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                  <text>IMPLANTAÇÃO DE SOFTWARE DE GESTÃO DE BIBLIOTECA
ESCOLAR NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE VILA VELHA - ES

Eliana Terra Barbosa (PMVV) - elianaterra@hotmail.com
Adriana Olegario da Silva (PMVV) - p.dourado@yahoo.com.br
Resumo:
Este trabalho pretende relatar o processo de escolha do software que melhor atendesse as
necessidades do sistema de bibliotecas escolares da rede municipal de ensino de Vila Velha ES. Como forma de mantê-las atualizadas com as novas tecnologias da informação, fez-se
necessário a escolha de um software que contribuísse com os profissionais bibliotecários, a fim
de levar qualidade no serviço e atendimento dos alunos e profissionais das instituições de
ensino da rede. Quando se faz referência a manutenção de profissionais qualificados e
competentes para atendimento nas bibliotecas escolares, é necessário também oferecer a
estes, equipamentos que permitam colocar em prática todo o seu conhecimento técnico e
teórico e sirvam de instrumento base para o desenvolvimento do trabalho a eles confiados.
Assim, para garantir o acervo de uma biblioteca escolar organizado e disponibilizá-lo com
rapidez o ideal é recorrer à automatização, que muito contribui à medida que dinamiza o
tempo do leitor por meio de buscas rápidas e específicas, garantindo a eficiência do trabalho
do bibliotecário e o melhor acesso dos usuários.
Palavras-chave: Software para Biblioteca Escolar. Automação de Bibliotecas. Bibliotecário.
Rede de Bibliotecas Escolares.
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

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�INTRODUÇÃO
A biblioteca escolar no cenário atual tem como desafio ser um espaço
potencial difusor e mediador da informação. Precisa funcionar como suporte
essencial na formação sociocultural dos alunos e ser pensada como fator importante
em todos os seus aspectos. De acordo com Silva (2009, p.117) “[...] se a biblioteca
da escola estiver bem estruturada, tanto física quanto pedagogicamente, servirá à
comunidade escolar como um todo: alunos, professores e pais [...]”, bem como a
equipe técnica-pedagógica.
Diante do avanço das tecnologias da informação, manter o acervo
informatizado de uma biblioteca permite ao profissional administrar e controlar todo o
material existente, o que se torna mais acessível quando disponibilizado em rede,
facilitando inclusive a sua localização em outra biblioteca; o que possibilita a tomada
de empréstimos para professores interessados em desenvolver projetos de leitura e
outros trabalhos pedagógicos ou outras atividades que necessitem permuta de
livros. Outro fator importante é a facilidade e praticidade em apresentar por meio de
estatísticas e gráficos toda a circulação do acervo por meio de relatórios que
facilitam ao profissional controlar e tabular essas informações tão importante para o
controle e administração da biblioteca.
A modernização das bibliotecas está diretamente ligada à automação de
rotinas e serviços, com o intuito de implantar uma infraestrutura de
comunicação para agilizar e ampliar o acesso à informação pelo usuário,
tornando-se necessário haver uma ampla visão da tecnologia da informação
e sua aplicação nas organizações (CORTE et al, 1999, p. 242).

O presente trabalho pretende compartilhar a experiência de como ocorreu o
processo de escolha do software e todos os trâmites envolvidos até a sua
implantação e uso pelos profissionais bibliotecários que atuam no sistema de
bibliotecas das escolas da rede municipal de ensino de Vila Velha - ES.

RELATO DA EXPERIÊNCIA
A rede municipal de ensino de Vila Velha conta com 60 (sessenta)
bibliotecas escolares nas Unidades de Ensino Fundamental. Atuam nessas escolas
52 (cinquenta e dois) bibliotecários e 30 (trinta) auxiliares de biblioteca. Desde o ano

�de 2013, a Secretaria Municipal de Educação (SEMED) tem um setor responsável
pela coordenação das bibliotecas escolares que é administrada por um profissional
bibliotecário. Desde então, os produtos, serviços e o processamento técnico,
passam por um processo de padronização de dados.
Uma carência que se tinha observado era a gestão do acervo em rede e
cada biblioteca administrava o controle bibliográfico da forma melhor que
encontrava. Umas tinham banco de dados no Excel, outras utilizavam software livre
e outras ainda adquiriam licença de uso, vulnerabilizando o controle de circulação
dos títulos que também ficava bem prejudicado.
Para melhoria da gestão das bibliotecas, dos produtos e serviços prestados,
decidiu-se reunir, sistematizar e disponibilizar as informações existentes nos acervos
bibliográficos com a implantação de um software. Assim, vários sistemas foram
analisados e avaliados, levando-se em conta os teóricos e pesquisadores da área de
informatização de biblioteca, que destacam a ISO 2709, o Protocolo Z39.50 e o
Formato MARC; como três instrumentos essenciais ao processo de automação.
Além da equipe de coordenação de bibliotecas uma comissão de
bibliotecários participou dessa etapa de seleção e avaliação, uma vez que são esses
que conhecem as demandas da rede que atuarão diretamente na execução do
software. Segundo Martínez (2004, p. 17), “[...] investimentos, por si sós, pouco
contribuem para elevar a produtividade e a eficiência de uma instituição quando o
pessoal dos serviços de informação não está integrado aos processos de tomada de
decisão”.
Após esse processo, a equipe recomendou a aquisição do software PHILOS,
entendendo ser este, tecnicamente, o mais adequado para a automação das
bibliotecas escolares. A cessão de uso do software Philos, de forma definitiva
(perpétua), em base de dados unificadas para as 60 (sessenta) bibliotecas escolares
com tamanho de acervo ilimitado e usuários simultâneos, operadores ilimitados,
compreendendo as seguintes funções: catalogação, importação de registros pelo
ISBN, controle de periódicos, cadastro dos usuários, cadastro dos operadores,
controle de circulação, configuração do sistema, emissão de carteirinha, etiquetas e
relatórios. A escolha do Philos foi determinante pois facilita a identificação da
literatura infantojuvenil por cores, conforme Serra (2015, p. 5) relata:

