biblioteca como local de trabalho pela necessidade
econômico-financeira, já que precisam trabalhar para estudar.
Acreditam que alem da remuneração recebida pelo seu trabalho,
a proximidade com os livros lhes facilitará o acesso à informação e à cultura.
O valor da bolsa-trabalho e de 55% do salário minimo.
Esta baixa remuneração possibilita que ao surgir uma
oferta
de valor mais alto, estes alunos troquem o trabalho na Univer
sidade por outro.
A partir das entrevistas realizadas com os referidos
auxiliares e do treinamento feito ao longo destes anos, chegou-se às seguintes conclusões:
- que deve haver dois tipos diferenciados de treinamento; um
para o auxiliar que possui vinculo empregaticio coma Universidade e outro para o auxiliar-bolsista que se constitui
num auxiliar transitório;
- que sendo a transitoriedade de muito pouca duração nos ulti
mos tempos, não se pode dar tarefas que envolvam muito tempo no ensino/aprendizagem das mesmas;
- que as tarefas que eles vão desempenhar devem ser simples;
- que há auxiliares-bolsistas do Curso de Biblioteconomia que
possuem alguma~ noções do que seja o trabalho ~uma bibliot!
ca, auxiliares-bolsistas de outros cursos que tem ou não n~
ção do que seja uma biblioteca e auxiliares-bolsistas do lQ

374

�grau que estão trabalhando pela primeira vez e talvez entrando numa biblioteca também nesta oportunidade;
- que a partir do exposto, o treinamento recomendado para e~
te auxiliar da Biblioteca Central é o "Método de Orientação". Este Método tem como objetivo informar, numa primeira etapa, sobre os aspectos gerais do local onde ele trab~
lhará. Depois desta fase, é feito o treinamento em serviço
que não será tratado aqui por ser variável.
Procuramos aplicar um plano de treinamento que
se
constitua num processo integrado de desenvolvimento cognitivo, fisico e afetivo, para fugir da diretriz comumente segu~
da. "Aqui está o lugar de trabalho, o equipamento, a tarefa
para realizar e o manual de procedimento (se existe).
Boa
Sorte."a A necessidade de integração nestes trés niveis foi
claramente constatada na avaliação diagnóstica feita após as
primeiras semanas de ambientação. A partir da entrevista que
tem o objetivo de identificar a existência ou ausência, nos
auxiliares, de pré-requisitos, habilidades e necessidades,
tem-se constatado que eles trazem a expectativa de bom ambiente de trabalho, desconhecem totalmente a estrutura de org~
nização e funcionamento da Biblioteca, constatam a complexidade da organização e entram em contato com vocabulário técnico totalmente novo para eles.
De posse destes dados, partimos para a estrutura do
plano propriamente dito. Todo plano de treinamento, seja ele
a nivel de orientação ou instrução deve responder as seguintes perguntas que determinam os itens a serem observados na
sua montagem:
Pa ra quem ens i na f'. - respond i do pelos DADOS DE I DENTI FICAÇ/I:Q
Para que ensinar - respondido pelos OBJETIVOS
O que ensinar
- respondido pelo CONTEODO
Como ensinar
respondido pelas ATIVIDADES
Como avaliar
- respondido pela AVALIAÇAO
A seguir, faremos um breve comentário sobre cada uma
das partes, apresentando no Anexo 1, o plano de orientação de
a EVANS, G. Time for decision: yesterday, today and tomorrow;
training the new breed librarian. Special libraries.
New York, 70(5/6):209-18, 1979 apud DURO, Y.Z. Trelnamento de pessoal e instrução de usuários em biblloteca
TnTãnt~luven~~:' -Porto Alegre: pUt, 1982:- p.28

375

�senvolvido pela Biblioteca Central.

DADOS DE

IDENTIFICAÇ~O

Os dados de identificação vão determinar a identidade do plano propriamente dito. Para isso, há necessidade de,
alem de nomear a atividade, definir a carga horária destinada
ao treinamento, o numero de treinandos envolvidos e a caracte
rização (procedência, faixa etária, interesses e/ou expectatl
vas em relação ã atividade) dos mesmos.

