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                  <text>INTERAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO CIENTÍFICA
BRASILEIRA — UMA AMOSTRA

ELISABETH SHNEIDER DE SA
(Mestra em Ciência da Informação e Chefe da
Biblioteca de Veterinária da UFF)
ELIAN A SOUZA PINHEIRO
(Prof^ do Departamento de Documentação da
UFF e Assistente do Núcleo de Documentação
da UFF)
1

INTRODUÇÃO

As universidades devem cumprir simultaneamente os seus
^ois objetivos fundamentais: ensinar e pesquisar. Para estas
duas metas muito devem contribuir as suas bibliotecas e resPfcctivos bibliotecários.
O conhecimento do grau de interação da documentação
cientifica brasileira com a literatura internacional pode
servir como base avaliativa do resultado obtido com a aplicação de recursos para pesquisa. O cálculo da produção
documentária que participa do complexo universo de infor'^nações científicas, pode mostrar caminhos e distinguir
Prioridades. Assim, nos propomos a prosseguir trabalho
''hterior (7) que concluiu pela participação a nível interí^acional, através de índices, de 58% dos trabalhos publicados
por brasileiros (fig. 1). A partir daí, tentamos conhecer,
além do que está disponível, o que é efetivamente utilizado,
cadeia científica onde cada trabalho é um elo.
Recentemente, Morei &amp; Morei (3) tentaram uma análise
da produção científica brasileira, utilizando como base os
autores brasileiros que publicaram em revistas arroladas
P-ío Institute of Scientific Information (ISI). Outros trabalhos de análise da literatura científica latino-americana
^.2.8) já se haviam baseado exclusivamente nesta fonte, que
® sem dúvida alguma um instrumento de grande valor,
^ão é desprezível, contudo, o fato de que somente duas
^^vistas brasileiras (Anais da Academia Brasileira de Ciên— 125 —

�-lias e Revista Brasileira de Pesquisas Médicas e Biológicas)
apareçam arroladas na base de dados do ISI, como mencionam os autores acima citados, visto que farto e valioso
material documentário é publicado em revistas não conslantes daquela fonte, como veremos adiante.
Através do uso freqüente do Science Citation Index,
sabemos também que esta obra não está programada para
distinguir homônimos, fato que pode invalidar ou no mínimo
alterar os resultados obtidos em. outros estudos de citações
de autores.
Assim, é fácil constatar que sob um determinado nome,
annrentemente muito rolífico, encontramos trabalhos tanto
geopolítica quanto de desenvolvimento celular, matemática ou farmacologia, o que evidencia a multiplicidade de
autores sob uma só entrada.
Outro exemplo entre os muitos encontrados é o que
apresenta o fascículo referente a abril-junho de 1977, onde
o "mesmo" autor aparece com 2 artigos citados em 1977.
O 1"? de 1839, e o outro publicado em 1965.
Se não aceitamos a tese de homônimos tomados como
um único autor, teremos que admitir como verdadeira a
idéia de um cientista escrevendo artigos citáveis, com 144
anos de idade, considerando-se a idade mínima de 18 anos
para a publicação do 1" documento.
Sem dúvida, sabemos que cada vez mais pesquisadores
de nosso país publicam em revistas norte-americanas e de
outras nacionalidades, aumentando consideravelmente a
cada ano o número de autores brasileiros arrolados por
aquele serviço (3,7) o que poderia revelar o abandono por
parte dos pesquisadores brasileiros, das revistas nacionais,
aue seriam ruins porque os cientistas não publicam nelas e
os cientistas locais não publicam nelas porque as revistas
são ruins.
A razão que nos levou à elaboração deste trabalho,
consiste em saber até que ponto é válida a análise da literatura de um país desprezando-se o que é nele publicado, .já
que 2 títulos no exemplo mencionado, seriam os representantes de toda a ciência brasileira.
— 126 —

�'■1

Material e Métodos

Levando-se em consideração apenas aquela parcela .já
mencionada, de artigos indexados e extraídos da literatura
brasileira de microbiologia, imunologia e parasitologia pubDcados em 1971, partimos para a verificação, através do
Science Citation Index (SCI) de janeiro de 1972 a junho de
1977 (último número publicado) de quais haviam sido citados, quem os citou, de que país, que revistas citaram, etc. . .
Para a verificação da procedência dos autores citantcs
foi utilizado o ISI's Who is Publishing in Science (WIPIS).
É importante notar que, de acordo com os procedií^nentos relatados à folha 22 do trabalho de Sá (7) os autores
brasileiros que publicaram em revistas estrangeiras não
(correspondem à totalidade deles, dada a impossibilidade de
levantá-los integralmente.
■'

