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                  <text>POLÍTICAS PARA CURRÍCULO E A ABORDAGEM DA SOCIEDADE
DA INFORMAÇÃO E AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E
COMUNICAÇÃO

Georgete LOPES FREITAS (UFMA) - georgete.lf@gmail.com
Resumo:
A Legislação brasileira sobre Currículo, Tecnologias de Informação e Comunicação e
Sociedade da Informação. Objetiva analisar os discursos dos pesquisadores em Educação
sobre os desenhos do Currículo na Sociedade da Informação, divulgados nas legislações,
planos, programas e projetos educativos. Detalha as abordagens da Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional (LDB/1996), o Plano de Desenvolvimento da Educação, os Planos
Nacionais de Educação 2001 a 2010 e 2011 a 2020 e a específica sobre Currículo
compreendendo as Diretrizes Curriculares Nacionais e os Parâmetros Curriculares Nacionais
(PCN) para o Ensino Fundamental e Médio. Caracteriza a pesquisa como bibliográfica,
documental e campo, com abordagem qualitativa do estudo de caso e análise de conteúdo. Os
resultados apontam que há programas e documentos que representam o planejamento da
Educação brasileira, efetivado por meio de parcerias entre o Ministério da Ciência e
Tecnologia e Ministério da Educação dentre outros, e apenas os Parâmetros Curriculares para
o Ensino Médio (2000) e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica (2013)
defenderam o Currículo na Sociedade da Informação ao comentarem, respectivamente, que a
escola precisa priorizar a curiosidade e a pesquisa devido à Sociedade da Informação com
ênfase no processo do aprender a aprender visando o conhecimento das teorias e práticas
embasadas no afeto e criatividade. Conclui que há ações assentadas em planejamentos com
vistas a atingir os fins do processo educativo, mas precisam objetivar a forma de avaliar os
sucessos e insucessos para poder trabalhar no aprimoramento visando mudanças para valorar
os investimentos nas atividades efetivadas.
Palavras-chave: Currículo. Legislação. Sociedade da Informação. Tecnologias de Informação
e Comunicação. Brasil.
Eixo temático: Eixo 8: Ciência da Informação

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�XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.
Eixo Temático 8: Ciência da Informação

1 INTRODUÇÃO
A Sociedade da Informação pressupõe o aprender a aprender constante,
embasada no conhecimento, e as organizações educacionais percebem as mudanças
que alteram o seu fazer por meio de novas demandas apresentadas, ocorrendo
desequilíbrios entre o querer e o que é ofertado. Apresenta-se como usuária constante
de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) veiculadoras e disseminadoras da
informação, base para a construção de conhecimento.
As TIC são destacadas como meios para acessar a informação representada
pelo conhecimento divulgado no formato eletrônico em bibliotecas, bancos e bases de
dados que veiculam livros e periódicos em diferentes suportes. Representam a
conferência dos pensamentos dos idealizadores da cibernética, das comunicações, da
informação, desde a criação do mito da biblioteca eletrônica gestada na 2ª metade do
século XIX (BIRDSALL, 1994) até o desenvolvimento na década de 40, com o avanço
da Matemática, dos pensamentos do Memex de Vannevar Bush, o hipertexto da
década de 60 de Ted Nelson, do mercado de informação de Dertouzos (1997), até os
conceitos de acesso à informação desterritorializada.
A informação por si não gera conhecimento, depende da construção e relações
que o sujeito fará do seu uso e aplicação. Para a consecução da dinâmica referente ao
processo de produção de inovações na área pedagógica, são necessários,
[...] processos de geração, difusão e uso de conhecimentos derivados das
particularidades da cultura produtiva local; o conhecimento e o aprendizado
resultantes das intenções locais; operações formal e informal; caráter sistêmico
do aprendizado e da inovação, reconhecendo o papel de cada ator local para a
geração do conhecimento coletivo, e os canais de comunicação entre os
agentes e a diversidade institucional. (ALBAGLI; MACIEL, 2004, p.14).