2

OBJETIVOS

Quando nos propomos a organizar o ensino, estruturan
do-o de maneira a atender as reais necessidades do aluno, um
ponto fundamental e a formulação dos objetivos.
Estes podem ser classificados em gerais e espec;fiCOSo

Os objetivos gerais caracterizam-se como resultados
de aprendizagem mais vastos, alcançados a longo prazo. Indicam processos mentais internos e são expressos atravês de ve~
bos de ação não observáveis, tambem chamadas de palavras abertas como: conhecer, saber, compreender, dominar. Possibilitam
mais de uma interpretação.
Os objetivos especificos caracterizam-se por expressarem comportamentos concretos e mensuráveis a curto prazo.
Definem o que o aluno deverá fazer, constituindo-se de verbos
de ação observáveis, tambem chamados de palavras fechadas como: reconhecer, identificar, listar, comparar. Excluem
mais
de uma interpretação.
Os objetivos gerais são alcançados atraves dos objetivos especificos. Ambos devem ser formulados de maneira clara que comunique nossa intenção tão exatamente como a compreendem.os.
Sintetizando. podemos afirmar que um objetivo deve:
traduzir o que o aluno deverá fazer e não o professor,
2 revelar um comportamento a ser apresentado pelo aluno,
3 especificar o tõpico em relação ao qual o comportamento

376

�do aluno deve ser direcionado,
consequ~ncias (produto) de uma aprendizagem.

4 representar as

3

CONTEODO

Selecionar criteriosamente o conteudo para um plano
de ensino e fundamental devido as implicações para a aprendizagem.
o conteudo da materia de ensino constitui-se num con
junto estruturado de conhecimentos organizados de forma a ensejar ao aluno a obtenção de informações e de saber usar obj~
tivamente este conhecimento, aplicando de forma adequada
em
novas situações.
Na elaboração do conteudo, deve-se buscar a
melhor
maneira de comunicar o conhecimento aos alunos. Precisa-se
partir de um determinado corpo de conhecimento selecionado e
organizado previa e criteriosamente. A forma como o conteudo
e selecionado, organizado e proposto ao aluno, pOderã facilitar ou dificultar sua aprendizagem. Para a orientação quanto
ao uso da Biblioteca Central utilizou-se a chamada abordagem
dedutiva que parte do geral para o especlfico.
Segundo Wiener b , "não e a quantidade de informação
emitida que e importante para a ação, mas antes a qualidade e
a quantidade de informação capaz de penetrar o suficiente num
dispositivo de armazenamento e comunicação, de modo a servir
de gatilho para a ação".
Ao selecionar o conteudo deve-se levar em consideração os objetivos que se pretende alcançar, as condições previstas para atingir os objetivos propostos (materiais disponI
veis, condições ambientais, etc.); o critério de avaliação adotado e a precisão quanto ã distribuição ~ tempo.
As atividades são os velculos utilizados para desenvolver os conteudos que permitem atingir os objetivos previstos.
b WIENER, N. The human use of human beings. Boston, Houghton
Mifflin, l~ apua-UNTVE~I~FEDERAL DO RIO GRANDE DO
SUL. Faculdade de Educação. Laboratório de Ensino Superior.
Planejamento e organização do ensino. Porto Alegre, Glooo;-]rasl11a,-INL, 1974. p~21.

377

�A estrutura do conteúdo define o tipo de atividade.
Na Biblioteca Central foram desenvolvidas atividades como p~
lestra, visita orientada e exerc'cio pritico na Orientaçio
no uso da Biblioteca. Como instrumentos foram usados aqueles
relacionados no plano anexo.
Na organização seqÜêncial deste conteúdo e importan
te que se esquematize a seqÜência de aprendizagem pois isso
permite evitar erros oriundos de omissio de etapas fundamentais na aquisição do conteúdo relativo a um determinado campo de conhecimento. O importante é que o dom'nio do conteúdo
se faça gradativamente. Este compõe-se do tema que identifica o assunto e de tópicos que relacionam os diversos itens a
serem desenvolvidos.

