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                  <text>REDES DE COMPUTADORES DAS UNIVERSIDADES DO NORTE E
NORDESTE - PROJETO CEPINNE

Ricardo de Oliveira Maciel
1. INTRODUÇÃO

Nós, as gerações que estão vivas, temos o privilégio de atravessar um
processo que, como transformação da humanidade, talvez seja o mais dramático já
ocorrido. Vem sendo conhecido como processo de informatização-do qual se convencionou inferir que conduzirá à Sociedade da Informação, por analogia com a Sociedade
Industrial.
Entre as causas conhecidas desse processo, a invenção dos computadores
e seu aumento de desempenho abrupto, concomitante com vertiginosa redução de
preços, ocorridos como conseqüência dos progressos da tecnologia eletrônica, constituem marco inicial na escala cronológica que estamos examinando.
Unificadas as tecnologias e dominadas as técnicas digitais de comunicações
é possível promover a multiplicação ilimitada do poder dos computadores, interligando-os através de redes de telecomunicações.
Estas topologias viabilizaram a distribuição das capacidades computacionais para mais junto dos lugares onde são demandadas, preservando-se entretanto a unidade do processamento de dados e das comunicações decisórias da empresa e do estado. Tal é a filosofia conhecida por processamento distribuído.
Outro fenômeno paralelo provocado pela queda nos custos dos equipamentos eletrônicos tem sido a crescente integração internacional, representada pela interligação das redes de telecomunicações através dos satélites artificiais. Os serviços de
comunicações, de processamento de dados e de recuperação de informações se reúnem
num substrato único: as redes integradas.
A teleinformática — ou a telemática, como querem alguns — trará transformações profundas, revolucionárias, nos mais diversos aspectos de nossas vidas.
Certas tendências reforçam a crença na iminência do processo de informatização.
Entre as mais relevantes, estão as estratégias que vão estabelecendo diversos governos no sentido de concentrar nos respectivos territórios, quantidades crescen-

�tes de computadores e informações residentes em bancos de dados.
0 acervo do conhecimento humano vai sendo rapidamente tornado acessível ao cidadão comum através da infraestrutura de teleinformática, que resulta em poderoso meio de comunicação de massas com a propriedade exclusiva de ação bidire
cional com o público. Os computadores penetram em cada empresa e cada residência,
tornando-se necessários à maioria das atividades humanas.
Assim como a Revolução Industrial classificou os países, assim também o
mundo sofre uma participação como decorrência da informatização, e, na nova ordem
econômica, o poder do óleo vai se convertendo no poder do conhecimento.
Redes comerciais americanas, como TYMNET e TELENET, espalham
seus nós por duas dezenas de países, dando acesso universal aos bancos de dados que,
para muitos países, já norteiam grande parte das decisões tomadas na economia e nos
negócios.
A Europa, em resposta à grande dependência que persiste, instalou uma
rede cooperativa em seu território — a EURONET, destinada a integrar e desenvolver
os bancos de dados dos países da região. A França erigiu a Teleinformática à condição
de prioridade nacional e, aproveitando o fato de que as máquinas programáveis e a revolução que experimentamos na eletrônica reduziram a importância da tradição tecnológica ao nível da criatividade de cada povo, consegue hoje ter sua rede de telecomunicações, em grande parte, digitalizada.
Analogamente, o Japão estabeleceu um Projeto de Informatização cujo
objetivo é antecipar as conseqüências desse fenômeno e orientá-los para o bem comum
de sua população. Com a perspectiva de uma geração, o projeto japonês contempla a
habilitação de cada indivíduo lá nascido para utilizar o computador e as redes e serviços de bancos de dados como tarefas rotineiras do dia-a-dia, através de um programa
bem orientado de educação.
A América Latina desperta sua consciência para o problema da informatização, observando-se agora as primeiras iniciativas no México, Argentina e Brasil de
criar uma infraestrutura de comunicações de dados adequada.
O Brasil lidera a situação latino-americana, contando com uma rede de
telecomunicações de boa qualidade e capilaridade, embora ainda não preparada para
as comunicações de dados.

