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                  <text>O inglês como língua franca da ciência
Raimunda Araujo Ribeiro (UFMA) - rai.raioluar@gmail.com
Lídia Oliveira (Univ. de Aveiro - PT) - lidia@ua.pt
Cassia Cordeiro Furtado (UFMA) - cassia.furtado@ufma.br
Resumo:
Apresenta-se o inglês como língua franca da ciência/língua internacional da ciência,
destacando seus aspectos históricos e contemporâneos. Desse modo, traçou-se como objetivo
analisar as estratégias utilizadas pelos cientistas da informação brasileiros e portugueses para
a escrita e publicação em inglês, visando o maior alcance e prestígio do conhecimento
científico produzido por essas comunidades científicas. Esta investigação caracteriza-se como
estudo de casos múltiplos de natureza qualitativa e quantitativa, utilizando como técnica de
pesquisa a análise de conteúdo. Os resultados demonstram que um dos principais entraves
enfrentados para a tradução dos textos é a financeira. Conclui-se que há necessidade de
viabilização de políticas públicas, para que essas comunidades possam subsidiar esses tipos de
ações, tendo em vista que ciência avança e precisa de bases apropriadas para seu
desenvolvimento, levando em consideração também toda a pressão advinda dos órgãos de
fomentos brasileiro e português, visando a visibilidade e internacionalização, marca distintiva
no cenário atual a ser alcançado pela ciência.
Palavras-chave: Inglês; Língua Franca da Ciência; Biblioteconomia; Ciência da Informação e
Documentação; Brasil e Portugal.
Eixo temático: Eixo 8: Ciência da Informação

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�O inglês como língua franca da ciência
Raimunda Ribeiro
rai.raioluar@gmail.com
Lídia Oliveira
lidia@ua.pt
Cassia Furtado
cassia.furtado@ufma.br

RESUMO
Apresenta-se o inglês como língua franca da ciência/língua internacional da ciência, destacando seus
aspectos históricos e contemporâneos. Traçou-se como objetivo analisar as estratégias utilizadas pelos
cientistas da informação brasileiros e portugueses para a escrita e publicação em inglês, visando o
maior alcance e prestígio do conhecimento científico produzido por essas comunidades científicas. Esta
investigação caracteriza-se como estudo de casos múltiplos de natureza qualitativa e quantitativa,
utilizando como técnica de pesquisa a análise de conteúdo. Conclui-se que há necessidade de
viabilização de políticas públicas, para que essas comunidades possam subsidiar esses tipos de ações,
tendo em vista que a ciência avança e precisa de bases apropriadas para seu desenvolvimento,
levando em consideração também toda a pressão advinda dos órgãos de fomentos brasileiro e
português, visando a visibilidade e internacionalização, marca distintiva no cenário atual a ser
alcançado pela ciência.

Introdução
Ao se levar em consideração a afirmação de que “na história da humanidade, a língua segue
o rastro dos impérios” (COELHO; AVELAR; NOVAES, 2013, p.7), questiona-se então, qual o
papel da língua na ciência? Toma-se como parâmetro, o percurso histórico, considerando que
em cada época um determinado dialeto (idioma) era considerado como predominante para a
comunicação e veiculação do conhecimento científico produzido.
Destaca-se como exemplos, o grego, que passou a ter status de língua franca no período da
“antiguidade grego-romana”, em seguida o latim considerado como o idioma do Império
Romano, tornando-se a língua franca em grande parte do mundo nessa altura, pois no século
XVIII era “utilizado como idioma de referência” devendo “preencher o papel de idioma de
comunicação entre os homens da ciência”, para além de ser considerado como “a língua
franca,

no mundo acadêmico das universidades medievais da Europa”, assim como o

português e o espanhol no século XVI, o alemão e o francês que ao longo do século XIX
detinham seu lugar de destaque. (SANTOS FILHO ; ALMEIDA, 2018; ORTIZ, 2008, p.24).
Outra perspectiva relevante a ser destacada nesse processo é consideramos as línguas com
maior fluxo de utilização na internet na atualidade, tendo em vista que esta tornou-se um dos
maiores veículos de divulgação de informações e do conhecimento científico gerado em

