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                  <text>O COLECIONISMO E A CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO: PRODUÇÃO
CIENTÍFICA SOBRE O TEMA NA BRAPCI E NA WEB OF SCIENCE

Cláudia Pereira de Jesus Carvalho (UNESP) - claudia.pjc@yahoo.com
Resumo:
O trabalho apresenta uma análise bibliométrica da produção sobre o colecionismo na área da
Ciência da Informação, a partir das bases de dados Brapci e Web of Science. Verifica-se que o
universo colecionista ainda é um tema pouco explorado na Biblioteconomia e Ciência da
Informação, portanto, é um campo com possibilidades de maiores aprofundamentos.
Palavras-chave: Colecionismo. Bibliometria. Ciência da Informação.
Eixo temático: Eixo 8: Ciência da Informação

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�1 Introdução
O presente artigo objetiva fazer uma análise bibliométrica da produção sobre
o colecionismo na área da Ciência da Informação. Foram escolhidas duas bases de
dados, uma nacional e outra internacional: Brapci e Web of Science.
Sendo a análise bibliométrica utilizada para medir a literatura científica de
algum campo específico, neste trabalho serão apresentados e discutidos os
indicadores de produção e aplicada a Lei de Bradford, que verifica o volume de
produção, dividindo e classificando os periódicos mais produtivos.
Consideramos oportuno fazer uma análise bibliométrica sobre o estado da
arte no que diz respeito ao tema do colecionismo no campo da Ciência da
Informação. Aplicando-se a Lei de Bradford, é possível analisar a quantidade de
artigos em periódicos, ou seja, quais produzem mais. Assim, este estudo nos
fornecerá um panorama das produções sobre a temática, além de servir como um
instrumento de levantamento e avaliação de material bibliográfico para pesquisa.
2 Colecionismo
Os estudos sobre coleções, dentro da Biblioteconomia, costumam assumir
preferencialmente o enfoque administrativo, abordando questões relacionadas à
gestão do acervo, processos técnicos, política de aquisição, entre outros aspectos
afins. A abordagem quanto aos aspectos teórico-conceituais, epistemológicos,
históricos, semânticos da formação de coleções, seu papel em relação a
Biblioteconomia ainda carece de mais atenção, como destaca Murguia (2007).
Renault (2015, p. 13) afirma que “a formação de coleções na sociedade reúne
um amplo aspecto de coisas e contextos que vão desde a curiosidade científica até
aspectos estéticos, religiosos e até mesmo funcionais.”. Na mesma linha,
Sundstrom e Bizello (2017, p. 247) enfatiza “[…] ao refletirmos sobre o
colecionismo, se entende que a escolha, coleta e posse são momentos de
atribuição de significados”.
O papel primário das bibliotecas era ser um local que abrigasse uma coleção
de livros, assim as primeiras bibliotecas tinham o intuito de custodiar coleções
(ARAÚJO, 2014). Cunha e Cavalcanti (2008, p. 48) apresentam biblioteca como
“coleção organizada de registros da informação, assim como os serviços [...] a fim
de atender às necessidades de informação, pesquisa, educação e recreação”.
Galvão (1993, p. 101) analisa que a Biblioteconomia, apesar de ter passado
por transformações, continua sendo essencialmente focada em “servir leitores com
uma coleção de materiais contendo informações (usualmente livros), através da
organização da coleção”.
3 Bibliometria

