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                  <text>�XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.
Videografia: ( ) Sim (x) Não
Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência

1 INTRODUÇÃO
O trabalho de tratamento da informação entendido nesta reflexão como
representação descritiva e temática de itens informacionais, é provavelmente uma
das operações mais emblemáticas do saber e fazer biblioteconômico.
Consideramos este saber pensando no conjunto de conhecimentos derivados de
estudos de uma disciplina biblioteconômica em seus processos de construção que
resultam na formação de teorias e métodos. Estes resultados tornam-se
formulações para conceituar, organizar e legitimar argumentos que são expressos
como métodos, técnicas e regras que “abriga a representação documental, no
contexto da organização do conhecimento” (SANTOS, 2017, p.1). Ao fazer,
outorgamos a função prática da atividade de tratamento da informação que
analisada e pautada a partir do saber desenvolve as ferramentas e meios de
facilitar, aprimorar e otimizar a realização de “permitir interseção entre as
mensagens contidas nos itens [informacionais] e as mensagens internas dos
usuários” (MEY, 1995, p.5). É refletindo a partir dessas premissas que nos
debruçamos sobre como este saber e fazer são avaliados na operacionalidade do
trabalho de tratamento da informação. A problemática que fomenta nossa
motivação é entender quais critérios e requisitos que amparam o
acompanhamento do trabalho de tratamento da informação em uma biblioteca
universitária? Como atividade de um bibliotecário catalogador é avaliada? O
recorte da questão focou o Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de
Goiás (SIBI-UFG), órgão oficialmente responsável por gerenciar toda coleção
bibliográfica de suporte físico e digital acumulada e produzida pela respectiva
instituição. A ideia é compreender como SIBI-UFG realiza e operacionaliza a
catalogação1 na sua estrutura organizacional e como é feito avaliação e controle
desse procedimento.
2 O PROCESSO DE TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO NO SIBI-UFG :
OLHARES SINTÉTICOS E ANALÍTICOS
O SIBI-UFG é um órgão da Universidade Federal de Goiás que possui a
função e atribuição de direcionar políticas, técnicas e instrumentos que sejam
capazes de promover o acesso dos seus usuários as informações que ele
gerencia. Para o alcance deste objetivo o SIBI-UFG dispõe em sua estrutura
1

O termo catalogação vai ser empregado neste trabalho como processo que engloba tanto a
representação descritiva quanto temática. A utilização deste termo esta ligado ao contexto
organizacional do SIBI-UFG, que sintetiza todo conjunto de procedimentos ligados a representação
documental na denominação de catalogação.

�organizacional divisões funcionais que englobam o processo de tratamento da
informação. No que tange fundamentalmente a atividade de catalogação essa
função se resume em uma atribuição organizacional no qual a instituição
denomina “processamento técnico”. A seção de processamento técnico do SIBI
reúne parte2 da incumbência do saber e fazer biblioteconômico que diz respeito ao
tratamento informacional de itens informacionais. Regimentalmente os critérios
que pautam o saber e fazer do processo de catalogar no SIBI-UFG estão
relacionados a funções que são pensadas como “técnicas”, ligadas mais a um
trabalho instrumental, mecânico do que propriamente um trabalho intelectual,
reflexivo de organização do conhecimento. Desta forma, é forte a ideia de que o
procedimento operacional da catalogação possa ser contabilizado, cronometrado
e determinado.
No decorrer da pesquisa, coletamos informações que indicam que até o ano
2014 era realizado no SIBI-UFG um relatório estatístico de produtividade por
bibliotecário catalogador, em que objetivo era mensurar a quantidades de “itens
processados” pelo profissional. Essa prática foi finalizada por inconsistências nas
medidas de desempenho. O que de fato, corresponde com argumentos apontados
por Maria Carmen Romcy de Carvalho (1981) em sua obra que estabelece
padrões para bibliotecas universitárias. A autora em seu livro apresenta uma
relação de autores 3 que investigaram “medidas de desempenho” para quantificar
tempo e custo no trabalho de “processamento técnico”. A exposição dos
argumentos assinala opiniões divergentes e resultados inconclusivos sobre uma
“medida de desempenho padrão”. Se tratando de um trabalho intelectual que
envolve um saber e fazer e fatores díspares relacionados a complexidade de
representar o conhecimento, além da percepção do bibliotecário catalogador,
acaba por ser evidente que o tempo gasto para “processamento técnico” seja
difícil de se estabelecer em padrões e medidas. Essas premissas são
colaborativas para refletir a função da catalogação no SIBI-UFG, porque ajudam a
pensar o trabalho como intelectual e complexo, não apenas técnico e mecânico,
portanto, de difícil mensuração quantitativa. Muito embora, é imprescindível
distinguir, que por ser um trabalho intelectual se faz necessário um esforço de
concentração e dedicação, o que implica por sua vez uma necessidade de colocar
essa atividade em separado de ações que envolvam atendimento ao usuário,
indicando certa divisão social4 do trabalho. É recorrente na literatura da
2

