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                  <text>ANÁLISE DA PAISAGEM RURAL SOB A ÓTICA DOS CENSOS
AGROPECUÁRIOS DE 1970 E 2006 E O CAMPO TRAÇADO NO
ATLAS DO ESPAÇO RURAL BRASILEIRO (2011): UMA PROPOSTA
NO ÂMBITO DOS SISTEMAS DE ORGANIZAÇÃO DO
CONHECIMENTO (SOCs)

Vera Lucia Punzi Barcelos Capone (IBGE) - caponevera@gmail.com
Rosa Inês NOVAIS CORDEIRO (UFF) - igneznovais@uol.com.br
Resumo:
Pesquisa que aborda a análise da paisagem rural na área da Ciência da Informação no que
tange aos Sistemas de Organização do Conhecimento (SOCs) e no âmbito da análise de
domínio, direcionada à organização e representação dos registros de diversas naturezas, tendo
como referencial os Censos Agropecuários de 1970 e 2006 sob a responsabilidade do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), visando estabelecer um padrão de organização
que represente a carga informacional de sua comunidade de discurso integrada por geógrafos
para fins de um modelo teórico que propicie evidenciar as estruturas lógico-conceituais desse
domínio, visando os SOCs direcionados para a área de Geografia, com ênfase na paisagem e
possa confirmar seu status como fonte documental, considerando a otimização dos sistemas de
informação e os serviços sob a perspectiva de especialização do conteúdo direcionado a
grupos específicos de usuários.
Palavras-chave: Análise da paisagem rural. Organização e representação do conhecimento.
Análise de domínio. Comunidades de discurso. Censos agropecuários. IBGE.
Eixo temático: Eixo 8: Ciência da Informação

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�Introdução: O crescente aumento de informações geradas em torno da
paisagem evidencia a produção e disseminação de novos conhecimentos,
confirmando a importância que assume a Ciência da Informação (CI) nos
estudos direcionados aos processos, produtos e instrumentos para a
organização e representação do conhecimento produzido pelas correntes de
pensamento da área de Geografia, a saber: Gomes (2013), Quaini (1973),
Santos (1994, 2009, 2014), Saquet (2015), entre outros, que tornam possível
reconhecer e validar o que importa à análise da paisagem rural e viabiliza a
garantia literária oriunda da rede conceitos da comunidade discursiva
(SWALES, 2006), configurando um domínio (HJORLAND; ALBRECHTSEN,
1995; LÓPEZ-HUERTAS, 2015). Nas palavras de Smiraglia (2012, p. 113,
tradução nossa), esse núcleo que produz conhecimento, proporciona outros
novos: “A atividade social de uma comunidade de estudiosos é orientada por
objetivos e limites a fim de produzir conhecimento e que este seja retido
funcionando como uma fortaleza intelectual que proteja seus membros da
influência externa”.
O estudo do conceito de paisagem na Geografia pós-moderna e sua
compreensão como documento no plano dos Sistemas de Organização do
Conhecimento - SOCs (Knowledge Organization Systems - KOS) é o tema
desta pesquisa, que tem como referência os censos agropecuários de 1970 e
2006, bem como o Atlas do Espaço Rural Brasileiro, ambos sob a
responsabilidade do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A origem deste estudo se inicia com pesquisa desenvolvida, em 2013, a
partir do acervo fotográfico dos trabalhos de campo do IBGE, que registra as
paisagens das diferentes regiões brasileiras capturadas pelos fotógrafos que
acompanhavam os geógrafos agrários nas expedições promovidas pelo então
Conselho Nacional de Geografia (CNG), cujo objetivo foi propor uma matriz
conceitual para a categorização e análise da paisagem de natureza, levando
em conta as categorias obtidas através do mapeamento na literatura das áreas
de Biblioteconomia, Geografia e História.
A escolha dos censos agropecuários como objeto de análise é motivada
graças ao seu potencial informativo como fonte de pesquisa em torno da vida
rural e a possibilidade de se extrair deles informações acerca da paisagem

�rural, comprovando as mudanças ocorridas no espaço rural por meio das
diferentes formas de apropriação e uso do território.

