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                  <text>PRÁTICAS INFORMACIONAIS E VELHICE: análise do fluxo
informacional dentro de asilo na cidade de Cuité e sua
contribuição para inclusão da pessoa idosa.

Jesiel Ferreira Gomes (UFCG) - jesielgomes@ufcg.edu.br
Kilvya Simone de Leão Braga (UFCG) - kilvyabraga@hotmail.com
Resumo:
Voltar o olhar científico para um estrato social, e nele fazer pesquisas e inserções que visam o
seu entendimento é um pilar de fundamental importância para as ciências sociais. Mais
importante ainda quando este estrato é constituído de pessoas alijadas do convívio social,
separadas e isoladas dos demais, como é o caso dos idosos asilados como um todo. O trabalho
ora apresentado se apresenta com o intuito de responder se o fluxo informacional, oriundo das
práticas informacionais, pode contribuir para a inserção dos idosos asilados, na cidade de
Cuité – PB, na sociedade e contribuir para a sua plena cidadania. Para o intento utilizou-se
como metodologia a pesquisa descritiva, já que não foi nosso propósito elucidar as questões
circundantes do asilar, mas sim, servir de base para estudos e ações futuras que possam vir a
ser desenvolvidas. Com os dados obtidos, é fato relevante perceber que não há condições,
para a maioria dos idosos asilados, participar de forma plena do fluxo informacional do asilo,
em virtude de fatores como: necessidades especiais, cultura em que está inserido, modo de
vida limitado pelas condições estruturais em que viveu, falta de recursos econômicos e
desinteresse pela vida, propriamente dito. Todavia, o estudo foi revelador, em permitir que
outros possam, a partir deste ponto, seguir trilhas para constituição de conhecimento que
possam solucionar as evidentes falhas que nós, enquanto membros da sociedade da
informação, deixamos ao não voltar nossos olhares também para estes sujeitos, pois seu
isolamento físico (asilo) não significa propriamente intelectual.
Palavras-chave: Idosos asilados - ciência da informação. Fluxo informacional - idoso - asilo.
Pessoa idosa asilada - fluxo de informação.
Eixo temático: Eixo 8: Ciência da Informação

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

1 INTRODUÇÃO
Mais do que entender, ou querer explicar, fenômenos sociais advindos da ação
humana em convívio social, temos que a informação é um produto que nos dias atuais
permeia, e determina, os tipos de contratos sociais existentes, ou seja, as relações sociais
nas quais os sujeitos serão atores protagonistas ou meros coadjuvantes.
Deter informação, e mais ainda ter acesso a ela, é fator preponderante para que
os sujeitos possam assumir papéis sociais de maneira a ter o reconhecimento dos seus
pares ou não. De outra forma, a informação é insumo de estímulo e responsável pela
conseqüente evolução da sociedade humana, ao tempo que se evolui em concomitância
com essa. Para González de Gómez (2006, p. 77):
Em diferentes momentos, a informação foi tematizada como expressão
de um domínio em que se resolveriam alguns dos principais problemas
de integração das sociedades modernas – de conhecimentos, de praticas
de pesquisa, de meios e linguagens. Ao mesmo tempo, o que se designa
como informação mudava de contexto, ao ponto que a integração ora
seria de cunho sócio-epistemiológico (ciência orientada a missão,
interdisciplinaridade), ora de cunho tecnológico (convergência,
digitalização, padrões, gestão). [...] Acreditamos, de maneira simplificada,
que nesses deslocamentos se produz um escamoteio de um “uso”
moderno do conceito de informação, anterior à, por vezes mal entendida,
teoria da informação, considerando-a insumo de um saber útil e prático.

Com os variados graus de relevância que a informação assumiu perante os seres
sociais, foram surgindo novas sociedades e novos homens, tanto que tivemos a
sociedade industrial, a sociedade pós-industrial e nesse momento a sociedade da
informação. Na sociedade pós-industrial é a comunicação o elemento de fundamental
interesse, mas a comunicação mediada por recursos tecnológicos e máquinas ao passo
que o homem vai se escolarizando e modificando suas formas de trocas sociais. Por fim,
ou melhor, neste momento, a sociedade da informação que tem como mix a utilização de
técnicas, máquinas, tecnologia, recursos naturais, introdução do homem em meios até
então longínquos, enfim, e tudo tendo como parâmetro a informação. O que é
fundamental emergir para nossa discussão é que a Ciência da Informação (CI) vem
acompanhando os percursos epistemológicos da informação, e também sociais, de
maneira que ter seu objeto sempre em constante modificação - e melhoramento -, é fator
corriqueiro e perceptível no meio acadêmico científico.
A CI é determinante para a sociedade assim como a sociedade e suas práticas
informacionais (PI) são determinantes para essa ciência, em uma relação recíproca e de
fundamental interesse para a existência de uma como da outra.