�esfera global. Apresenta-se assim a seguinte escala com valores aproximados de utilizadores:
em quinto lugar “o português, com 83 milhões; em terceiro o espanhol, com 165 milhões.
(SERRA, 2013, p.94).
Ao somarmos o número de utilizadores dessas duas línguas, tem-se um total em torno de 248
milhões, em seguida temos somente o inglês possuindo em volta de 565 milhões de
utilizadores, e o chinês contendo em torno de 510 milhões. Esses dados apontam um
crescimento vantajoso nesses países, levando em consideração a propagação no momento
atual da internet no Brasil, Angola ou Moçambique, exemplificando aqui somente poucos
países de língua portuguesa. (SERRA, 2013, p.94).
No entanto, a língua inglesa, falada na Inglaterra, Estados Unidos, assim como em diversas
ex-colônias inglesas, logrou hodiernamente o status de “língua franca da ciência”, ou “língua
da ciência” como denomina Ortiz (2006, p.29). Tal fato se inicia no “pós-segunda guerra”,
suplantando as vontades da língua francesa e da alemã, considerando a relevância das
mesmas, nas ciências da natureza, em especial nas ciências humanas e filosofia. Porém,
outro aspecto significativo que deve ser considerado é que apesar do inglês ser o “idioma
nativo menos falado do que o mandarim e o hindi”, a posição hegemônica dos Estados Unidos
nas áreas “econômica, científica e tecnológica”, contribuíram para que o inglês alcançasse
esse status no campo científico. (SANTOS FILHO; ALMEIDA, 2018, p.3).
Diante da magnitude da temática em pauta, para as áreas da Biblioteconomia, Ciência da
Informação e Documentação no âmbito brasileiro e português, parte o nosso interesse em
analisar as estratégias utilizadas pelos cientistas da informação brasileiros e portugueses para
a escrita e publicação em inglês, visando o maior alcance e prestígio do conhecimento
científico por essas comunidades científicas.

Metodologia
Esta pesquisa, caracterizada como um estudo de casos múltiplos de natureza qualitativa e
quantitativa, integra uma pesquisa de doutoramento mais ampla já finalizada e financiada pela
CAPES, realizada no período de fevereiro 2015 a novembro de 2018 na Universidade de
Aveiro, Portugal, intitulada “Internacionalização e visibilidade da comunidade científica da
área de Biblioteconomia e Ciência da Informação (Brasil e Portugal). Teve como lócus de
investigação 18 Programas de Pós-Graduação em Biblioteconomia e Ciência da Informação
Brasileiros pertencentes as regiões Sudeste, Nordeste, Norte, Sul, Centro-Oeste e Norte do
Brasil, e 5 Programas de Pós- Graduação em Ciência da Informação e Documentação
Portugueses, localizados no Centro, Sul e Norte de Portugal.
Como instrumento de recolha de dados foi utilizado um questionário on-line misto aplicado
aos docentes/investigadores. O link desse questionário foi enviado por e-mail para os 389
docentes/investigadores, população alvo deste estudo, pertencentes a IES públicas
brasileiras e portuguesas.

�O outro instrumento de recolha de dados utilizado foi a entrevista semidiretiva, direcionada
aos coordenadores dos referidos Programas de Pós-Graduação, sendo convidados 18
coordenadores brasileiros, destes conseguiu-se realizar entrevista com 11. Em Portugal foram
convidados 8 diretores dos Programas de Pós-Graduação em Ciências da Informação e
Documentação, destes 5 nos concedeu entrevista, dois destes nos informaram que a Pós
haviam sido descontinuadas. Para o recorte desta comunicação foi realizada a seleção para
análise de conteúdo dos discursos emanados por três coordenadores no contexto brasileiro
e três do cenário português.
Assim, de acordo com as questões de investigação e os objetivos traçados, utilizou-se a
técnica de análise de conteúdo, de acordo com as diretrizes de Laurence Bardin (2014) e
Amado (2014), uma vez que se procurou compreender os conteúdos coletados por meio da
realização de entrevistas, em conformidade com as respostas dos inquiridos, relacionadas à
categoria visibilidade e internacionalização, e a subcategoria publicações em consonância
com as unidades de registro aqui representadas por cada uma das questões integrantes do
guião da entrevista semiestruturada.