4

AV ALI ACJ{O

Ensino e avaliaçio estão estreitamente relacionados
pois é através desta que se tem a possibilidade de verificar
as mudanças evidenciadas pelo aluno durante o processo
de
aprendizagem.
Diferentes conceitos de ensino determinam diferentes conceitos de avaliação e, por conseqÜência, diferentes e~
trategias de medidas.
Baquero (1983) em seu trabalho, "Avaliaçio de apre!
dizagem, perspectivas teóricas", focaliza duas perspectivas
poss'veis dessa relação ensino-avaliaçio:
Tipo 1 - perspectiva unidimensional que caracteriza
o ensino como uma transmissio de conhecimento. Nesta perspe~
tiva, a avaliação t~m função classificatõria com o objetivo
de medir os comportamentos de ordem cognitiva. Utiliza
os
testes como instrumentos e e aplicada geralmente no final de
um per'odo determinado.
Tipo ~ - perspectiva multidimensional que se apoia
na proposta de Gagne C apud Baquero (1983) que afi rma :"ensfnar
c GAGNr,R.M. Como se realiza a aprendizagem. Rio de Janeiro
Livro Tecni~1'971 apua BA'Q"UERO, R.V.A . . Avaliação da ã
p~endizagem.
In: MOREIRA, M.A., org. Ação docente na u=
niversidade. Porto Alegre, Ed. UFRGS,--,-g"g3.

378

�significa organizar as condições externas, adequadas ã oco rr~ncia da aprendizagem", isto ~, a aprendizagem não se
restringe somente ao processo cognitivo, envolve modificações
tambêm nas ireas afetivas ou psicomotoras.
Esta perspectiva não pressupõe que o aprendiz seja
um elemento que recebe e registra aquilo transmitido
pelo
professor. Hã uma preocupação em conhecer o que o aluno traz
para a situação de ensino (identificação. da existência
ou
ausência de habilidades e prê-requisitos). em determinar as
mudanças ocorridas no comportamento (cognitivo e afetivo) fa
ce aos objetivos propostos e verificar se efetivamente
se
processou a aprendizagem.
A avaliação assume aqui. um carãter sistemático. di
retamente vinculado ao processo de ensino-aprendizagem. Ela
se processa antes (função diagnôstica) durante (função
de
controle) e após (função classificatôria). Utiliza
testes,
fichas de observação e instrumentos elaborados de acordo com
os objetivos propostos.
A Biblioteca Central, na Orientação no uso da
Biblioteca para auxiliares-bolsistas, utiliza a avaliação multidimensional. desenvolvendo as funções de diagnõstico e de
controle, ji que a classificatõria não cabe neste tipo
de
trabalho.
A seguir, ê apresentado um quadro com as funções da
avaliação.

379

�'UNÇÔES DA AVALIAÇ~

..

DIAGNOSTICO

- determinar I presença ou
ousêncl. d. hobilldad.
./ou pr'-requi,ltol

o. cou...

- ldentllicor
d.
""otld.. dlliculdod .. na

,-PROPOS

aprendizagem

..

CONTROLE

CLASSIFICAÇAO

- Informar O profllsor • O
aluno IObr. o r.ndimen-

to da aprendi"'gem du'
rlnt. O desenvolvimento
dai attvk1ades lICola,n.

- clOllll1co&lt; OI olunoa 10 fim de um um",r., eno
ou CUra0. lIgundo nf,
VIi. de aproveitam.nto

- localizar defid'nc . . . .
organillçio do enlino,
de modo. possibilitar
formulações no mesmo
leplicaÇ§o d. tkniClI de
recuperação lO aluno.

r.

- geralmente compor••

"AVALIAÇAo ••
,i.temêtico d. dado.
por meio da qual .,

w

00
O

I f-- OBJETO
ME D

•

determinam as mu·
dança. de comporta'
mento do aluno I
em que medida estas

mudança. ocorrem",
(BLOOM.1971}

- comportamentos cogniti.
VO, afetivo. p,icomotor

- comportamentos cagniti·
VO, afetivo. psk:omotor

mentas cognitivos. às veas comportamento psicomotor e ocasionalmente

te compo"ameflto afetivo

- no inIcio de um semes-

I f-- ~POCA

~

tre, ano letivo ou curlO
- durante o ensino, quan·
do o aluno,
evidencie

- durante o ensino

- ao fineI de um semestre,
ano letivo ou curso

- instrumentos especifica·
mente planejados
de
acordo com os objetivos
propostos

- exame, prova ou
final

~c::;~'l,"'1.'ico"r.r"u de-

L-INSTRU

•

- pr'-teste
- teste padronizado de rendimento
- teste diagnóstico

- ficha de obsarvaç50

test~

- instrumento elaborado

pelo profeuor

(Quadro adaptado de:
BLOOM, B. et alii - Handbook on formative and
student learning. N.Y.McGraw HTll Book Co.-,1 971 )

