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                  <text>o LIVRO, A BIBLIOTECA E O INL

EMIR JOSÉ SUAIDEN
(Diretor do Programa Nacional de
Bibliotecas do INL)

Podemos considerar que na década de 70, um fato bastante auspicioso para o desenvolvimento da indústria editorial brasileira foi a implantação do sistema de co-edição. A
partir dessa data o INL passou a publicar livros através do
sistema de co-edição. Como se sabe, o sistema de co-edição
gera benefícios múltiplos e interrelacionados no quadro global do livro, a saber: beneficia o editor, mediante a participação do INL nos riscos do investimento editorial; beneficia
o autor, porque lhe assegura, mediante cláusula contratual,
o pagamento pela editora dos direitos autorais correspondentes à parte do INL no total da tiragem, antes do lançamento do livro; beneficia o leitor, mediante a elevação da
tiragem, oriunda da participação do INL na co-edição, o
custo industrial do livro se reduz e o preço de capa se torna,
conseqüentemente mais econômico. É preciso que se diga,
ainda, que o INL mediante o regime de co-edição, visa prover um benefício muito maior quer no seu significado cultural, quer nas suas repercussões sociais, ou no seu superior
interesse nacional, benefício que de resto a principal finali'
dade é prover sua rede de bibliotecas em todo território
nacional.
A Editora da USP, a Editora da Universidade de Brasília e algumas outras, também, se utilizam do sistema de
co-edição, além da Fundação Nacional do Material Escolar
através dos programas de livros didáticos. Esses programas são: PLIDEF (Programa do Livro Didático para o Ensino Fundamental), que no ano passado distribuiu cerca de
20 milhões de livros para os alunos carentes; PLIDEM (Programa do Livro Didático para o Ensino Médio) e, PLIDES
(Programa do Livro Didático para o Ensino Superior).
— 210 —

�Dentre as medidas destinadas a incentivar os escritores
estão os prêmios literários, como: o "Prêmio Jabuti", que
fi dado pela Câmara Brasileira do Livro, o "Prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal", o da "FUNARTE" e os
prêmios das Secretarias da Bahia, Paraná, entre outras. Entre os prêmios distribuídos pelo INL, estão os prêmios literários nacionais, prêmios de literatura infantil, prêmios de
pesquisa estudantil e, a partir desse ano, foi instituído o
prêmio MEC de Biblioteconomia e Documentação. Esse último é um prêmio que tem um sentido maior para nós bibliotecários. Esse prêmio foi por nós sugerido ao INL, jusHflcando a carência bibliográfica na área de Biblioteconoinia. Na época da justificativa, tinhamos a impressão de que
o bibliotecário brasileiro não escrevia, não produzia por falta de oportunidade e, o INL estava co-editando livros de Biblioteconomia, mas sempre de autores estrangeiros. Isto
estava ocorrendo, também, em áreas correlatas. Fica muito
difícil para o INL, editar apenas obras de autores estrangeiros, o que se pretende fazer é incentivar os autores nacionais.
O valor do "Prêmio MEC de Biblioteconomia" foi estipulado, para esse ano, em Cr$ 70.000,00 (setenta mil cruzeiros) e o bibliotecário premiado, além de receber o prêmio,
tem assegurado uma co-edição com o INL de uma tiragem
mínima de 5.000 exemplares, isto é, o autor premiado recebe
os direitos autorais dos 5.000 exemplares da sua obra. Nós
fizemos um folheto sobre esse prêmio e, divulgamos a todos
cs órgãos de classe, às associações, aos conselhos, enviamos,
também, aos Cursos de Biblioteconomia. O número de trabalhos recebidos foi muito pequeno, recebemos cerca de 9
trabalhos. Achamos que isto ocorreu por ser esse o primeiro ano do prêmio, acreditamos que a partir do próximo
fino se eleve substancialmente o número de concorrentes.
Na área de Biblioteconomia, estamos encontrando uma
certa dificuldade em editar títulos. O INL está implantando
Um Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e dentro desse
projeto, recebemos recursos para publicar cerca de 5 títulos
anuais dentro da área de Biblioteconomia, para que isso se
f^oncretize temos mantido diversos contatos com bibliotecários e, até agora, temos acertado praticamente 2 ou 3 títulos apenas. Esse é um número muito pequeno de títulos em
Biblioteconomia, considerando que já estamos no segundo
semestre de 1978.
— 211 —

