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                  <text>INDEXAÇÃO DE FOTOGRAFIAS: UMA ANÁLISE METODOLÓGICA
Ilana Lopes Matias (UNESP) - ilana.matias@outlook.com
Ana Clara Gatto (UNESP) - anac.gatto@gmail.com
Resumo:
A Ciência da Informação, enquanto campo de estudo e aplicação dos processos de organização
e representação da informação, enfatiza os documentos textuais em detrimento dos
documentos iconográficos. Compreende a fotografia como um documento capaz de registrar
algo a fim de contribuir para a construção da história e, portanto, deve ser organizada e
preservada para garantir sua permanência no tempo e no espaço. Objetiva analisar os
métodos de indexação de fotografias e suas especificidades. O interesse pela fotografia sucede
desta estar vinculada a vários suportes, podendo ser digital, negativo, impresso ou
acompanhar um texto, como nas propagandas. Utiliza a pesquisa bibliográfica para investigar
referenciais teóricos já publicados sobre o tema. Explicita contribuições de Bléry (1981),
Layne (1994), Manini (2002), Robledano Arillo (2000), entre outros e exemplifica o processo
de indexação de fotografia. Conclui que, assim como os documentos textuais que precisam ser
analisados para serem recuperados, a fotografia ganha relevância, pois carrega informações
imagéticas, entendidas por diferentes públicos e por ter informação, comunica um fato e se
torna histórica.
Palavras-chave: Indexação de fotografias. Organização da informação. Representação.
Eixo temático: Eixo 8: Ciência da Informação

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

1. Introdução
A Ciência da Informação, enquanto campo de estudo e aplicação dos
processos de organização e representação da informação, enfatiza os
documentos textuais. Segundo Smit (1987), o profissional da informação,
habituado com documentos tradicionais, não está capacitado para lidar com
documentos especiais como as fotografias, uma vez que está propenso a analisálas sem a preocupação de caracterizar aspectos específicos deste material. Nesse
sentido, é importante que os profissionais da informação conheçam atributos
relevantes relacionados ao processamento de documentos iconográficos, para
que possam lidar com este material no seu cotidiano. Sob este contexto, o
trabalho intenta apresentar metodologias que forneçam embasamento teórico para
capacitar os bibliotecários no que tange ao processamento desses documentos.
Compreendemos que a fotografia registra um instante ocorrido no tempo e
no espaço. O registro tem o propósito de documentar esse “instante” para revivêlo posteriormente. Boccato e Fujita (2006) afirmam que a origem da palavra
significa “escrever com a luz”, portanto um documento capaz de registrar algo a
fim de contribuir para a construção da história. Smit (2011, p. 267-268, grifo do
autor) corrobora com Boccato e Fujita (2006) quando postula que “[...] uma
fotografia é um documento que retrata algo, de determinada maneira”. Desse
modo, consideramos a fotografia como documento, nesse sentido, passível de
tratamento pelo campo da Ciência da Informação, pois a mesma constitui seu
valor documental quando registra informações em um determinado suporte, com
fins pessoais, artísticos ou comprobatórios.
Contudo, se a fotografia é um documento, consequentemente, ela deve ser
organizada – de modo a garantir sua recuperação e acesso – e preservada,
possibilitando sua permanência no tempo e no espaço. Logo, as diretrizes e
procedimentos metodológicos necessários para a organização e tratamento da
informação, principalmente no que tange às fotografias, deve ser objeto de
interesse da área.

