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                  <text>METODOLOGIA DE APRENDIZAGEM ATIVA NA FORMAÇÃO DO
BIBLIOTECÁRIO: INOVAÇÕES NO ENSINO

Dayanne da Silva Prudencio (UNIRIO) - dayanneprudencio@gmail.com
Luisi Maria Costa de Oliveira (ICICT) - luisi.costa43@gmail.com
Resumo:
Descreve a experiência de aplicação de metodologias de aprendizagem ativas no âmbito do
ensino da disciplina Gestão Estratégica da Informação e do Conhecimento. Foram utilizadas as
estratégias de sala de aula invertida, gamificação, aprendizagem baseada em equipes,
aprendizagem baseada em problemas entre outras. O Google Classroom foi utilizado como
ambiente virtual de aprendizado para comunicação entre a docente, discentes e a monitora e
neste foram incluídos os planos de aula, material instrucional, lista de exercícios, quizzes e
bibliografia complementar. Conclui-se que as metodologias contribuíram para a melhoria do
processo de ensino aprendizagem, melhor aproveitamento da disciplina, correção de
processos pedagógicos e dificuldades de aprendizagem e em síntese alcance dos objetivos
propostos no programa da disciplina.
Palavras-chave: Ensino em biblioteconomia. Metodologias ativas . Inovações pedagógicas.
Ensino de graduação.
Eixo temático: Eixo 7: Construção e identidade profissional

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Modelo 2: relato de experiência
Eixo Temático: C o n s t r u ç ã o e i d e n t i d a d e p r o f i s s i o n a l
Introdução
A experiência aqui relatada descreve a aplicação de metodologias de
aprendizagem ativa no processo de ensino-aprendizagem de uma disciplina
obrigatória do curso de Bacharelado e Licenciatura em Biblioteconomia da
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) durante os 2 semestres
letivos de 2018.
A supracitada disciplina denomina-se Gestão Estratégica da Informação e
do Conhecimento (GEIC). Esta possui como ementa o estudo e a discussão de
questões fundamentais e gerais relacionadas a fluxos informacionais, gestão da
informação e do conhecimento e o processo de inteligência competitiva. O objetivo
principal do conteúdo programático é compreender as dimensões da Gestão da
Informação (GI) e da Gestão do Conhecimento (GC) bem como apresentar
ferramentas e práticas de GI e GC e sua relação com as atividades exercidas pelo
bibliotecário.
O processo de ensino-aprendizagem teve como abordagem a utilização de
metodologias de aprendizagem ativa como mecanismo de (re)significação da
prática docente. Ou seja, buscou-se superar a dicotomia assumida na abordagem
tradicional de ensino-aprendizagem onde o professor detém o papel de transmissor
do conhecimento e o discente é um mero receptor passivo, cabendo a este a
assunção da informação transmitida sem que haja uma reflexão ou crítica ao que
foi receptado (BEHRENS, 2005 apud ROSA JUNIOR, 2015).
Nosso estudo compreende aprendizagem ativa como um conjunto de ações
e/ou eventos planejados de forma que os atores envolvidos no processo de ensinoaprendizagem se sintam motivados a processar, aplicar, interagir e compartilhar
suas experiências durante o processo educacional (ROSA JUNIOR, 2015).
Nas palavras de Berbel, as metodologias de aprendizagem ativa (MAA)
propiciam
[...] a motivação autônoma e têm o potencial de despertar a
curiosidade, à medida que os alunos se inserem na teorização e
trazem elementos novos, ainda não considerados nas aulas ou na
própria perspectiva do professor. A autoria ainda acrescenta que

�neste contexto, o professor atua como facilitador ou orientador para
que o estudante pesquise, reflita e decida o que fazer para atingir
os objetivos de aprendizado estabelecidos, ou seja, “desenvolver o
processo de aprender, utilizando experiências reais ou simuladas,
visando às condições de solucionar, com sucesso, desafios
advindos das atividades essenciais da prática social, em diferentes
contextos. (BERBEL, 2011, p. 29).

Para tanto, a aprendizagem ativa utiliza diferentes metodologias de ensino,
tais como: aprendizagem baseado em problemas (PBL), aprendizagem por pares,
aprendizado baseado em equipes e sala de aula invertida, aprendizagem baseada
em questão (QBL), aprendizagem baseada em time (TBL), aprendizagem baseada
em caso (CBL), aprendizagem baseada em projeto, aprendizagem baseada em
desafio, aprendizagem baseada em simulação e sociodrama.
A escolha da estratégia é sempre guiada pelo objetivo de aprendizagem que
se almeja alcançar, levando sempre em conta, de forma sistêmica, o tipo de
conteúdo e público envolvido.
A proposta das chamadas MAA encontram apoio teórico e dialogam com
ideias preconizadas na abordagem culturalista de Bruner, na ampliação da teoria
das inteligências múltiplas desenvolvida por Howard Gardner, na teoria
construtivista de Jean Piaget, na aprendizagem sócio histórica de Lev Vygotsky,
bem como na aprendizagem significativa de David Ausubel. O educando é
estimulado a buscar soluções criativas e desenvolver respostas baseadas em
conhecimentos já acumulados ou em desenvolvimento, bem como a partir de sua
interação com outros atores e com o ambiente.
Zarifian (2003) estabelece que as competências se apresentam em quatro
grandes eixos: as profissionais (técnicas), as organizacionais, as de inovação e as
relacionais. Desta forma, entendemos que o uso de metodologias ativas em
programas de formação à nível de graduação irão permitir uma aprendizagem
reflexiva, orientada à prática e à experimentação. Desta forma, o aluno é motivado
e dialoga com seus desafios de desenvolvimento destas competências em algum
grau.
No escopo desta comunicação apresentamos os resultados frutos de nossa
experiência de aprendizado compartilhado entre docente, discentes e monitora.
Relato da experiência