Ao desenvolver dessa pesquisa enquadramos apenas a atividade de tratamento informacional
realizada pela Seção de Processamento Técnico, assim como descrito nos Regimentos do SIBI de
1980 e 2016, entretanto registra-se que na pesquisa in loco constatamos que existe outra divisão
organizacional do SIBI-UFG denominada “Gerência de Recursos Tecnológicos” que executa de
modo irrestrito o tratamento informacional da biblioteca digital de teses e dissertações e o
repositório institucional da UFG.
3
TUTTLE, Helen Welch. Standarts for technical servisse cost studies. Advances in librarianship,
v.1, p. 95-111, 1970.CARROL, Phil. We need work measures. Especial libraries, n.50, v.8 , p.
384-80, Sept, 1965. KOZUMPLIK, William A. Time and motion study of library operations. Special
libraries, v.58, n.7, p;585-588, oct. 1967. RUSSO, Laura Garcia Moreno. Os processos técnicos
dificultam ou aceleram a informação? R. Bras. Bibliotecon. Doc., v.1, n.1/3, p.44-48, jan/mar,
1973.
4
Estamos abordando o conceito divisão social do trabalho, recorrendo a uma definição que
percorre a ideia de especialização das atividades presentes nas sociedades complexas, isso

�biblioteconomia que o profissional responsável pelo tratamento da informação seja
relacionado como especializado, assim indica a obra de Silva (2005). Há
proposições até celebres como a de Gaston Litton (1973), que ainda continuam
muito atuais que reforçam e amparam esse argumento. Depreende que a
especialização do trabalho exige por sua vez também uma especialização
profissional. A especialização profissional é a matriz norteadora que conduziu o
SIBI-UFG a construir um controle da atividade de catalogação por meio de
indicadores. A adoção de indicadores esta consubstanciada fundamentalmente
em controlar a qualidade não a produtividade, afastando deste modo, a ideia de
um trabalho de catalogação de possa ser medido e mensurado em produtividade.
2.1 INDICADORES
O propósito dos indicadores de controle das atividades exercidas na seção
de processamento técnico do SIBI-UFG é funcionar como uma ferramenta para
determinar a qualidade e a eficácia do trabalho, bem como ao conhecimento e uso
correto das ferramentas que se encaixam nesses parâmetros.
Para cumprir essa função foi elaborado indicadores para 2 (dois) perfis de
trabalho responsáveis direto pela catalogação no SIBI-UFG. O Bibliotecário (a)
Perfil Processamento Técnico – Supervisor e Bibliotecário (a) Perfil
Processamento Técnico - Apoio.
O Bibliotecário (a) Perfil Processamento Técnico – Supervisor é
selecionado pela Coordenação da Seção de Processamento Técnico do SIBI-UFG
para exercer atividades que requeiram conhecimento pleno das ferramentas
utilizadas nos processos de representação descritiva e temática da informação.
Este deverá ser servidor efetivo da Universidade Federal de Goiás e a seleção
para este perfil de trabalho esta condicionada a indicadores como:
a) Tempo de trabalho: mínimo de 6 (seis) meses de exercício na Seção de
Processamento Técnico (Peso 3,0). b)Nota da avaliação de desempenho
realizada pela UFG: última nota não pode ser inferior a “7” (Peso 1,0). c)Nota da
avaliação de conhecimento e habilidade para uso das ferramentas dispostas a
seção de processamento técnico: A prova deve ser objetiva e elaborada pela
coordenação da seção baseada nos processos e atividades desenvolvidos na
seção: nota mínima “7” “Satisfatório” (Peso 4,0). d)Realização de no mínimo 01
(uma) oficina que habilitem os usuários do Sibi/UFG ao uso da linguagem de
indexação utilizada pela Seção de Processamento Técnico, perpassando pela
classificação de assuntos e construção de descritores (Peso 1,0). e)Realização de
no mínimo 01 (uma) oficina de Resumos para trabalhos acadêmicos. (Peso 1,0).
A soma da nota final não pode ser inferior a “7,0”.
Após ser selecionado o trabalho do Bibliotecário (a) Perfil Processamento
Técnico – Supervisor esta condicionado aos seguintes indicadores:
a) Número de treinamento oficina de Resumos para trabalhos acadêmicos:
Indicador Quantitativo: Inferior a 4 (quatro) anuais = Insatisfatório; Igual ou
superior a 4 (quatro) anuais = Satisfatório.
independe dos produtos do trabalho circularem como mercadoria ou não. Para Braverman (1981,
p.71-72) “A divisão social do trabalho é aparentemente inerente característica do trabalho humano
tão logo ele se converte em trabalho social, isto é, trabalho executado na sociedade e através
dela”.