�2. Materiais e Métodos
Para a recuperação e acesso de documentos, a Ciência da Informação tem
a técnica de indexação, que segundo Chaumier (1988) é um processo no qual o
tema é representado em conceitos. Este método se baseia, primeiramente, no
conhecimento do conteúdo através de uma leitura profissional, trazendo maior
atenção às partes importantes do documento – no caso das fotografias, os
elementos que as representam, tratados abaixo – em seguida vem a escolha dos
termos que ilustram o assunto principal. Estes conceitos são “traduzidos” para
uma linguagem controlada, linguagem construída por especialistas que torna
padrão a descrição, resultando na recuperação mais precisa.
Segundo Pato e Manini (2013), a indexação abrange várias fases do
documento, desde sua coleta até a disseminação, passando por identificação,
organização, armazenamento e recuperação, “no caso da fotografia, trata-se, pelo
viés tradicional de descrever o que a imagem ‘mostra’ [...]” (PATO; MANINI, 2013,
p. 4). A representação da fotografia em termos de indexação deve possibilitar que
esta seja recuperada pelos seus elementos mais importantes, para isto tem-se
sugestões de metodologias que abrangem, desde os elementos visíveis, até
especificações técnicas, incluindo diversos usuários.
Consideramos a pesquisa bibliográfica para delinear o trabalho, pois este
tipo de pesquisa é desenvolvido a partir do levantamento de referenciais teóricos
já analisados e publicados em diversas fontes e materiais, obtendo um panorama
dos estudos sobre o assunto.
3. Resultados e Discussão
Existem diversos autores que se dedicaram ao estudo do tratamento
temático de fotografias, apresentando algumas possíveis soluções para o
problema em questão. Temos como propósito desta seção, elucidar algumas
metodologias relevantes para a indexação de fotografias.
Smit (2011) recorre às contribuições de Layne (1994) e Ginette Bléry (1981)
para a indexação de fotografias. De acordo com Smit (2011), Bléry (1981) propôs
uma leitura da imagem, retomando indagações clássicas da análise de
documentos textuais: quem? (refere-se à descrição do objeto que está
representado na imagem); onde? (identifica o local em que o objeto está inserido);
quando? (localiza a imagem no tempo); como/o quê? (descreve ações ou detalhes
relacionados ao objeto representado). Boccato e Fujita (2006) retomam os
trabalhos de Layne (1986), que considera a imagem como simultânea, específica
e genérica. Para a autora uma imagem pode representar algo específico e,
simultaneamente, genérico. Como exemplo, temos o “museu” como categoria
genérica de museus e a categoria específica “Museu Nacional”.

�Layne (1994) parte dos estudos de Panofsky (1979) – estudos dos níveis
pré-iconográficos, iconográfico e iconológico – para ponderar sobre as categorias
DE (Genérico e Específico) e o SOBRE. Desse modo, considerando as categorias
de Bléry (1981), ao indagar quem, onde, quando, como/o quê, a imagem seria
analisada sob dois aspectos: ela é DE que, tanto genérica quanto específica, e ela
é SOBRE o quê. O DE corresponde a todos os objetos visíveis, porquanto o
SOBRE é a interpretação subjetiva e exige um conhecimento aprofundado para
extrair conceitos intrínsecos da fotografia. Manini (2002, p. 74) complementa os
estudos de Layne (1994) afirmando que “para responder DE que é uma imagem,
utiliza-se o nome de pessoas, lugares objetos e ações; já para o SOBRE, as
respostas são nomes que descrevem emoções e conceitos abstratos”. A partir do
exposto, existe uma dificuldade em determinar SOBRE o que imagem trata, pois,
o preenchimento dessa coluna implica a utilização de termos abstratos, sugeridos
pelos profissionais da informação, fato que remete a uma interpretação da imagem
e induz a subjetividade.
Importante salientar que as fotografias são indexadas para os usuários.
Logo, é necessário tomar conhecimento das necessidades informacionais de tais
usuários, para realizar o processo de indexação centrado nos mesmos. Partindo
desse pressuposto, para um fotógrafo profissional, por exemplo, é fundamental
saber sobre aspectos técnicos da fotografia. Para isto, Robledano Arillo (2000)
propõe como fase da análise de conteúdo o nível morfológico, relacionando
aspectos mais abrangentes de como as informações estão apresentadas,
destacando se é dia/noite, interior/exterior, colorido/branco e preto, orientação –
vertical/horizontal – e as escalas internas como especificações mais concisas e
precisas chamado de códigos fotográficos, em que são analisados os planos –
geral, americano, médio entre outros – relacionados à produção de significados
(ALONSO ERAUSQUÍN apud MOREIRA GONZÁLEZ; ROBLEDANO ARILLO,
2003, p. 40). Para Rodrigues (2007) a análise e tematização da fotografia, o
SOBRE, deve considerar suas descrições físicas como dimensões e autoria,
composição e, no contexto arquivísticos, analisar a relação desde documento com
outros presentes no acervo sugerindo seu tema através da proximidade.
Smit (2011, p. 273) define o termo expressão fotográfica para caracterizar o
que “a imagem mostra [...] de determinada maneira”. A expressão fotográfica está
relacionada à demonstração do significado da imagem através de características
técnicas, como enquadramento, luz, ótica, entre outros. Manini (2002, p. 47),
define expressão fotográfica como dimensão expressiva “a parte da imagem
fotográfica dada pela técnica: é a ‘aparência física’ através da qual a fotografia
expressa seu conteúdo informacional [...]”. Consideramos o termo dimensão
expressiva de Manini (2002), uma vez que a autora propõe um quadro que
abrange as categorias de Bléry (1981) e Layne (1994), definindo um roteiro para
indexação de fotografias.