REFERENCIA BIBLIOGR~FICA:
TURRA, C.M.G. et alii. Planejamento ~ ~
e avaliacio. 5. ed., Porto Alegre, PUC-EMMA,
1975.

p.18D.

�CONCLUSOES

o treinamento de pessoal é indispensãvel nas bibl iQ
tecas porque através dele se processa a integração com a equ!
pe e o ambiente de trabalho.
Sendo o auxiliar-bolsista uma figura impar, por ser
ao mesmo tempo usuãrio e trabalhar na biblioteca, o alcance
do treinamento é maior: como aluno vai fazer uso da bibliote
ca na complementação de seus estudos, servindo também
como
elo entre a biblioteca e seus colegas; e como auxiliar, atra
vés do treinamento, identificará a importância de sua tarefa
em relação aos demais serviços da biblioteca. Sendo
também
um auxiliar transitório, conclui-se que a forma de treinamen
to recomendado é o "Método de Orientação".
Quanto ao plano de ensino conclui-se que:
- deve haver uma relação bastante equilibrada entre
o tempo e as atividades desenvolvidas;
- a carga horária deve ser de 6 horas, divididas em
duas etapas: a primeira de exposição de conteudo e
aplicação de exercicios de fixação e a segunda com
a retomada dos pontos não fixados;
- deve haver um periodo de adaptação que antecede o
treinamento a fim de que os bolsistas possam avaliar suas dificuldades iniciais;
a terminologia usada no treinamento seja acessivel para facilitar a comunicação e o entendimento.

ABSTRACT
This paper presents the Central Library experience
in a training program for student assistants. Describes
theoretical and practical aspects of it and infers that
Orientation Method is the best for this level of staff
members. It presents conclusions about the education plano

381

�ANEXO 1
I

PLANO DE ENSINO

DADOS DE IDENTIFICACAO
NOME DA ATIVIDADE: Treinamento para auxiliares-bolsistas, não alunos de Biblioteconomia.

11

2

CARGA HORARIA

6 horas

3

NUMERO DE ALUNOS

3

4

CARACTERIZACAO:

Treinamento para auxiliares bolsistas,
alunos de outros cursos, que não Biblioteconomia e que desenvolvam ativ!
vidades de trabalho na Biblioteca Cen
tral. Como a relação de trabalho
é
bolsa-trabalho, o vinculo é temporário e há necessidade de um treinamento visando uma melhor integração nos
diversos setores. Faixa etária em tor
no dos 20 anos.

OBJETIVO GERAL
Conhecer a estrutura e o funcionamento da Biblioteca Cen
tral, bem como desenvolver habilidades e conhecimentos
que possibilitem condições de trabalho e de
integração
nos diversos setores.

111

OBJETIVOS ESPECrFICOS

2
3
4
5
IV

Reconhecer a importância da Biblioteca Central e sua
relação com o Sistema de Bibliotecas da UFRGS;
Explicar as caracteristicas e o tipo de acervo da Biblioteca Central;
Identificar os catálogos coletivos de livros e periódicos;
Listar os diversos setores que compõem a estrutura or
ganizacional da Biblioteca Central;
Listar os serviços prestados pela Biblioteca Central.

CONTEUDO
TEMA:

Biblioteca Central: serviços e acervo.