O processo de ensino-aprendizagem envolveu 63 discentes do curso de
Bacharelado e Licenciatura em Biblioteconomia da Unirio durante 2 semestres
letivos de 2018. Para atingir os objetivos de aprendizagem estabelecidos na
disciplina Gestão Estratégica da Informação e do Conhecimentos foram adotadas
as seguintes metodologias: aprendizagem baseado em problemas, aprendizagem
por pares, aprendizado baseado em equipes, sala de aula invertida, aprendizagem
baseada em questão, aprendizagem baseada em caso e gamificação. Como
recursos didático-pedagógicos adotamos, os seguintes: documentários, ambiente
virtual de aprendizagem, vídeos, quizzes e datashow.

�O processo de ensino-aprendizagem foi conduzido por uma jovem docente
que acumula apenas 02 anos de experiência de ensino superior e contou com a
colaboração de uma discente monitora. Esta segunda participou de todo o processo
de planejamento, escolha de recursos para transposição didática e processos
avaliativos. Entretanto, sua maior atenção foi direcionada ao desenvolvimento de
jogos de aprendizagem, mediação de equipes e suporte aos alunos, tanto de modo
presencial quanto remoto.
Elegemos como ambiente virtual de aprendizado (AVA) o Google Classroom.
Neste ocorreu todo o gerenciamento do conteúdo da disciplina, compartilhamento
dos planos de aulas, slides, bibliografias complementares e básica, além de uma
videoteca com materiais relativos à Gestão da Informação e do Conhecimento. O
AVA também operou como plataforma de comunicação entre docente, monitora e
discentes.
No mesmo ambiente criou-se uma agenda interativa com divulgação de
eventos e cursos de formação continuada relacionados ao escopo da disciplina.
Também elaboramos um repositório de materiais de apoio para a elaboração de
produtos e serviços de informação, tais como templates, dashboard e outros.
Os quizzes foram construídos a partir da plataforma gratuita GoConqr e
utilizados em todas as unidades da disciplina. Através desta estratégia os alunos
puderam testar seus conhecimentos e vivenciar uma aprendizagem ativa e criativa.
Foram desenvolvidas enquetes que visaram esclarecer questões relacionadas ao
escopo profissional do bibliotecário na visão dos estudantes através da ferramenta
SurveyMonkey.
Em todas as aulas ocorreram atividades avaliativas, tais como debates,
apresentações de seminários curtos, elaboração de pesquisas sobre concorrência,
elaboração de battlecard e datasheet de produtos e serviços.
Exemplificando a utilização das MAA, apontamos o uso do método sala de
aula invertida, onde os discentes tiveram acesso prévio ao conteúdo e em sala
foram desafiados a apontar soluções ou oportunidades de melhoria para os
problemas informacionais apresentados sob o formato de cases.
Outro exemplo refere-se a aprendizagem baseada em problemas. Neste
contexto, seguimos os passos do método do Arco de Maguerez, vide figura 01. Este
estabelece cinco etapas para a resolução de um problema ou ao menos uma
intervenção sobre, a saber: observação da realidade; estabelecimento de pontos
chave; teorização; hipóteses de solução e aplicação à realidade (prática).

Desta forma, apresentamos um contexto fictício de uma empresa de
tecnologia que atravessa problemas informacionais e de segurança da informação
e contrata uma consultoria para implantar um projeto de gestão da informação.