RESULTADOS
3.1

Porcentagem de Citações

O nrimeiro resultado de importância diz respeito à por&lt;^entagem de citações obtidas pelos pesquisadores brasileiros
''oniponentes da amostra e que, como podemos ver na figvira
2 (? constituída de 526 trabalhos, sendo 428 (81,4%) publi^^acios em revistas brasileiras e 98 (18,6%) em revistas de
outras nacionalidades. A figura 3 mostra que apenas 145
fíocumentos foram citados, correspondendo a 27,6% do
conjunto.
Este resultado, sem dúvida preocupante, tomado de
forma isolada, pode causar um impacto negativo, mostrando
o fato de ter sido indexado por serviços de grande reper'•ussão internacional, não contribuiu de maneira significativa
Para a aceitação do trabalho.
3.2

Oiigem dos Autores Citantcs

Comparando-se, porém, os dados da tabela 1 que se
^fífere a porcentagem de citações recebidas por artigos publi&lt;^ados no Brasil e no exterior, com os apresentados na tabela
^ &lt;lue mostra a distribuição por países de origem das revis— 127 —

�las citantes, temos que das 186 citações para os 94 trabalhos
publicados em revistas brasileiras, pelo menos 166 foram de
revistas estrangeiras, uma vez que, apenas 20 citações foram
feitas em revistas brasileiras.
Tornando-se a comparar estes dados com os obtidos na
tabela 3 correspondente a origem dos autores citantes,
vemos que das 166 citações feitas a artigos publicados no
Brasil por revistas estrangeiras, pelo menos 127 procedem
de autores também estrangeiros, já que somente 59 citações
foram feitas por pesquisadores brasileiros.
Foi observado, também, durante a pesquisa que dos 98
artigos publicados por brasileiros no exterior, (fig. 3) 47
não foram citados perfazendo um total de 48,9% de artigos
publicados fora do país e que também não foram utilizados,
o que pode demonstrar que nem sempre a facilidade de
acesso ou a intensidade de circulação determina a freqüência de citações, mas principalmente a reputação do autor e
a qualidade do trabalho.
3.3

Freqüência de Citações

Segundo Price (4) 49% de todos os trabalhos existentes
são citados ao menos 1 vez enquanto apenas 1% são citados
6 vezes ou mais.
Ora, tendo em vista que a nossa amostra foi extraída
da literatura publicada em 1971 e que cada trabalho cumpre
em média, sua finalidade após 10 anos de publicado, a nossa
base de dados teria ainda 4 anos a percorrer. Contudo,
ainda de acordo com Price, a média de citações para trabalhos com menos de 15 anos é consideravelmente maior do
que o valor padrão de 1 citação, por trabalho, por ano,
crescendo constantemente à medida que diminui a idade e
atingindo um máximo de cerca de 6 vezes o valor padrão
de citações os trabalhos de 2 anos e meio, tornando a declinar após. Neste caso, a nossa amostra já teria ultrapassado
a fase de raras citações por falta de prazo suficiente para
serem divulgadas e estaria na faixa de 3 ou 4 citações por
trabalho.
Analisando a tabela 4 que mostra a freqüência de citações obtidas por trabalhos de autores nacionais, verificamos
que dos trabalhos citados, 22 obtiveram mais de 6 citações,
— 128 —

�o que corresponde ao número mínimo de citações obtidas
por 1% apenas de todos os artigos publicados. Assim,
temos que numa pequeníssima amostra da literatura científica brasileira, vários artigos fazem parte deste reduzidíssimo
da totalidade da produção científica mundial que compreende todas as áreas do conhecimento em todos os tempos.
Este fato que por si só nos traz uma grande satisfação,
ínostra ainda que o autor mais citado é o Prof. Nelson
Monteiro Vaz desta Universidade, com um total de 83 citações obtidas por apenas 3 trabalhos. O 1^ tendo recebido
31 citações e os outros dois, 27 e 25.
3.4

