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                  <text>Tratamento de Arquivos Pessoais: relato de experiência
ROBERTA DALFIOR COLA (UFES) - betacola@hotmail.com
Fabiola Pereira Costa (UFES) - fabiolajpc@hotmail.com
Resumo:
Diante da necessidade de reflexão quanto a importância dos conjuntos documentais geridos
por seus titulares, pontuando os limites e as possibilidades do trabalho do profissional da
informação frente ao tratamento destes, bem como dos recursos empregados e da importância
de sua organização. apresenta um diálogo acerca das características que permeiam os
arquivos pessoais e o relato de experiência com base em atividades realizadas em um acervo
pessoal, contendo diferentes espécies e tipologias documentais. A descrição das ações
elucidou as particularidades de cada etapa de execução, que resultou em um prazo maior do
que o estipulado inicialmente e a necessidade de trabalho em conjunto entre o profissional da
informação e o custodiador dos documentos.
Palavras-chave: Arquivos Pessoais. Tratamento. Acervo.
Eixo temático: Eixo 8: Ciência da Informação

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Introdução
Considerados objetos de pesquisa multidisciplinar, os arquivos pessoais, nos últimos
tempos, ganharam relevância na área da ciência da informação como patrimônio documental e
cultural. Dada a sua valorização como patrimônio, cabe ressaltar que a Lei nº 8.159/91 de 08 de
janeiro de 1991, a qual teve sua regulamentação em janeiro de 2002 com o Decreto nº 4.073
que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados, atribuiu aos arquivos
privados a importância de interesse público e social dando ênfase a necessidade de sua
preservação e manutenção. Ainda no âmbito legislativo, acervos de personalidades importantes,
como Glauber Rocha1 e Oscar Niemeyer2 impulsionaram ações, como a criação de Decretos,
que viabilizam o reconhecimento dos arquivos pessoais, intensificando o diálogo sobre sua
importância (SVICERO, 2013).
Para Hobbs (2001, p.24), os arquivos pessoais “refletem não somente o que as pessoas
fazem ou pensam, mas quem são, como veem e experimentam suas vidas”. A ótica do
individuo como um agente colaborativo na construção da história e memória da sociedade
valoriza a constituição dos arquivos pessoais e aumenta o interesse dos pesquisadores pelos
mesmos, fazendo com que se estabeleça um laço maior entre a produção, guarda, preservação,
acesso e uso desse acervo, por parte dos indivíduos e/ou seus familiares. E esse movimento de
valorização dos indivíduos colaborativos fez com que as fontes produzidas por eles, nesse caso
os arquivos pessoais, apresentassem um crescimento significativo pelo interesse em acessá-los
(SVICERO, 2013).
Desse modo, estabelece-se a necessidade de refletir acerca da importância dos conjuntos
documentais geridos por seus titulares, pontuando os limites e as possibilidades do trabalho do

1
2

Decreto de 07 de abril de 2006. Decreto não numerados, editado pelo Presidente da República sem caráter normativo.
Decreto de 16 de abril de 2009. Decreto não numerados, editado pelo Presidente da República sem caráter normativo

�profissional da informação frente ao tratamento destes (SVICERO, 2013). Por esta perspectiva,
é possível traçar caminhos para análises e práticas sobre os arquivos pessoais.
Diante de suas representações, os arquivos pessoais oferecem um constante diálogo
entre o que é considerado individual e coletivo. Assim como os arquivos institucionais, esses
conjuntos documentais também apresentam características em que a gestão se faz indispensável
(GARCIA, 1998). Nestes termos, o arquivista apresenta-se como profissional qualificado para
desempenhar cada etapa de gestão, possibilitando a preservação da informação e seu uso.
A procura por serviços de organização de arquivos pessoais para atender as demandas
dos produtores/custodiadores para uso cotidiano, com a finalidade de organizar melhor os
pertences de seu produtor bem como o ambiente em que estão guardados tem apresentado um
crescimento expressivo (OLIVEIRA, 2013). Isto posto, o presente trabalho é um reflexo desta
procura. Portanto, o relato de experiência foi desenvolvido com base em atividades realizadas
em um acervo pessoal, contendo diferentes espécies e tipologias documentais e visa apresentar
as distintas formas de fazer, os recursos empregados e a importância de sua organização para o
contexto atual e como preservação da memória.
Relato da experiência
O corpus da pesquisa está concentrado na realização da organização de acervo pessoal
nos estágios corrente, intermediário e permanente os quais estavam distribuídos em
aproximadamente dez pastas, três caixas de arquivo. Dentre as diferentes espécies e tipos de
documentos foram tratados boletos e contas mensais; atas; escrituras; documentos pessoais e
familiares; livros; artigos; textos de produção própria; manuais gerais; receitas médicas e de
culinária; e fotografias. O trabalho foi todo realizado na própria residência da custodiadora dos
documentos, que disponibilizou espaço e recursos adequados para tanto.
A presença das distintas configurações dos documentos evidenciou a necessidade da
aplicação de tratamentos específicos que obedeciam a alguns critérios arquivísticos, exigindo,
além da competência, conhecimento quanto aos métodos empregados no seu tratamento
(BELLOTTO, 2006). Dessa forma, destaca-se que ao lidar com esse conjunto documental
foram necessários conhecimentos específicos quanto a eles, aplicando a teoria à prática
arquivística, transparecendo a necessidade do respaldo em conhecimentos técnicos e legais para
a gestão dessas informações.