�Na área de estudos métricos da informação, segundo Araújo (2006), podemos
encontrar: a Bibliometria, Cientometria, Informetria, Webmetria, Patentometria e
Altmetria. Todos utilizam procedimentos quantitativos para analisar a informação quantificação da informação, são maneiras de se medir os resultados da ciência.
Para medir podemos usar como fonte: artigos, periódicos, livros, teses, dissertações.
Na Ciência da Informação, utiliza-se primordialmente a Bibliometria para
medir a literatura científica de algum campo específico. A Bibliometria pode ser
definida como a aplicação de técnicas estatísticas e matemáticas para descrever e
avaliar aspectos da literatura científica ​(ARAÚJO, 2006).
Importante destacar que aliada à análise quantitativa, deve-se fazer a análise
qualitativa, considerando todo o contexto em que os dados foram colhidos. Esse
complemento se faz absolutamente necessário, uma vez que apenas ​os números
brutos, absolutos, podem conduzir a falsas conclusões.
Um dos pilares da Bibliometria, a Lei de Bradford analisa os periódicos mais
produtivos - volume de produção - dividindo em núcleos, grupos, classes dos mais
produtivos (centro) aos menos produtivos (periferia) (PINHEIRO, 1983). ​Bradford,
com sua lei da dispersão, conclui que um pequeno número de periódicos é
responsável pela publicação da maioria dos artigos
4 Metodologia
Considerando-se que a base de dados escolhida vai determinar a perspectiva
que se olha para um tema, consideramos importante investigar bases de dados
diferentes para realizar uma análise mais abrangente, capaz de fornecer uma
perspectiva mais ampla que conduza a conclusões menos tendenciosas. Para isso,
foram escolhidas duas bases de dados para este estudo, uma nacional e outra
internacional, a saber:
●
BRAPCI - Base de Dados de periódicos em Ciência da Informação, que
disponibiliza um acervo de publicações brasileiras em Ciência da Informação.
●
WEB OF SCIENCE - serviço de indexação de citações científicas com base
em assinaturas on-line originalmente produzido pelo Institute for Scientific
Information, posteriormente mantido pela ​Clarivate Analytics​, que fornece uma
pesquisa abrangente de citações. Contém os principais periódicos acadêmicos do
mundo, livros e anais nas ciências, ciências sociais, artes e humanas.
Os dados foram colhidos em novembro de 2018 e os termos de busca
utilizados foram “​collection​” e “​collecting​” para a Web of Science e “coleção” e
“colecionismo” para a BRAPCI. Para apresentação e análise utilizaremos a Lei de
Bradford, para obter os indicadores de produção.
A metodologia de Bradford consiste em: fazer um levantamento da produção
sobre determinado tema, colocar em ordem decrescente os periódicos que contém
os documentos e dividir esses periódicos em 3 núcleos com quantidades iguais (ou o
mais próximo possível) de documentos (PINHEIRO, 1983). Essa ordenação permite

�visualizar as zonas de produtividade; assim, o primeiro núcleo contém os periódicos
mais produtivos e devotados ao tema, ao passo que o terceiro núcleo, trará,
evidentemente, os menos produtivos e pouco significativos para o assunto. Desse
modo, através da Lei de Bradford, podemos ​descrever e avaliar a produtividade
científica sobre a temática do colecionismo dentro da Ciência da Informação,
traçando assim, os indicadores de produção.
5 Apresentação e discussão dos resultados
Na ​Web of Science​, utilizando-se o termo de busca “​collection​”, aplicando o
filtro de categoria “​information science library science​” e limitando o período entre
2000 e 2018, obtêm-se 7.940 resultados.
Em relação às fontes (periódicos, eventos…) a Web of science só apresenta
as 100 primeiras. As 100 primeiras fontes totalizam 6.590 artigos, 1.350 a menos
que o total recuperado (7.940), então optou-se por colocar como “outros periódicos”
para contabilizar o total.
No primeiro núcleo temos 13 periódicos, no segundo 40, no terceiro grupo não
podemos obter um número exato pois a Web of Science só apresenta os 100
primeiros. Destacamos que duas revistas brasileiras situam-se no 2º núcleo de
produção (Informação, sociedade, estudos - 51 artigos publicados; Perspectivas em
Ciência da Informação - 47 artigos publicados), e dentre as que foram possível obter
do 3º núcleo, uma é brasileira (Transinformação - 23 artigos publicados).
Já utilizando-se o termo de busca “​collecting​”, aplicando os mesmos filtros
utilizados para o primeiro termo: filtro de categoria “​information science library
science​”, período entre 2000 e 2018, obtêm-se 6.267 resultados.
No primeiro núcleo temos 14 periódicos, no segundo temos 39, no terceiro
grupo não podemos obter um número exato pois, conforme já mencionado, a Web of
Science só apresenta os 100 primeiros, mas é um número consideravelmente maior,
comparando-se com as duas primeiras zonas de produção.
Os mesmos 3 periódicos brasileiros que apareceram com a busca do termo
“​collection​”, reaparecem com o termo “​collecting”​ , mas desta vez todos na terceira
zona de classificação (Perspectivas em Ciência da Informação - 31 artigos;
Informação, Sociedade, Estudos - 30 artigos; Transinformação - 23 artigos).
Comparando-se os resultados das revistas brasileiras para os dois termos
utilizados, apenas a Transinformação mantém o número de artigos publicados, já as
outras duas os estudos sobre colecionismo estão em número menor.
Na ​BRAPCI​, para o termo de busca “colecionismo”, foram localizados apenas
11 registros. Não consideramos aplicar filtros devido ao pequeno número de
resultados obtidos. Apenas um periódico ocupa a Zona 1, assim como no núcleo 2;
enquanto que no núcleo 3, dos menos produtivos, figuram 6 periódicos. Note-se que
não aparece nenhuma das três revistas brasileiras que apareceram nos resultados
da Web of Science.

