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                  <text>O BIBLIOTECÁRIO E A LEITURA: diretrizes do MEC e currículos
das escolas de Biblioteconomia na jurisdição do Rio Grande do Sul

Clarisse Olga Arend (CRB10) - clarissearend@gmail.com
Resumo:
Este estudo se refere aos cursos de Bacharelado em Biblioteconomia ofertados na jurisdição
do Rio Grande do Sul e, através de suas grades curriculares que se encontravam online,
investiga a presença da temática leitura, de cunho obrigatório, na formação do profissional
bibliotecário. Também, verifica através das ementas das disciplinas, de que forma a temática
leitura está presente nos referidos currículos. A metodologia aplicada caracterizou-se pela
abordagem qualitativa descritiva, utilizando-se como técnica a pesquisa exploratória,
fundamentada em análise bibliográfica e documental. Utilizou-se de livros publicados com a
temática da pesquisa e de periódicos pesquisados na Base de Dados de Ciência da Informação
(BRAPCI), utilizando palavras chaves para localizar artigos sobre a formação do profissional
Bibliotecário. Os resultados verificados nas grades curriculares, indicam que a Universidade
Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade de Caxias do Sul (UCS) apresentam o
mesmo número de disciplinas de cunho obrigatório pertinente ao tema “leitura” – uma
disciplina, por universidade. Observa que os profissionais necessitam de mais conhecimento
sobre esta temática, para desenvolver ações transformadoras junto à sociedade atual. E,
conclui que é necessário um esforço das escolas formadoras para incluir, de forma obrigatória,
a temática leitura e formação do leitor em seus currículos, para contribuir com os problemas
graves de leitura encontrados no país e tornar os Bibliotecários aptos a responder as
demandas do mercado de trabalho.
Palavras-chave: Bibliotecário. Leitura. Formação Profissional. Formação do Leitor.
Eixo temático: Eixo 7: Construção e identidade profissional

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�1 INTRODUÇÃO
O avanço tecnológico a partir do século XX vem ocasionando uma série de
mudanças na sociedade contemporânea, devido à profusão da informação e a
disseminação do conhecimento. Portanto, supõe-se que a leitura é fundamental para
acompanhar o desenvolvimento acelerado desta indústria da informação.
Nesta conjuntura o Bibliotecário tem muito a contribuir com o acesso ao livro,
assim como para todo o contexto informacional que faz parte dos acervos das
bibliotecas, das mais diferentes tipologias, dos centros de documentação ou
informação, de centros culturais, dos serviços ou redes de informação, de órgãos de
gestão do patrimônio cultural e tantos outros locais que trabalham em prol da leitura,
lhe dá está condição de contribuir com ações dinamizadoras.
Como profissional Bibliotecária, a inquietação que moveu este estudo foi um
conjunto de fatores: a formação em Biblioteconomia, o trabalho de conclusão desta
graduação que teve a temática leitura e formação do leitor e os recentes
conhecimentos adquiridos na pós-graduação, Teoria e Prática na Formação do Leitor,
ofertado pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS).
Passados 10 anos de minha graduação e a conclusão apontada no Trabalho
de Conclusão do Curso1, me pareceu que o cenário de incentivo à leitura e a formação
do leitor não mudou muito. A “prova” está na amostra efetuada em 2015 e publicada
em 2016 - Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, 4ª edição, que mostrou os baixos
índices de leitura no país, pois a pesquisa apontou que 44% da população ainda não
desenvolveu o prazer da leitura. Também apontou que, 27% dos brasileiros que
concluíram o ensino fundamental, são analfabetos funcionais e que somente 23% dos
brasileiros dominam a leitura (letramento), entre outros índices importantes. Ademais,
a própria pesquisa aponta que é preciso políticas e ações específicas tanto para a
disseminação do “hábito” de leitura quanto para a inserção dos não leitores.
Enquanto aluna da graduação em Biblioteconomia, senti falta de
conhecimentos mais aprofundados sobre conceitos de leitura e formação de leitores,
de cunho obrigatório. Então, no decurso da pós-graduação, surgiu a dúvida: a
graduação em Biblioteconomia alterou sua grade curricular, contemplando estas
temáticas? E, tendo em vista que toda instituição educacional é regida por normas,
buscou-se verificar o que as diretrizes governamentais dizem sobre o assunto, o que
exigem dos cursos de graduação na área da Biblioteconomia.
Desse modo, a pesquisa estruturou-se com o objetivo geral de verificar de que
forma a temática “leitura” está presente nos currículos das 6 (seis) escolas de
biblioteconomia na jurisdição do Rio Grande do Sul, ou seja, se de fato a formação
dos profissionais está, também, voltada para atuar no segmento da formação de
leitores nos espaços de atuação. Os Objetivos específicos foram: conceituar leitura e
formação do leitor; definir e descrever o papel do bibliotecário e sua participação no
processo de formação do leitor; verificar quais as diretrizes que o Ministério de
Educação (MEC) propõe como currículo para a formação dos bibliotecários e levantar
as disciplinas que caracterizam ações de leitura ofertadas pelas escolas de
biblioteconomia, na jurisdição do Rio Grande do Sul.
1

