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                  <text>A formação do profissional bibliotecário a partir do Curso de
Biblioteconomia da Biblioteca Nacional (1911-1969)

Maria Fernanda Nogueira (FBN) - nogueira.mfernanda@gmail.com
Resumo:
Primeiro curso de biblioteconomia na América Latina e terceiro no mundo, o Curso de
Biblioteconomia da Biblioteca Nacional foi criado com o Decreto nº 8.835, de 11 de julho de
1911. Em 1922 foi transferido ao Museu Nacional e, posteriormente, extinto. Retomado em
novembro de 1931, passou por uma reforma curricular em 1944 e foi mantido na Biblioteca
Nacional até outubro de 1969, quando houve a transferência definitiva para a recém-fundada
Federação das Escolas Federais Isoladas do Estado da Guanabara (FEFIEG). A partir do
trabalho de descrição da série Curso de Biblioteconomia, do fundo histórico da Fundação
Biblioteca Nacional mantido na Divisão de Manuscritos, e com base em documentos primários
ainda pouco estudados, esse trabalho objetiva uma breve exposição sobre o funcionamento e
as modificações curriculares ao longo dos anos de exercício da formação do profissional
bibliotecário na instituição, de modo a se resgatar a importância desse acervo para o
entendimento da Biblioteconomia como ciência situada política e historicamente.
Palavras-chave: Curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional. História
Biblioteconomia no Brasil. Formação profissional do bibliotecário.
Eixo temático: Eixo 7: Construção e identidade profissional

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da

�1 INTRODUÇÃO
A ideia desse trabalho surgiu em 2014, a partir da seleção, organização e descrição da Série
Curso de Biblioteconomia, integrante do arquivo histórico da Fundação Biblioteca Nacional,
custodiado na Divisão de Manuscritos. Durante a etapa de pesquisa, foi constatada a presença ainda
tímida de trabalhos que visam realizar um resgate histórico da formação profissional. A necessidade
de compreender epistemologicamente o perfil do bibliotecário e suas principais modificações ao
longo do estabelecimento da profissão no país foi o que motivou a formulação de algumas questões:
o que se esperava de um candidato ao Curso de Biblioteconomia? Qual bibliotecário se pretendia
formar? Quais influências político-culturais guiaram as modificações curriculares?
Objetivando responder algumas dessas perguntas ou desenvolvê-las em outros
questionamentos foi realizado, ao longo do processo de identificação e descrição do acervo, um
levantamento dos editais de admissão, conteúdo programático e currículos do período em que o
primeiro curso de Biblioteconomia do Brasil funcionou na Biblioteca Nacional, compreendido entre
1911 e 1969. Esse levantamento foi escolhido com base na formação do profissional, desde sua
entrada no curso às disciplinas e assuntos que precisava dominar para ser bibliotecário.

2 RELATO DA EXPERIÊNCIA
Constam intenções de criação de um Curso de Biblioteconomia na Biblioteca Nacional
desde 1903, registradas no texto do então diretor Manoel Cícero Peregrino da Silva (1866-1956)
para os Annaes da Bibliotheca Nacional:
O projeto que organisei, auctorisado pelo vosso antecessor, que o acceitou sem
impugnação, consignava entre outras medidas [...] o estabelecimento das conferencias a
cargo dos chefes de secção como um primeiro passo para um curso de bibliotheconomia e
finalmente o indispensavel augmento de pessoal. (SILVA, 1904, p. 365)

Esse projeto, entretanto, foi apenas retomado em 1910, quando Manoel Cícero volta a
repetir que “[u]m curso de bibliotheconomia que preparasse os candidatos aos cargos da Bibliotheca
seria da maior utilidade” (SILVA, 1914, p. 771). Em 11 de julho de 1911 surge o Decreto nº 8.835,
incluindo o Curso de Biblioteconomia como condição para ocupação do cargo de bibliotecário na
instituição. No regulamento estabelecem-se as quatro matérias curriculares, tal como o
conhecimento necessário para o exame de admissão: “composição escripta em portuguez e numa
prova oral sobre geographia, historia universal, historia litteraria e traducção do francez, do ingles e
do latim” (BRASIL, 1911). Sobre o curso em 1912, Silva (1916, p. 5, grifo nosso) afirma:
O curso de bibliotheconomia, no qual só são admittidos os que tiverem seguido um curso
de humanidades ou se submetterem a um exame de admissão, foi estabelecido para
ministrar os conhecimentos technicos indispensaveis aos neophytos. Summario, theoricopratico, não é mais do que uma base e um ponto de partida para a acquisição de novos
conhecimentos.

