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                  <text>Os benefícios do Linked Data para catálogos de bibliotecas:
reflexões preliminares

Paula Regina Ventura Amorim Gonçalez (UFES) - paulaventuramorim@gmail.com
Felipe Augusto Arakaki (UNB) - fe.arakaki@gmail.com
Morgana Carneiro Andrade (Ufes) - morganaandrade@hotmail.com
Ana Carolina Simionato (UFSCar) - acsimionato@ufscar.br
Resumo:
Atualmente os catálogos possuem um estrutura delineada por uma proposta de intercambiar
fichas catalográficas. Entretanto, na década de 90, com o desenvolvimento e propagação da
Web, novas tecnologias surgiram para agilizar e ampliar as possibilidades de representação,
recuperação e acesso à informações. Nesse contexto, vislumbrando cenários de possíveis
aplicações dessas tecnologias em catálogos, o objetivo deste trabalho é discutir os benefícios
do Linked Data, para multidimensionar as possibilidades e benefícios de acesso em catálogos.
Para compor os procedimentos metodológicos desta pesquisa, optou por uma pesquisa
exploratória e de caráter qualitativo. Para tanto, as bibliotecas precisam estruturar os
metadados existentes de forma a se adequarem às diretrizes Linked Data. Como discorrido no
trabalho, o enriquecimento dos metadados pelo conceito Linked Data e conjunto o uso das
tecnologias semânticas disponíveis, permitem multidimensionar as possibilidades e benefícios
de acesso em catálogos para a descoberta dos dados e recursos por motores de busca na Web.
Nesse sentido, a aplicação do conceito Linked Data é delineada a partir da reestruturação dos
dados de cada registro no catálogo, pensando em uma modelagem de dados que possa
conduzir para os relacionamentos entre os mesmos, e não, para uma nova forma de
visualização dos dados.
Palavras-chave: Linked Data, Catalogação,
Eixo temático: Eixo 12: V EEPC Encontro de Estudos e Pesquisas em Catalogação

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.
Introdução
Desde a década de 60, os catálogos possuem um estrutura delineada por
uma proposta de intercambiar fichas catalográficas. Essa estrutura faz com que os
dados dos catálogos e registros bibliográficos tenham característica monolítica,
isto é, os dados estão armazenadas em um único bloco, de forma sedimentar, que
determina que a máquina compreenda o registro de forma linear, do início do
registro pelos campos líder e pelos campos de controle, para assim, chegar na
descrição do recurso informacional.
Entretanto, na década de 90, com o desenvolvimento e propagação da
Web​, novas tecnologias surgiram para agilizar e ampliar as possibilidades de
representação, recuperação e acesso à informações. Nesse contexto, as
linguagens de marcação e uma estrutura mais flexível tornam-se triviais para a
interoperabilidade dos dados (ZENG, 2010).
Nessa perspectiva, a abertura dos dados é o princípio para que os
ambientes digitais se adequem às novas tecnologias propostas. Ressalta-se que a
estrutura atual dos catálogos, baseada ainda nas tecnologias da década de 60,
impede a abertura dos dados das bibliotecas para que robôs de busca possam
processar rapidamente os dados das bibliotecas e apresentar em um buscador
(COYLE, 2010). Mesmo com a possibilidade de publicação do Machine Readable
Cataloging (MARC) em ​Extensible Markup Language (XML), a estrutura de
campos, subcampos e indicadores com diversos significados, dificulta a análise e
o tempo de resposta dos robôs de buscas eficiente, que precisam fazer consultas
mais rápidas em maiores quantidades de dados no menor tempo possível.
Ainda com a proposta dos modelos conceituais, ​Functional Requirements
for Bibliographic Records (FRBR), ​Functional Requirements for Authority Data
(FRAD), ​Functional Requirements for Subject Authority Data (FRASAD) e IFLA
Library Reference Model (LRM), atrelada às tecnologias da ​Web Semântica,
fomentem a fragmentação dos registros monolíticos para uma estrutura de registro
modular, contendo diversos registros.
Vislumbrando cenários de possíveis aplicações dessas tecnologias em
catálogos, o objetivo deste trabalho é discutir os benefícios do ​Linked Data, para
multidimensionar as possibilidades e benefícios de acesso em catálogos.