�Neste contexto, os discentes fizeram uma escuta ativa do caso e em grupos
levantaram as ideias acerca dos fatores associados aos problemas, identificaram
os pontos chaves para tais ocorrências e utilizando flipchart redigiram os pontos
questões de pesquisa que deveriam ser examinados em consulta a literatura. Na
etapa seguinte procedemos à etapa de teorização, assim sendo, fizeram buscas em
02 fontes de informação de cobertura temático na área de Ciência da Informação,
a saber: Base de dados de Periódicos em Ciência da Informação (BRAPCI) e Library
Information Science Abstratcs (LISA). Por tratar-se de usuários ainda em fase de
formação, a maioria dos discentes relatou dificuldade de localização de relatos de
experiência nestas fontes e igualmente de artigos que apresentassem em seu
resumo e palavras chaves problemas informacionais enfrentados pelas
organizações. Consideramos que tal aspecto deve ser examinado porque se
comparado como áreas como Educação e Ciências Médicas, há de fato menos
relatos de experiência e tal produção científica é importante para processos
formativos em desenvolvimento. Contudo, os alunos procederam o exame da
literatura e confrontando com os pontos chaves previamente elencadas
apresentaram algumas hipóteses os problemas identificados. Por fim, propuseram
produtos e serviços que pudessem solucionar tais problemas ou ao menos mitigálos. Tal exercício prático pode acionar competências relacionadas a conteúdos
conceituais, procedimentais e atitudinais dos discentes.
Outro exemplo refere-se a aprendizagem baseada em times. Neste contexto
dividimos em 06 grupos os discentes propuseram um plano de gestão da
informação segundo as 06 etapas (Identificação das necessidades de informação,
Aquisição de informação, Organização e armazenamento de informação,
Desenvolvimento de produtos e serviços de informação, Distribuição da informação
e Uso da informação) do modelo denominado Monitoramento Informacional de
autoria de Chun Wei Choo (1998).
Resultados da experiência

Identificamos a eficácia dos métodos adotados e verificou que estes permitiram
um melhor aproveitamento da disciplina e alcance dos objetivos propostos no
programa da disciplina.
No primeiro semestre a taxa de reprovação do curso ficou em 6,25% e no
segundo semestre quando se intensificou a utilização das MAA ficou em 0.95%.
A taxa de não atendimento as tarefas solicitadas no primeiro semestre foram de
12,5% e no segundo semestre foi de 8,5%. A taxa de frequência do primeiro período
foi de 63,5% e no segundo semestre foi de 83%.
Como muitas atividades envolviam participação coletiva foi verificado menor
ocorrência de atrasos e saída antecipada.
Os quizzes tiveram adesão de 85% dos discentes e os feedbacks de uso para
sedimentação do processo de aprendizagem foram positivos.
Como resultado indireto do uso de metodologias de aprendizagem ativa
destacamos que estas propiciaram o alargamento da concepção dos discentes
acerca da atuação do bibliotecário para além da biblioteca. Ou seja, estes
verificaram que poderiam utilizar-se de suas competências desenvolvidas ao longo

�da graduação para resolver problemas em distintos ambientes informacionais e
variados escopos.
Outra importante contribuição do uso destas metodologias foi a criação de um
programa de acompanhamento discente com maior ênfase em resolução de
problemas de aprendizagem. Como ocorriam diversificadas atividades e processos
avaliativos foi possível identificar com maior precisão a existência de dois grandes
grupos. O primeiro com discentes mais autoconfiantes e independentes, cujos
desafios eram assumidos como elementos que os ajudavam no auto aprendizado.
Este grupo costumava competir pelo número de acertos nos jogos, tomavam
decisões nos planejamentos das atividades. Por outro lado, há os alunos mais
tímidos e que precisam de maiores orientações. Desta forma, correções podem ser
desenvolvidas e o processo de ensino aprendizagem torna-se mais eficiente.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Esta experiência de utilização das metodologias ativas mostrou como que estas
podem ser inteiramente aplicáveis no ensino de Biblioteconomia. São recursos,
estratégias e métodos que melhoram a satisfação e motivação dos estudantes e
consequentemente seu desempenho acadêmico, bem como, permitem uma maior
articulação entre teoria e prática. Em outras palavras, orienta-se uma formação
integral.
Utilizar metodologias de aprendizagem ativa representa uma inovação no
ensino de Biblioteconomia e romper com as aulas expositivas é um grande desafio
para professores e alunos. Neste sentido, entendemos que a participação da
monitora foi fundamental para propiciar esta experimentação pois contribuiu no
engajamento dos discentes para participação nas atividades.
Sugere-se que novas experiências de utilização de metodologia sejam
aplicadas em outras disciplinas no âmbito da Biblioteconomia e amplie-se o debate
destes usos nas produções científicas da área.
REFERÊNCIAS
BERBEL, N. A. N. As metodologias ativas e a promoção da autonomia de
estudantes. Ciências Sociais e Humanas, Londrina, v. 32, n. 1, p. 25-40, jan./jun. 2011
MÓRAN, José. Mudando a educação com metodologias ativas. [São Paulo]: Proex,
2015. (Coleção Mídias Contemporâneas. Convergências Midiáticas, Educação e
Cidadania: aproximações jovens, 2).
ROSA JUNIOR, Luiz Carlos. Metodologias ativas de aprendizagem para a Educação a
Distância: uma análise didática para dinamizar sua aplicabilidade. 2015. 97 f. Dissertação
(Mestrado em Tecnologia da Inteligência e Design Digital) – Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo, PUC / SP, São Paulo, 2015.
ZARIFIAN, P. O modelo da competência: trajetória histórica, desafios atuais e
propostas. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2003.

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