382

�Sistema de Bibliotecas da UFRGS

TOPICOS:
2

Biblioteca Centra 1

3

Caracterlsticas e cipo de acervo
- Livros ,. Coleção Ei chenberg
- periôdicos
- Obras de Referência
- Obras Raras

4

Fontes de Informação:
- Catãlogos Coletivos

Livros
Periódicos

- Obras de Referência

Dicionãrios
Enciclopédias
Bibliografias

- Informal - Telefone
5

Estrutura Adlll"Ínistrativa e
- Setores ~ Chefias
-

Referência e Informações
Comutação bibliogrãfica
Treinamento
Empréstimo a domicllio

- Serviços Prestados

y

Organização:
Direção e Secretaria
Aquisição
Processamento Técnico
Referênci a
catãlogo Coletivo
Intercâmbio e periôdicos
Comutação
Obras Raras

QUADRO
Veja folha anexa.

383

�Objetivos Especificos

Conteúdo

Carga
horária

Procedi.entos
Recursos
Atividade

30.in

Palestra

Reconhecer a i.portincia da
Biblioteca Central e sua r!
lação co. o Siste.a de Bibliotecas da UFR6S;

Siste.a de BiblioteCIS da UFRGS

Explicar as caracteristicas
e o tipo de acervo da Biblio
teca Central

Biblioteca Central;
caractertsticas e
acervo

Identificar os catálogos c~
letivos de livros e periõd!
cos

Fontes de Informação:
1h
Cat.Co1etivos, obras
de referência, fonte
inforlla1
Estrutura ad.inlstra
tiva e organizacio: I 30.in
na1 da Biblioteca

Audiovisual:
Siste.a de Bib1ioteclS
da
UFRGS
Guia do Siste.a de Blbl1ot!
CIS

Co\)

00
~

Reconhecer os diversos set~
res que co.põe. a estrutura organizacional da BC
Listar os serviços prestados pela BC

Serviços prestados

301lln

301lln

Palestra
Visita
Orientada

Guia da Bibl ioteea Central

Pa 1estra

Guia da BC
Obras e Catãlo
gos
-

Aval iaçio
For.atha
Controle
Propõsito: verificar fo ..al.en~e a
aprendizageM dos
bolsistas
Objeto d••edida:
co.porti.ento cOI
nitho
E~ocr durante
o
re na.ento
Instru.ento: exercicio

Visita
Orientada

Palestra

Guia da Bibl io
teca
- *A carta horíria do
exerc cio foi de - 1
hora. As duas horas
restantes fora. utl
lizadas nos pontosde reforço, co.pletando; ISsl.,6 horlS.

�AVALIACAO FORMATIVA: descrição do sistema

Serã feita preliminarmente uma AVALIACAO DIAGNOSTICA com
o propósito de identificar a ausência ou não da habilidades e dificuldades dos alunos-bolsistas com relação
ao
trabalho desenvolvido na Bibl ioteca Central.
O objeto de medida serão os comportamentos cognitivo e afetivo.
A época desta avaliação será após um més de ambientação.
O instrumento utilizado será uma ficha individual onde fi
carão registrados os dados da entrevista-avaliação.

2

A partir do treinamento propriamente dito serã feita
a
AVALIACAO Ql CONTROLE com o propósito de identificar
os
pontos que não foram bem assimilados. O objeto ~ medida
serã o comportamento cognitivo; a época, durante o periodo de Orientação no uso da Biblioteca quando então
sera
usado como instrumento, o exercicio.
Identificados os itens que não ficaram claros, retomar-seão os mesmos.

385

�ANEXO 2

AVALIAÇ~O

DIAGNOSTICA

ENTREVISTA
(Para Caracterização)
Qual o curso em que você está matriculado?
2

Dependendo da área do curso, qual seria sua especialização?

3

Idade:

4

Qual o motivo da escolha da Biblioteca Central

como local

de trabalho?
5

Qual sua visão de Biblioteca, em geral?

6 Qual sua experiência em Bibliotecas?

Dados relevantes apontados pela entrevista
A opção pela Biblioteca Central foi de livre escolha
2

Expectativa de bom ambiente de trabalho

3

Dois bolsistas não possuem nenhuma experiência anterior de
trabalho. Um bolsista, no entanto, jã tem

experiência

no

setor de comércio
4

Desconhecimento total da estrutura de organização e funcio
namento da Biblioteca

5 Constatação da complexidade desta organização

386

�ANEXO 3
EXERCTcIO

Qual e a função da Biblioteca Central no Sistema de Biblio
tecas da UFRGS?
2

Quais os serviços oferecidos pela Biblioteca Central?