�A partir do interesse do produtor e custodiador desse conjunto documental, assim como
em qualquer outro conjunto, foi primordial o conhecimento quanto aos documentos que dele
faziam parte (OLIVEIRA, 2013) e, portanto, para que a experiência vivida por nós, executoras
da ação, tivesse êxito, a participação ativa da custodiadora dos documentos foi fundamental
dado o interesse de que as ferramentas de gestão documental fossem aplicadas segundo as
necessidades da custodiadora e ao fato da ordem original que ela vinha usando ter sido mantida.
Nesse contexto, foram sugeridas, quando necessárias, novas opções que viabilizassem melhor
acesso aos documentos.
A avaliação inicial dos documentos permitiu mensurar o prazo de dois meses (60 dias)
para a execução dos trabalhos. No entanto, no decorrer da execução das atividades foi
perceptível a necessidade de uma aplicação mais minuciosa das ações, o que resultou em duas
visitas semanais de aproximadamente três horas de duração cada, por um período de dois meses
a mais do que o previsto inicialmente. Os documentos não possuíam rasgos, rasuras ou
manchas que pudessem comprometer os conteúdos que atestavam. Apesar das boas condições
físicas dos documentos, foram identificados o uso de clipes, grampos e elásticos que já
apresentavam ferrugem e desgaste, que por sua vez, comprometiam as futuras condições do
acervo, incluindo os documentos de guarda permanente.
Fazendo uso dos saberes arquivísticos no que tange à Teoria das Três Idades3, a
primeira fase das ações foi dividir o acervo em três categorias: o que estava em uso pela
custodiadora (corrente), o que era necessário o acesso e uso durante um determinado período
(intermediário) e o que era necessário guardar permanentemente (permanente) (BERNARDES,
1998). Em um segundo momento, foi realizada a limpeza dos documentos físicos retirando dos
mesmos quaisquer tipos de materiais e itens que pudessem danifica-los com o tempo, tais
como: clipes, grampos e fita adesiva. Cabe ressaltar que por conta do grande volume de
comprovantes de pagamento anexados a contas e boletos, os clipes foram substituídos por fita
de papel transparente4, possibilitando que os documentos continuassem fixados uns aos outros
de forma que a integridade de tais não fosse comprometida.
Conforme mencionado anteriormente, a ordem original foi mantida e algumas melhorias
para o acesso aos documentos foram ofertadas e adotadas pela custodiadora. Nesse contexto, a
3

Teoria segundo a qual os arquivos são considerados arquivos correntes, intermediários ou permanentes, de acordo com a
frequência de uso por suas entidades produtoras e a identificação de seus valores primário secundário.
4 Fita resistente ao tempo e não amarela, de Ph neutro, revestida com carbonato de cálcio CaCO3 para neutralização dos ácidos
que são liberados durante o processo natural de envelhecimento dos papéis.

