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                  <text>Implementação de uma biblioteca na Diretoria de Inovação e
Metodologias de Ensino - GIZ/UFMG

Jéssica Patrícia Silva de Sá (UFMG) - j.jessicadesa@gmail.com
Resumo:
A implementação de uma biblioteca é uma atividade que exige planejamento e organização,
devendo ser gerenciada por um bibliotecário com a colaboração de uma equipe competente.
Esse relato de experiência descreve a estruturação da biblioteca da Diretoria de Inovação e
Metodologias de Ensino – GIZ, vinculada à Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) da
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A estruturação de uma biblioteca no GIZ,
atividade desenvolvida pela própria equipe, partiu da necessidade de organizar a coleção de
livros existente na Diretoria. Essa coleção, proveniente de doações, encontrava-se
completamente dispersa, armazenada em diferentes locais. O objetivo da biblioteca do GIZ foi
organizar a coleção, tornando possível reunir e conhecer os livros existentes na Diretoria,
além de disponibilizá-los para empréstimo.
Palavras-chave: desenvolvimento de coleções, implementação, biblioteca
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

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�1 INTRODUÇÃO
A implementação de uma biblioteca é uma atividade que exige planejamento
e organização, devendo ser gerenciada por um bibliotecário com a colaboração de
uma equipe competente. Esse relato de experiência descreve a estruturação da
biblioteca da Diretoria de Inovação e Metodologias de Ensino – GIZ, vinculada à PróReitoria de Graduação (PROGRAD) da Universidade Federal de Minas Gerais
(UFMG).
A diretoria GIZ é orientada aos assuntos pedagógicos da UFMG, com o
objetivo de desenvolver uma rede de práticas educativas, atuando por meio da
realização de estratégias voltadas para a melhoria do Ensino Superior, que ocorrem
através da promoção de ações como percursos formativos para professores e
graduandos, congressos anuais, edição de uma revista científica e intervenções
pedagógicas (GIZ, 2019).
A Diretoria de Inovação e Metodologias de Ensino foi criada em 2008 a
partir do Programa REUNI com o objetivo de aprimorar as práticas de
ensino na graduação. Inicialmente, apoiou a implantação dos cursos REUNI
junto às novas propostas curriculares e gradualmente foi assumindo as
demandas pedagógicas dos demais cursos da UFMG (GIZ, 2019, on-line).

O GIZ é composto por uma equipe fixa, que conta com oito servidores
técnico-administrativos da Universidade, tanto da área administrativa como também
da área educacional, por exemplo, os pedagogos. Além disso, o GIZ possui uma
equipe rotativa, que conta com professores aposentados e vários alunos de
graduação e pós-graduação dos mais diversos cursos da UFMG. Os alunos de
graduação possuem uma bolsa do Programa de Monitoria de Graduação (PMG), já
os pós-graduandos estão vinculados ao Programa de Incentivo à Formação Docente
(PIFD), ambos os programas são vinculados à Pró-Reitoria de Graduação Prograd/UFMG. A diretoria também conta com o trabalho de uma menor aprendiz
(GIZ, 2019).
A estruturação de uma biblioteca no GIZ, atividade desenvolvida pela própria
equipe, partiu da necessidade de organizar a coleção de livros existente na Diretoria.
Essa coleção, proveniente de doações, encontrava-se completamente dispersa,
armazenada em diferentes locais. O objetivo da biblioteca do GIZ foi organizar a
coleção, tornando possível reunir e conhecer os livros existentes na Diretoria, além
de disponibilizá-los para empréstimo.