Pontuo especificamente as discussões acerca dos desenhos curriculares e,
dessa forma, enfocando o Brasil, questionei: Os estudos críticos sobre Currículo
abordam as discussões políticas referentes à Sociedade da Informação? O objetivo
geral concerne a analisar as discussões sobre Currículo na Sociedade da Informação e

�nos específicos foram considerados: a) relatar se há ações desenvolvidas pelo
Ministério da Educação e Ciência e Tecnologia Inovações e Comunicações em prol de
atender às demandas mundiais e locais de inserir o setor educacional na sociedade da
informação e verificar se os planos, programas e projetos educativos desenvolvidos
sobre currículo abordam a Sociedade da Informação.
Ao contextualizar Currículo, Pacheco (2013, p.452) ressalta:
[...] não se limitam unicamente a uma abordagem técnica, pretensamente
neutra e pautada por critérios de implementação. Como construção cultural,
social, política e ideológica (GOODSON, 2001; YOUNG, 2010a; PACHECO,
2005; MOREIRA, 2003a), o currículo é, ao mesmo tempo, teoria e prática,
contendo quer o campo da teorização e da discursividade – para John Goodlad
e Zhixin Su (1992), aos níveis ‘social, institucional, instrucional e dialógico’ -,
quer o campo das práticas organizacionais e pedagógicas.

É o pensar de um Currículo com uma visão construcionista, não reducionista,
onde há uma perspectiva mais complexa, na qual as contradições, conflitos e
resistências subjacentes à Sociedade da Informação sejam realçados.
2 MÉTODO DA PESQUISA
O universo da pesquisa foi constituído pela documentação gerada pelo governo
federal para subsidiar as ações adotadas pelo Ministério da Educação em prol de
políticas públicas educativas para a Sociedade da Informação.
Caracterizei a pesquisa como bibliográfica, documental e campo pautada na
abordagem qualitativa do estudo de caso e análise de conteúdo, com vistas a debruçar
o olhar sobre os trabalhos sobre Currículo e ocorreu a interação de forma direta com o
governo brasileiro, representado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e
Comunicações e o Ministério da Educação
Constituíram materiais as legislações governamentais, planos, programas e
projetos para a Educação Nacional como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
(LDB/1996), o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), os Planos Nacionais de
Educação (2001-2010 e 2011-2020), os documentos referentes a Currículos citados
pelos pesquisadores e em operação no Brasil, como as Diretrizes Curriculares
Nacionais (DCN/EB), os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental e
Médio em representação à Educação Básica. Ainda, os materiais da pesquisa foram
compostos pelos roteiros de entrevista e questionário, respectivamente, trabalhados
com os representantes do MCTI e do MEC.

�3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
No que concerne à pesquisa documental e a triangulação de dados do estudo de
caso referente aos artigos e menção às palavras-chave concernentes a Currículo na/e
Sociedade da Informação o comparativo com o discurso do governo e a legislação,
documentos atinentes a Currículo citados, procedi à análise da Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional (LDB/1996), o Plano de Desenvolvimento da Educação
(PDE), os Planos Nacionais de Educação (PNE), Diretrizes Curriculares para a
Educação Básica (DCN/EB) e os Parâmetros Curriculares Nacionais dos Ensinos
Fundamental e Médio (PCN).
O Quadro 1 apresenta as bases de construção no Brasil do campo e pesquisa
em Educação por meio dos Grupo de Renovadores, relatadas em Araújo (2003),
Saviani (1997) e Brasil (2014).
Quadro 1 – Histórico da Educação brasileira e linha do tempo da criação das legislações (Cont.)
Linha do
Tempo
1911

