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                  <text>Inovação e Intraeempreendedorismo em biblioteca universitária: o
Projeto Bibliobreak da Universidade Federal Rural da Amazônia

Merabe Carvalho Ferreira da Gama (UFRA) - merabecarvalho@yahoo.com.br
LETÍCIA LIMA DE SOUSA (UFRA) - llsleticia.sousa@gmail.com
Resumo:
Trata-se de um relato de experiência sobre o projeto Bibliobreak realizado diariamente no
auditório da biblioteca central Lourenço José Tavares Vieira da Silva da Universidade Federal
Rural da Amazônia (UFRA). O projeto nasceu com o intuito de proporcionar uma programação
diária levando informação e entretenimento no horário do intervalo do almoço, de 13:00 às
14:00, de segunda a sexta a alunos que buscavam a biblioteca nesse horário apenas para
aguardar até o próximo turno de aulas. Continuamente, são exibidos filmes, séries,
documentários, vídeos, entre outras. O Bibliobreak oportuniza ainda a discussão de temas de
caráter social e cultural, tais como, consciência negra, movimento LGBT, dentre outros. Os
resultados da execução do projeto foram a abrangência social, redução dos ruídos no salão de
estudos em grupo, qualidade no atendimento ao usuário, formação social e cultural,
cumprimento do papel social e cultural da biblioteca, aproximação entre a biblioteca e seus
usuários e criação de um espaço democrático para a discussão de diversos temas relevantes.
Um dos resultados mais expressivos foi a premiação em 1º lugar na modalidade Qualidade na
Gestão Pública e 1º lugar Geral no Prêmio Novos Ventos de Boas Práticas em Gestão Pública
da UFRA. Conclui-se que o Bibliobreak solucionou os problemas ao oferecer de forma contínua
uma programação diversificada à comunidade acadêmica e externa. O alcance do Bibliobreak
tem sido cada vez maior com a divulgação da programação por meio das redes sociais (site da
biblioteca, facebook, instagram e whatsapp).
Palavras-chave: Biblioteca Universitária
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Inovação e Intraeempreendedorismo em biblioteca universitária: o
Projeto Bibliobreak da Universidade Federal Rural da Amazônia
1 Introdução
A missão primordial das Bibliotecas universitárias é a garantia do suporte
informacional às atividades de ensino, pesquisa e extensão das universidades a qual
estão vinculadas (CUNHA; CAVALCANTI, 2008). Entretanto, a biblioteca
universitária há muito tempo já não é vista apenas como espaço de armazenamento
de informação, mas também como local que apoia, inspira e forma os que estão em
busca de conhecimento (LEITÃO, 2005).
Neste cenário, o avanço das tecnologias de informação e comunicação
possibilitou diversas formas de proporcionar o suporte informacional aos usuários
de bibliotecas. Esse avanço amplia a capacidade das bibliotecas oferecerem novos
serviços e produtos, além de permitir a criação de novas formas de acesso ao
conhecimento.
Entretanto, é fundamental para a sobrevivência das bibliotecas que a
informação seja mediada de forma inovadora. Desse modo, dois termos cuja
abordagem é relevante e que se relacionam com a criação de novos serviços nas
bibliotecas universitárias é o Intraempreendedorismo e a Inovação. O primeiro é a
disposição que funcionários, colaboradores e gestores possuem para empreender
dentro das organizações na qual atuam, enquanto que o segundo está ligado a
capacidade de criar algo novo ou realizar algo já existente porém utilizando novos
procedimentos.
Nessa perspectiva esse relato tem por objetivo apresentar o Bibliobreak, uma
ação intraempreendedora desenvolvida em uma biblioteca universitária, que se