�Tem-se discutido muito a respeito do percentual do autor brasileiro, o que originou um projeto de lei do Deputado
Jóia Júnior, propondo um p&gt;ercentual obrigatório da ordem
de 7/3, isto é, para cada 7 títulos estrangeiros os editores
brasileiros deveriam publicar 3 títulos nacionais. Fomos
contrário ao projeto, pois o INL no seu programa de co-edi',^ão estabelece para o autor brasileiro um percentual de 70%
c, os 30% restantes, observados em regime de flexibilidade,
; e destinam ao atendimento de obras de autores estrangeiros sobre o Brasil e, à traduções de livros de comprova-io
interesse para a bibliografia brasileira, sobretudo na área
&gt;le Biblioteconomia. As informações do SNEL e da Câmara Brasileira do Livro, comprovaram a predominância edil.orial de títulos brasileiros, excluíam-se, apenas, as editoras
que operavam nas áreas de coleções clássicas encadernadrr.
ae obras técnicas e científicas e, finalmente ,nas dos suces
«os do momento, os chamados "best-sellers", geralmente, in
centivados pela propaganda massificada no cinema. O pc
centual de autores brasileiros editados é bem maior. O que
faz supor o contrário, é que o autor estrangeiro predomina
cm tiragens, tiragens maiores levam a maior distribuição, eni
função da qual o livro estrangeiro é mais visto e encontrado nas livrarias, do que o livro brasileiro, geralmente, editado em pequenas tiragens.
Quanto às editoras brasileiras, é necessário fazer uma
ílistinção entre as que atuam no ramo do livro didático e
Jivro-texto e, as que atuam com obras literárias e culturais.
Enquanto no primeiro caso as tiragens são maiores e a comercialização certa, no segundo caso, o livro cultural é considerado, ainda, como um grande risco editorial. Segundo
caso, o livro cultural é considerado, ainda, como um grande
visco editorial. Segundo Olímpio de Souza Andrade ,autor
de "O livro brasileiro", a Indústria do livro apresenta-se animada, na medida em que disponha dos seguintes componentes de energia: P — a existência ou não de importante massa da população letrada, economicamente forte e politicamente influente e, 2"? — a variedade ou uniformidade do
gosto do comportamento dessa população, qualquer que seja sua importância numérica. A evolução de ambas as coi
sas depende a seu turno de muitos fatores, tais como: evolução intelectual e cultural, tipo de regime político, estrutura social, mas existe uma fórmula que nos dá uma idéia,
ainda que insuficiente, pelo menos, aproximada, da referi— 212 —

�cia variedade ou uniformidade de gosto: consiste em dividir
a produção por títulos, pelo número de habitantes de um
país. Se o coeficiente é baixo, significa que grande número
de pessoas se satisfaz com um número pequeno de títulos o
que revela, por outro lado, tendência para uniformidade.
Se é elevado, deixa supor que essa tendência é para a vaJiação, sendo muito vasta a faixa de exigências do consumidor , Não são fortes no Brasil esses componentes de energia.
A massa da população à altura de consumir livros não. é numerosamente importante, do ponto de vista da produção em
larga escala, não sendo, ainda, bem conhecida o seu comportamento como população ledora, agora .em futuro próximo. Por outro lado, além de se defrontar com o mercado consumidor descontínuo, em virtude da precariedade
dos transportes num vasto território, a indústria brasileira
conta com outros problemas, a saber: o da distribuição e comercialização do livro; o do levantamento, sem falhas, de
seu próprio parque industrial; o das dificuldades para exportação, que apesar de diminuta, muitos editores acham
que merece atenção e, o da impressão de livros, em língua
portuguesa fora do Brasil, bem como das traduções feitas
em Portugal e vendidas aqui. A falta de boas livrarias nos
municípios, além de impossibilitar a motivação espontânea
da população para o hábito de ler, dificulta sobremaneira a
atuação dos responsáveis pelas bibliotecas locais, através
das poucas opções oferecidas para aquisição do acervo e do
preço monopolítico, normalmente, cobrado. O Brasil possui
cerca de 400 boas livrarias, 90% das quais localizadas no eixo
Tíio-São Paulo, além das livrarias, a produção editorial e a
distribuição de livros concentram-se, obviamente, também
em São Paulo e no Rio de Janeiro.
O SNEL realizou em 1973, uma pesquisa sobre produção
editorial, da qual resultou o registro da produção de 166 milhões de exemplares, englobando um total de 7.080 títulos.
A produção em exemplares, em termos regionais, foi a seguinte: São Paulo — 57,5%; Rio de Janeiro — 40,4% e demais Estados — 2,1%. Levando-se em conta a população
do Brasil, que, em 1973 era estimada em 104 milhões de
habitantes pelo IBGE, os 7.080 títulos publicados representavam uma média de 0,6% por mil habitantes, o que comparado com outros países, representa um nível de leitura
dos mais baixos.
— 213 —