1920,
1924,
1927
1924
1927
1930
1932

1934

1937

1944
1951
1952/
1964

1955
1961
1962
1964
1985
1968
1971,
1978,

a

Ações e Organismos responsáveis
Criação do Conselho Superior de Ensino, Decreto n. 8.659, de 5 de abril de 1911; Conselho Nacional de Ensino, Decreto n.
16.782-A, de 13 de janeiro de 1925; Conselho Nacional de Educação, Decreto n. 19.850, de 11 de abril de 1931; Conselho
Federal de Educação/Conselhos Estaduais de Educação, Lei n. 4.024, de 20 de dezembro de 1961, Conselhos Municipais
de Educação, Lei n. 5692, de 11 de agosto de 1971; novamente, Conselho Nacional de Educação, MP n. 661, de 18 de
outubro de 1994, convertida na Lei n.9.131 de 25 de novembro de 1995 - Finalidade de colaborar na formulação da Política
Nacional de Educação e exercer atribuições normativas, deliberativas e de assessoramento ao Ministro da Educação.
Ministério da Justiça e Negócios Interiores = Estados responsáveis pelo ensino primário, normal e secundário.
Criação da Universidade do Rio de Janeiro (URJ), em 7 de setembro de 1920, pelo Presidente Epitácio da Silva Pessoa –
Discussão do modelo de universidade pelos Renovadores da Educação “Escolanovistas”.
Formação da Associação Brasileira de Educação – Grupo de Renovadores da Educação – Novas ideias nos planos cultural,
econômico, social e educacional.
1ª Conferência Nacional de Educação – Renovadores da Educação – Pesquisa como função básica da universidade – Manuel
Amoroso Costa “A Universidade e a pesquisa científica”.
Criação do Ministério da Educação e Saúde Pública (MES) – Francisco Campos (1930-1932) – Política Educacional de âmbito
local e estadual centralizada na esfera federal.
Lançamento do Manifesto do Movimento Renovador Educacional para Reconstrução da Educação brasileira – Pioneiros da
Educação Nova (Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo, Lourenço Filho, Afrânio Peixoto, Cecília Meireles, entre outros) –
Debate sobre a escola pública, gratuita, laica e universal – Educação de caráter científico, assentado em doutrina e em
pesquisa.
Constituição Brasileira de 1934 - Artigo 150, alínea “a”, estabeleceu como competência da União fixar o Plano Nacional de
Educação, compreensivo do ensino de todos os graus e ramos, comuns e especializados, coordenar e fiscalizar a execução
no território brasileiro. Criação do Conselho Nacional de Educação, com função de elaborar o Plano Nacional de Educação.
Criação do Instituto Nacional de Pedagogia/Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (1938)/Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais (INEP).
Formulação do Plano Nacional de Educação pelo Estado Novo, afastado das ideias dos Pioneiros da Educação Nova e não
vigorou. Constituição Brasileira de 1937 - Introdução do ensino profissionalizante, entre outros.
Lançamento da Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos – Anísio Teixeira, Antônio Ferreira de Almeida Júnior, Fernando
de Azevedo e Lourenço Filho – Debate sobre a organização da Educação Nacional – Ideia da Política Nacional de Educação.
Criação do CNPq (Abril) e da Capes (julho) – Fomento à pesquisa e à formação pós-graduada.
INEP (Anísio Teixeira) – Sistema educacional ajustado às condições das exigências do desenvolvimento econômico, social e
cultural das regiões brasileiras (PLANO de organização..., 1956) – Política de Educação científica, experimental, realista e
racional – Elaboração de diagnósticos, planos, recomendações e sugestões para revisão e reconstrução da Educação
brasileira.
Instituição dos Centros Brasileiro e Regionais de Pesquisa Educacional (CBPE/CRPE) – Decreto n.38460 de 28 de dezembro
de 1955. Fernando de Azevedo (SP – 1956) e Gilberto Freyre (PE – 1958).
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, promulgada em 20 de dezembro de
1961- Lei n. 4024/61 - Referência ao Planejamento de Educação.
I Plano Nacional de Educação elaborado pelo Conselho Federal de Educação.
Planos Educacionais ligados aos Planos Nacionais de Desenvolvimento (PND), denominados Planos Setoriais de Educação e
Cultura.
Lei que dispõe sobre a organização e funcionamento do ensino superior e sua articulação com a escola média, promulgada
em 28 de novembro de 1968- Lei n. 5540/68.
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, promulgada em 11 de agosto de
1971- Lei n. 5692/71 – Diretrizes e bases para o ensino de 1º e 2º graus/ Criação da Anped com apoio da Capes/ Lei de

