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                  <text>Preservar a Memória para conservar a história: Obras raras da
Biblioteca Hugo Dantas da Silveira

Vanessa Dias Santiago (FURG) - vanessasantiago@furg.br
Maria Helena Machado de Moraes (FURG) - hmachmor@gmail.com
João Fernando Igansi Nunes (UFPEL) - fernandoigansi@gmail.com
Resumo:
O presente trabalho busca discutir a relevância de políticas voltadas para a gestão de acervos,
no que se refere a obras raras/especiais e a preservação deste patrimônio em meio à relação
documento, história e memória, e o acesso à informação. Observa-se que parte da
documentação história e científica brasileira se encontra em instituições científicas, históricas
e nas universidades. Todavia em algumas instituições, ainda, não foram implantadas medidas
de preservação em relação à memória e identidade de seus acervos. Como exemplo, cita-se a
Biblioteca Hugo Dantas da Silveira da Universidade Federal do Rio Grande - FURG, que
desenvolveu projeto para a preservação do patrimônio documental de seu acervo de obras
raras/especiais. De acordo com a análise das obras de sua coleção, observou-se a necessidade
de criar políticas para este acervo, a partir de suas especificidades e, com isso a preservação,
resgate da memória e o acesso a informações histórias.
Palavras-chave: Bibliotecas universitárias. Obras raras/especiais. Preservação da memória
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Introdução
É notório o crescimento da produção científica do país nas últimas décadas,
sendo as universidades centro desta premissa. As Universidades são espaços de
produção de conhecimento, consequentemente, geradoras de patrimônios
documental, bibliográfico, intelectual, tecnológico e artístico a serem preservados. A
biblioteca universitária, neste contexto, constitui-se em um importante instrumento
de recuperação, acesso e preservação desses conhecimentos. (BOERES, 2004).
Preservar a memória das Bibliotecas é manter viva tanto a memória das
bibliotecas como da Instituição a que pertencem, pois, a história das bibliotecas está
diretamente ligada a história da Instituição. Contribuir com a preservação do acervo
da biblioteca, é possibilitar o acesso ao caminho percorrido na história, viabilizando
o contato com as relações culturais, patrimoniais e institucionais.
É indiscutível que bibliotecas, arquivos e museus preservem a memória e o
patrimônio histórico através de seus acervos. Assim como, estas instituições de
memória têm a função também de colaborar para a disseminação do conhecimento.
Assim, preservação da memória e da identidade das Bibliotecas, faz parte de um
conjunto de fatores que podem contribuir para a organização do processo e do
sentido histórico da universidade, bem como a divulgação dos serviços prestados
pelas bibliotecas e disseminação de seus acervos.
Neste pensar, busca-se discutir os processos adotados pela Biblioteca Hugo
Dantas da Silveira da Universidade Federal do Rio Grande - FURG, para preservar
materiais considerados obras raras/ históricas e/ou especiais. A primeira etapa foi
de identificar, selecionar e organizar os materiais bibliográficos que podem ser
considerados como tal. Permitindo que, posteriormente organize-se o acesso e
estudos desses materiais.
Em conjunto, foram discutidos os critérios que norteiam o desenvolvimento
de políticas para este procedimento. Foram analisadas as diretrizes da Fundação
Biblioteca Nacional (2000), assim como foi utilizado ainda, como método de
averiguação Pinheiro (1989) permitindo a identificação de livros com características
singulares e que apresentem valor para a instituição no que tange seus autores e ou
doadores com obras dedicadas.

�Neste contexto, o livro, pode ser definido como obra rara quando ele possui
valor histórico devido ao período ou as condições em que foi produzido, também se
deve considerar a presença de determinadas características que individualizam cada
exemplar. Como apresentado pela Biblioteca Nacional, obras raras são:
Materiais bibliográficos e documentais de valor inestimável devido à
antiguidade, autoria, primeiras edições, esgotamento da edição,
exemplares autografados pelo autor, propriedades e características físicas
peculiares, edições comemorativas com tiragens reduzidas e outros
critérios de raridade. (BRASIL, 2000, p. 64-65).