AREND, Clarisse Olga. A Leitura e o Adolescente do Ensino Médio: um estudo de caso no
Colégio Estadual Inácio Montanha, Porto Alegre-RS. Monografia (Graduação em Biblioteconomia) –
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Porto
Alegre, 2009. Disponível em:
https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/22711/000740399.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y.
Acesso em: 28 nov. 2018.

�2 METODOLOGIA
A pesquisa se caracterizou pela abordagem qualitativa descritiva, pois permitiu
averiguar e analisar informações coletadas, utilizando-se como técnica a pesquisa
exploratória fundamentada em análise bibliográfica e documental.
O universo documental foi voltado para a revisão de literatura e para os
currículos das escolas de Biblioteconomia da jurisdição do Rio Grande do Sul, que se
encontravam online. A coleta de dados ocorreu entre os meses de setembro e
dezembro de 2018, verificando as disciplinas que continham o descritor “leitura”, de
cunho obrigatório. O primeiro passo foi verificar quantas escolas de biblioteconomia
atuavam no Estado, junto ao sítio eletrônico do e-MEC, que resultou em 06 cursos de
Biblioteconomia regulares na jurisdição do Rio Grande do Sul. Universidades Federais
– Cursos Presenciais: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS);
Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Universidades Particulares – Cursos
em EAD: Universidade de Caxias do Sul (UCS); Centro Universitário Claretiano
(CEUCLAR); Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO); Centro Universitário
Leonardo da Venci (UNIASSELVI).
O quadro referencial foi constituído de 2 formas: a partir de pesquisa em livros
que tratam sobre a temática “leitura”, “biblioteca”, “formação do leitor”. Após foi
efetuada pesquisa na Base de Dados de Ciência da Informação (BRAPCI), com as
palavras chave “formação profissional bibliotecário”, “bibliotecário educador”,
“mediação da leitura” e “profissional da informação”. A busca foi realizada no modo de
pesquisa simples, por palavras-chave, e não houve recorte de tempo na busca de
artigos e livros, mas a língua escolhida se limitou ao português.
A pesquisa, também foi dividida em duas partes: a primeira foi estudar e
levantar o que as diretrizes do MEC explicitam sobre a formação do bibliotecário.
Adicionado neste item, outras normas que regem a carreira do profissional
Bibliotecário, pois as mesmas ampliam os horizontes do conhecimento. A segunda
parte foi dedicada a analisar os dados encontrados nas grades curriculares das
instituições, com a temática “leitura”, relacionando, então, as disciplinas ofertadas de
cunho obrigatório e suas súmulas, para entender os objetivos de sua propositura.
Foram relacionadas, também, disciplinas com temáticas eletivas e semelhantes, pois
podem conter conteúdos que podem contribuir com a mediação e formação de
leitores.
3 RESULTADOS
A pesquisa trabalhou com 2 resultados:
1)A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO: diretrizes do MEC
As últimas Diretrizes Curriculares Nacionais emitidas pelo MEC, para os cursos
de Biblioteconomia, aconteceu no ano de 2001, especificamente o Parecer CNE/CES
492/2001. O documento orienta como os discentes devem ser preparados para
enfrentar suas práticas profissionais e dispõe sobre as competências e habilidades
destes profissionais, que são divididos em geral e específicas (BRASIL, 2001). Estas
últimas estão apoiadas no paradigma da informação e nos aspectos técnicos do
trabalho (classificação, catalogação, armazenamento), superando os aspectos sociais
que a profissão deve considerar no seu dia a dia. Porém, assim como as diretrizes

