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                  <text>A BIBLIOTECA ESPECIALIZADA COMO SUPORTE
PARA A BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA

LILIA TERESA VASCONCELOS TORRES
(Bibliotecária Chefe do Centro
de Informações Técnicas ãa COMLURB)
LYGIA DE MEDEIROS ALBEIRICE
(Bibliotecária ãa COMLURB)

RESUMO
A biblioteca especializada como suporte para a biblioteca universitária, deve conter uma classificação especial
que se adapte às necessidades da organização, com a finalidade de prover, o mais rapidamente possível o técnico, da
informação solicitada. Na biblioteca em questão foi utilizado o sistema de Unitermo que dá 80% da recuperação da
informação. A novidade no caso, é que às vezes o Unitermo
transforma-se em Tri-termo como um cabeçalho de assunto,
dada a alta especificidade da matéria. O sistema de análise
de documenos é fundamental já que sendo uma biblioteca
muito específica, o tipo de documentação recebida é útil a
um grande número de técnicos em diversos setores, cabendo
à biblioteca, através desta análise, diagnosticar o grau de
interesse de cada um. Vale esclarecer que é da maior
importância a formação de catálogos de entidades afins,
Nacionais e Estrangeiras, como rede operacional a fim de
obter-se um intercâmbio que provenha às necessidades dos
técnicos no tocante à rapidez da recuperação da informação
nas pesquisas realizadas independentemente de local. A
biblioteca especializada e a universitária caminham paralelamente como suportes na formação, profissional do estudante, formando uma rede de informações técnicas onde é
fundamental o intercâmbio com a finalidade de colocar os
técnicos em contato uns com os outros pois, é fundamenta^
para o progresso do desenvolvimento das ciências.
— 242 —

�1

Introdução

Um Serviço de Informações Técnicas é uma nova forma
de capital da empresa.
A procura da diminuição de custos pela inclusão de
novas técnicas torna-se a cada dia prioritária, exigindo a
criação de um suporte que facilite automaticamente e dê
continuidade ao desenvolvimento tecnológico.
A informação como veículo e subsídio desse desenvolvimento promove sua valorização econômica e conseqüente
capitalização. Atuando como recurso básico do desenvolvimento e, colaborando para fixação e estabelecimento de
Know-How é ela encarada como fator de melhoramento
qualitativo de educação, cujos efeitos irão repercutir na
produção industrial.
A implantação de um. sistema técnico-informativo
dentro de uma empresa é atitude de conscientização de que
a ação empresarial e os 5eus benefícios não podem ser,
apenas, as quantificáveis, os rigorosamente definidos e delineados, mas sim toda e qualquer ação que leve mesmo indiretamente a uma minimização de custos.
'I

Histórico

Há quase um século que os serviços de limpeza urbana
vem sendo realizados de forma organizada no município.
A partir da carroça puxada a burro, os serviços têm
acompanhado o desenvolvimento da cidade, adotando na
medida em que se faziam necessárias novas técnicas, novos
equipamentos e novos sistemas organizacionais, culminando
com a criação da COMLURB, sociedade de economia mista
vinculada à Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos, instituída por Decreto-lei n^ 102 em 15 de maio de
1975, com a atribuição de executar a coleta domiciliar, a
limpeza de logradouros, dar um destino adequado aos
resíduos sólidos produzidos no município.
É administrada por um Conselho Ciretor, composto de
cinco Diretores, sendo um Diretor Presidente, um Diretor
de Administração e Finanças, um Diretor de Operações de
Limpeza, um Diretor de Planejamento e Obras e um Diretor
de Transportes e Equipamentos
— 243 —