�Para compor os procedimentos metodológicos desta pesquisa, optou por
uma pesquisa exploratória e de caráter qualitativo. Assim, foram buscados
documentos na BRAPCI, ​Web of Science,​ ​Scopus ​e ​Library and Information
Science Abstract​. O período pesquisado abrange desde a proposta do ​Linked
Data (2006) até o ano de 2018. Entre os trabalhos pesquisados, foram
selecionados para análise os que abordam e apresentam os benefícios e
possíveis aplicações do ​Linked Data​ em catálogos.
Benefícios da publicação de dados em ​Linked Data
A ​W​eb Semântica projetada por ​Berners-Lee, Hendler e Lassila (2001) foi
idealizada como uma extensão da ​Web​, viabilizando um ambiente onde esse
conteúdo é inteligível por programas especiais ou agentes inteligentes de
software,​ com a possibilidade de analisar e fazer inferências sobre os conteúdos
dos documentos. A informação é fornecida com um significado bem definido,
possibilitando o trabalho cooperativo com o uso dos computadores
(BERNERS-LEE; HENDLER; LASSILA, 2001).
Berners-Lee (2006) descreve que a ​Web Semântica não deve ser
caracterizada apenas com a publicação de dados na Web​, mas sim, com a
construção de relacionamentos entre esses dados e ligados por meio de
estruturas semânticas propiciadas pelo uso do ​Resource Description Framework
(RDF), ​Resource Description Framework Schema ​(RDFS), ​Uniform Resource
Identifier ​(URIs), linguagem SPARQL, ontologias ​Web Ontology Language ​(OWL),
Simple Knowledge Organization Schemes (SKOS), com base nas diretrizes do
Linked Data​.
Conceitua-se o termo ​Linked Data como um conjunto de melhores práticas
para a publicação e ligação de dados estruturados na ​Web (BERNERS-LEE,
2006). Van Hooland e Verborgh (2014) reforçam esse conceito e esclarecem que
o ​Linked Data ​não configura-se como uma ferramenta.
Em sua definição, Berners-Lee (2006) definiu quatro princípios que servem
como sugestões de estruturação de dados. Cunha, Lóscio e Souza (2011)
esclarecem que, o primeiro princípio justifica o uso de referências URI para
identificação, documentos ​Web e conteúdos digitais, objetos do mundo real e
conceitos abstratos. O segundo princípio argumenta o uso de URIs HTTP para
identificar objetos e conceitos abstratos que são definidos pelo primeiro princípio,
viabilizando essas URIs serem diferenciáveis sobre o protocolo HTTP, isto é, no
processo de recuperação de uma representação, identificado por uma URI, em
que este recurso pode possuir várias representações como documentos HTML,
RDF, XML entre outros. O terceiro princípio defende o uso do RDF como modelo
para a publicação dos dados estruturados na ​Web​. A partir do RDF, oportuniza a

�descrição de significados sobre recursos, qualificando agentes de software a
explorar os dados de maneira automática, seja agregando, interpretando ou
mesclando dados. O quarto princípio diz respeito de um URI a outro conjunto de
dados, o que permitirá a interação de informações como por exemplo a ligação de
um recurso a outro dentro na rede.
Para melhor direcionar e fomentar que mais instituições utilizem os
princípios do ​Linked Data​, o W3C publicou em 2014, um conjunto de melhores
práticas para publicação de dados em ​Linked Data (W3C, 2014). Outro grupo de
trabalho do W3C discutiu os diversos benefícios para pesquisadores, estudantes,
organizações, bibliotecários, arquivistas, curadores, desenvolvedores e
fornecedores, os problemas de conciliação dos princípios do ​Linked Data para
dados de bibliotecas, além de apresentar recomendações para publicação de
dados em ​Linked Data ​(W3C, 2011). ​De acordo com Coyle (2010), as bibliotecas
possuem grande número de títulos e materiais raros, entretanto há muito
sobreposição de conteúdo entre as informações dos catálogos e a Web. Outro
ponto destacado pela autora, é que existem dados não bibliográficos que podem
ser relacionados a dados bibliográficos.
Dentre os benefícios decorrentes da adoção do ​Linked Data​, destacados
por W3C (2011), Saorin (2012), Mitchell (2016) e Smith-Yoshimura (2018), pelas
bibliotecas estão: necessidade de publicar ​Linked Data para reutilização em
projetos futuros; potencialização da interoperabilidade e reuso de dados;
fornecimento de dados estáveis, dados integrados e normalizados produzidos
pelas instituições; otimização da descoberta e o reúso dos recursos e dos seus
metadados em acesso aberto; criação de um conjunto de dados abertos e global
compartilhados que podem ser usados ​e reutilizados para descrever recursos,
com uma quantidade limitada de esforço redundante em comparação com os
processos de catalogação atuais uso dos identificadores baseados na ​Web e fará
com que as descrições de recursos atualizadas sejam citadas diretamente pelos
catalogadores; uso de identificadores compartilhados permitirá reunir descrições
de recursos fora de seu ambiente de domínio, em todos os conjuntos de dados de
herança cultural e até mesmo na ​Web em geral; catalogadores poderão
concentrar seus esforços em seu domínio de conhecimento local, em vez de
precisar recriar descrições existentes que já foram elaboradas por outras pessoas;
o ​Linked Data é mais durável e robusto do que os formatos de metadados que
dependem de uma estrutura de dados específica.
Os benefícios decorrentes da adoção dos ​Linked Data pelas bibliotecas
pode ser extensivo a toda ​Web.​ Coyle (2010) exemplifica que os verbetes da
Wikipédia podem ser vinculados aos acervos de biblioteca e os dados das
bibliotecas podem enriquecer informações bibliográficas na ​Web,​ pois, as