�2 A NECESSIDADE DE CRIAÇÃO DE UMA BIBLIOTECA
A ideia de organizar uma biblioteca na Diretoria surgiu no segundo semestre
de 2018 e partiu de uma funcionária técnico-administrativa, a pedagoga Zulmira
Medeiros Roque, que percebeu a necessidade de organizar a coleção de livros
existente, diagnosticando que a unidade possuía vários livros armazenados em
distintos armários, provenientes de doações dos próprios funcionários. A pedagoga
convocou todos os servidores e bolsistas, com a intenção de procurar voluntários
para formar uma equipe destinada a organizar essa coleção, de forma que os livros
pudessem ser registrados e disponibilizados para empréstimo. Por ser formada em
Biblioteconomia, me voluntariei a atuar como bibliotecária na equipe, sendo
mestranda em Ciência da Informação vinculada ao PIFD. Posteriormente, fui
nomeada pela pedagoga como coordenadora das atividades da biblioteca. A equipe
contou também com duas alunas de graduação, Ana Luiza Alves Moreira e
Lohuama Santos Lima Tourinho Lisboa, a aluna de pós-graduação Fabiana de
Oliveira Bernardo e a menor aprendiz Ana Júlia Magalhães de Paula.
O primeiro passo da equipe da biblioteca foi realizar uma reunião em agosto
de 2018, intencionando discutir os reais objetivos da biblioteca, planejar as principais
tarefas a serem executadas e distribuir as atividades entre os membros da equipe.
Após a reunião, foi elaborada uma Política de Formação e Desenvolvimento do
Acervo (PFDA), com o objetivo de delinear critérios para orientar a tomada de
decisão, promovendo um desenvolvimento equilibrado do acervo, condizente com os
objetivos da biblioteca do GIZ.

3 CONSTRUINDO UMA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO
ACERVO
Conforme Vergueiro (1989, p. 25), os propósitos de uma Política de Formação
e Desenvolvimento de Acervo dizem respeito a “deixar clara a filosofia a nortear o
trabalho do bibliotecário no que diz respeito à coleção”. Segundo o autor, essa
política permite tornar público o relacionamento entre o desenvolvimento da coleção
e os objetivos da instituição a que essa coleção deve servir.
Dessa forma, na PFDA da biblioteca do GIZ delineou-se o perfil dos usuários
da biblioteca, sendo eles os próprios funcionários, técnico-administrativos e bolsistas
de graduação e de pós-graduação. Considerou-se também que poderão ser

�realizados empréstimos especiais para outros usuários da comunidade da UFMG,
mediante autorização da equipe da biblioteca. Em relação aos serviços prestados
pela biblioteca definiu-se que serão oferecidos: consulta local ao acervo, empréstimo
de livros, renovação do empréstimo e reserva de livros.
Decidiu-se que o acervo da biblioteca seria predominantemente voltado para
a área da Educação, uma vez que o GIZ configura-se como Diretoria relacionada à
melhoria do Ensino Superior. Contudo, poderão também constituir o acervo livros
técnicos e teóricos de outras áreas do conhecimento consideradas afins à área da
Educação ou livros que sejam considerados pertinentes pela equipe da biblioteca. O
acervo também pretende abranger livros de Literatura, com a intenção de incentivar
a leitura de lazer e reflexão entre os funcionários do GIZ.
Quanto à formação do acervo, a PFDA prevê que a constituição e
desenvolvimento do acervo da biblioteca necessitam de organização e critérios.
Dessa forma, a formação do acervo será acompanhada pela equipe da biblioteca,
que analisará todo o material passível de ser incorporado à coleção. Foram definidos
alguns critérios para a seleção do acervo: adequação do material aos objetivos do
GIZ, condição física do material, qualidade do conteúdo, demanda, necessidade de
determinado assunto, autoridade do autor ou editor, atualidade da obra, idioma
acessível.
Estabeleceu-se que a única forma de aquisição de material da biblioteca do
GIZ é a doação, uma vez que o acervo constitui-se essencialmente de doações de
terceiros. Portanto, as doações à biblioteca devem ser incentivadas. As doações
serão recebidas pela biblioteca e analisadas conforme os critérios de seleção de
material para o acervo. A equipe da biblioteca julgará a pertinência do material, não
tendo obrigatoriedade de incorporar os itens doados ao acervo. Portanto, a
biblioteca poderá recusar doações que não atendam aos critérios estabelecidos na
seleção. Caso haja interesse da biblioteca em receber a doação, o doador deverá
assinar o Termo de Doação.
De acordo com a PFDA, o acervo da biblioteca deverá ser sistematicamente
avaliado para verificação da sua adequação e qualidade. A avaliação permitirá o
acompanhamento do crescimento do acervo e a atualização das diretrizes de
seleção, aquisição, descarte e da própria Política de Formação e Desenvolvimento
do Acervo. A avaliação será feita pela equipe da biblioteca de forma quantitativa e
também qualitativa.