�apontam para estas questões mais técnicas, também recomendam às IES um projeto
mais humanístico na formulação de conteúdos assim descrito “Recomenda-se que os
projetos acadêmicos acentuem a adoção de uma perspectiva humanística na
formulação dos conteúdos, conferindo-lhes um sentido social e cultural que ultrapasse
os aspectos utilitários mais imediatos sugeridos por determinados itens[...]” (BRASIL,
2001, p. 33).
Para contribuir, com normativas que disciplinam o “fazer” do profissional
Bibliotecário, outras normas devem ser observadas como: a Resolução CNE/CES
19/02 (BRASIL, 2002) que trata do Projeto Pedagógico para as Instituições de Ensino
Superior (IES); o Parecer 8/2007 (BRASIL, 2007) e a Resolução 2/2007 (BRASIL,
2007) que tratam da carga horária mínima e duração dos cursos; o Ministério do
Trabalho, na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) - CBO 2612-05 –
Bibliotecário; Lei nº 4.084 , de 30 de junho de 1962 (BRASIL, 1962), que dispõe sobre
a profissão de Bibliotecário e regula o seu exercício; o Decreto nº 56.725, de 16 de
agosto de 1965 (BRASIL, 1965), que regulamenta a Lei nº 4.084/62 e pela Resolução
nº 207/18 - Código de Ética do profissional bibliotecário, emitida pelo Conselho
Federal de Biblioteconomia; a American Libraries Association (ALA); International
Federation of Library Associations and Institutions (IFLA).

2) ANÁLISE DOS CURRICULOS E EMENTAS DOS CURSOS DE
BIBLIOTECONOMIA
Foi verificado que, das 6 escolas analisadas na pesquisa apenas 2 apresentam
disciplinas obrigatórias com a temática leitura em sua grade curricular: UFRGS e UCS.
Ambas oferecem apenas 1 disciplina em seus currículos.
1) O currículo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) é
composto por 114 disciplinas obrigatórias, distribuídas ao longo de 4 anos,
de caráter presencial. Apresentou 4 disciplinas com a temática da pesquisa
– leitura – destas, apenas 1 é obrigatória. Apresenta ementas nas
disciplinas e Projeto Pedagógico.
2) Na grade curricular da Universidade Federal do Rio Grande (FURG),
identificou-se que o curso possui 4 disciplinas com o termo Leitura, de forma
opcional, no universo de 80 disciplinas oferecidas em 4 anos, de forma
presencial. Apresenta ementas nas disciplinas e Projeto Pedagógico.
3) Após análise do Plano Curricular da Universidade de Caxias do Sul (UCS),
oferecido na modalidade EAD, no decorrer de 3 anos, foi identificada no
universo de 34 disciplinas, apenas 1 disciplina com o termo Leitura - de
formação básica. Não apresenta ementas nas disciplinas e Projeto
Pedagógico.
4) Na matriz curricular do Centro Universitário Claretiano (CEUCLAR), não
foram encontradas disciplinas com o termo “leitura”. É preciso optar por um
polo, então, para a pesquisa foi selecionado o polo na cidade de Pelotas/RS.
Neste, constam aproximadamente 28 disciplinas, desenvolvidas no curso
de 3 anos, de forma EAD. Não apresenta ementas nas disciplinas, mas
apresenta o Projeto Pedagógico para o curso.
5) No fluxograma da Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO), não
constam disciplinas com a temática leitura. O curso possui,
aproximadamente, 50 disciplinas em seu currículo, de cunho obrigatório e é
desenvolvido no período de 4 anos, na modalidade EAD. As disciplinas
possuem ementas e a instituição não disponibiliza o Projeto Pedagógico.