�Neste arcabouço, tem especial destaque o envelhecimento da população. Este
que é um dos maiores triunfos da humanidade e também um dos nossos maiores
desafios. Ao entrar no século XXI, o envelhecimento global causou um aumento das
demandas sociais e econômicas em todo o mundo. De acordo com Vechiato (2010, p.
85), “pesquisas recentes demonstram que, em paralelo à diminuição da taxa de
natalidade, aumenta-se a expectativa de vida da população mundial.”
2 CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E SUA PERSPECTIVA SOCIAL
A CI é caracterizada como uma ciência pós-moderna que tem objeto de estudo
relacionado a múltiplos domínios da ciência e tecnologia denominado informação. Possui
uma natureza interdisciplinar que se estabelece de forma diferenciada entre as áreas do
conhecimento, levando em conta as mudanças sociais ocasionadas pela informação.
Percebemos que a CI não segue um estilo unidimensional e estabelece uma
relação direta ou indireta com outras formas de conhecimento, usufruindo e sendo
usufruída por elas. Outro fato relevante é a importância que dá ao conhecimento do senso
comum, enquanto saberes necessários para uma melhor relação entre ciência e
sociedade.
O aspecto pós-moderno está fundamentado no conceito de que a CI representa
uma matéria (especialidade), que não pode ser classificada entre outras matérias. Pelo
contrário, a CI perpassa outras disciplinas. Ela contém partes dessas disciplinas, que as
influencia por meio dos objetos de estudo de cada uma delas (WERSIG, 1993).
Conforme afirma Capurro (2003), torna-se fundamental a realização de estudos
epistemológicos sobre os campos de atuação da área de CI que apresentem as
similaridades e diferenças existentes entre o conceito de informação nessa ciência em
relação a outros campos científicos.
Verificamos a existência de três correntes paradigmáticas: o paradigma físico, o
paradigma cognitivo e o paradigma social, entendidas com perspectivas teóricas distintas,
mas, inter-relacionadas e complementares em determinadas situações. Em conformidade
com o que afirma Vechiato (2010, p. 22):
A partir de uma investigação epistemiológica da ciência da informação,
Capurro (2003) defende que o campo nasceu com um paradigma físico,
questionado sob um enfoque cognitivo idealista e individualista,
posteriormente substituído por um paradigma pragmático e social, com
influência das tecnologias digitais. O autor reintera que esse último
paradigma já existia nos predecessores da área, tais quais a
biblioteconomia e a documentação.

Em outras palavras, a informação é entendida como fenômeno social coletivo,
estruturas de conhecimento e instituições de memória das comunidades. Para
Nascimento e Marteleto (apud GARCIA, 2009), o objeto de trabalho das comunidades
encontra-se refletidos nos padrões de cooperação, nas formas de linguagem e
comunicação, nas estruturas e organizações do conhecimento, nos sistemas de
informação, na literatura (e suas formas de distribuição) e nos critérios de relevância.
Afinal, não é concebida a transferência de informação sem o estabelecimento de critérios
e normas que possam determinar, mas não engessar o que é essa informação e como ela
pode ser repassada, ou transferida, para o público certo e que dela necessite.
Como tratamos de um campo social no qual a transferência de informação ocorre,
ao contrário do campo biológico, onde há trocas de informações independente de nossa
vontade, é preciso que se estabeleçam os códigos e condutas para uma transferência de