Origem das Revistas Citadas

Retrocedendo-se à tabela 1, podemos observar que das
146 revistas utilizadas pelos pesquisadores brasileiros e cujos
artigos receberam citações, 29 são brasileiras e 40 estrangeiras, sendo que estas com cerca de metade dos artigos das
primeiras receberam o dobro de citações, contudo podemos
observar pelo exame da tabela 5 que a revista que recebeu
rnaior número de citações foi a Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, seguida por 3 revistas norte-amencanas e novamente uma brasileira — Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. Na tabela 6, arranjada por média de
citações recebidas por artigo e por revista, temos uma
visualização clara e precisa da importância dos artigos de
brasileiros publicados em revistas nacionais e não arroladas
pelo ISI.
Com a tabela 7 temos um resumo da média de citações
recebidas por artigos publicados no país e fora dele, além
"a média de citações obtidas por revistas, sendo que nos
6 anos pesquisados a média de citações por artigo citado foi
«e 3,9 e a média de citações por artigo, por ano foi 0,64.
3.5

Núcleo Científico

Outro dado a considerar é o verificado pela comparação
tabelas 2 e 3 que mostram uma presença constante dos
Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, França, Suiça e
Holanda.
Com isso, podemos confirmar que existe uma tendência
P«ra uma cadeia científica envolvendo os mesmos países,

— 129 —

�onde os Estados Unidos aparecem como núcleo gerador e
polarizador. Este fato, sem dúvida, não constitui novidade
e já foi verificado por outros autores (8). Talvez possa ser
explicado pelo elevado grau de desenvolvimento social c
cultural de cada um, e pela conseqüente valorização da pesquisa, a qual é dedicada grande parcela do produto nacional
bruto.
■ --l
3.6 Elite rte Autores versus Citações
Observando-se a classificação de Price (5) para produtividade de autores, onde o trabalho de um autor "transitório"
tem cerca de 30% de chance somente de ser citado, ou seja,
70% desses autores não recebem citação, e onde vemos que
dos "permanentes", 60% estão na lista dos mais citados,
verificamos que da elite estabelecida pela Lei de Lotka,
(tab. 8) para os autores brasileiros de MIP, 40% foi citada,
porcentagem bem inferior à prevista que contraria em parte
a afirmativa de que autores permanentes têm uma grande
tendência de serem citados, principalmente se levarmos em
consideração que a nossa elite está baseada exatamente na
proposição de Price, que considera como "núcleo de autores
permanentes" aqueles com 4 ou mais trabalhos por ano, e
que 60% dos autores citados não fazem parte desta elite,
embora não possamos abandonar o fato de que esta taxa
recai apenas sobre os indexados, que constituem a nossa
base de dados.
4.

Conclusões

Este estudo das citações obtidas pelos trabalhos brasileiros de MIP de 1971, apresenta-se como uma pequena
amostra e um alerta aos promotores da pesquisa no Brasil,
principalmente às universidades, responsáveis que são pelo
fdesenvolvimento da produção científica nacional no sentido
de valorizarem mais o seu potencial humano, oferecendo
maiores recursos para o aprimoramento dos serviços bibliotecários como base que são para a realização de qualquer
trabalho científico.
Embora ratificando conclusões alcançadas por muitos
outros estudos sobre a existência de uma cadeia científica
denominada por determinado grupo de países, podemos
cjbservar a aceitação dos trabalhos brasileiros, que em alguns
casos chegaram mesmo a alcançar os padrões mais satisfa— 130 —

�tórios no panorama internacional, comprovando que mais
importante do que o veículo de divulgação é a qualidade da
informação, tendo em vista que a quase totalidade dos trabalhos publicados em revistas brasileiras e citados, o foram por
autores estrangeiros, e que uma grande porcentagem, cerca
de 50% daqueles publicados em revistas estrangeiras não
foram sequer citados.
"
De maneira geral, ainda não é das melhores a repercussão
dos trabalhos de autores brasileiros no cenário científico
mundial, independentemente da procedência do documento
onde foi publicado e da fonte secundária onde foi indexado,
o que nos leva mais uma vez a alertar sobre a importância
do aproveitamento integral de todos os valores existentes,
através de facilítação de recursos, inclusive os bibliográficos,
que possibilitem o nosso avanço científico.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
GARFIELD, E. Citation analysis as a tool in journal evaluation. Science. 178 (4060): 471-479, 1972,
LECHIN, FF. &amp; VAN DER DIJS, B. Situacion actual de la
investigacidn cientifica en Latinoamerica con especial
referencia al campo de la medicina y ciências afines.
Acta Cientifica venezolana. 25 (6); 195-197, 1973.
morel, R.L.M. &amp; MOREL, C.M.'Um estudo sobre a produção científica brasileira, segundo os dados do Institute Scientific Information (ISI). Ci. Inf., 6 (2); 99-109,
1977.
•PRICE, D.J. de Solla. Networks of scientific papers.
Science, 149: 510*515, 1965.
PRICE, D.J. de Solla &amp; CURSEY, S. Studies in scientometrics I. Transience and continuance in scientific authorship. Ci. Inf., 4 (1): 27-40, 1975.
. Studies in scientometrics II. The relation between
source author populations. Ci. Inf., 4 (2); 103-108, 1975.
SA, E.S. Participação dos pesquisadores brasileiros de microbiologia, imunologia e parasitologia (MIP) na lite"
ratura científica internacional. Rio de Janeiro, 1976.
(Tese de mestrado).
SANDOVAL, A.M. &amp; NUÍíEZ, A. Publicación fuera de Ia
region de artículos escritos por especialistas latinoaniericanos sobre cuestiones biomédicas. Boi. Unesco Bibl.,
28 (1): 11-17, 1974.
I
— 131 —