�terceira fase fora realizada concomitantemente a segunda fase, e os documentos foram alocados
em pastas com identificação do período de produção de cada documento e natureza dos
mesmos.
Na prática, diante da autonomia que o indivíduo possui a produção documental é
diversificada e constante (CRIVELLI, 2013), este fato mostrou-se como um grande desafio
para o desenvolvimento das ações. Evidenciando, assim, a necessidade de um trabalho dividido
em etapas que contemplassem desde atividades que possibilitassem orientar a custodiadora
quanto à sua produção documental, até a necessidade de preservação dos mesmos. Nesse
sentido, foi criado um ambiente no qual a custodiadora pudesse avaliar os documentos
produzidos, a fim de classifica-los conforme sua necessidade de uso e guarda: corrente,
intermediário e/ou guarda permanente. Desse modo, os arquivos correntes foram alocados em
escaninho que dividiam as naturezas de cada documento, de modo a facilitar o acesso aos
mesmos; os arquivos intermediários foram armazenados em pastas poliondas e divididos em
envelopes plásticos - devidamente identificados - segundo a sua natureza e em ordem
cronológica; os arquivos permanentes foram armazenados em caixas poliondas de arquivo e sua
organização se deu pelas espécies de cada documento.
Por fim, os documentos físicos que estavam em suportes mais sensíveis (cupom fiscal
em papel termossensível) ou aqueles avaliados pela custodiadora como arquivos de maior
importância e/ou guarda permanente (escrituras e comprovantes de compra e venda de imóvel)
e uso constante (como documentos pessoais: RG, CPF e certidões) foram realizadas a
reprodução (digitalização e fotocópia) e mantidos os originais de forma.
Considerações Finais
Diante da diversidade que os documentos apresentam na atualidade quanto ao seu
contexto de produção, suporte e formas de acesso, fica para o profissional da informação a
tarefa de conhecer a natureza e as características especificas de cada um dos documentos nos
quais desenvolve suas habilidades e técnicas. A julgar por estas características, os arquivos
pessoais apresentam necessidades de gestão distintas dos institucionais, e as particularidades
quanto à gestão desses acervos não extinguem a possibilidade de aplicação das ferramentas
arquivísticas, nem mesmo a presença do profissional da informação no tratamento desses
conjuntos documentais.

�O desenvolvimento das atividades permitiu constatar que o trabalho é mais minucioso
do que aparenta ser, muitas vezes cada folha é um único documento que demanda um
tratamento específico e o tempo aplicado talvez seria o mesmo empregado para cuidados com
um dossiê de várias páginas. A utilização de ferramentas tecnológicas de alto nível disponíveis
nos celulares para a digitalização dos documentos termossensíveis viabilizou a manipulação de
documentos que em máquinas tradicionais de digitalização demandaria maior cuidado e tempo
de trabalho.
A utilização de objetos que danificam o papel é de uso comum na sociedade e a oferta
de possibilidades do não uso desses objetos deteriorantes, como o uso de envelopes plásticos,
fita de papel e clipes plásticos, foi uma ação que se destacou no desenvolvimento das atividades
no referido acervo. Para além, destacamos a fundamental participação da custodiadora do
acervo durante o processo de organização e as condições e ambientes favoráveis para este fim.
Uma mesa ampla que permita visualizar os documentos e suas interligações, bem como os
equipamentos adequados, são primordiais para uma boa organização.
Referências
BELLOTTO, H. L. Arquivos Permanentes: tratamento documental. Rio de Janeiro: FGV,
2006.
BERNARDES, I. P. Como avaliar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado,
1998.
CRIVELLI, R.D. A patrimonialização do arquivo pessoal: análise dos registros Memória do
Mundo do Brasil, da UNESCO. 2013. 222 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual
Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Filosofia e Ciências de Marília, 2013.
Disponível em: &lt;http://hdl.handle.net/11449/93682&gt;. Acesso em 20 de mar. 2019.
GARCIA, M. M. A. M. M. Os Documentos Pessoais no Espaço Público. Estudos Históricos.
Rio de Janeiro.FGV/CPDOC,nº21,1998.
HOBBS, C. The character of personnal archives: reflections on the value of records of
individuals. Archivaria, v. 52. p. 126-135. Disponível em:
&lt;http://journals.sfu.ca/archivar/index.php/archivaria/article/view/12817-14858-1&gt;. Acesso
em: 19 mar. 2019.
OLIVEIRA, L. M. V. Descrição arquivística e os arquivos pessoais: conhecer os arquivos
pessoais para compreender a sociedade. In: Arq. &amp; Adm. Rio de Janeiro, v. 12, n. 2, p. 28- 51,
2013.
SVICERO, T. J. Os Arquivo pessoais e sua importância como patrimônio documental e
cultural. História e Cultura, v. 2, p. 221-237, 2013. Disponível em:
&lt;https://ojs.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/869&gt;. Acesso em: 05 abr.
2019.

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