�informação que possibilite, em momento oportuno a recuperação de informações
necessárias para o construto de conhecimento que servirão para dada comunidade,
localidade ou mesmo indivíduo.
É o contexto da ação social que deve ser considerado no tocante a transferência
de informação e/ou conhecimento, pois a busca de um desses dois elementos servirá
como resposta pertinente e relevante às nossas perguntas. A autora reforça que se faz
necessário a reconstrução de um complexo cenário para a cooperação das populações
de fontes e canais de informação ao tempo que permite processos seletivos, organizados
e econômicos de busca e recuperação da informação e/ou conhecimento que se busca.
CONVERSANDO COM OS DADOS
Afora as dificuldades enfrentadas na execução da pesquisa, como as limitações
dos sujeitos pesquisados oriundas de sua pouca instrução, limitações especiais
fisiológicas, neurológicas ou físicas, a aplicação das entrevistas foi muito proveitosa em
razão de permitir aos sujeitos emitirem suas vozes para fora dos muros do Asilar. Afinal a
condição de asilamento já é por si só uma maneira de isolamento e afastamento destes
sujeitos dos demais membros da sociedade.
Não é que estes sujeitos tenham deixado de captar informações, transmitir e nem
muito menos produzir, contudo, a forma, execução e transmissão de suas informações
seguem padrões e necessidades diferentes daqueles sujeitos que estão imersos em uma
sociedade que se inter-relacionam com diferentes setores sociais.
Imaginemos sujeitos que desde seu nascimento foram alijados do convívio em
sociedade urbana, ficando em comunidades rurais que tradicionalmente tinham o
isolamento por condição estrutural. Também foram coibidos a participar de uma formação
escolar formal, tendo ficado apenas com o crescimento de seu conhecimento do senso
comum, o que não é ruim, mas, limitador para estes sujeitos, como se percebe hoje.
Desta forma não se cultivou o gosto pela leitura escrita, da busca por informações
cientificas e nem muito menos da capacidade interpretativa crítica.
O fluxo informacional no Asilar ocorre, mas não como se poderia supor ideal, mas,
felizmente ocorre. As informações são corriqueiramente baseadas no modo de vida dos
sujeitos e transmitida de forma aleatória para aqueles que lá buscarem, ou mesmo entre
os sujeitos do Asilar, muito embora, haja repetitividade e desconexão entre o que se
transmite e o que se busca como informação. Ou seja, dentro do próprio Asilar, o fluxo
informacional dos sujeitos é repetido e cíclico, não se renovando, exceto quando há
inserção de dados informacionais advindo de fora o Asilar, da comunidade externa
representada pelos seus mediadores como a universidade, sociedade civil organizada,
entre outros atores sociais. Não identificamos o que ocorre nas práticas informacionais no
seu esquema de captação, geração e transferência de informação, mas sim, quando os
agentes externos não atuam, há apenas transferência de informação já sabida, sem
geração de conhecimento novo e nem mesmo de conhecimento agregador de valor
informacional.
Isso não representa que no Asilar não há vias abertas para o recebimento de
dados informacionais exteriores, mas o que ocorre é que não há uma inserção externa de
setores sociais no próprio Asilar, e quando ocorre, temos a seguinte representação:

�Asilar – fluxo informacional com comunidade externa

Informação exterior

Transmissão de conhecimento novo

Estando a sociedade externa em contato e trabalho cotidiano com a comunidade
Construção e compartilhamento de novo conhecimento
interna do Asilar, é fato que há uma geração de informação cíclica, renovada e constante.
Muito diferente do que ocorre quando não há esta interação, que fica uma informação
da sociedade externa mais a comunidade interna
estanque, parada e sem funcionalidade e ação para os idosos asilados.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao trilhar o caminho até aqui, sentimo-nos como o alpinista que chega ao cume do
monte, e ver, do alto, a imensidão do horizonte, e percebe o quanto é pequeno perante ao
que ainda tem que explorar e conhecer.
Por seu turno, o sentimento de cumprimento do dever é visível, haja vista, termos
propiciado ao objeto de estudo uma visibilidade para que outros possam, mesmo que por
meio da escrita, saber da realidade em que idosos vivem, distantes não somente de um
centro urbano como João Pessoa – cidade dotada de infra-estrutura mais adequada as
necessidades desta parcela populacional – como também da própria cidade de Cuité, em
que estão imersos os idosos pesquisados.
É relevante supor que quanto mais abertura o Asilar permitir aos que circundamno, mais possibilidades de inserção de novos saberes poderão ocorrer junto ao objeto de
estudo. Só desta forma, valerá para a CI o interesse em estudar e permitir que o humano
possa destacar-se progressivamente no meio científico, só desta forma, estes seres
isolados, e asilados, poderão externalizar seus conhecimentos. O homem é a pedra
mestra de sustentação da informação como um todo, pois, por meio deste é que se pode
produzir, armazenar e transmitir.
Muito embora os sujeitos pesquisados em sua maioria não disponham de
condições privilegiadas para manter uma comunicação estável e consciente entre os seus
pares, é certo que intimamente os mesmo dispõe de recursos informacionais direcionados
a sua experiência de vida, as suas lembranças, aos seus momento passados, o que vem
a ser, também, informação. Falta que seja estruturado dentro do asilar um espaço
necessário para que estes sujeitos possam, de vontade própria, ter condições de
informar-se por meio de elementos que sejam dos mais variados, podendo vir a ser:
música, livros, vídeos, interpretações artísticas, mímica, entre outras.
Pensando nas PI enquanto elemento de inserção destes idosos no seio social,
podemos pensar que somente será possível quando os mesmos dispuserem de
condições, inicialmente físicas e psicológicas, e em seguida estruturais, de recepção,