�Para o termo de busca “coleção”, foram localizados 228 registros na BRAPCI
(também não foram aplicados filtros). O primeiro núcleo é composto por 3 periódicos;
o segundo núcleo contém 7 periódicos, enquanto o último núcleo possui 29
periódicos.
6 Considerações finais
Tendo como foco de estudo os periódicos, a Lei de Bradford, ao avaliar a
produtividade, torna possível estimar a magnitude de determinada área bibliográfica
(GUEDES; BORSCHIVER, 2005); com ela conseguimos mapear determinado
campo de estudos, como foi feito neste trabalho, verificando a quantidade e a
natureza dos trabalhos sobre coleções e colecionismo na Ciência da Informação.
A análise dos dados colhidos confirmam a premissa de Bradford de que ““se
periódicos científicos forem ordenados em ordem decrescente de produtividade de
artigos sobre determinado assunto, poderão ser divididos em um núcleo de
periódicos mais particularmente dedicados ao assunto e em vários grupos ou zonas,
contendo o mesmo número de artigos que o núcleo” (GUEDES; BORSCHIVER,
2005, p. 4), ou seja, um pequeno número de periódicos é responsável pela
publicação da maioria dos artigos.
A grande diferença entre a quantidade de artigos recuperados na BRAPCI
com o termo coleção em relação aos recuperados com o termo colecionismo (228
para 11, respectivamente) parece refletir a constatação inicial de que os estudos se
concentram sob uma coleção específica e não sobre o ato de colecionar de forma
mais geral e teórica.
Essa constatação foi feita a partir de uma breve análise dos títulos,
palavras-chave e alguns resumos, permitindo inferir que o termo colecionismo
remete à reflexões de caráter mais abrangente, histórico, epistemológico, enquanto
que o termo coleção, de modo geral liga-se a um espaço mais delimitado, uma
coleção de um lugar, pessoa ou instituição específica.
Na Web of Science a distância entre os resultados dos dois termos é menos
gritante. Dada a cobertura mundial da Web of science, evidente que nela
encontramos o maior número de produções indexadas sobre o tema. Comparação
dos resultados obtidos: Web of Science: 7940 para ​collection ​e 6267 para ​collecting;
Brapci: 11 para coleção e 228 para colecionismo.
Mesmo não se estabelecendo um período específico para as produções
indexadas na Brapci, os resultados são bem pequenos. Entende-se tratar de uma
base de âmbito nacional e que, evidentemente, a quantidade seria mais limitada.
Em vista de outros temas caros à Ciência da Informação, os estudos sobre
coleção e colecionismo podem e deveriam ser mais abordados, é um campo com
possibilidades de maiores aprofundamentos. Com base em tudo apresentado,
confirmamos a carência de mais estudos epistemológicos sobre o colecionismo.

�Referências
ARAÚJO, C. A. A. ​Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e Ciência da
Informação: o diálogo possível.​ Brasília: Briquet de Lemos, 2014.
ARAÚJO, C.A. A. Bibliometria: evolução histórica e questões atuais. ​Em Questão​,
v.12, n.1, p. 11-32, 2006.
CUNHA, M. B.; CAVALCANTI,C. R. O. ​Dicionário de Biblioteconomia e
Arquivologia​. Brasília, Briquet de Lemos, 2008.
GALVÃO, M. C. B. Os conceitos dos termos biblioteconomia, documentação e
ciência da informação. ​Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação​,
v. 26, n. 1/2, p. 100-114, 1993.
GUEDES, V. L. S.; BORSCHIVER, S. Bibliometria: uma ferramenta estatística para
a gestão da informação e do conhecimento, em sistemas de informação, de
comunicação e de avaliação científica e tecnológica. ​In​: CINFORM - Encontro
Nacional de Ciência da Informação, 6, 2005, Salvador. ​Anais […​]​ Salvador:
ICI/UFBA, 2005.
MURGUIA, E. I. O colecionismo bibliográfico​​: ​uma reflexão sobre o livro para além
da informação. ​In​: Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação
(ENANCIB), 8, Salvador. ​Anais […​]​ Salvador: UFBA, 2007. p. 87-104.
PINHEIRO, L. V. R. Lei de Bradford: uma reformulação conceitual.​ Ciência da
Informação​, Brasília, 12(2), p. 59-80, jul./dez. 1983.
RENAULT, L. V. ​O ato colecionador​​. (Dissertação de Mestrado), UFMG, Belo
Horizonte, 2015.
SUNDSTRÖM, A. S. S.; BIZELLO, M. L. Colecionar livro: um modo de reapropriar o
passado. ​In:​ Colóquio em Organização, Acesso e Apropriação da Informação e do
Conhecimento (COAIC), 2, 2017, Londrina. ​Anais […​]​ Londrina: Universidade
Estadual de Londrina (UEL), 2017. p. 247-262.
Agência financiadora
Este trabalho foi realizado com o apoio da FAPESP - Fundação de Amparo à
Pesquisa do Estado de São Paulo (Processo 2018/16154-0).

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