�bibliotecas possuem controle sobre nomes e informações sobre os autores (data
de nascimento e falecimento) que eram usados para diferenciar nomes
semelhantes, agora são essenciais para análise do status dos direitos autorais,
por exemplo.
Para tanto, essas bibliotecas precisaram preparar os metadados existentes
de forma a se adequarem às diretrizes ​Linked Data​. Passado alguns anos, nota-se
que as bibliotecas em geral ainda não avançaram de maneira oportuna. Para
alguns autores, isso pode ser reflexo da falta da compreensão generalizada pelos
profissionais de informação (BOWEN, 2010). Os movimentos observados nesse
sentido estão relacionados em parte pela adoção do Dublin Core em repositórios e
dos novos instrumentos como a RDA e o BIBFRAME.
Considerações Finais
Como discorrido no trabalho, o enriquecimento dos metadados pelo
conceito ​Linked Data e conjunto o uso das tecnologias semânticas disponíveis,
permitem multidimensionar as possibilidades e benefícios de acesso em catálogos
para a descoberta dos dados e recursos por motores de busca na ​Web​.
Nesse sentido, a aplicação do conceito ​Linked Data é delineada a partir da
reestruturação dos dados de cada registro no catálogo, isto é, uma atualização
das tecnologias utilizadas na construção do catálogo, e ainda pensando em uma
modelagem de dados que possa conduzir para os relacionamentos entre os
mesmos, e não, para uma nova forma de visualização dos dados.
De forma conclusiva, no uso do conceito ​Linked Data​, a nova estrutura irá
trazer uma maior dinamicidade, visibilidade e comunicação entre os dados já
produzidos pela biblioteca, e o impacto direto nas ações dos bibliotecários estará
atrelado ao reuso dos dados, diminuindo o retrabalho, as inconsistências e
duplicações do mesmo valor no registro.
Considera-se emergente estas ações nas instituições e centros de
informação, visto a busca incessante para a disseminação e provimento de acesso
aos usuários, para um conteúdo que não está devidamente representado ou ainda
que não multidimensione as possibilidades e benefícios de acesso em catálogos.
Referências
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http://www.w3.org/DesignIssues/LinkedData.html​. Acesso em: 20 mar. 2019.
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p. 29-37, 2001. ​Disponível em:
https://www-sop.inria.fr/acacia/cours/essi2006/Scientific%20American_%20Feature%20Art
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�BOWEN, J. F. Moving library metadata toward linked data: opportunities provided by the
eXtensible catalog. In: INTERNATIONAL CONFERENCE ON DUBLIN CORE AND
METADATA APPLICATIONS, Pittsburgh, 20-22 Oct. 2010. ​Proceedings… ​Pittsburg,
2010.​ ​ Disponível em: ​http://dcpapers.dublincore.org/pubs/article/view/1010/979​. Acesso
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COYLE, K. Library data in a modern context. ​ALA TechSource​, n. 1, p. 5-13, 2010.
Disponível em: ​ ​https://journals.ala.org/index.php/ltr/article/view/4630​. Acesso em: 19 abr.
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CUNHA, R. B. C.; LÓSCIO, B. F.; SOUZA D. ​Linked data​: da web de documentos para a
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http://www.cin.ufpe.br/~daise/arquivos/publications/2011/2011_Cap%204%20Linked%20D
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SAORÍN, Tomás. Cómo linked open data impactará en las bibliotecas a través de la
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SMITH-YOSHIMURA, K. Analysis of 2018 International Linked Data Survey for
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ZENG, M. L. Domain-specific markup languages and descriptive metadata: their functions
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em: 27 abr. 2019.

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              <text>Atualmente os catálogos possuem um estrutura delineada por uma proposta de intercambiar fichas catalográficas. Entretanto, na década de 90, com o desenvolvimento e propagação da Web, novas tecnologias surgiram para agilizar e ampliar as possibilidades de representação, recuperação e acesso à informações. Nesse contexto, vislumbrando cenários de possíveis aplicações dessas tecnologias em catálogos, o objetivo deste trabalho é discutir os benefícios do Linked Data, para multidimensionar as possibilidades e benefícios de acesso em catálogos. Para compor os procedimentos metodológicos desta pesquisa, optou por uma pesquisa exploratória e de caráter qualitativo. Para tanto, as bibliotecas precisam estruturar os metadados existentes de forma a se adequarem às diretrizes Linked Data. Como discorrido no trabalho, o enriquecimento dos metadados pelo conceito Linked Data e conjunto o uso das tecnologias semânticas disponíveis, permitem multidimensionar as possibilidades e benefícios de acesso em catálogos para a descoberta dos dados e recursos por motores de busca na Web. Nesse sentido, a aplicação do conceito Linked Data é delineada a partir da reestruturação dos dados de cada registro no catálogo, pensando em uma modelagem de dados que possa conduzir para os relacionamentos entre os mesmos, e não, para uma nova forma de visualização dos dados.</text>
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