�Em nosso País observamos, talvez, o momento mais dinâmico na criação
de infraestrutura de teleinformática, com a introdução dos serviços públicos de consultas à bancos de dados, o lançamento do serviço ponto-a-ponto, a implantação da Rede
pública Comutada por Pacotes, com o anúncio da experiência de videotexto e a introdução dos computadores pessoais.
No plano institucional, prepara-se regulamentação visando padronizar os
protocolos de comunicação de dados, dando acesso com esta medida à compatiblização dos computadores nacionais e permitindo a geração de redes de processamento distribuído, o que contribuirá para uma transformação cultural no sentido de se reduzir
o uso dos grandes computadores isolados.
Um levantamento do cenário brasileiro de telinformática, realizado através
de Comissão Especial da SEI, caracterizou, entre outras medidas, a necessidade de
introduzir-se a cultura do uso de redes de computadores e de minicomputadores nacionais a partir dos CPD's universitários, hoje apoiados em grandes equipamentos estrangeiros.
Diretrizes presidenciais recomendam o incentivo à indústria e tecnologia
nacionais e a implantação de infraestrutura especializada de comunicações, tudo sob
uma perspectiva de progresso social e do bem estar da população.
Para o cumprimento das diretrizes do Presidente da República, alguns
obstáculos devem ser vencidos, assim como existem oportunidades a aproveitar.
Os desníveis internacionais são profundos, e mais ainda quando se examina
os recursos de informação. É possível entretanto diminuí-los, uma vez que a revolução
tecnológica quebra tradições e diminui "handicaps". A política de reserva de mercado,
nesta época incipiente de nossa indústria, constitui uma oportunidade em tal direção.
É fundamental vencer, por outro lado, a dificuldade que temos em
procurar informações que nos são necessárias porque não fomos criados com apego às
bibliotecas, desperdiçando assim criatividade na reinvenção de várias coisas. Como uma
conseqüência deste traço cultural temos grande dependência em relação à bancos de
dados estrangeiros, que crescerá fatalmente, insumo que é do desenvolvimento econômico. Analogamente, em relação a processamento de dados, começam a formar-se
redes de computadores visando regra de comunicações de um único fabricante, o que
alija os demais, a longo prazo, do mercado.
Outro exemplo significativo é a pressão da demanda de serviços de comunicação de dados e de consultas a bancos de dados, que se manifesta de forma crescente
no País. A este respeito, devemos utilizar-nos do fato do País já possuir uma rede de

�telecomunicações suficientemente espalhada, com boa qualidade
Tendo em perspectiva os objetivos nacionais, os desafios e oportunidades
que se apresentam, e a situação atual do País, um conjunto de estratégias vem sendo
implementadas no campo da teleinformática, entre as quais a mais importante no momento é a implantação das redes públicas comutadas de comunicação de dados, conduzida pelo Ministério das Comunicações.
No âmbito da Secretaria Especial de Informática, planeja-se a aplicação de
um conjunto de medidas, tais como:
— a implantação de redes de computadores e bancos de dados disponíveis
para uso público e utilizados para o ensino de administração das facilidades correspondentes;
— a instalação de computadores nacionais, organizados em redes de
processamento distribuído;
— a ação conjunta com o Ministério das Comunicações no sentido de se
estabelecer protocolos-padrão de interligação de computadores no País;
— a utilização de meios públicos e administrativos para induzir os órgãos
da administração federal ao uso do processamento distribuído;
— o fomento ao desenvolvimento de software para gerência de recursos
distribuídos de processamento de dados e de bancos de dados;
— o desenvolvimento de software para tornar compatíveis os minicomputadores nacionais, permitindo que se comuniquem a nível de processos;
— a promoção de transformações culturais no sentido de se utilizar bancos
de dados, incentivando-se ao mesmo tempo o desenvolvimento e manutenção de bancos de dados no território nacional e sua disseminação
através das redes públicas de telecomunicações;
— a elaboração de regulamentos para disciplinar o setor, especialmente
quanto aos serviços públicos que se prenunciam;
— e, finalmente, a organização de experiências limitadas, por exemplo no
campo da educação, que visem, preparar-nos para conviver com um
mundo informatizado.

�Todas estas estratégias deverão se consolidar em projetos, abrangendo uma
ou mais das medidas preconizadas
0 primeiro projeto a ser disparado em conseqüência oeste quadro e que
destina-se a contribuir para o atendimento do conjunto das estratégias descritas é o
CEPINNE.
A sigla CEPINNE sintetiza o projeto Centro Piloto de Serviços Públicos
de Teleinformática para Aplicações em Ciência e Tecnologia na Região Norte-Nordeste.
2. JUSTIFICATIVAS

Há alguns anos atrás, universidades e centros de pesquisa brasileiros estabeleceram com a CAPRE um projeto com a finalidade de se promover a aquisição e instalação de um grande computador para ser colocado à disposição de todos os participantes através de meios de telecomunicações.
Este projeto denominou-se C-4, Consórcio de Computação Científica Concentrada. Devido a diversas circunstâncias, o projeto C-4 não passou do estudo embrionário.