�1982

Diretrizes e Bases da Educação Nacional, promulgada em 18 de outubro de
1982 – Ajuste da Lei n.5692/71 - Elimina a profissionalização obrigatória.
1986 a I Plano Nacional de Desenvolvimento da Nova República - Plano “Educação para
1989
Todos” – Formulação de políticas, planejamento e gestão tecnocrática.
1986,
IV Conferência Brasileira de Educação – Discussão sobre a Lei de Diretrizes e Bases/ Plano Decenal de Educação
1993,
para Todos - MEC – Ensino Fundamental/ Nova LDB “Lei Darcy Ribeiro”- Parâmetros Curriculares Nacionais - Plano Nacional
1996
de Educação do Brasil.
1997/200 Apresentação dos PCN do Ensino Fundamental e Médio (Influências da Declaração Mundial sobre Educação para Todos 0
Conferência de Jomtien – Tailândia (1990) e Relatório Delors (Unesco/1998).
2001
II Plano Nacional de Educação (2001-2010), Lei n. 10.172/2001 – Decenal e ajustado à CF/1988.
2007
Lançamento do Plano do Desenvolvimento da Educação (PDE) concomitante ao “Plano de Metas Compromisso Todos pela
Educação” - Movimento “Compromisso Todos pela Educação”, lançado em São Paulo, em setembro de 2006.
2009
PNE – Articulador do Sistema Nacional de Educação (SNE) segundo a Emenda Constitucional n.59 de 2009.
2010
Lançamento do III Plano Nacional de Educação 2011-2020.
Fonte: Araújo (2003); Saviani (2002) e Brasil (2014).

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A informação e o conhecimento são meios primordiais para iniciar qualquer
processo de mudança, pois tal empreendimento será possibilitado pelo repensar das
ações, perceber os sucessos e insucessos e agir visando transformações na Educação.
Defendo que a Educação em qualquer país e, especificamente o Brasil, precisa
estabelecer o elo entre governo e educadores.
Dos documentos analisados que delineiam as políticas para a Educação, Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/1996), Plano de Desenvolvimento da
Educação (PDE), Planos Nacionais de Educação (PNE), Diretrizes Curriculares para a
Educação Básica (DCN/EB) e os Parâmetros Curriculares Nacionais dos Ensinos
Fundamental e Médio (PCN), todos abordaram a temática Tecnologia, ou Novas
Tecnologias como sinônimos das TIC tão importantes para o trabalho de inserção na
Sociedade da Informação.
Na documentação avaliada apenas as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Básica (BRASIL, 2013) e os Parâmetros Curriculares para o Ensino Médio
(2000) defenderam diretamente o Currículo na/e Sociedade da Informação ao
comentarem respectivamente que a escola precisa priorizar a curiosidade e a pesquisa
devido à Sociedade da Informação, na qual os professores não são transmissores de
conhecimentos, mas orientadores do processo e o realce do aprender a aprender
visando o conhecimento das teorias e práticas embasadas no afeto e criatividade,
elementos desafiadores que tal sociedade impõe aos sujeitos em interação no ambiente
escolar.
O Plano Nacional de Educação delineia em suas diretrizes ações para a
Sociedade da Informação por meio de palavras-chave específicas como: Globalização,
Tecnologia, Novas Tecnologias, Informática, Currículo e Aprendizagem, com foco no