�E o brasileiro, lê ou não lê? A falta de hábito de leitura
da população atinge alto índice. A alguns anos atrás, o SNEL
e a Câmara Brasileira do Livro, encomendaram uma pesquisa sobre a função social do livro na atual realidade brasileira. Verificou-se em 6 grandes cidades brasileiras, que o
aluno de 2° grau é centrado na vida doméstica ,onde à noite
vê televisão. O uso regular do livro se apresenta com uma
percentagem de 39,3% dos informantes, indicando, assim,
um aíímento da leitura de livros numa população a um
passo da vida universitária. Num grupo de universitários de
São Paulo, comprovou-se que, apenas, 66% declararam ter
lido no dia anterior ao questionamento e, por leitura, se
entende a de jornais e revistas. A extensão do tempo reservado à leitura, consoante às indicações produzidas, revelou-se
baixa em relação ao que se podia esperar, tanto mais que
outras pesquisas, consignaram em média de 2 a 3 horas diárias. dedicadas à televisão.
Richard Bamberg que é autor do livro "Como incentivar
o hábito de leitura", editado pelo INL, ao analisar as razões
porque em certos países se lê muito mais do que em outros
ou seja, países em que os leitores representam uma proporção maior da população, pôs em relevo os seguintes fatores:
1° — a posição do livro na escala de valores do país, isso se
expressa através dos gastos financeiros proporcionais à pro■■ moção do livro; 2^ — a tradição cultural do país; 3*? — as
^opôrtünidades de leitura e, 4"? — o papel representado pelos
"iivros na escola è no sistema educacional.
No Brasil, o INL está fazendo um grande esforço com
a finalidade de multiplicar as oportunidades de leitura, através da implantação do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, ora em execução nos seguintes Estados: Rio Grande
do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo,
R]o de Janeiro, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco, Rio
Grande do Norte e Pará.
O INL tem firmado convênios com as Universidades Federais que possuem Cursos de Biblioteconomia, para estágios desses alunos em bibliotecas públicas.
Outro tipo de convênio é para utilização do carro-biblioteca do INL, objetivando o atendimento às populações suburbanas e rurais e treinamento dos alunos de Biblioteconomia.
— 214 —

�Um dos maiores problemas que o INL está encontrando
para implantar o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas,
é na parte de recursos humanos, pois não há, ainda, um modelo brasileiro de redes de bibliotecas públicas. A Universidade Federal da Paraíba, colaborando com esse esforço,
irá ministrar, a partir do 2° semestre desse ano, um curso
a nível de mestrado, intitulado: Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas".
Firmamos, também, com a Universidade Federal da Paraíba um convênio no sentido do INL financiar toda parte
de pesquisa em bibliotecas públicas.
Apesar de todos os obstáculos encontrados, o Sistema
Nacional de Bibliotecas Públicas está se implantando e crescendo, o que para nós é motivo de grande satisfação, pois
acreditamos que esse seja o melhor caminho para a popularização da educação e cultura no nosso país.
DEBATES
REGINA NOVAES (Universidade Santa Ürsula): Qual
o critério utilizado pelo INL para escolha dos autores de livros a serem co-editados?
EMIR JOSÉ SUAIDEN. O INL, a partir de 1976, passou a editar e co-editar obras relacionadas com a cultura
brasileira. Há um período em que nós denominamos, período
de inscrição, em que os autores ou editores fazem a insfírição de suas obras no INL. O INL tem um corpo de peritos
para avaliar as obras e eles emitem um parecer, dizendo se
a obra é importante, se ela deve ou não ser editada ou co-editada, pelo INL. Nossas áreas de edição são: literatura juvenil, literatura infantil, romances, contos, novelas, estudos
brasileiros e cultura brasileira. Dentro do Sistema Nacional
de Bibliotecas Públicas nós recebemos recursos para editar
e co-editar obras de Biblioteconomia.

— 215 —

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