�Dando seqüência, um breve histórico da Limpeza Urbana
na cidade do Rio de Janeiro.
1893 — Criada a Inspetoria de Limpeza Pública e Particular subordinada a Diretoria de Obras.
1896 — Integração da Inspetoria de Limpeza Pública
e Particular à Diretoria Geral de Higiene e Assistência
Pública.
1897 — Os serviços de Limpeza Pública foram entregues
a iniciativa privada. Assim os Irmãos Gary constituiram a
Companhia Industrial do Rio de Janeiro, o qual obteve
concessão do Governo para executar os serviços de coleta,
transporte e destino do lixo.
1899 — Os serviços de Limpeza Pública retornam ao
Poder Público. É criada a Superintendência do Serviço de
Limpeza Pública e Particular, subordinada ao Gabinete do
Prefeito.
1934 — A Superintendência passa a ser Diretoria, e
posteriormente Diretoria Geral de Limpeza Pública e Particular, subordinada ao Gabinete do Prefeito.
1935 — A Diretoria Geral volta a ser Diretoria e passa
a integrar a Secretaria Geral de Viação, Trabalho e Obras
Públicas.
1940 — A Diretoria de Limpeza Pública e Particular é
transformada em Departamento de Limpeza Urbana, subordinada a Secretaria Geral de Viação e Obras.
1962 — Subordinação do Departamento de Limpeza
Urbana à SURSAN — SUPERINTENDÊNCIA DE URBANIZAÇÃO E SANEAMENTO.
1966 — Aprovada a nova estrutura orgânica do DEPARTAMENTO DE LIMPEZA URBANA.
1973 — Extinção da SURSAN e criação da COMPANHIA ESTADUAL DE LIMPEZA URBANA — CELURB -sociedade de economia mista, vinculada a Secretaria de
Obras Públicas.
1975 — Com a fusão dos Estados do Rio de Janeiro e
Guanabara, foi extinta a CELURB, criando-se finalmente,
a COMPANHIA MUNICIPAL DE LIMPEZA URBANA —
COMLURB.
— 244 —

�RI
I
I

�4

Formação de um Centro de Informações Técnicas

A Companhia Municipal de Limpeza Urbana iniciou no
dia 25 de setembro de 1975 a implantação de sua Biblioteca, nascida do intercâmbio proporcionado pelo Programa
das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), projeto BRA-2040 e do espírito empresarial da atual Diretoria.
Contava nessa época com um acervo de 171 exemplares,
incluindo-se livros, periódicos, folhetos e outras publicações,
originando-se de doações dos engenheiros.
Hoje em fase de implantação do seu Centro de Informações Técnicas, conta com um acervo aproximado de:
— 3.600 livros;
— 106 títulos de periódicos especializados;
— 600 relatórios, congressos, teses, conferências e outras publicações
— 2.000 slides;
— 50 fitas K-7;
— 3.000 recortes de jornais.
É altamente especializado em Limpeza Urbana e Resíduos Sólidos, sendo o único no gênero na América Latina.
O acervo composto essencialmente de fontes de informação primária está à disposição dos técnicos da empresa
para consultas e empréstimos e, para pessoal externo, apenas
à consultas.
As coleções das Bibliotecas Setoriais (2) tendem a se
tornar altamente especializadas segundo a unidade a que
atendem.
Procura-se promover atuante intercâmbio na Rede das
Setoriais visando a um apoio efetivo aos técnicos.
Apesar de ainda em fase de organização, o Centro de
Informações Técnicas, já possui sua coleção de periódicos
inscrita no Catálogo Coletivo de Periódicos do IBICT —■
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.
4.1

Finalidades do Centro de Informações Técnicas
•

Servir de suporte básico ao sistema de informações
técnicas da Companhia.
— 246 —

��•

Prover de recursos bibliográficos e técnico-informativos o pessoal técnico empenhado na realização de
trabalhos de interesse da empresa;
• Empenhar-se na busca de respostas específicas para
o usuário específico;
• Preservar e controlar a produção da literatura
técnica da empresa;
• Manter intercâmbio com Entidades afins, Nacionais
e Estrangeiras.
4.2

Atividades do Centro de Informações Técnicas

O Centro de Informações Técnicas pertence a Assessoria de Comunicação Social, órgão diretamente ligado à
Presidência da COMLURB.
Opera em dois sistemas — interno e externo. O interno dá apoio às diretorias com seus diversos setores e o
externo abrange os setores fora da sede, fornecendo
assistência técnica através de informações e mantendo contato pela divulgação dos trabalhos realizados no âmbito da
Companhia.
O acervo é especializado em Limpeza Urbana, Resíduos
Sólidos, Engenharia Sanitária e Conservação do Meio Ambiente. Por ser a única na América Latina especializada
em resíduos Sólidos, oferece aos seus técnicos a oportunidade de levantar o maior número de dados sobre o assunto,
estendendo-se estas vantagens aos estudantes universitários
desta área, que buscam a biblioteca especializada para
completar os conhecimentos obtidos através da universidade
e a biblioteca universitária.
Atividades básicas:
•
•
•
•

Centralizadas;
Descentralizadas;
Cooperativas; e
Coordenadas.

ATIVIDADES CENTRALIZADAS
•

Seleção — é feita através da análise do material solicitado pelos técnicos, em formulário próprio (Anexo 1).
— 248 —

�n
&lt;c&lt;

�•

Aquisição — O material bibliográfico adquirido pode
apresentar-se nas mais diversas formas: livros,
mapas, periódicos, audio-visuais, etc., seja para uso
do Centro, seja para uso exclusivo de outros setores
da empresa, além de outras formas de entrada de
documentos como depósito legal de todas as publi'
cações técnicas da Companhia, traduções técnicas,
filiação e associações técnicas Nacionais e Interna*
cionais e outras fontes que normalmente geram documentação .