problema:

Dois fatores contribuíram especialmente para conduzir a SEI a retomar o

— a existência iminente de uma rede experimental de pacotes — o projeto
REXPAC da TELEBRÁS;
— e a necessidade de se ganhar experiência institucional e operacional em
redes de computadores e serviços de bancos de dados, que se vislumbram como um dos grandes ramos de negócios da próxima década.
Além disso, a presença de computadores de médio e grande porte nas
universidades e a participação da TELEBRÁS com os meios de comunicações e a tecnologia de software de protocolos, permitiram a viabilização de um projeto com investimentos relativamente baixos, com a finalidade de integrar atividades científicas e prover a infraestrutura para as experiências desejadas.

�Dai resultou o projeto Centros de Serviços de Teleinformaticas para Aplicações em Ciência e Tecnologia, que visa a criação de centros de prestação de serviços
públicos apoiados em facilidades computacionais de seus consorciados, interligados em
rede, entre universidades e centros de pesquisa e tecnologia.
Este projeto foi planejado de forma a constituir-se em projetos menores e
seu primeiro desdobramento é o projeto CEPINNE.
0 CEPINNE surgiu com base nos seguintes fatos: no âmbito da administração do PNCI — Programa Nacional de Centros de Informática, verificou-se que na região Norte-Nordeste do País a distribuição de recursos de informática deveria sofrer
transformações que lhe facultassem um uso mais otimizado. As universidades da região
dispõem de quatro computadores DEC-10 com grande capacidade de processamento,
enquanto as demais contam, em geral, com computadores de pequeno porte e que
dentro de algum tempo deverão ser substituídos em virtude de serem equipamentos
antigos.
As substituições deverão ser por minicomputadores nacionais que, entretanto, não podem suprir sozinhos algumas das aplicações universitárias a médio prazo.
Por outro lado as universidades que têm computadores DEC-10 estão interessadas em
interligá-los, visando o compartilhamento de recursos e de experiências. O fabricante
desses computadores manifestou grande interesse em promover a interligação, utilizando um sistema de regras de interligação ou protocolo próprio, que automaticamente
dificultaria, no futuro, a instalação de computadores de outras marcas e acesso à rede
pública comutada de comunicação de dados. Esta situação conduziu à idéia de implantar-se um Centro Piloto na região, tendo a vantagem de constituir-se em uma experiência limitada e, portanto, com parâmetros facilmente controláveis, ao mesmo tempo
que representará uma contribuição para o desenvolvimento da região e impedirá a utilização de protocolos de comunicações não condizentes com as políticas nacionais de
informática e de telecomunicações.
O projeto CEPINNE se justifica em dois contextos: aquele do programa em
que está contido e o da sua implementação intríseca.
Em termos gerais a realização deste projeto contribuirá para a elevação do
nível de capacitação tecnológica brasileira, devido principalmente a:
— o acesso de recursos computacionais compartilhados não disponíveis em
instalações individuais;
— orientação da expansão do parque computacional científico corri arquitetura distribuídas e uso extensivo de minicomoutadores:

�— compartilhamento de software e bancos de dados especializados;
— intensificação do intercâmbio direto entre áreas e projetos afins e geograficamente distantes;
— a substituição de serviços análogos sediados no estrangeiro;
— criação de escala econômica para comercialização de produtos de
software científico-tecnológicos nacionais;
— capacitação nacional na engenharia, tecnologia e administração de serviços públicos de teleinformática;
— geração de receitas para aplicação no desenvolvimento do setor.
Em termos específicos, podem se alinhar os seguintes benefícios trazidos
pelo CEPINNE:
— maior intercâmbio entre as universidades;
— menores custos em equipamentos;
— uso de processamento distribuído;
— possibilidade de integração com a rede pública e com a rede experimental de pacotes da TELEBRÁS;
— maior potencial em pesquisa fora a região;
— possibilidade de integração com outros centros tecnológicos;
— acesso a bases de dados e programas especializados locais;
— oferecimento de infraestrutura para um projeto experimental de educação apoiado em redes de computadores.
3. OBJETIVOS
Implantação de uma entidade, cujo modelo institucional tanto em relação
à natureza quanto à forma, será definido no projeto ora proposto, e que administrará
uma rede de teleinformática conectando os computadores das universidades do Norte
e do Nordeste brasileiros.