�FICUR&amp; I - NÍVEL DE INDEXAÇÃO DOS ARTIGOS BRASILEIROS DE M I P

�FIGURA 2 - PORCENTAGEM OE CITAÇÕES OBTIDAS PELOS PESQUISADORES BRASILElROS COMPONENTES DA AMOSTRA

�FIGURA 5 - PORCENTAGEM 003 DOCUMENTOS CITADOS NO BRASIL E NO EXTERIOR

DC

-&gt; DOCUMENTOS CITADOS
PUBLICADOS EM REVISTAS NACIONAIS
PUBLICADOS EM REVISTAS ESTRANGEIRAS

�1'abei a 1 — Porcentagem de Citações Recebidas por Artigos
Publicados no Brasil e no Estrangeiro

REV.

ARTIGOS CITAÇÕES

%

brasileiras

29
47

94
334

186
0

33,3

ESTRANGEIRAS

40
30

51
47

373
0

66,7

146

526

559

100

TOTAIS

— 135 —

�Tabela 2 — Países de Origem das Revistas Citantes
PAÍS

N9 DE REV/PAIS

N9 DE CIT.

USA

86

237

Inglaterra

35

114

Alemanha

16

39

França

14

19

Suíça

12

33

Holanda

6

21

Canadá

5

7

Brasil

4

20

Dinamarca

4

4

Itália

4

5

Polônia

2

3

Rússia

2

2

Africa do Sul

1

2

Argentina

1

5

Checoslováqula
Chile
Costa Rica
Israel
Japão
México

&gt;11

Mônaco
Nova Zelândia
Quênia

— 136 —

�Tabela 3 — Procedência dos Autores Citantes
PAIS

N"? AUTOR

USA

N? CITAÇAO

145

202

srasil

50

59

^^glaterra

26

35

fiança

25

29

Alemanha Ocidental

17

27

Canadá

19

20

Japão

9

14

Egito

6

12

Argentina

7

9

Colômbia

4

9

Itália

6

8

®élgica

5

6

Holanda
Suíça

5

6

5

6

Chile

3

6

Noruega

4

5

Colônia

4

5

Alemanha Oriental

4

4

Alrica do Sul

3

3

Austrália

3

3

"léxico

3

3

Nigéria

3

3

^°sta do Marfim

1

3

— 137 —

�PAÍS

NO AUTOR

NP CITAÇÃO

Dinamarca

2

2

Grécia

2

2

Sudão

2

2

Suécia

2

2

União Soviética

2

2

Uruguai

2

2

Áustria
Camarões
Ceilão
Congo
Guatemala
Illias Fiji
índia
Irlanda do Norte
Israel
Paraguai
Porto Rico
Suriname
Anônimos

15

Não Identfiicados

43

TOTAL

559

— 138 —

�Tabela 4 — Freqüência de Citações/Artigo
A
(Np Art.)

B
(N9 Cit.)