�É possível perceber, já no cerne da criação do curso, sua formação voltada para as
humanidades, com um caráter erudito da profissão. Para se tornar bibliotecário(a), o(a) candidato(a)
precisava ter, de antemão, vasto conhecimento em línguas e em ciências humanas, que seria,
posteriormente, acrescido de um conhecimento técnico para organização e administração de
bibliotecas. Essa fase humanista seguia os moldes curriculares da École de Chartes (França), na
qual os profissionais eram personalidades ilustres. Cabe lembrar que, durante o início do século
XX, a influência cultural da França no Rio de Janeiro era pungente, uma vez que foi desejo da
família real portuguesa importar hábitos e costumes franceses para uma melhoria da imagem da
cidade.
Por desistência dos diretores de seções ou ausência de alunos, o curso apenas se iniciou
efetivamente em 1915. Nas inscrições de candidatos, a maioria era de alunos ou bacharéis da
Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro e os próprios funcionários da
Biblioteca Nacional, de cargos como Auxiliar de Biblioteca ou Amanuense. Além deles, alguns
eram da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro ou estudantes da Escola Polythecnica.
Evidentemente, devido à desigualdade de gênero que ainda marcava fortemente as categorias
profissionais e formação acadêmica do país, nenhum dos candidatos era mulher.
Das composições escritas em português exigidas para a admissão no curso há duas no
acervo do Curso de Biblioteconomia para o ano inicial, 1915, e seus pontos sorteados para
dissertação demonstram o caráter enciclopedista que se exigia dos futuros profissionais: uma delas
teve como tema “Impressões sobre a Guerra Européa” e a outra “Utilidade das letras”. Dentro do
conteúdo programático das quatro disciplinas, é possível notar a abordagem voltada aos
conhecimentos gerais mais do que às técnicas: aprendia-se sobre a história do papel, invenção da
imprensa, ornamentação de livros, processo de fabricação de moedas, sistema monetário grecoromano, moedas do Brasil colonial, formas de escrita nacional e latinas, dentre outros. A técnica,
quando abordada, era apenas para aplicação, não para a produção de novos modelos.
Em anotação avulsa, provável da década de 1920, a respeito do funcionamento da Biblioteca
Nacional e atribuições necessárias ao profissional bibliotecário, lê-se:
qualquer que seja, porem, a organização de uma bibliotheca, o seu pessoal deve ter certos
conhecimentos geraes próprios do homem culto, e os conhecimentos especiaes próprios
do seu officio. [...] bibliothecarios, em maior escala, mas também os demais funcionários,
devem ter noções geraes de muitos ramos dos conhecimentos humanos, como o direito,
a historia, a geographia, a philosophia, a litteratura, as sciencias physicas e naturaes, e
algumas línguas das mais conhecidas. (ALVES... [192-?], grifo nosso)

Em 1922, o curso passou por sua primeira reforma com o Decreto nº 15.670, de 6 de
setembro, cujo objetivo era unificar Biblioteca Nacional, Arquivo Nacional e Museu Histórico
Nacional em um “Curso Technico” destinado a habilitar funcionários das três instituições. Nesse
curso, cada instituição seria responsável pelo ensino de matérias de sua especialidade, ficando a