Obras raras não são matérias mortas, inertes à realidade, pelo contrário, essas
obras são ferramentas indispensáveis à construção da ciência moderna e,
consequentemente, para a melhoria da sociedade. Silva e Freire (2006). Observa-se
que durante o processo de seleção dos materiais bibliográficos, é necessário que cada
instituição estabeleça critérios que viabilizem a identificação de possíveis obras raras
possibilitando a diferenciação destes recursos de itens obsoletos que não possuem
valor histórico.
A Constituição brasileira de 1988 toma o documento como um dos elementos
que compõem o Patrimônio Cultural brasileiro, de acordo com o Art. 216:
Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e
imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de
referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos
formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem: - as formas de
expressão; II - os modos de criar, fazer e viver; III - as criações científicas,
artísticas e tecnológicas; IV - as obras, objetos, documentos, edificações e
demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; V - os
conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico,
arqueológico, paleontológico, ecológico e científico (BRASIL, 1988, p. 123).

Percebe-se que o patrimônio cultural brasileiro é formado por todos os meios
de expressão, materiais ou imateriais, consistindo na memória da sociedade,
incluindo os documentos bibliográficos. O patrimônio documental que se encontra
nas bibliotecas e arquivos constitui uma parte importante dessa memória e reflete a
diversidade de povos, línguas e culturas. Preservar o patrimônio cultural e
documental das bibliotecas é indispensável para a preservação da memória coletiva
dos povos.
Evidencia-se a importância da preservação do patrimônio documental na
relação documento-história-memória, para as bibliotecas universitárias, tendo em
vista o acesso à informação através de seus frequentadores. Ainda como apontado
por Serrai (1975, p. 142) ressalta “[...] a biblioteca, como memória coletiva das
experiências existenciais, científicas e culturais, do indivíduo ou da sociedade” e
compete “a biblioteca reunir os documentos elaborados, os produtos intelectuais e
espirituais das gerações”.
Vale ressaltar que a maior parte da documentação história e científica
brasileira estão estabelecidas nos acervos das bibliotecas de instituições científicas,

�históricas e nas universidades. Todavia em grande parte dessas instituições ainda
não foram incorporadas medidas de preservação de acervos, a fim de preservar sua
memória e identidade através de seus acervos. Podemos dizer ainda que, há muito a
ser feito no que compete à preservação do patrimônio documental das bibliotecas.
Desta forma Santos (2018, p. 81) destaca:
[...] a relação memória-história-arquivo também é percebida na
constituição das chamadas instituições de memória, ou seja, entidades que
tomam pra si a responsabilidade de preservar sua memória através da
composição de uma história que a legitima. Entram em cena os museus,
bibliotecas e centros de documentação e de memória, espaços que tem por
objetivo a reunião de acervos que podem servir de referência para a
construção e disseminação de conhecimento, e também para manter viva
uma ideia subjetiva de passado.

Neste sentido aponta-se que contribuir com a preservação da história do
Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande - FURG é registrar a
memória do caminho percorrido na história e viabilizar sua perene memória para a
posteridade, bem como reservar as suas relações culturais, patrimoniais e
institucionais que a mantém como ícone patrimonial da FURG, visto que garantir a
compreensão de nossa memória social preservando o que for significativo dentro de
nosso vasto repertório de elementos componentes do patrimônio cultural, é a
justificativa do por que preservar (LEMOS, 2006).
Assim, preservação da memória das Bibliotecas, faz parte de um conjunto de
fatores que podem contribuir para a organização do processo e do sentido histórico
da Universidade, bem como a divulgação dos serviços prestados pelas bibliotecas e
disseminação de seus acervos.
Método da pesquisa
Na primeira etapa do projeto foi realizada pesquisa no acervo bibliográfico da
Biblioteca Hugo Dantas da Silveira, para seleção e organização das obras que
atendem os critérios estabelecidos pela equipe envolvida no projeto, formada por
bibliotecários e alunos do curso de biblioteconomia.
Após a seleção e análise, as obras foram organizadas 4 (quatro) categorias:
Raros: apresentam características adotadas de raridade; Históricos ou especiais que apresentam itens de valor histórico, Obsoletos - livros que não se enquadram
nos critérios de raridade; e Deteriorados - livros que não podem ser disponibilizados
aos usuários em função do mau estado de conservação.
Para a organização dos itens foram criadas planilhas no Google Docs
identificando cada item.
As obras foram temporariamente alocadas em estantes no almoxarifado da
Biblioteca Hugo Dantas da Silveira, para posterior limpeza e marcação de
identificação destas em acordo com as especificidades de cada item. No decorrer do