AXB

1

31
27

2

25
17

31
81
50

1

3

8
9
11

A

4
6

2
1

14

2

13

34
14
26

1

12

12

12

2

11

14

1
2

9

22
9

31
112
162
196
210
236
248
270
279

8

16

15
17

3

7

21

20

2
8

d]
5

40

30
37
78

368
396
441
491

TO

(Hl

12

7
15
20

2

28
45
50

67

1

67

4
3

— 139 —

52

295
316
328

�Tabela 5 — Revistas Citadas em ordem de Citações Recebida
Art. Cit.
» R. Inst. Med. Trop. S.P
34
J. of. Immunol
2
Am J. of. Trop. Med. Hyg
4
J. of. Allergy Clin. Immun
2
- —» Memórias do IOC
12
Immunology
1
J. Memlbr. Biology
1
J. Molec. Biology
1
B. WHO
2
J. of. Parasitol
2
» Folha Médica
1
Lancet
1
- —» R. Mlcrobiologla
8
Applied Microbiol
1
Arch. Intern. Medic
1
T. of. R. Soc. Trop. Med. Hyg. ..3
Z. Zell. forch Mikrosko. Anat
2
Intern. J. Parasitol
1
» R. Inst. Antibióticos
2
» R. Soc. Bras. Med. Trop
4
» Arq. de Zool
3
J. of. Protozool
1
Science
1
Am. J. Vet. Research
1
Annee Biologique
1
Protoplasma
1
» R. Bras. Pesq. Med. Biol
2
Apidologie
1
Arch. Gesamte. Virus Forch
1
» Arq. Gastroenterol
2
» Arq. Inst. Biológico
2
CR. Hebd. Seanc. Acad. Sci. Serv. D.
2
Experim. Parasitol
1
J. of. Infectious Diseases
1
— 140 —

T. Citaçõe
75
56
53
31
28
27
27
27
17
14
13
13
13
11
11
11
10
7
7
6
5
5
5
4
4
4
4
3
3
3
3
3
3
3

�Art. Clt.

—» R. Bras. Biol
~-» R. Hosp. Olinicas
—» An. Acad. Bras. Ciências
Annee Histochimique
» Arq. Fac. Med. Vet. da UFMG ...
—» O Biol^ico'
Carbohydras
—» Cont. av. Inst. Oceanogr
—»Gaz Med. da Bahia
R. Latincam. Microbiol
Acta Biol, et Med. Germ
J. of. Comparative Pathol
Proceed Malacol. Soc. London
» R. Assoc. MIed. Bras
Anee de Parasitol. Hum. Comp...
An. Soc. Bel. Med. Trop. Parasit.
Micol
» Arq. de Neuropsiquiatria
» Bol. Museu Nac. Serv. Zool
B. of. Sanit. Panamer
—» Bragantia
» C. e Cultura
» O Hospital
-wlheringia
Intern. Arch. of. Allergy
Intern. J. of. Leprosy
J. of. Econ. Entomology
J. of. Hygiene
J. of. Phillipine Med. Assoc
—» M. Inst. Butanta
Oncology
~"» P. av. Zool
» R. Bras. Mai. d. Trop
» R. Saúde Pública
» R. Theobroma
Trop. Geoghaphical Med
— 141 —

2
2
2
1
2
1
1
1
1
1
1
1
1
2
1

T. Citações

3
3
2
2
2
2
2
2
2
2
1
2
2
2
1

�Tabela 6 — Revistas Citadas Arranjadas por Média de Citações Recebidas por Artigos e por Revistas

Média Citação Art. Cit.
J. of. Immunology
Immunology
J. Membr. Biol
J. Mol. Biol
J. of. Allergy Clin. Immunol
Am. J. of. Trop. Med. Hyg
» Folha Médica
Lanet
Applied Microbiol
Arch. Intern. Medic
B. WHO
Intern. J. Parasitol
J. of. Parasitol
J. of. Protozool
Science
Z. Zell. forch. Mikrosko. Anat. ..
Am. J. vat. Research
Annee Biologique
Protoplasma
T. of. R. Soc. Trop. Mad. Hyg
- —» R. Inst. Antibiol
Apldologie
Arch. Gesante. Virus forch
Exper. Parasitol
J. of. Infect Diseases
» Memórias do IOC
—» R. Inst. Med. Trop S.P
Annee Histochimique
O Biológico
Carbohydres
» Cont. av. Inst. Oceanogr
— 142 —

28.0
27.0
27.0
27.0
15.5
13.2
13.0
13.0
11.0
11.0
8.5
7.0
7.0
5.0
5.0
5.0
4.0
4.0
4.0
3.6
3.5
3.0
3.0
3.0
3.0
2.3
2.2
2.0
2.0
2.0
2.0

�Média Citação Art. Cit.