3

Que obras estão no Mezanino?

4

Onde estão os currlculos dos diversos cursos da UFRGS?
os antigos?

5

Quais as obras que não são emprestadas?

6

Onde estão localizados O.D.U. do ano corrente e os dos anos passados?

7

Qualo âmbito do Catálogo Coletivo de Livros? Qual a palavra de acesso?

8

Qual o âmbito do Catálogo Coletivo de Periódicos? Qual
palavra de acesso?

9

Quais os jornais recebidos pela Biblioteca Central?

10

E

a

Quais os bibliotecários responsáveis pelos seguintes seta
res?
Aquisição Processamento Tecnico Referência Catálogo Coletivo Treinamento de Usuários Intercâmbio e controle de periõdicos Obras Raras -

387

�AVALIACAO DE CONTROLE
Dados relevantes apontados

~

exerclcio de fixação

A importância dos exerclcios como instrumento de controle
de retorno do conteudo aprendido;
2

Que o conteudo precisa ser reforçado nos seguintes pontos:
- uso e função dos catálogos coletivos;

3

Que os objetivos referentes ao conhecimento dos setores e
serviços prestados foi alcançado;

4

Que a carga horária deve ser realmente de 6 horas para h~
ver possibilidade de assimilação;
- na primeira parte foram utilizadas 2 horas de treinamento; mais de 1 hora para o exerclcio, sendo as horas restantes utilizadas nos pontos de reforço;

5

Em relação aos bolsistas:
a) boa motivação para o aprendizado,
b) diferentes nlveis de conhecimento e capacidade
aprendizado,
c) poder de concentração diferenciado.

388

de

�BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

ABREU, M.C. de &amp; MASETTO, M.T. O professor universitário em aula. São Paulo, Cortez, 1982. 130p.
2

3

BAQUERO, R.V.A. Avaliação da aprendizagem; perspectivas teóricas. In: MOREIRA, M.A., org. Ação docente
na universidade~ Porto Alegre, Ed. UFRG~83.
j):"140-53.
. Definição de objetivos. In: MOREIRA, M.A., org.
Ação docente na uni vers idade
Porto Alegre, Ed. UFRGS,
T91r3" •

-=-

p • 3 9 - 4"S":"

4

BORDENAVE, J.D. &amp; PEREIRA, A.M. Estratégias de ensinoaprendizagem. 8.ed. Petropólis, Vozes, 19130. 312p.

5

BREIVIK, P. Planning the library instruction programo
Chicago, ALA, 1984. p.40

6

DURO, Y.Z. Treinamento de pessoal e instrução de usuários em bib110tecas lnTanto-JuvenTs. Porto Alegre;~ 1982.
p. 17-24; 27-30. Dlss.mestr. Educação.

7

FJALLBRANT, N. Teaching methods for the education of
the library user. Libri, Copenhagen, ~(4):252-67,
1976.

8

MOREIRA, M.A. Ensino e aprendizagem; o significado de
alguns conceitos básicos segundo diferentes perspecti
vas teóricas. In:
., org. Ensino na universidade~
Porto Alegre, E~ UFRGS, 1985.-~1~

9

RICE Jr., J. Teaching library use.
1981. 169p.
-

10

Westport, Greenwood,

RIDER, L.M. Training program for Reference Desk Staff.
Montreal, Mc Lennan Llbrary,f.1cGl11 UnlverSTtY,~,
17p.

11

TURRA, C.M.G. et alii. Avaliação do ensino-aprendizagem. In:
. Planejamento do ensino e avaliação.
5.ed. ~orTO Alegre, put, EMRA, 1975. -p.180.

12

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Faculdade de
Educação. Laboratório de Ensino Superior. Planejamento e organização do ensino. Porto Alegre, Globo,
T974. -398p.

389

�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Experiência da Biblioteca Central no treinamento de auxiliares-bolsistas. Apresenta parte teórica e prática de um plano de treinamento. Infere que o Método de Orientação é o recomendado para essa categoria de auxiliar e apresenta conclusões sobre o plano de ensino.</text>
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