�A topologia inicial da rede CEPINNE constituirá de cinco nós de encami
nhamento compostos por computadores DEC tipo PDP 11/34 e DEC-10, interligados
inicialmente por enlaces TRANSDATA dedicados, e aos quais se conectarão minicomputadores nacionais, também através de enlaces TRANSDATA.
As comunicações serão todas realizadas pelos protocolos padronizados,
desenvolvidos no Centro de Pesquisas da TELEBRÁS, e implementados nos minis nacionais, com software desenvolvido pelo próprio projeto.
Quando a rede experimental e, mais tarde, a rede pública comutada de pacotes estiverem prontas, todos os computadores do CEPINNE se interligarão através
dela, interligando-se assim mutuamente e ao resto do Pais por meios bem mais econômicos.
O CEPINNE provera infraestrutura para serviços de comunicações de computadores e de terminais com a finalidade de colocar à disposição das universidades e
centros de pesquisa do Norte e Nordeste recursos computacionais, programas especializados e bases de dados, organizados e acessíveis de forma integrada através da rede de
telecomunicações públicas, para suprir as necessidades das mesmas nas áreas acadêmicas e científico-tecnológicas, permitindo ainda experiências no uso da teleinformática
como instrumento para o processo educacional.
Como resultado da conexão dos computadores, feitos acessíveis desde
qualquer ponto da rede, o CEPINNE disporá de um conjunto poderoso de recursos de
processamento de dados que, em harmonia com os modelos institucional e operacional definidos no projeto, poderá dar impulso ao setor privado de Serviços de Informática.
Os bancos de dados e programas especializados da universidades da região
serão tornados disponíveis para todos, na área. Através da interação desses bancos preenchendo-se complementarmente, serviços de consultas resultarão. A infraestrutura de
armazenamento magnético de grande porte dará chance a que outras iniciativas de produção local de bancos de dados floresçam.
O CEPINNE será concebido para oferecer todos estes serviços, tendo como
missão dar à comunidade do Norte e do Nordeste, e á população brasileira em geral,
um conjunto bem definido de combinações.
Entre os objetivos específicos do CEPINNE alinham-se:
a) o estabelecimento de modelo institucional para exploração de serviços
de teleinformática;

�b) a implantação de sistema de operação de serviços;
c) a instalação e uso de minicomputadores nacionais em rede nas universi
dades;
d) a otimização dos recursos de informática na universidade;
e) o desenvolvimento de software de comunicações e qerência de bancos
de dados;
f) o desenvolvimento de protocolos de acesso à bancos de dados,
g) os testes dos protocolos padronizados de comunicação de dados;
h) a integração à Rede Pública de Pacotes;
i) a introdução da cultura de processamento distribuído;
j) a integração das atividades de ciência e tecnologia no NNE;
I) o desenvolvimento de Recursos Humanos especializados;
m)a atração e fixação de especialistas no NNE;
n) a integração intraregional do NNE e deste com o sul do País,
o) o estímulo ao desenvolvimento de casas de software no NNE;
p) o estímulo à substituição do uso de bancos de dados estrangeiros por
bancos de dados desenvolvidos e mantidos na região;
q) a familiarizaçâo da comunidade docente, discente e administrativa das
universidades com o uso de computadores.
Além dos objetivos específicos do CEPINNE, a rede de teleinformática que
se constituirá, servirá como infraestrutura para experiências limitadas de informatização nos campos da educação, trabalho, ciência e tecnologia e outros.

�Contribuirá para acelerar as atividades do Laboratório de Redes de Computadores, organizado por universidades brasileiras para a pesquisa científica na área de
comunicação de computadores.
Servirá ainda para preparar a introdução dos serviços públicos comutados
de comunicações de dados, provendo uma experiência de serviços e de administração
de infraestrutura, além de dar uso à rede experimental, e, também, para que as indústrias brasileiras preparem seus computadores para ligar-se às redes públicas, o que os
tornará, além disso mutuamente compatíveis.

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              <text>O CEPINNE surgiu  no âmbito do PNCI- Programa Nacional de Centros de Informática, a partir da verificação  de que nas regiões Norte e Nordeste do País a distribuiçaõ de recursos de informática deveria sofrer transformações que lhe facultassem um uso mais otimizado. O CEPINNE, responsável em prover infraestrutura para serviços de comunicação de computadores e de terminais com a finalidade de colocar á disposição das universidades e centros de pesquisa da região, recursos computacionais, programas especializados e bases de dados, organizados e acessíveis de forma integrada através de redes de comunicação públicas, para suprir as necessidades acadêmicas e científico-tecnológicas.</text>
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