�b) Número de oficinas que habilitem os usuários do Sibi/UFG ao uso da
linguagem de indexação utilizada pela seção de processamento técnico,
perpassando pela classificação de assuntos e construção de descritores.
Indicador Quantitativo: Inferior a 2 (dois) anuais = Insatisfatório; Igual ou
superior a 2 (dois) anuais = Satisfatório
c) Número de alteração, substituição, inclusão e correção de autoridades:
Metodologia de aplicação: Para a aplicação deste indicador, é necessário a
observação do intervalo de tempo que será aplicado, e o acúmulo de funções
desenvolvidas
pelo
bibliotecário
durante
o
período,
considerando
impreterivelmente intervalos de meses em que não houve intercorrências no
Sophia. Esta operação deve ser feita selecionando as autoridades Pessoa –
Instituição – Evento – Termo Tópico – Local Geográfico – Subdivisão geral –
Subdivisão geográfica – Subdivisão cronológica. O resultado de cada busca deve
somado e dividido no intervalo dos meses pesquisado.
Indicador Quantitativo: Soma de todas operações relacionadas a: alteração,
substituição, inclusão e correção de autoridades dividido pelo intervalo de meses
pesquisados. O resultado será parametrizado em: Inferior a 500 (quinhentos) =
Insatisfatório; Igual ou superior a 500 (quinhentos) = Satisfatório
Para o Bibliotecário(a) Perfil Processamento Técnico - Apoio: Servidor
efetivo ou terceirizado com formação em Biblioteconomia, é exigido conhecimento
e habilidade para uso das ferramentas dispostas na seção de processamento
técnico. Neste perfil são aplicados os indicadores.
a) Avaliação de conhecimento para exercício da função de catalogação:
Metodologia de aplicação: Para a aplicação deste indicador, será realizada uma
avaliação objetiva imediatamente após a concretização de um treinamento
organizado em 3 (três) dias de expediente funcional apresentado todas as rotinas
e ferramentas usadas no trabalho. A avaliação com 10 (dez) questões esta
pautada no conteúdo das ferramentas disponibilizadas para atividade. O foco da
avaliação é identificar o grau de conhecimento que o Bibliotecário dispõe para
realizar as tarefas de representação descritiva e temática. As notas serão
parametrizadas de 0 a 10 sendo: 0 a 4 = inapto a realização da tarefa (realizar um
novo treinamento com outro instrutor) 5- 8 = apto a realização da tarefa
(recomendação de monitoração após implantação de 10 (dez) fichas
bibliográficas) 9-10 = apto a realização da tarefa (monitoração após implantação
de 30 (trinta) fichas bibliográficas)
b) Concentração: Este indicador diz respeito a capacidade do servidor perfil
de trabalho “Processamento Técnico Apoio” conseguir fixar intensamente sua
atenção e capacidade mental canalizando estas para realização do trabalho de
representação descritiva e temática dos itens. Metodologia de aplicação: Para a
aplicação deste indicador, alguns detalhes devem ser observados: Treinamento na
seção com o Bibliotecário Processamento Técnico Perfil Supervisor. Período
escolhido pelo aplicador do indicador de desempenho deve ser feito de maneira
que reflita o total envolvimento do servidor com as atividades da seção,
recomenda-se que essa aplicação seja feita após um período de 30 (dias) de
trabalho consecutivos sem interrupção. Considerar apenas dias úteis de trabalho
em que não houve interrupção do software gerenciador de acervo Sophia.
Índices de concentração:

�- Produtividade: O cálculo da produtividade será soma de número de fichas
implantadas (FI) mais número de exemplares incluídos (EI) divido por 2.
FI+EI/2=PRODUTIVIDADE
-Incidência de erros na atividade de representação descritiva e temática:
Caracterização de erros na representação descritiva e temática: serão
contabilizados como faltas na atividade de catalogação os seguintes pontos:
Preenchimento de campo Marc de forma inadequada:
- ausência de preenchimento de TAGS,
- TAGS preenchidas erradas
- Preenchimento dos campos e subcampos MARC em desacordo com as
regras dispostas no Manual tomadas de decisão para representação descritiva e
Manual Política de Indexação.
O Indicador de concentração será o resultado da produtividade subtraído
pelo número de incidência de faltas coletadas na atividade de representação
descritiva e temática.
[
–
=
ÇÃ ]
O resultado de parametrização: -Indicador de concentração maior que a
metade do resultado de produtividade = SATISFATÓRIO; -Indicador de
concentração menor que a metade do resultado de produtividade =
INSATISFATÓRIO
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A adoção de indicadores no controle da atividade de catalogação no SIBIUFG apresentou aceitação por parte da equipe e resultados significativamente
satisfatórios para gestão do trabalho entre os quais podemos assinalar foram:
a) parâmetros isonômicos para mapear conhecimentos, habilidades e atitudes dos
bibliotecários interessados em trabalhar na seção de processamento do SIBI-UFG:
os indicadores de seleção para os dois perfis de trabalho foram fundamentais para
mapear e identificar aptidões e conhecimento na realização da catalogação;
b)controle total de todas operações da catalogação: com adoção de indicadores
foi possível acompanhar, sugerir, interferir, avaliar ou modificar as práticas
relacionadas ao trabalho de catalogação, padronizando estas de acordo com o
desempenho de cada perfil de bibliotecário catalogador. Nesse sentido, os
indicadores agilizaram o tempo de resposta das ações planejadas pela seção de
processamento técnico do SIBI-UFG.
REFERÊNCIAS
CARVALHO, Maria Carmen Romcy de. Estabelecimento de padrões para bibliotecas
universitárias. Fortaleza : Edições UFC, 1971.
LITTON, Gaston. El bibliotecario. México: Centro Regional Ayuda Tecnica, 1973.
MEY, E. S. A. Introdução à catalogação. Brasília: Briquet de Lemos, 1995.
SANTOS, Plácida L. Amorim da Costa. Representação documental no comportamento de
ambientes informacionais. In: ENCONTRO DE REPRESENTAÇÃO DOCUMENTAL, I,
2017, São Carlos. Anais.... São Carlos: UFSCAR, 2017. Disponível em :&lt;
http://www.enredo.ufscar.br/&gt;. Acesso em : 10 nov. 2017.
SILVA, Fabiano Couto Corrêa da. Bibliotecários especialistas: guia de especialidades e
recursos informacionais. Brasília: Thesaurus, 2005.

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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Apresenta como Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Goiás realiza e operacionaliza a catalogação na sua estrutura organizacional, e como é feito avaliação e controle desse procedimento com uso de indicadores. Discute analiticamente o processo de catalogação enquanto atividade especializada do trabalho biblioteconômico, e suas implicações pragmáticas que se refere ao controle da atividade. Destaca como a especialização inerente ao processo de catalogação em uma biblioteca conduziu a construção de um controle da atividade por meio de indicadores. Sintetiza explicitando o funcionamento de indicadores como ferramenta para determinar a qualidade e a eficácia do trabalho de catalogação, bem como o conhecimento e uso correto das ferramentas que se encaixam nesses parâmetros.</text>
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