�avanço, implantação e uso pedagógico das TIC no ambiente escolar por alunos e
professores.
Por meio do histórico da Educação Nacional e os movimentos em prol do caráter
sistêmico, agregador, com vistas ao fortalecimento da área, se percebe que há ações
assentadas em planejamentos com vistas a atingir os fins do processo educativo. Tal
pilar necessita da avaliação como integrante de todo o processo de planejamento e
desenvolvimento. Ressalto, conforme as entrevistas com os representantes do MCTI e
principalmente o MEC que as avaliações estão no pensar de ambos, entretanto ainda
carecendo de um modelo para tal fim, com iniciativas arrojadas para valorar os
investimentos e ações.
Retomo a defesa da existência de pluralidade de ideias, de diálogos e apenas
nesses contextos se terá mudanças reais na forma de educar e no pensar sobre a
Educação e especificamente o Currículo na/e Sociedade da Informação.
REFERÊNCIAS
ALBAGLI, S.; MACIEL, M. L. Informação e conhecimento na inovação e no desenvolvimento
local. Ci. Inf., Brasília, DF, v.33, n.3, p.9-16, set./dez.2004.
ARAÚJO, Marta Maria de. Tempo de balanço: a organização do campo educacional e a
produção histórico-educacional brasileira e da região nordeste. Revista Brasileira de História
da Educação, Rio de Janeiro, n.5, p.9-41, jan./jun. 2003. Disponível em:
http://201.147.150.252:8080/xmlui/bitstream/handle/123456789/1065/RBHE5.pdf. Acesso em:
28 mar.2015.
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Portugal: Edições 70, 2000. 225p.
BIRDSAL, W. F. The myth of the electronic library: librarianship and social change in
America. London: Greenwood Press, 1994.
BRASIL. Câmara dos Deputados. Comissão de Educação. Histórico dos Planos Nacionais de
Educação. Disponível em: http://www2.camara.leg.br/atividadelegislativa/comissoes/comissoes-permanentes/ce/plano-nacional-de-educacao/historico. Acesso
em: 20 jan.2014.
DERTOUZOS, M. L. O que será: como o novo mundo da informação transformará nossas
vidas. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
PACHECO, J. A. Estudos curriculares: desafios teóricos e metodológicos. Ensaio: aval. pol.
públ. Educ., Rio de Janeiro, v.21, n.80, p.449-472, jul./set.2013. Disponível em:
www.scielo.br/pdf/ensaio/v21n80/a04v21n80.pdf. Acesso em: 21 set.2015.
SAVIANI, D. A nova lei da educação: trajetória, limites e perspectivas. Campinas: Autores
Associados, 1997.
YIN, R. Estudo de caso: planejamento e métodos. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.

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              <text>A Legislação brasileira sobre Currículo, Tecnologias de Informação e Comunicação e Sociedade da Informação. Objetiva analisar os discursos dos pesquisadores em Educação sobre os desenhos do Currículo na Sociedade da Informação, divulgados nas legislações, planos, programas e projetos educativos. Detalha as abordagens da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/1996), o Plano de Desenvolvimento da Educação, os Planos Nacionais de Educação 2001 a 2010 e 2011 a 2020 e a específica sobre Currículo compreendendo as Diretrizes Curriculares Nacionais e os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) para o Ensino Fundamental e Médio. Caracteriza a pesquisa como bibliográfica, documental e campo, com abordagem qualitativa do estudo de caso e análise de conteúdo. Os resultados apontam que há programas e documentos que representam o planejamento da Educação brasileira, efetivado por meio de parcerias entre o Ministério da Ciência e Tecnologia e Ministério da Educação dentre outros, e apenas os Parâmetros Curriculares para o Ensino Médio (2000) e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica (2013) defenderam o Currículo na Sociedade da Informação ao comentarem, respectivamente, que a escola precisa priorizar a curiosidade e a pesquisa devido à Sociedade da Informação com ênfase no processo do aprender a aprender visando o conhecimento das teorias e práticas embasadas no afeto e criatividade. Conclui que há ações assentadas em planejamentos com vistas a atingir os fins do processo educativo, mas precisam objetivar a forma de avaliar os sucessos e insucessos para poder trabalhar no aprimoramento visando mudanças para valorar os investimentos nas atividades efetivadas.</text>
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