�apoia na tecnologia para proporcionar acesso ao conhecimento de um modo
inovador.
2 Relato da experiência
O Bibliobreak é um projeto da seção de referência da Biblioteca Lourenço
José Tavares Vieira da Silva – BLJTVS, da Universidade Federal Rural da Amazônia
- UFRA, localizada em Belém do Pará. Foi criado como iniciativa para solucionar um
problema que a BLJTVS já enfrentava a vários anos.
Devido à UFRA possuir cursos com o horário integral é comum muitos
discentes permanecerem por todo o dia na universidade. Com o tempo livre entre os
turnos matutino e vespertino, muitos alunos se dirigem à biblioteca, logo após o
almoço para aguardar até o início do segundo turno de aulas, fazendo com que o
fluxo de usuários na BLJTVS aumente consideravelmente.
Por meio de observação empírica e dos relatórios da biblioteca constatou-se
que o período compreendido entre 13 e 14 horas é o de maior fluxo na biblioteca.
Entretanto, a gerência do setor de referência observou que o público que frequentava
a biblioteca nesse horário era formado por dois grupos com interesses distintos: o
primeiro buscava a biblioteca para utilizar os seus serviços, enquanto o segundo
frequentava a BLJTVS, procurando um local de lazer antes do início do próximo
turno de aulas.
Desse modo a biblioteca passou a enfrentar dois problemas principais,
relatados a seguir: 1) Dificuldade de proporcionar acesso ao conhecimento. Isso
porque alguns alunos, procurando por um momento de descanso entre os turnos de
aulas, deitavam-se nos corredores, entre as estantes da biblioteca, obstruindo e
dificultando o acesso as estantes por outros estudantes; 2) Dificuldade em oferecer
um espaço de estudo. Muitos usuários ocupavam o salão de estudos da biblioteca
apenas para conversar com os amigos e acabavam por dificultar a concentração dos
demais que estavam utilizando o espaço para fins acadêmicos.
A gerência do setor de referência da biblioteca observou que essa situação
ocorria devido ao fato dos usuários não terem um lugar ao qual se dirigir no intervalo
entre os dois turnos de aulas. Desta forma, a gerência do setor de referência passou
a buscar uma forma de atender aos interesses dos dois grupos distintos que
frequentavam a biblioteca.

�Assim, projetou-se o Bibliobreak, que consiste em oferecer uma programação
para os usuários da biblioteca, no momento do intervalo entre as aulas (13-14h), de
segunda a sexta-feira. A programação ocorre no auditório da BLJTVS com
capacidade para 100 lugares.
A programação que é oferecida tem por objetivo mediar informação de
interesse dos usuários, de uma maneira inovadora em bibliotecas. Isso porque além
de ocorrer todos os dias letivos, o Bibliobreak não utiliza qualquer outro recurso que
a UFRA já não disponha, como: internet, energia elétrica e a equipe de servidores. O
suporte informacional utilizado são: vídeos do Youtube, filmes, séries, palestras e
dinâmicas que ocorrem geralmente em datas comemorativas. Busca-se assim aliar
informação e entretenimento.
Os vídeos do Youtube, bem como os filmes e séries são selecionados pela
equipe de bibliotecários seguindo os critérios para seleção de materiais de
informação propostos por Vergueiro (2010). Pesquisa-se no Youtube vídeos de
canais de universidades, organizações privadas com reconhecimento social,
organizações públicas, além de profissionais experientes no assunto que se está
pesquisando.
Os filmes e séries utilizados são do próprio acervo da biblioteca ou ainda de
usuários e servidores que emprestam à biblioteca: filmes, séries e vídeos que julgam
relevantes. Já as palestras são organizadas pela biblioteca e por alguns usuários que
integram grupos de estudos na UFRA.
No Bibliobreak os usuários tem a oportunidade de ter contato com
informações que contribuem tanto para a sua vida acadêmica quanto para a sua vida
cultural e social. São abordados temas como: educação financeira, combate ao
racismo, combate a LGBTfobia, meio ambiente, normalização, oratória, gestão do
tempo, currículo lattes, português para concursos, matemática para concursos,
dentre outros.
Os temas são selecionados pela equipe de bibliotecários, que pesquisa
mensalmente junto aos usuários qual a necessidade de informação. A BLJTVS
mantém também parceria com outros departamentos da UFRA, como Pró-reitoria
de Ensino e Pró-reitoria de Assuntos Estudantis que utilizam o espaço do