Resultados e Discussão
Infere-se que os protagonistas deste estudo são majoritariamente doutores e pós-doutores,
possuem larga experiência nas áreas científicas citadas acima no Brasil e em Portugal. Desse
modo, questionou-se aos inquiridos brasileiros e portugueses sobre a escrita dos seus artigos
em língua inglesa, considerando os seguintes aspectos: se possuem apoio institucional para
a tradução dos seus textos, se assumem a escrita dos seus textos em inglês, se leem e falam
fluentemente em inglês. Assim como se consideram fundamental publicar em inglês para dar
maior visibilidade, e desencadear o processo de internacionalização de suas publicações
científicas. O entrevistado C aponta que eles possuem apoio à tradução de textos, mas, no
momento, também pela limitação de recursos financeiros, há necessidade de priorizar
determinadas ações. Com isso, o que muitas vezes ocorre é que a tradução dos textos “fica
por conta do próprio professor”, ou aqueles que escrevem bem em outras línguas traduzem
seus próprios textos, assim como se possuem pessoas da família que dominam outros
idiomas fazem essa “revisão gratuita”.
No entanto, argumenta, ainda, que essa situação específica gera outras situações que
precisam ser revistas. Por exemplo, a forma como percebe-se essas questões de forma mais
crítica e ponderada. Assim, exemplifica, “eu vou pagar 3 mil reais para alguém traduzir um
artigo meu, para eu mandar para uma revista, que eu nem sei se vai ser aceita. Então é isso,
a gente tem que pensar um pouco sobre a ciência que estamos fazendo e qual é o âmbito”
que desejamos alcançar (Entrevistado C).
O entrevistado C continua argumentando que, a questão da publicação em inglês é vital, pois
proporciona visibilidade à produção científica gerada, devido a essa língua ter se tornado

�“universal”. Porém, destaca a necessidade da realização de convênios para financiar essas
traduções. Pois, dependendo da área científica em que o investigador atua, ele tem que
procurar países para estabelecer convênios que seja referência nessa matéria. Então, muitas
vezes existe a necessidade de dominar para além do inglês a língua nativa do país com o
qual o convênio for firmado. E exemplifica que em sua área científica no momento estão sendo
estabelecidas “algumas parcerias com a Holanda porque lá existe um grupo de bibliometria
muito bom, que pensam os estudos métricos numa forma mais qualitativa”.
Na visão do entrevistado E, os professores têm que possuírem “uma ótima leitura em inglês”,
e falar razoavelmente também. Mas acrescenta que “é obvio que tem pessoas que escrevem
melhor que outras”, e também por uma questão de tempo, eles possuem em sua Pós “uma
pessoa dedicada a fazer a versão e isso nos ajuda”.
Argumenta, ainda, vive-se no dia a dia na “loucura da produção, da administração, dos alunos,
e das aulas”. Por isso, pode-se até dominar um certo idioma, mas é mais viável que eles
escrevam em português e passem para um profissional fazer a tradução e, depois, lógico
fazerem uma revisão minuciosa para deixar o texto de uma forma que realmente traduza o
seu pensamento de maneira fidedigna, “para isso é necessário dialogar com a pessoa que
fez a tradução” (Entrevistado E).
Ainda em relação a essa questão, o entrevistado E ressalta que, existe também por iniciativa
do Governo, o “O Inglês Sem Fronteiras” que contempla, “professores, técnicos
administrativos, alunos da graduação e da pós-graduação”. Então, “é uma política pública que
promove um incentivo ao curso de inglês em âmbito nacional”, não se limitando somente aos
cursos de Pós-Graduação. Em nossa IES tem-se “também o núcleo de línguas que é um
projeto, um programa de extensão do Departamento de Letras”. Já o entrevistado H aponta,
como a sua Pós está em processo de “maturação”, ainda estão estudando essa
“possibilidade”.
Os entrevistados portugueses A e B argumentaram que existe no âmbito dos Centros de
Investigação, nos quais os seus docentes/investigadores desenvolvem pesquisas, a
disponibilização de verbas para o apoio a tradução de textos. Já a entrevistada C enfatiza que
esse tipo de apoio é proporcionado pela sua IES. Observa-se, portanto, no cenário português
ações voltadas para a efetivação dessa demanda.
É interessante considerar que os critérios exigidos atualmente aos Programas de PósGraduação da área de Biblioteconomia, Ciência da Informação e Documentação no Brasil
(CAPES) e em Portugal (A3ES) pelas agências que os avaliam é que estes contemplem em
seu planejamento os desafios internacionais da área na produção do conhecimento com
vistas a internacionalização dos mesmos. Em contrapartida, não subsidiam recursos
necessários à revisão dos textos em inglês dos seus cientistas. Há aí realmente uma

�contradição entre as normas impostas e a sua efetivação por parte dessas Instituições.(
MENEZES; ODDONE; CAFÉ, 2012).