�Quadro 1 - Roteiro reestruturado para o tratamento temático de fotografias
CATEGORIA

CONTEÚDO
INFORMACIONAL
DE
GENÉRICO ESPECÍFICO

SOBRE

DIMENSÃO
EXPRESSIVA

QUEM
ONDE
QUANDO
COMO/O QUÊ
Fonte: Manini (2002, p. 105)

De maneira prática a leitura da fotografia começa com a observação do que
está sendo visto, no exemplo, de uma fotografia da Muralha da China, no
conteúdo genérico as informações “quem”: muralha, “onde”: China, “quando”: data
em que foi tirada, “como/o quê”: no caso, como não há pessoas, logo não há ação,
podendo ser descrita somente de maneira específica como se a fotografia
representa sua construção ou a deterioração causada pelo tempo. Neste exemplo,
o DE “quem” e “onde” já especifica que se trata da Muralha da China. Inferir sobre
o assunto da fotografia requer conhecimentos culturais e históricos, muitas vezes
influenciado pela subjetividade de quem analisa. Esta pode ser sobre a defesa de
um império, grandes construções, história oriental e controle de imigração,
especificando de maneira mais abrangente e neutra. A dimensão expressiva
descreve as técnicas, também requerendo um conhecimento teórico, mas
podendo ser detalhada especificações visuais como a cor e ângulo da visão.
Vale ressaltar que as metodologias advêm da indexação de documentos
textuais, por isso segue um roteiro em que primeiro são identificados os elementos
de maior relevância, como as pessoas/objetos, para depois representar o assunto
e, como análise final suas especificações.
4. Considerações Finais
O interesse pela fotografia sucede desta estar vinculada a vários suportes,
podendo ser digital, impresso ou acompanhar um texto, como nas propagandas.
Seus elementos emitem informações e estas podem ser analisadas e descritas.
No caso, as metodologias de Layne e Manini foram escolhidas por incluir fatores
relevantes para a descrição e tratá-los de forma geral e específico. Tendo em
mente que o usuário pode ser diverso e buscar por informações de maneiras
muito individuais, a divisão da descrição das informações auxilia na recuperação,
pois inclui aquele que sabe exatamente o que procura e o que procura de maneira
vaga e não precisa. As especificações técnicas incluem também outro tipo de
usuário, o especialista. Dessa forma, assim como os documentos textuais que
precisam ser analisados para serem recuperados, a fotografia ganha relevância.

�Esta que carrega informações imagéticas, entendidas por diferentes públicos e por
ter informação, comunica um fato e se torna histórica.
5. Referências
BOCCATO, V. R. C.; FUJITA, M. S. L. Discutindo a análise documental de
fotografias: uma síntese bibliográfica. Cadernos BAD 2, Lisboa, v. 12, n. 2, p. 84100, jul./dez. 2006. Disponível em:
https://www.bad.pt/publicacoes/index.php/cadernos/article/view/794. Acesso em:
21 jan. 2019.
CHAUMIER, J. Indexação: conceito, etapas e instrumentos. Revista Brasileira de
Biblioteconomia e Documentação, v. 21, n. ½, p. 63-79, jan./jun. 1988.
Disponível em:
http://www.brapci.inf.br/index.php/article/view/0000011407/52f4a71bc4d6625f791d
d3f19437f0af. Acesso em: 06 mar. 2018.
MANINI, M. P. Análise documentária de fotografias: um referencial de leitura de
imagens fotográficas para fins documentários. 2002. 226 f. Tese (Doutorado em
Ciências da Comunicação) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002.
Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27143/tde-23032007111516/pt-br.php. Acesso em: 21 jan. 2019.
MOREIRA GONZÁLEZ, J. A. M.; ROBLEDANO ARILLO, J. R. O conteúdo da
imagem. Curitiba: UFPR, 2003.
PATO, P. R. G.; MANINI, M. P. Polissemia da imagem, indexação, e recuperação
da informação. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA
INFORMAÇÃO, 14, 2013, Florianópolis. Anais... Florianópolis: ENACIB, 2013. p. 1
- 20. Disponível em:
http://enancib.sites.ufsc.br/index.php/enancib2013/XIVenancib/paper/view/43.
Acesso em: 31 jan. 2018.
ROBLEDANO ARRILO, J. Documentación fotográfica en medios de comunicación
social. In: MOREIRO, J. A. (coord.) Manual e documentación informativa.
Espanha: Catedra, 2000. Cap. 4, p. 183-290.
RODRIGUES, R. R. Análise e tematização da imagem fotográfica. Ciência da
Informação, v. 36, n. 3, p. 67-76, set./dez. 2007.
SMIT, J. W. A análise da imagem: um primeiro plano. In: SMIT, J. W. (org.) Análise
documentária: a análise da síntese. Brasília: IBICT, 1987, p. 101-113.
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SALES, R. (org.) Cenários da organização do conhecimento: linguagens
documentárias em cena. Brasília: Thesaurus, 2011. p. 265-286.

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