�Biblioteca Nacional responsável pelas disciplinas de historia litteraria, bibliographia, paleographia e
epigraphia e iconographia e cartographia. O Curso Technico não foi adiante, no entanto, e, em
ofícios a João Luiz Alves (1870-1925), Ministro da Justiça e Negócios Interiores, o então diretor
interino Oswaldo Lopes de Souza justificou a impossibilidade do começo das aulas pelas diferenças
administrativas em relação ao Arquivo Nacional, impedimentos pessoais dos professores ou falta de
verba para remunerá-los.
O Curso de Biblioteconomia retornou à Biblioteca Nacional em 1931, através do Decreto nº
20.673, de 17 de novembro. Dessa vez, foram criados dois anos letivos, com três disciplinas cada:
Bibliografia, Paleografia e Diplomática no 1º Ano e História literária, Iconografia e Cartografia no
2º Ano. O caráter de aprendizado de conhecimentos gerais permaneceu, tanto que, em 1933, a
ordenação de turnos foi alterada após reclamação de Constâncio Alves (1862-1933), chefe da 1ª
Seção, que afirmava que não era possível para os alunos aprenderem Bibliografia sem
conhecimentos de História Literária. Ao mesmo tempo, o edital de matrícula exigia certidão de
aprovação em exames de Português, Francês, Inglês, Latim, Aritmética, Geografia, História,
Copografia e História do Brasil.
A partir de 1940 houve uma cisão do cargo de bibliotecário em dois: Bibliotecário e
Bibliotecário Auxiliar, e foi criado, no Rio de Janeiro, o Curso de Biblioteconomia do
Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP) para a formação do último. O Curso de
Biblioteconomia do DASP seguia o horizonte teórico estadunidense, tal como o do Instituto
Mackenzie, em São Paulo. Ou seja, possuía um modelo mais técnico, voltado para a organização de
bibliotecas. É possível notar certo intercâmbio entre a Biblioteca Nacional e o Curso do DASP:
funcionários da biblioteca que se especializaram com o curso e professores que deram aula nele,
como Otávio Calasans Rodrigues.
Em 1944 o Curso de Biblioteconomia do DASP foi encerrado e o da Biblioteca Nacional
sofreu uma grande reforma curricular, orientada pelo então diretor Josué Montello, com o objetivo
de não formar bibliotecários apenas para a instituição, como a princípio, mas para qualquer
biblioteca. No Decreto-Lei nº 6.440, de 27 de abril de 1944 (BRASIL, 1944, grifo nosso),
encontram-se as seguintes finalidades:
a)

formar pessoal habilitado a organizar e dirigir bibliotecas ou a executar serviços
técnicos de bibliotecas;
b) promover o aperfeiçoamento ou a especialização de bibliotecários, de bibliotecários
auxiliares e de outros servidores em exercício nas bibliotecas oficiais ou particulares;
c) promover unidade de orientação das técnicas fundamentais dos serviços de
biblioteca, favorecendo a homogeneidade básica desses serviços;
d) difundir conhecimento dos progressos realizados, no país e no estrangeiro, no campo
da biblioteconomia.

A necessidade da formação do profissional erudito presente até então deu lugar a termos
mais técnicos como “organizar e dirigir”, “executar serviços” e “orientação”, da mesma forma que o

�curso começou a se estabelecer no âmbito da produção científica, incluindo a difusão do
conhecimento no campo da biblioteconomia. Nos exercícios de matérias posteriores ao novo
currículo já se nota outra abordagem: em Catalogação e Classificação, o estudo sobre nomes
pessoais é aplicado para a criação de cabeçalho de autor, e surgem atividades de elaboração e
análise de fichas catalográficas, mesmo em disciplinas optativas como “Mapotecas”.
A segunda grande década de importância para a formação de bibliotecários no Curso de
Biblioteconomia da Biblioteca Nacional foi a de 1960. Nesse período, o país passava por um
projeto de reformas de base com o governo João Goulart (1919-1976), no qual se inseriam
iniciativas que visavam alterações agrária, urbana, fiscal e universitária. Oito novos cursos de
biblioteconomia foram criados no Brasil, a Biblioteconomia passou a nível universitário (Decreto nº
50.562, de 8 de maio de 1961), houve o estabelecimento de um currículo mínimo e a
regulamentação do exercício da profissão do bibliotecário no país (Lei nº 4.084, de 30 de junho de
1962).
Após o currículo mínimo o caráter técnico permaneceu no Curso de Biblioteconomia da
Biblioteca Nacional. Dividido em três anos e cursos avulsos, contavam na formação matérias como:
Organização e Administração de Bibliotecas, Introdução à Catalogação e Classificação, Técnica do
Serviço de Referência, Organização e Técnica de Documentação, Bibliografia Especializada,
Catalogação e Classificação, Catalogação Especializada, Classificação Especializada e Reprodução
de Documentos, em oposição às outras com o anterior caráter erudito de formação geral: História do
Livro e das Bibliotecas, Literatura e Bibliografia Literária, Introdução à Cultura Histórica e
Sociológica, História da Arte e Evolução do Pensamento Histórico e Científico.
Em 1966, Antonio Dias Caetano, diretor do curso, indicou em relatório a “necessidade
urgente de ampliação nas atuais instalações dos Cursos, já insuficientes para atender ao interesse
geral da classe” (CAETANO, 1966). No mesmo documento, ele ainda afirma que os Cursos
Avulsos demonstraram o empenho de continuidade de capacitação de bibliotecários já formados,
dando bases à “regulamentação dos Cursos de Pós-Graduação, de especialização e de Extensão”
(CAETANO, 1966). Quando é transferido para a Federação das Escolas Isoladas do Estado da
Guanabara (FEFIEG), em 1969, o curso havia formado 1.080 bibliotecários, número expressivo que
foi incorporado tanto no corpo técnico da instituição quanto no meio acadêmico, e parte responsável
pela consolidação da profissão no país.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao longo de sua existência, o Curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional passou por
notáveis modificações e influências em sua estrutura de ensino e formação. Ao profissional erudito