�tempo a alocação em espaços condizentes com as características, raros e/ou
históricos, de cada obra para acesso à comunidade em geral.
Resultados e discussão dos dados
O processo de desenvolvimento de uma política para obras raras/históricas
iniciou com a revisão de literatura sobre o tema e discussões com a equipe da
biblioteca. Os seguintes critérios foram adotados para o desenvolvimento do
trabalho;
Impressões estrangeiras realizadas nos Séculos XV, XVI, XVII e XVIII; Livros
impressos até 1860; Edições Clandestinas; Edições de tiragens reduzidas; Edições
especiais ou de luxo para bibliófilos; Exemplares de coleções especiais (belas
encadernações, ex-libris, carimbos, marcas d’água, selos, etc.);Exemplares com
anotações manuscritas de importância, incluindo dedicatórias; Obras esgotadas;
Obras científicas de assuntos tratados à luz da época em que foram produzidas,
datadas do período inicial da ascensão de determinada ciência; Exemplares que,
comprovadamente, pertenceram a personalidades importantes; Publicações
impressas em circunstâncias especiais, períodos de guerra, por exemplo; e Trabalhos
monográficos originais elaborados por personalidades importantes.
Ressalta-se que os materiais que não apresentam essas especificidades, mas
que possuem alguma característica peculiar será analisado pelos profissionais
envolvidos no projeto. Estes exemplares poderão ser denominados obras raras se as
características apresentadas forem consideradas relevantes ou, constatado que a
obra possui valor histórico.
Imagem 1 - Fotos de alguns livros analisados e separados para compor a
coleção de raros/históricos e especiais

Fonte: Acervo da Biblioteca Hugo Dantas da Silveira

A Imagem 1 apresenta livros que passaram pela análise e foram selecionadas
por apresentar critérios relevantes como assinatura de autores que colaboraram com
a criação do curso de Direito na Universidade Federal do Rio Grande - FURG, sendo
separados para compor o acervo de obras históricas/especiais.
Livros como Geometria descritiva, trabalhado manualmente, também foram
recuperados e guardados. Outros apresentam carimbos e data relevantes, alguns

�inclusive já se encontram na coleção de obras raras da Biblioteca Nacional. Também
foram recuperados livros de valor comercial alto, sendo guardados para análise
futuro.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
No decorrer desta etapa do projeto, obteve-se panorama acerca das
incontáveis possibilidades de resgate da memória através da preservação e acesso às
obras raras/históricas que existem na Biblioteca Hugo Dantas da Silveira. O
processo de pesquisa, seleção e organização dos materiais está em andamento,
pretende-se no futuro disponibilizar as obras recuperadas, já limpas e classificadas,
para acesso de toda a comunidade acadêmica, contribuindo para pesquisas e o
resgate da memória e patrimônio que consta na Biblioteca.
Neste pensar, é imprescindível o desenvolvimento de políticas para obras
raras/históricas e especiais nas bibliotecas universitárias, com o intuito de
salvaguardar o conhecimento produzido em prol do resgate da memória e do
patrimônio da humanidade.
REFERÊNCIAS
BOERES, Sonia Araújo de Assis. Política de preservação da informação digital em
bibliotecas universitárias brasileiras. 2004. 167 f. Dissertação (Mestrado em Ciência
da Informação) - Departamento de Ciência da Informação e Documentação, Universidade
de
Brasília,
Brasília,
2004.
Disponível
em:
http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/1693/1/Dissertacao_Sonia.pdf Acesso em: 16
mar. 2019.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do brasil.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm.
Acesso em: 16 mar. 2019.
Fundação Biblioteca Nacional. Biblioteca Pública: princípios e diretrizes. Rio de
Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2000.
LEMOS, Carlos A.C. O que é patrimônio histórico. São Paulo: Brasiliense, 2006.
PINHEIRO, Ana Virgínia Teixeira da Paz. Que é livro raro?: uma metodologia para o
estabelecimento de critérios de raridade bibliográfica. Rio de Janeiro: Presença, 1989.
SANTOS. Amanda Carvalho dos. Perspectivas arquivísticas em centros de memória.
Archeion Online. João Pessoa, v.6, n.1, p.80-95, jan./ jun. 2018. Disponível em:
file:///C:/Users/Furg.REFERENCIACOORD/Downloads/39736-97781-1-PB.pdf Acesso
em: 05 mar. 2019.
SERRAI, Alfredo. História da biblioteca como evolução de uma ideia e de um sistema.
Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 4, n. 2, p. 141161, set.1975.

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