�emissão e maturação de informações relevantes para suas vidas. Esta informação
relevante pode ser desde um simples aviso de piso molhado, para evitar uma queda, indo
até mesmo a explanação de artigos do estatuto do idoso.
Hoje, no asilar, não vemos as PI como ferramenta fundamental de inserção da
pessoa idosa asilada na sociedade circundante ao mesmo, pelo fato de que as PI não são
constantemente aplicadas, apenas quando há inserção de elementos externos ao asilar.
Contudo, para uma parcela pequena dos sujeitos inseridos no asilar, vemos que há
buscas constantes por informação externa, quando se utilizam do aparelho de televisão
e/ou rádio, muito embora, suas limitações não permitam que os mesmos possam realizar
esta ação de informar-se constantemente.
REFERÊNCIAS
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Datagramazero – revista de ciência da informação, v. 09, n. 02, abril de 2008. p. 1 – 18.
CAPURRO, R. Epistemologia e ciência da informação. In: ENCONTRO NACIONAL DE
PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO - ENANCIB, 5., 2003. Belo Horizonte.
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CARDOSO, Ana Maria Pereira. Pós-modernismo e informação: conceitos
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CRONIN, Blaise. The sociological turn in information science, Journal of information
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FREIRE, Bernardina Maria Juvenal. Paixão de (in)formar: práticas alfabetizadoras no
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1999. 283p. Dissertação. (Mestrado em Ciência da Informação) – Universidade Federal
da Paraíba.
FREIRE, Gustavo Henrique de Araújo. Ciência da informação: temática, historias e
fundamentos. Perspectiva em ciência da informação, Belo Horizonte, v. 11, n. 1, p. 6 –
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(Doutorado em Ciência da Informação) – Universidade Federal do Rio de Janeiro / Escola
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GOMES, Jesiel Ferreira; CASTRO, Rachel Barbosa de. Campo de trabalho do
profissional da informação: biblioterapia para idosos. Anais do Congresso Brasileiro de
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VECHIATO, Fernando Luiz. Repositório digital para a terceira idade sob o olhar da
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tecnologias de informação e comunicação. Marília - SP, 2010. 178 p. Dissertação.
(Mestrado em Ciência da Informação) – Universidade Estadual Paulista.

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              <text>Voltar o olhar científico para um estrato social, e nele fazer pesquisas e inserções que visam o seu entendimento é um pilar de fundamental importância para as ciências sociais. Mais importante ainda quando este estrato é constituído de pessoas alijadas do convívio social, separadas e isoladas dos demais, como é o caso dos idosos asilados como um todo. O trabalho ora apresentado se apresenta com o intuito de responder se o fluxo informacional, oriundo das práticas informacionais, pode contribuir para a inserção dos idosos asilados, na cidade de Cuité – PB, na sociedade e contribuir para a sua plena cidadania. Para o intento utilizou-se como metodologia a pesquisa descritiva, já que não foi nosso propósito  elucidar as questões circundantes do asilar, mas sim, servir de base para estudos e ações futuras que possam vir a ser desenvolvidas. Com os dados obtidos, é fato  relevante perceber que não há condições, para a maioria dos idosos asilados, participar de forma plena do fluxo informacional do asilo, em virtude de fatores como: necessidades especiais, cultura em que está inserido, modo de vida limitado pelas condições estruturais em que viveu, falta de recursos econômicos e desinteresse pela vida, propriamente dito. Todavia, o estudo foi revelador, em permitir que outros possam, a partir deste ponto, seguir trilhas para constituição de conhecimento que possam solucionar as evidentes falhas que nós, enquanto membros da sociedade da informação, deixamos ao não voltar nossos olhares também para estes sujeitos, pois seu isolamento físico (asilo) não significa propriamente intelectual.</text>
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