Método de pesquisa: Os Censos Agropecuários de 1970 e 2006 juntamente
com o Atlas do espaço rural brasileiro (2011) são as fontes documentais
empregadas no desenvolvimento desta investigação, além da determinação de
um núcleo significativo de autores relevantes já identificados na literatura da
área da Geografia. Esse domínio será detectado mediante duas dimensões,
quais sejam: a dimensão da garantia literária, com base na literatura da área de
Geografia e pela dimensão empírica da comunidade discursiva representada
nos censos agropecuários de 1970 e 2006, para fins de um modelo teórico que
propicie evidenciar as estruturas lógico-conceituais desse domínio, visando os
sistemas de organização do conhecimento (SOCs) na área de Geografia com
ênfase na paisagem.
A representação do conhecimento e da informação se justifica pela
necessidade em se responder às necessidades de informação de qualidade e
relevância sob a perspectiva dos usuários. Daí a indispensabilidade em se
construir uma rede de termos e conceitos que melhor identifique e aumente a
expressividade daquele conjunto de dados que reflita o contexto no qual foi
criado, já que a importância dos SOCs é medida pelo grau de organização que
lhe é atribuído (GNOLI, 2013).

Resultados pretendidos: Sendo a organização do conhecimento uma
necessidade na vida do homem, os SOCs desempenham um papel
fundamental no

aperfeiçoamento

da

recuperação

de

informações ao

esclarecer, expandir e possibilitar a reformulação de consultas aos sistemas de
informação automatizados, mediante uma questão específica que possa ser
respondida aos usuários desses sistemas, e também àqueles que não sabem
exatamente aquilo que procuram (KORALJKA, 2014).
A especificidade e relevância que a paisagem adquire no campo da
organização do conhecimento dependerá da representação dos conceitos
pertinentes e necessários ao domínio da informação geográfica, tendo como
pressuposto o mapeamento semântico que possibilite apontar a interrelação

�entre os conceitos, bem como a definição dos termos que abrangem essa área
do conhecimento (KORALJKA, 2014).
No caso da paisagem, sua representação dependerá da maneira como a
interpretamos na esfera dos censos agropecuários no intuito de responder às
possíveis perguntas dos usuários, sendo para isso conveniente propor uma
forma de representá-la, atribuindo termos e conceitos que a individualizem.
Para tanto, esse conjunto de dados carece ser descrito e sistematizado
mediante

recursos

de

indexação

que

possa

responder a

diferentes

necessidades de conceituação e especificação (SANTOS, 2010).
No contexto da organização e representação do conhecimento
geográfico, o controle de conteúdos relativos à paisagem circunscritos aos
censos agropecuários e ao mapeamento do domínio da ciência geográfica
dependerá da opção que for dispensada à estruturação de seu conjunto de
dados. No caso das taxonomias, sua estrutura terminológica será revelada
mediante os processos de controle e sistematização hierárquica de seu
vocabulário, graças à nomeação e organização dos objetos informacionais de
acordo com características equivalentes. Pelo viés tecnológico, em ambientes
como a Web, as ontologias podem fornecer constituintes que representem seu
sistema

conceitual

definindo

suas

propriedades

essenciais

e

seus

relacionamentos, tendo em vista o processo de construção consensual da
comunidade discursiva em questão (SANTOS, 2010).

Discussão: A incorporação de sistemas técnicos ao espaço rural brasileiro
forjou a implementação de inúmeras redes, redesenhando a paisagem rural
das regiões que se pretende estudar, imprimindo um novo conteúdo aos
recortes regionais do território. Esse novo arranjo que se dá pela presença dos
objetos técnicos é impregnado de informação: as atividades mais modernas, na
cidade e no campo, passam a exigir adaptações do território, com a adição ao
solo de acréscimos cada vez mais baseados nas formulações da ciência e na
ajuda da técnica (SANTOS, 1994).
Esses arranjos entre elementos naturais e artificiais implicam em como o
espaço se organiza. Condensando estes elementos numa segmentação da
realidade envolvendo região, lugar e tempo, juntos refletem características que

�são recortes de conteúdo, passíveis no contexto informacional, de organização
e representação para transmissão e uso efetivo resultante do processo da
análise de domínio.

Considerações finais: Sob o viés da Ciência da Informação, percebe-se que o
conceito de informação geográfica não se limita apenas aos mapas, fato que
enfraqueceria sua conceituação. Em sentido lato, a representação da
informação geográfica se constitui das dimensões de lugar, espaço e tempo,
integrando-se ao subconjunto da CI, conforme o entendimento de Raper
(2009), que chama atenção para o fato da CI se debruçar pouco sobre a
informação geográfica, embora ofereça um vasto campo para discussão, visto
seu aspecto multidisciplinar. Reconhece o desafio à CI na compreensão da
representação do espaço geograficamente distribuído, pois como dado a ser
recuperado possui seu estatuto próprio com relações e características variáveis
que também requer tratamento, padronização e princípios de análise
criteriosos, que assim oferece um considerável espectro de informações que
tendem a se multiplicar produzindo novos conhecimentos.

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