•

Registro — Livros e folhetos são registrados no Livro
de Tombo e os periódicos no Kardex. Outros
materiais como slides, recortes de jornais e fitas
K17, são registrados na própria ficha de indexação.

•

Circulação de Periódicos — Coloca-se a disposição
dos técnicos, os periódicos pertinentes às
suas áreas de atuação. Após seleção prévia, são os
periódicos encaminhados com ficha de encaminhamento interno (Anexo 2), na qual o técnico solicita
cópia xerox dos artigos importantes para o bom
desempenho de seu trabalho. Esta ficha é assinado
pelo técnico no ato da devolução da mesma.

•

Empréstimo — Os livros são enviados aos diversos
setores da Companhia, através de circular mensal com
a finalidade de divulgar as novas aquisições. Qualquer livro ou outro material bibliográfico poderá
ser emprestado por um período de quinze dias, renováveis, caso não haja reserva. Somente as obras
de referência não poderão ser retiradas devendo ser
consultadas na biblioteca.
• Outros Materiais — Ficam também a disposição de
todos os usuários da Companhia as fitas K-7, contendo gravações de entrevistas dadas por técnicos
da Companhia; os recortes de jornais contendo
notícias relativas a Companhia e a conservação do
meio ambiente, slides de instalações e equipamentos
da Companhia, assim como os mesmos em operação-

ATIVIDADES DESCENTRALIZADAS
Referência — Facilita o diálogo direto com o usuário
para atingir-se maior eficácia.

��/ATIVIDADES COOPERATIVAS
E adotada modalidade para os trabalhos de documentação.
ATIVIDADES COORDENADAS
Relação de intercâmbio e de pesquisa com a rede
externa.
4.3

Processamento Técnico

Todo material bibliográfico recebe um tratamento ade*
quado adaptado às necessidades da Companhia o que resulta
numa redução de custos, dando maior facilidade na divulg^'
ção da recuperação da informação. É empregado o índice ün*'
termo que permite uma recuperação de até 80% da informa'
ção por ser um dos sistemas mais eficazes de indexação. Dá-s®
realce aos termos simples indicadores dos conceitos deterini'
nativos de cada documento. For vezes, dada a alta especi;
ficidade do assunto, este unitermo é aumentado em
tiitermo como se fora um cabeçalho de assunto. Há gran'
des vantagens nesse sistema entre as quais podemos destacar
a facilidade em inserir ou selecionar fichas. A facilidade
com que se recupera a informação no catálogo é realmente
de grande eficácia para o bom andamento de um sistema
de informações técnicas. Há técnicos que não aprovam °
sistema de indexação por unitermo por considerá-lo
vezes falho, já que requer maior atenção na hora da recup^'
ração da informação. Entretanto, no caso de uma bibU'''
teca altamente especializada, este método proporciona
liberdade de ação com a criação de termos específicos
assunto sem que seja necessário se prender a um catalog^
pré-determinado. Além disso, é o método mais adaptá^®
ao processamento de dados.
Se tivéssemos adotado a CDU. ficaríamos restritos a:
Exemplo:
Centro de Informações Técnicas da COMLURB — Com'
panhia Municipal de Limpeza Urbana, especializado
Resíduos Sólidos.
Classe — Engenharia
Divisão de Classe — Engenharia Sanitária
Sub-divisão de classe — Resíduos Sólidos
— 252 —

�DIRETORIA OE
TRANSPORTE E
EQUIPAMENTOS

—

-I
H tcl

I
I

^

I

■\ TVE

■\ TMP

GR-9

�Tendo em vista a nossa necessidade de especificidade
adotamos o Unitermo. Além disso, utilizamos também a
Classificação Decimal Universal para facilitar o intercâmbio
cnm Entidades estrangeiras. (Anexo 3)
Outros Materiais
slides).