�Bibliobreak para realizar programações de integração entre os discentes da
universidade.
O Bibliobreak ocorre há cerca de um ano e como resultados podemos apontar:
a) Abrangência social: Como a BLJTVS pertence a uma universidade pública é
também aberta aos cidadãos, que podem participar do Bibliobreak;
b) Redução dos ruídos no salão de estudos em grupo: Mediu-se com aplicativo
para celular “Decibelímetro” a emissão de sons no espaço, a qual reduziu em
22,3 %, após o início do projeto;
c) Mais qualidade ao usuário da Biblioteca, permitindo um atendimento mais
acolhedor;
d) O Bibliobreak acabou se tornando um projeto de formação na Biblioteca,
onde são discutidos vários temas, como: racismo, educação financeira,
educação ambiental, cidadania, etc;
e) Por meio da aplicação de questionários aos usuários constatou-se que: 88,1 %
dos entrevistados avaliam o projeto como excelente; 88,2 % dos usuários
entrevistados consideram que o Bibliobreak contribui para a sua vida
acadêmica e 94,1% dos usuários entrevistados consideram que contribui para
a sua vida cultural;
f) Permite contribuir para o desempenho do papel social da biblioteca, com
poucos recursos;
g) Trouxe aproximação entre a biblioteca e seus usuários;
h) Abertura de um espaço na biblioteca para a realização de palestras de diversos
grupos (Levante Popular da Juventude, Liga Acadêmica de Patologia
Veterinária, Grupo de Estudos de Animais Silvestres, Liga Acadêmica de
Farmacologia Veterinária, etc);
i) Premiado em 1º lugar na modalidade Qualidade na Gestão Pública e 1º lugar
Geral no Prêmio Novos Ventos de Boas Práticas em Gestão Pública da UFRA
(UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA, 2018).
A partir desses resultados observa-se que o Bibliobreak foi além do que foi
inicialmente proposto, uma vez que inicialmente buscava-se a redução dos ruídos no
salão de estudo em grupo e a desobstrução dos corredores da biblioteca. Deste modo,

�percebe-se que a Inovação e o Intraempreededorismo possibilitam maior alcance da
missão da biblioteca universitária.
3 Considerações finais
O Bibliobreak, diariamente, propicia lazer e informação no horário de 13:00
às 14:00. De imediato percebeu-se a aceitação pela comunidade acadêmica
(discentes, docentes e técnico-administrativos).
Atualmente, seu alcance tem sido cada vez maior devido à utilização das redes
sociais (site da biblioteca, facebook, instagram e whatsapp) utilizadas para divulgar
a programação diária. Com isso obteve-se a participação massiva destes na escolha
do conteúdo a ser exibido por meio de votações via facebook. Isso foi essencial para
que a comunidade interna e externa fosse participante ativa na montagem da
programação, imprimindo um caráter deliberativo.
Este se transformou também em um ambiente democrático no qual os
distintos movimentos sociais se fazem ouvir sem censura, tais como, o movimento
LGBT, oportunizando também um espaço para discussões sobre consciência negra,
prevenção ao suicídio (setembro amarelo), dentre outras, contribuindo para a
formação de cidadãos reflexivos sobre a sociedade em que vivem e para a ocorrência
do processo educativo dentro e para além dos muros da universidade.
Referências
CUNHA, M. B. da.; CAVALCANTI, C. R. O. Dicionário de Biblioteconomia e
Arquivologia. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2008.
LEITÃO, B. J. M. Avaliação qualitativa e quantitativa numa biblioteca
universitária. Niterói: Intertexto; Rio de Janeiro: Interciência, 2005.
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA. Servidores recebem
prêmio por práticas inovadoras de Gestão Pública. 2018. Disponível em:
https://novo.ufra.edu.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1868:
servidores-recebem-premio-em-reconhecimento-a-praticas-inovadoras-de-gestaopublica&amp;catid=17&amp;Itemid=121. Acesso em: 10 abr. 2019.
VERGUEIRO, W. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas.
Brasília: Briquet de Lemos, 2010

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