Conclusões
Considerando os objetivos propostos neste estudo, em consonância com os resultados
apresentados percebe-se pela fala dos entrevistados brasileiros que a principal barreira
enfrentada para a tradução dos seus textos é a financeira. Estes empreendem esforços para
minimizar essa situação, por meio de editais e outros tipos de recursos direcionados para
essas ações. Não acham justo pagar com os seus recursos a tradução. Ponderam, também,
que os docentes/investigadores devem ter fluência na escrita e leitura em inglês.
Nota-se que os entrevistados privilegiam as publicações em língua estrangeira, não somente
o inglês, mas outras línguas nativas, dos países com quem possuem parcerias para o
desenvolvimento de projetos de pesquisas. Destacaram também a necessidade de um
Profissional na Pós especificamente para o desenvolvimento dessa atividade, por não
possuírem tempo devido as suas outras atribuições, para atenderem a essa demanda.
Observa-se que os órgãos de fomento, planejam as suas políticas científicas e direcionam
recursos financeiros para os Programas de Pós-Graduação com inserção internacional, que
se traduz naqueles mais bem avaliados pelos órgãos reguladores, mais bem posicionados
nos rankings, que significa maior produção científica em língua estrangeira, publicadas em
bases de dados internacionais com alto fator de impacto, e parcerias e acordos de cooperação
estabelecidas com instituições estrangeiras.
Nesse sentido, questiona-se, se existem esforços, como pode-se observar nos discursos dos
entrevistados. Mais como efetivar isso sem as condições necessárias para o desenvolvimento
dessas atividades? A ciência avança e precisa de bases apropriadas para seu
desenvolvimento, e isso requer políticas públicas concretas voltadas para subsidiar tais ações.

Referências
AMADO, J. Manual de investigação qualitativa em educação. Coimbra: Imprensa da Universidade
de Coimbra, 2014.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa : Ed. L. Edições 70, 2014.
COELHO, S.; AVELAR, K. E. S.; NOVAES, A. M. P., &amp; Miranda, M. G. de. A emergência da língua
inglesa como reflexo da hegemonia americana na economia mundial. Revista Espacios, v.42, n.13,
2013. Disponível em: http://www.revistaespacios.com/a13v34n02/13340207.html Acesso em 13 jun.
2018.
MENEZES, V.; ODDONE, N.; CAFÉ, A. Aspectos reputacionais dos Sistemas de Avaliação da
produção científica no campo da Ciência da Informação. Tendências Da Pesquisa Brasileira em
Ciência Da Informação, v.5, n.1, 2012. Disponível em:
http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci/article/view/72 Acesso em 13 jun. 2018.
SANTOS FILHO, J. C. dos S. ; ALMEIDA, M. de L. P. de. Revista Internacional de Educação Superior
[ RIESUP ] Bilíngue : Publicação na língua franca da ciência. 2018. Disponível em:
www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/ppec/article/download/9144/458 Acesso em: 13 jun. 2018.
ORTIZ, R. Mundialização: saberes e crenças. São Paulo: Ed. Brasiliense, 2006.
ORTIZ, R. A diversidade dos sotaques. São Paulo: Ed. Brasiliense, 2008.
SERRA, P. Digitalização e acesso aberto na publicação em Ciências da Comunicação: o caso
português. Intercom: Revista Brasileira de Ciências Da Comunicação, v.36, n.2, 91–104. 2013.
https://doi.org/10.1590/S1809-58442013000200005

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              <text>Apresenta-se o inglês como língua franca da ciência/língua internacional da ciência, destacando seus aspectos históricos e contemporâneos. Desse modo, traçou-se como objetivo analisar as estratégias utilizadas pelos cientistas da informação brasileiros e portugueses para a escrita e publicação em inglês, visando o maior alcance e prestígio do conhecimento científico produzido por essas comunidades científicas. Esta investigação caracteriza-se como estudo de casos múltiplos de natureza qualitativa e quantitativa, utilizando como técnica de pesquisa a análise de conteúdo. Os resultados demonstram que um dos principais entraves enfrentados para a tradução dos textos é a financeira. Conclui-se que há necessidade de viabilização de políticas públicas, para que essas comunidades possam subsidiar esses tipos de ações, tendo em vista que ciência avança e precisa de bases apropriadas para seu desenvolvimento, levando em consideração também toda a pressão advinda dos órgãos de fomentos brasileiro e português, visando a visibilidade e internacionalização, marca distintiva no cenário atual a ser alcançado pela ciência.</text>
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