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                  <text>TENDÊNCIAS EM GESTÃO PARA BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
Roberta Moraes Bem (UFSC) - roberta.bem@ufsc.br
Resumo:
O presente texto apresenta, por meio de revisão de literatura as tendências de gestão para
Bibliotecas Universitárias. Diante do cenário instável que, acredita-se que se encontram as
bibliotecas universitárias devido a uma variedade de fatores, é necessário identificar e
desenvolver formas de gestão com maior capacidade de adaptação e obtenção de vantagem
competitiva. Neste sentido, algumas teorias e modelos de gestão  a Teoria da Complexidade;
a Gestão do Conhecimento; e o modelo liderança distribuída  apresentam-se como
alternativas para atuar num contexto heterogêneo com variedade de agentes e recursos,
fortemente sujeitos a interpelações do meio em que estão inseridos. Entretanto, conclui-se que
não há um modelo ideal, e nem a recomendação de que se adote uma opção de forma isolada,
o importante é desenvolver o estudo e a prática do exercício da liderança em bibliotecas
universitárias, pois os líderes são essenciais para a criação da identidade e o estabelecimento
do “ritmo” e “modelo” de funcionamento, estabelecnedo as condições organizacionais
adequadas e transmitindo a missão dentro da qual outros funcionários operam.
Palavras-chave: Bibliotecas Universitárias. Gestão. Liderança. Gestão do Conhecimento.
Teoria da Complexidade. Liderança Distribuída.
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

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�[
XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Introdução: As Bibliotecas, de uma forma geral, são instituições relevantes no
contexto em que estão inseridas, representam a “essência” de uma região em
virtude do público que atendem; da sua arquitetura; dos profissionais que ali
prestam os serviços; da natureza do conteúdo que disponibilizam; das tecnologias
que empregam, entre outros. “Toda biblioteca [tem] uma concepção implícita da
cultura, do saber e da memória, bem como da função que lhes cabe na sociedade
de seu tempo” (JACOB, 2006, p. 10).
“Às bibliotecas universitárias (Bus), especificamente, compete fornecer
informações em níveis compatíveis com as necessidades dos usuários, como
apoio imprescindível às atividades de ensino, pesquisa e extensão” (PRADO;
ABREU, 2005, p. 106). Todavia o contexto atual traz à tona algumas reflexões, em
tempos de globalização da informação, internacionalização, uso intensivo em
tecnologias, as quais proporcionam acesso rápido a conteúdos diversos, as
bibliotecas, apesar de ainda manterem-se vivas, carecem de adaptações
constantes ocasionadas pelas alterações da natureza e estrutura da sociedade,
influenciando a forma como as pessoas conduzem seus aspectos pessoais,
sociais, profissionais e acadêmicos. Novos conceitos, modelos e funções
caracterizam a dinamicidade necessária para as bibliotecas universitárias (BEM;
COELHO, 2015).
Isto posto, observa-se que a forma como as BUs operam e os serviços que
oferecem estão sujeitos a constantes mudanças devido ao ritmo atual do avanço
tecnológico. A dinamicidade necessária a uma BU deve-se também, em virtude do
público que atende, pois tratam-se de indivíduos em formação que precisam fazer
uso de conhecimento de forma mais intensiva que em outros contextos,
considerando todas as suas etapas  captura/criação, compartilhamento e
aquisição  o que ocorre em um ritmo bastante acelerado. “BUs compreendem o
poder da criação do conhecimento” (LAKES, 2016, p. 17) e o impacto que todo
esse ciclo gera, assim como as demandas associadas a esse funcionamento.
Nesse sentido, acredita-se ser necessária a reflexão acerca de modelos de gestão
e lideranças capazes de atuar neste cenário volúvel, sujeito a modificações
constantes. De forma que a biblioteca universitária seja capaz de absorver suas