�Definiu-se também alguns critérios para o descarte, que consiste na retirada
do material do acervo, com a devida baixa do seu registro. O descarte poderá ser
feito nos seguintes casos: inadequação, desatualização, desuso, desgaste ou
danificação.
A equipe da biblioteca é responsável pela revisão da Política de Formação e
Desenvolvimento do Acervo. É essencial que a PFDA seja revisada anualmente ou
quando houver necessidade de alterações. Essa atualização constante permite que
a biblioteca permaneça em conformidade com seus objetivos e seu crescimento seja
voltado para atender às necessidades informacionais de seus usuários.

4 ORGANIZANDO UMA BIBLIOTECA NA PRÁTICA
De acordo com Vergueiro (1989), o desenvolvimento de coleções é, acima de
tudo, um trabalho de planejamento, exigindo comprometimento com metodologias. O
desenvolvimento de coleções é um processo, de modo que as atividades ligadas à
coleção não podem ser compreendidas isoladamente.
Dessa maneira, a organização da biblioteca do GIZ foi realizada em algumas
etapas, visando sempre a coerência das ações para organização do processo de
desenvolvimento da coleção. Para organizar a biblioteca percebeu-se a necessidade
de dividir a equipe em dois grupos, assim, uma parte da equipe ficou responsável
pelo arranjo do espaço físico e a outra parte incumbida do tratamento técnico da
coleção. Dessa forma, as duas alunas de graduação e a pedagoga ficaram
responsáveis pela organização do espaço físico e estético do ambiente, reunindo
todos os livros da diretoria em uma única sala, providenciando um local e uma
estante para armazenar o acervo. O espaço escolhido foi a sala onde há uma maior
circulação de pessoas, visto que é o ambiente onde estão disponíveis os
computadores utilizados pela equipe de estudantes, sendo também utilizada como
sala de reuniões.
A outra parte da equipe ficou sob minha orientação, contando com a
colaboração da pós-graduanda e da menor aprendiz, atuamos diretamente na
seleção, catalogação e classificação de cada item da coleção.
Para organização da biblioteca, foi feita uma seleção dos itens pertinentes
para compor o acervo, conforme os critérios estabelecidos na PFDA. Ao todo foram
selecionados 82 livros, dentre eles, livros teóricos e periódicos de Educação e áreas

�afins, como Ciências Sociais e Psicologia, além de alguns livros de Literatura
brasileira e infanto-juvenil. Foram disponibilizados para doação livros didáticos, livros
de autoajuda e de temáticas não condizentes com a PFDA.
Os 82 exemplares selecionados foram catalogados de forma simplificada,
com o uso de uma planilha onde foram inseridos os dados. A classificação
bibliográfica foi feita com base na Classificação Decimal de Dewey. Os livros foram
devidamente etiquetados com a notação adequada e acondicionados na estante.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
É interessante ressaltar que a necessidade da criação de uma biblioteca foi
percebida pela própria Diretoria, o que desmistifica a ideia de que as bibliotecas são
necessárias somente em alguns setores acadêmicos, como os prédios das escolas
e faculdades. A criação da biblioteca do GIZ torna notória a necessidade de
organização de bibliotecas e coleções em outros setores acadêmicos, como, no
caso, as diretorias.
A organização dessa coleção de livros, que no momento conta com apenas
82 exemplares, tende a crescer e se tornar verdadeiramente uma biblioteca, que
possa dar suporte às atividades desenvolvidas no GIZ. Acredita-se que,
futuramente, com maior número de exemplares e efetivo uso da biblioteca pelos
usuários, poderá ser apresentada uma proposta para inclusão da biblioteca do GIZ
no Sistema de Bibliotecas da UFMG.
A coleção do GIZ já encontra-se organizada e disponível para consulta interna
desde dezembro de 2018. Após o cadastro dos usuários, sendo eles os funcionários
e a equipe de alunos que atuam na diretoria, será possível realizar o empréstimo de
livros.
REFERÊNCIAS
GIZ. 2019. Disponível em: https://www.ufmg.br/giz/institucional/. Acesso em: 30 jan.
2019.
VERGUEIRO, Waldomiro de Castro Santos. Desenvolvimento de coleções. São
Paulo: Associação Paulista de Bibliotecários, 1989. 106 p.

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