�6) Na grade curricular do Centro Universitário Leonardo da Vinci
(UNIASSELVI), não foi encontrado o termo Leitura. O Centro Universitário
disponibiliza um universo de aproximadamente 34 disciplinas, distribuídas
em 3,5 anos, na modalidade EAD, com 1 encontro semanal. A instituição
não disponibiliza o Projeto Pedagógico e ementas das disciplinas.
4 CONCLUSÕES
Os índices de leitura no Brasil são extremamente baixos, conforme a amostra
Retratos da Leitura (FAILLA, 2016). A mesma apontou que apenas 8% dos brasileiros
têm a compreensão plena do que leem - com capacidade de análise e crítica. Mesmo
apontando uma melhoria dos índices de leitura da pesquisa anterior (2011), parece
que não houve uma melhoria na capacidade crítica e de construção do conhecimento.
Então, chega o momento, que uma parte considerável dos profissionais da
Biblioteconomia, para efetuar um trabalho de forma eficaz, necessitam de
conhecimentos prévios, dos conceitos que envolvem a leitura, das pesquisas, dos
trabalhos que estão sendo desenvolvidos nesta área, dos problemas, das estratégias
para saná-los, para contribuir, pelo menos em parte, para alterar os índices tão baixos
de leitura no país.
A universidade precisa aproximar-se do “fazer” diário dos profissionais. É
preciso contribuir com a sociedade, analisar o mercado de trabalho do Bacharel em
Biblioteconomia, para que o mesmo não permaneça tão dissociado da realidade.
Ciência e necessidade da população devem andar juntas. Principalmente neste
momento político tão terrível para a educação, onde o retrocesso está tão evidente.
Forças contrárias são necessárias.
É urgente uma reformulação tanto nas diretrizes do MEC, quanto nos currículos
das escolas de Biblioteconomia. O MEC porque regulamenta as diretrizes curriculares
e, as universidades porque devem cumpri-las. Ambos precisam atualizar, ou melhor,
aperfeiçoar suas normativas a fim de atender as necessidades atuais da sociedade
brasileira. É preciso reconhecer que a temática leitura e formação do leitor é um
assunto grave no país. De nada adianta termos acesso a esta gama de informação,
se os sujeitos não conseguem interpretá-la. Enfim, é preciso enfrentar o fato,
principalmente dos recém-formados, que há o despreparo para enfrentar o que é
exigido no mercado de trabalho e que não é tratado durante o período de formação.
E, estes, por sua vez, precisam observar os problemas do país e se anteciparem,
tornando-se proativos para amenizar ou resolver estas questões profissionais.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Decreto nº 56.725, de 16 de Agosto de 1965. Regulamenta a Lei nº 4.084,
de 30 de junho de 1962, que dispõe sobre o exercício da profissão de Bibliotecário.
Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1960-1969/decreto56725-16-agosto-1965-397075-publicacaooriginal-1-pe.html. Acesso em: 15 out.
2018.
BRASIL. Lei nº 4.084, de 30 de junho de 1962. Dispõe sobre a profissão de
bibliotecário e regula seu exercício. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/1950-1969/L4084.htm. Acesso em: 15 out.
2018.

�BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. CNE/CES
19/2002. Estabelece as Diretrizes Curriculares para os cursos de Biblioteconomia.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES192002.pdf. Acesso
em: 13 set. 2018.
BRASIL. Ministério do Trabalho. Classificação Brasileira de Ocupações. 2612,
Profissionais da Informação. 2017. Disponível em:
http://cbo.maisemprego.mte.gov.br/cbosite/pages/pesquisas/BuscaPorTituloResultad
o.jsf. Acesso em 28 nov. 2018.
CLARETIANO REDE DE EDUCAÇÃO. Biblioteconomia: bacharelado. [2018].
Disponível em: https://claretiano.edu.br/graduacao/biblioteconomia/passofundo/encontro-uma-vez-por-semestre-aos-sabados. Acesso em: 28 nov. 2018.
CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA. Resolução nº 207, de 07 de
novembro de 2018. Aprova o Código de Ética e Deontologia do Bibliotecário
brasileiro, que fixa as normas orientadoras de conduta no exercício de suas
atividades profissionais. Disponível em: http://www.cfb.org.br/wpcontent/uploads/2018/11/Resolução-207-Código-de-Ética-e-Deontologia-do-CFB.pdf.
Acesso em: 17 set. 2018.
FAILLA, Zoara. Retratos: Leituras sobre o comportamento leitor do brasileiro. In:
INSTITUTO PRÓ-LIVRO. Retratos da Leitura no Brasil. São Paulo: Instituto PróLivros, 2016. Disponível em:
http://prolivro.org.br/home/images/2016/Pesquisa_Retratos_da_Leitura_no_Brasil__2015.pdf. Acesso em: 05 out. 2018.
UNIASSELVI – Grade Curricular. UNIASSELVI. Biblioteconomia: bacharelado
EAD. 2017. Disponível em: https://portal.uniasselvi.com.br/graduacao/rs/portoalegre/biblioteconomia-bacharelado?place=porto-alegrers-zona-sul&amp;modality=ead.
Acesso em: 28 nov. 2018.
UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL. Representação Gráfica do Perfil de
Formação do Curso de Bacharelado em Biblioteconomia. Disponível em:
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Informações Acadêmicas
da Graduação. Currículo Biblioteconomia [2018/1]. Disponível em:
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acao=51&amp;CodCurriculo=165&amp;sem=2018012. Acesso em: 28 nov. 2018.
UNIVERSO EAD ENSINO A DISTÂNCIA. Fluxograma: Curso Biblioteconomia.
[201-?]. Disponível em: https://online.universo.edu.br/wpcontent/uploads/2018/05/Fluxograma-Biblioteconomia-30-04-2018.pdf. Acesso em:
28 nov. 2019.

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              <text>Eixo 7: Construção e identidade profissional</text>
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Este estudo se refere aos cursos de Bacharelado em Biblioteconomia ofertados na jurisdição do Rio Grande do Sul e, através de suas grades curriculares que se encontravam online, investiga a presença da temática leitura, de cunho obrigatório, na formação do profissional bibliotecário. Também, verifica através das ementas das disciplinas, de que forma a temática leitura está presente nos referidos currículos. A metodologia aplicada caracterizou-se pela abordagem qualitativa descritiva, utilizando-se como técnica a pesquisa exploratória, fundamentada em análise bibliográfica e documental. Utilizou-se de livros publicados com a temática da pesquisa e de periódicos pesquisados na Base de Dados de Ciência da Informação (BRAPCI), utilizando palavras chaves para localizar artigos sobre a formação do profissional Bibliotecário. Os resultados verificados nas grades curriculares, indicam que a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade de Caxias do Sul (UCS) apresentam o mesmo número de disciplinas de cunho obrigatório pertinente ao tema “leitura” – uma disciplina, por universidade. Observa que os profissionais necessitam de mais conhecimento sobre esta temática, para desenvolver ações transformadoras junto à sociedade atual. E, conclui que é necessário um esforço das escolas formadoras para incluir, de forma obrigatória, a temática leitura e formação do leitor em seus currículos, para contribuir com os problemas graves de leitura encontrados no país e tornar os Bibliotecários aptos a responder as demandas do mercado de trabalho.</text>
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