�forças tradicionais integrando-as à tecnologia, desafio característico das
bibliotecas da sociedade contemporânea que estão sendo alteradas pelo modo
digital de como se organiza e processa a informação.
Método da pesquisa: A revisão de literatura foi do tipo narrativa ou tradicional,
que apresenta uma temática mais aberta, quando comparada à revisão
sistemática. Dificilmente parte de uma questão específica bem definida, não exige
um protocolo rígido para sua confecção. A seleção dos artigos é mais aleatória
havendo interferência do pesquisador (CORDEIRO et al. 2007).
Resultados: Considerando que uma hierarquia tradicional não responde
rapidamente às mudanças nem incentiva a participação dos colaboradores na
tomada de decisão, em que os maiores desafios dos líderes de BUs estão em
criar um equilíbrio adequado, minimizando o conflito inerente entre os esforços
exploratórios, característicos da inovação e da oferta de novos serviços em
contrapartida às atividades mais tradicionais que sustentam os serviços já
existentes (MCGOWN, 2000; JANTZ (2012).
Neste contexto, identificam-se algumas linhas, ou tendências em gestão de BUs
que parecem vir ao encontro dessa necessidade de adaptação e flexibiblidade
características das instituições universitárias, dentre elas estão:
a) Teoria da Complexidade - evoluiu na comunidade científica como
resposta às questões não resolvidas, como uma crítica ao reducionismo.
Sugere observar e analisar os sistemas no todo e nas partes, pois assim é
possível se aperceber das interações, das conexões, das propriedades
emergentes, das diferenças entre as partes que constituem o todo do
sistema e do todo investigado em suas partes (SAVI; SEHNEN;
ERDMANN, 2005);
b) Gestão do Conhecimento - no contexto das BUs é caracterizada pelos
processos de criar, adquirir, compartilhar e aplicar o conhecimento tácito e
explícito para o benefício da universidade e de toda a sua comunidade de
usuários, fornecendo a informação certa para o cliente certo, em tempo e
formato adequados, para atingir as metas da instituição (JAIN, 2013);
c) Liderança distribuída - preocupa-se com a prática da liderança, na forma
como esta influencia os liderados e na melhoria organizacional, auxilia na
reconfiguração do sistema e reestruturação organizacional quando no
processo de tomada de decisão propiciando a integração das atividades
de vários grupos (LIMA BARROS, 2014).
Discussão: Liderança, gestão, teorias administrativas, têm recebido um maior
foco na área de bibliotecas, especialmente em virtude de todas as modificações e
inovações da Sociedade da Informação e do Conhecimento, pois, como ressalta
Cassanego Júnior (2008), aspectos como a liderança são de extrema importância,
pois os líderes desempenham papel fundamental na eficácia do grupo e da
organização. Estudos recentes concluem que, à medida que as Bus se modificam,
é necessária a abordagem de lideranças novas, mais flexíveis e inclusivas,

�reconhecendo ideias e habilidades de liderança em funcionários em todos os
níveis. (CREATING A CULTURE..., 2013).
Conclusões: Os líderes moldam o ambiente organizacional e, ao fazê-lo,
estabelecem o contexto e as oportunidades em que a inovação pode (ou não)
prosperar. Ademais as condições ambientais, como a necessidade de responder
rapidamente a mudanças, condições externas, juntamente com as crescentes
expectativas da equipe para a consulta e a participação nas tomadas de decisão,
apontam que os modelos de liderança tradicionais já não são apropriados em
muitos locais de trabalho modernos. (GOULDING; WALTON, 2014).
Dessa forma, os líderes das bibliotecas precisam investir em uma postura mais
próativa para demonstrar o valor duradouro dos serviços e das habilidades que
estes serviços podem proporcionar em seus usuários, inovando por meio da
inserção de novos e/ou melhorados serviços e produtos de informação para
atender às demandas dos usuários (GOULDING; WALTON, 2014).
Conforme relatam Santos et al. (2007), não se sabe como será a liderança neste
novo mundo, tão característico por modificações rápidas e sedento de respostas
igualmente velozes. Com certeza novas teorias surgirão e continuaremos
buscando uma melhor performance dos líderes e liderados. Embora se saiba que
não há um tipo de liderança mais correto no contexto geral e que também não
deve ser aplicado isoladamente a fim de que se produza o efeito esperado.

Referências:
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�SAVI, A. E.; SEHNEN, S.; ERDMANN, R. H. Abordagens alusivas à teoria da
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&lt;https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoeducacao/article/view/1119&gt;.
Acesso em: 2 jul. 2013.

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