(Recortes de jornais, fitas K-7 c

Como já foi dito anteriormente, o material acima é
registrado e indexado na própria ficha de Unitermo como
vemos no anexo 4.
4.4

Entidades Afins — Importância de Filiação

É da responsabilidade do Centro de Informações
Técnicas o estabelecimento de contatos e filiação a Asse
ciações Técnicas Normativas ou de Pesquisas, no país e no
exterior.
Estes contatos e filiações são da maior importância
pois, é através deles que é possível uma abertura essencial
na corrente humana da comunicação, ampliando o acervo
que é o depósito coletivo de conhecimentos.
É através de vários esquemas de cooperação interbi'
bliotecárias que se pode proporcionar ao leitor o acesso ^
uma faixa de escolha mais ampla.
4.5

Catálogos Especiais — Formação effl Centros de Info"'
mação

Os catálogos de bibliotecas e instrumentos bibliográ'
ficos formam a memória coletiva do depósito de conheci'
nientos.
A formação de catálogos especiais amplia essa memóri
proporcionando um acesso específico e maior rapidez
da informação desejada.
Entende-se por Catálogos Especiais todos aqueles
não fazem parte normalmente da organização de
biblioteca. São eles;
1) Catálogo de Instituições congêneres;
2) Catálogo de pessoas físicas (técnicas) dentro
área de especialização do Centro; e
3) Catálogo de organismos de área governamental.
— 254 —

�FIGURA 6 - FLUXO DO PEDIDO DE INFORMAÇÃO

�4.6

Intercâmbio — Rede Informativa de Apoio

Rede Interna — constituída pelas bibliotecas setoriais
(duas), catálogos de documentação técnica e pessoas físicas
que trabalham na própria Companhia.
Através das bibliotecas setoriais, o Centro de Informações Técnicas aprimora o seu caráter de sistema unificado,
centralizando e descentralizando a informação com o prO'
pósito de alcançar uma grande otimização dos serviçosIsso proporciona uma maior flexibilidade à estrutura mini'
mizando tempo e aumentando o número de atendimentos.
O Centro de Informações Técnicas é ainda responsável
pela tradução de obras intercambiadas desde que solicitadas
por autoridade competente.
Rede Externa — Recorre-se sempre que necessário ao
meio externo para a busca de informes. Procura-se contactar diretamene com as pessoas físicas ou jurídicas, eríj
qualquer campo de atividade desde que possam prestar as
informações solicitadas.
Utiliza-se o sistema de intercâmbio de duplicatas e trabalhos realizados por técnicos da Companhia com a finali'
dade de divulgar os referidos trabalhos assim como angariar obras para aumento do acervo técnico que não entre
normalmente em linha de edição. (Anexo 5)
4.7 Clientela
É encarado como objeto de investimento e como
curso do sistema, cuja montagem é em função das necessidades geradas pela atuação do técnico na empresa.
Como recurso, procuramos o aproveitamento de su®®
manifestações ao se relacionar o Centro de Informaçõ^®
Técnicas para, em um processo de estímulos e reações,
guntas e respostas, realimentar o sistema reajustando noS^
so desempenho. Para avaliação dos serviços prestados e rea
valiação de procedimentos, vem observando:
•
•
•
•

os
os
os
os

pedidos de aquisição de material bibliográfico;
pedidos de pesquisa bibliográfica;
pedidos de informações e
pedidos de traduções.
— 256 —

�riOUlTA 7 • RCDE OC APOtO

l. E O E N O A
81BLI0TÊCAS ESPECIALIZADAS OU CENTROS OC INFORMAÇÕES TÉCNICAS
ENTIDADES CONOENERES
BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS

�Os estudos ainda são incipientes, mas já atuam como
meio de estabilizar o equilíbrio do sistema.
É também importante a participação da clientela externa, ou seja, técnicos e estudantes universitários que recorrem ao Centro de Informações Técnicas para complementar suas pesquisas pois, é através deles que podemos ampliar o catálogo especial de pessoas físicas ligadas ao meio.
4.8 Pesquisas
É objetivo primeiro num Centro de Informações Técnicas, fazer com que a informação vá rapidamente ao técnico
antes mesmo que ele a solicite. Para isso obedece-se a uma
técnica de análise de todos os documentos pertinentes que
dão entrada no Centro os quais, depois de cuidadosamente
analisados são encaminhados aos setores ou técnicos competentes .
Na maioria das vezes este envio da documentação disseminada ao técnico, gera uma solicitação de complementação desta informação, provocando uma consulta do Centro
a entidades afins ou técnicos da área, muitas vezes em outros
países como respostas a solicitação requerida pelo técnico
pertinente.
Pesquisa de dados — Mais rápida, mais objetiva e concisa. Limita-se a informação de dados específicos levantados através do acervo, Catálogo Coletivo de Periódicos e/ou
entidades congêneres.
Pesquisa bibliográfica — Consiste em levantamentos
exaustivos da literatura técnica solicitada, nas línguas pedidas, diretamente às fontes, ou seja, entidades afins, nacionais e/ou estrangeiras, equivalentes à língua solicitada.
Exemplo;
Pesquisa solicitada: Segurança, Higiene e Medicina do
Trabalho.
Língua — Portuguesa — NADA OBTIDO.
Língua — Inglesa — Entidade Consultada — U.S. Environmental Protection Agency — Recebimento do material solicitado. (Anexo 6).
— 258 —