�inicial, ciente de línguas e conhecimentos gerais, influenciado pelo modelo europeu, mesclou-se a
visão do bibliotecário estadunidense, responsável pela administração e organização técnica do
acervo. Os momentos em que essas mudanças ocorreram também não foram fortuitos: durante o
começo do século XX era a França o paradigma cultural mundial, ao passo que, com o
envolvimento da Europa em duas Guerras Mundiais, a ascensão da influência dos Estados Unidos
através da política da boa vizinhança (1933-1945) refletiu no intercâmbio de bibliotecários
brasileiros com instituições norte-americanas.
Analisar as fontes primárias sobre o Curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional, entre
relatórios, fichas de inscrição e anotações, nos permite visualizar o perfil do profissional
bibliotecário durante esse período e qual tipo de fazer era privilegiado, reflexões importantes para
pensar a formação em Biblioteconomia no Brasil até os dias de hoje. Como qualquer construção de
conhecimento, o do bibliotecário também é fruto de um meio histórico e de relações de poder, que
podem ser ou não continuadas ou retomadas com o passar dos anos.

REFERÊNCIAS

ALVES, Constâncio. Anotações a respeito do funcionamento da Biblioteca Nacional e das
atribuições necessárias ao profissional bibliotecário. [192-?]. Divisão de Manuscritos, Fundação
Biblioteca Nacional, Localização: 72,03,042.
BRASIL. Decreto nº 8.835, de 11 de Julho de 1911. Approva o regulamento da Bibliotheca
Nacional. Rio de Janeiro: Presidência da República, 1911. Disponível em:
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1910-1919/decreto-8835-11-julho-1911-502890republicacao-102224-pe.html. Acesso em: 13 abr. 2019.
______. Decreto-Lei nº 6.440, de 27 de abril de 1944. Dá nova organização ao Curso de
Biblioteconomia da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro: Presidência da República, 1944.
Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-6440-27-abril1944-452655-publicacaooriginal-1-pe.html. Acesso em: 14 abr. 2019.
CAETANO, Antonio Dias. Relatório das Atividades dos Cursos de Biblioteconomia da
Biblioteca Nacional no ano de 1966. [Rio de Janeiro], 31 dez. 1966. Divisão de Manuscritos,
Fundação Biblioteca Nacional.
SILVA, Manoel Cícero Peregrino da. Relatório do Director - 1902. Annaes da Bibliotheca
Nacional do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, v. 25, 1904.
______. A Bibliotheca Nacional em 1909: relatório. Annaes da Bibliotheca Nacional do Rio de
Janeiro, Rio de Janeiro, v. 32, 1914.
______. Abertura das Conferências, a 12 de setembro de 1912, pelo Dr. Manoel Cícero. Annaes da
Bibliotheca Nacional do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, v. 35, 1916.

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              <text>Primeiro curso de biblioteconomia na América Latina e terceiro no mundo, o Curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional foi criado com o Decreto nº 8.835, de 11 de julho de 1911. Em 1922 foi transferido ao Museu Nacional e, posteriormente, extinto. Retomado em novembro de 1931, passou por uma reforma curricular em 1944 e foi mantido na Biblioteca Nacional até outubro de 1969, quando houve a transferência definitiva para a recém-fundada Federação das Escolas Federais Isoladas do Estado da Guanabara (FEFIEG). A partir do trabalho de descrição da série Curso de Biblioteconomia, do fundo histórico da Fundação Biblioteca Nacional mantido na Divisão de Manuscritos, e com base em documentos primários ainda pouco estudados, esse trabalho objetiva uma breve exposição sobre o funcionamento e as modificações curriculares ao longo dos anos de exercício da formação do profissional bibliotecário na instituição, de modo a se resgatar a importância desse acervo para o entendimento da Biblioteconomia como ciência situada política e historicamente.</text>
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