» GaTi. Med. Ac. Bahia
■T. of. Comparative Patol
Procped. Melacol. Soe. London ...
n T7, Bra.s. Pe.sa. Med. Biol
R Lnt.tnoam. de Microbiol
» Arn. Zoolopria
n Ara. 'Ga.stropnteroloRia
n Arn Tnst. Biológico
r!R. bohd. .9eanc. Acad. Sei. D. . ..
" R. Bras. Bioloccia
R. Ho.^n. Clln
R. Rne. Bras.-Med. Hosp. .........
Acta bin! mpd. n:erm
Anpj.s Acad, Bras. Ciência.s
Apee de parasitol hum. comp
An, Soe Bolea Med. Ton. Parasitol.
micoL hum. an.
Arn. Fac. Med. Vet, da TJFMG ...
» Arn, de Neiiropsinuiatria
-« B Miisen Nacional Serv. Zool
B. Of, San, Panamer
-» Bragantia
-» C, e Cultura
O Hospital
-» Iheringia
Intern. Archive of. Allergy
Intern. J. of. Leprosy
•T- of. Eeonomie Entomology
•T. of. Hygiene
•T. of. Philliplne Med. Assoc
-» M, Inst. Butantã
Oncology
»P. av. Zool
» RAMB
» R. Bras. Mai. Doenças Trop
» R. Saúde Pública
» R. Theobroma
Trop. Geograph. Med
143' —

2.0
2.0
2.0
2.0
2.0
1-6
1-5
1-5
l
1-5
10
10
10
10
10
10
10
10
10
1.0
1-0
10
10
10
10
i-O
10
'10
10
1-0
1-®
1-0

�Tabela 7 — Média de Citações Recebidas por Artigo e por
'Revista

MÉD. CIT.P/ARTIGO MÉD. crr. P/REVISTA
BRASILEIRA

1,9

6,4

ESTRANGEIRA

7.3

9,3

— 144 —

�Tabela 8 — Distribuição do N' de Autores e Seus Respectivos N's de Trabalhos *

Ax a
j N' Acumulado
j Ti'abalhos/Autorj
de
I
Trabalhos

Autores

36

I 1
1
1
1302 = 5
I 7
I 7
|14
33
75
219
939

± 1/10

72%

I

1302

.

18
14
10
8
7
6
5
4
3
2
1

243

18
14
10
40

± 1/3

I 49
{ 42
I 70
132
225
438
939
1977

Observe-se que a raiz quadrada do niimero total de autores
aos autores com 5 ou mais trabalhos publicados e
1/10 dos autores relacionam-se com 1/3 dos trabalhos publlauos, o que mostra uma distribuição muito semelhante à anunciada
Lei de Lostka modificada por Price.
— 145 —

�DEBATES

ANTONIO MIRANDA: Hoje, os estudos sobre citações
;;ào muito discutidos em todo o mundo com relação à validade
para se determinar política de seleção, para dignificar ou
fazer o reconhecimento dos autores.
Uma das conclusões que podemos extrair do seu trabalho é da nossa dependência com relação aos países da
nossa área ou da área de influência deles. A explicação é
muito lógica. O Brasil no seu programa de ensino, ainda
depende muito da capacitação de pessoal no exterior. A
maioria dos nossos pesquisadores à nível de Pós-Graduação
ate, recentemente, faziam seus trabalhos de pesquisa em
países estrangeiros, somente do ano passado para cá, é que
começou a haver uma pequena niudança nessa tendência.
(j pesquisador fazendo o seu trabalho em institutos de
ensino no exterior, passa a dar preferencia a publicações e
periódicos estrangeiros, o que lhe dá um maior prestigio,
um maior status internacional. Em segundo lugar, o fato
de escrever o seu trabalho numa língua estrangeira torna-o
mais fácil de ser citado internacionalmente.
THEREZA SITA DE CARS (Professora do Departamento
de Documentação da UFF): Gostaria de saber se há diferença
considerável entre a citação de autores brasileiros com nomes
brasileiros e de autores brasileiros com nom.es de origem
especialmente não latina?
ELIANA SOUZA PINHEIRO: Foram encontrados, dentre os trabalhos citados, alguns de autores brasileiros com
nomes estrangeiros, porém a grande maioria foi de autores
brasileiros com nomes brasileiros.
— 146 —

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Ciência da Informação&#13;
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Analisa o grau de interação da documentação científica brasileira com a literatura internacional, nas áreas de Microbologia, Infectologia e Parasitologia, em 1971, com base em análise de citações. Recomenda que os promotores das pesquisas, principalmente as universidades, a valorização do potencial humano e ampliação de recursos para os serviços bibliotecários. Ratifica conclusões de resultados de outros estudos sobre a a existência de uma cadeia  científica   denominada por determinado grupo de países e alerta sobre a importância do aproveitamento integral dos valores existentes através da facilitação de recursoso, incklusive bibliográficos que possiobilitem o avanço científico no Brasil.</text>
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