��4.9 Estatística
O Centro de Informações Técnicas oferece dois tipos
de produtos finais: de informação e de prestação de serviços. Entende-se por produto final de informação a todo
dado obtido através de pesquisa. Entende-se por produto
final de prestação de serviços a todo serviço prestado dentro do funcionamento normal de uma biblioteca. A estatística é um dos melhores métodos de avaliação dos resultados quantificáveis desses produtos. (Anexo 7).
5

Rede de Apoio
Definição

É uma rede informativa técnica constituída de Centros
de Informação ou Bibliotecas Especializadas atuando como
suporte, justamente com entidades congêneres, às bibliotecas universitárias.
A necessidade de formação dessa rede em âmbito nacional, faz-se sentir a medida que nos intercambiamos com
redes semelhantes no exterior, já que como foi dito, obtivemos resultados através dessas redes e não diretamente a entidades nacionais.
É da maior importância o intercâmbio de boletins bibliográficos periodicamente à todas as entidades afins, assim como universidades, nem que seja em âmbito estadual,
com a finalidade de fornecer dados bibliográficos a todos oá
organismos participantes e gerar a minimização do fator
tempo/custo — tão importante em todas as operações administrativas atuais.
Num sistema de informação, necessário se faz a divulgação da mesma. Como a biblioteca universitária, que tem
no seu acervo diversificado, a necessidade do apoio de entidades especializadas, é dela que deve partir a orientação para seus usuários como objetos de investimento e não como
fatores de aumento de custo operacional.
A formação de um organismo centralizador de catálogos
especiais de entidades congêneres com a finalidade de prover ao organismo solicitante a localização da informação
desejada, atuando como um banco de dados seria de grande valia para todo um sistema integrado de recuperação da
informação.
— 260 —
y

��ANEXO II (8)
COMLURB

BIBLIOTECA

FICHA DE ENCAMINHAMENTO INTERNO
DESEJANDO^ ANOTAÇÃO DOS ARTIOOS PARA POSTERIOR CONSULTA, INOICAR pXCINA E TÍTULO NA COLUNA DE OBSERVAÇÕES.
SOLICITAMOS NÃO RETER A PUBLICAÇÃO POR MAIS DE 3 (TRIS) DIAS.
RETORNAR Ã BIBLIOTECA,
SÍMBOLO

«09. ns

OATA

RUBRICA

OBSERVAÇÕES

�Companhia Municipal de Limpeza Urbana — Comlurb
Centro de Informações Técnicas
Rua Major Ávila 358 — 2? pav. — Tijuca
Rio de Janeiro — 20000
RJ — BRASIL

Mod. 712

Endereço:
líireción:
Address:
Recebemos e agradecemos:
Agradecemos su envio de:
acknowledge, v/ith thanks, receipt of:
desejamos receber?"
Deseariamos recibir:
would like to receive;
Enviamos em intercâmbio;
Lcs enviamos en calidad de canje;
We are sending you in exchange:

DATA

BIBLIOTECÁRIA
— 263 —

�COMLURG - ESTATÍSTICA DIÁRIA DE SERVIÇOS PRESTADOS
CENTRO DE ÍNF0RMAÇÕE8 TÉCNICAS - ACI
| mES

(

OIA N* DE CONSULTAS
í
2
3
4
S
6
7
8
9
10
II
12
13
14
15
16
17
18
19
20
2t
22
23
24
2S
26
27
28
29
30
31
TOTAL

N9 DE EMPRÉSTIMOS

NS DE PEDIDOS
DE PESQUISA

ANEXO VII
{ANO
N8 DE XEROX

�COMLURB - pedido de bibliografia e relatório de pesquisa
CENTRO DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS

anexo vi
N«

SOLICITADO POR

TELEFONE

ÓRGÃO

DATA

assunto a ser pesquisado

'ndicaçao das obras a serem pesquisados

época
^ÍVEL OA PESQUISA
P superior d universitário d colegial
relatório
Termos
fontes,anos e entidades

Q OUTROS ESPECIFIQUE:
RESULTADOS

^'ATERial reservado na aci
CUSTO CR8

oata

FUNCIONÁRIO 00 ACI

�</text>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>Tema: A biblioteca como suporte do ensino e da pesquisa no desenvolvimento nacional.</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Coloca a Biblioteca especializada como suporte para a Biblioteca Universitária, mediante o uso e adaptações de metodologias de tratamento da informação que facilitem o acesso à informaççao.</text>
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