�Ao aplicar cores na distribuição dos assuntos existentes, a biblioteca
favorece a apropriação dos recursos por parte dos usuários, agrupando as
temáticas nas estantes. Ao empregar este recurso no catálogo online, a
biblioteca padroniza suas ações na descrição temática do acervo,
realizando a reunião dos recursos por meio de categorias, subcategorias e
assuntos, facilitando a navegação no ambiente virtual.

Com isso a implantação do Software possibilitou: melhorias na gestão das
bibliotecas/sala de leitura escolares; organização, preservação e controle do acervo;
possibilidade de empréstimo aos usuários; promover o controle sobre a circulação
do acervo; estatísticas para tomadas de decisões; melhoria na gestão dos recursos
financeiros; estimular os alunos a leitura (SOPHIA, 2017). Apresenta diferentes
perfis de acesso de acordo com os níveis de permissão para inserção de dados e
administração do software.
Após a implantação do aplicativo, realizou-se a migração dos dados de
catalogação (obras e periódicos), cadastro de usuários e circulação de um software
livre e outro comercial. Foi realizado também treinamento in loco para capacitação
presencial na utilização/manutenção dos recursos descritos no sistema, com a
disponibilização pela empresa de suporte técnico para as demandas necessárias,
esclarecimentos de dúvidas, além de registro de sugestões de melhoria.
As bibliotecas que foram aos poucos instalando o software Philos passaram
a contar também com a facilidade em apenas incluir no sistema quantidades de
exemplares locais, pois a catalogação e classificação já fazem parte dos registos no
sistema, uma vez que ele realizou a portabilidade dos registros já existentes e as
biblitotecas tem na maioria de seus acervos os mesmos títulos, tornando necessário
apenas a inclusão dos ainda não registrados. Outra facilidade é a localização de
livros por meio do sistema em linha, que permite conhecer títulos variados existentes
na rede municipal, propiciando uma visão global do acervo.
Foi criado uma equipe de Bibliotecários-referência com a tarefa de
administrar o sistema, realizar as operações e alterações necessárias. Esses
bibliotecários

reunem-se

mensalmente

para

planejamento,

nivelamento

de

informações, discussões de melhorias e tomadas de decisão. Operacionalmente,
essa equipe dá o suporte técnico que tem permitido um enriquecimento satistatório e
dinâmico explorando de maneira ampla todos os recursos do sistema; além de
implantar um canal de comunicação entre os profissionais para assuntos diversos,
tais como: troca de vivências, esclarecimento e resolução simultânea de dúvidas;

�antecipando assim as tomadas de decisões quanto a verificação da catalogação e
classificação mais adequada para a obra de acordo com o público atendido na rede.
Atualmente, o acervo inserido no sistema tem um total de aproximadamente
20.000 (vinte mil) obras e 75.000 (setenta e cinco mil) exemplares. A média mensal
de circulação entre empréstimo, devolução e reserva é de 5.000 (cinco mil).
Importante ressaltar que algumas bibliotecas da rede ainda encontram-se
em processo de automação, pois os espaços não tinham computadores e internet,
que são instrumentos fundamentais para a realização do processamento técnico
automatizado.
Por meio de planejamento foi possível a realização de aquisição desses
equipamentos que já foi concluída e estão sendo instalados nos espaços das
bibliotecas afim de contribuir com o trabalho dos profissionais e dar continuidade a
automação desses setores dentro do ambiente escolar.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Até o presente momento os resultados obtidos com a aquisição do software
Philos tem sido bastante relevantes, pois toda a circulação do acervo realiza-se por
meio dele.
O uso diário vem aprimorando o conhecimento técnico dos bibliotecários e
facilitando a disponibilização do acervo de forma rápida e segura. As possíveis
dúvidas do processamento técnico são compartilhadas entre os profissionais e por
meio da troca de experiência e conhecimento técnico são sanadas de forma
imediata.
Também faz parte do planejamento a compra e instalação de leitor de
código de barra, a fim de agilizar a realização de empréstimos aos usuários,
otimizando o trabalho, diminuindo o tempo ocioso dos alunos e minimizando os
impactos da ausência da sala de aula, já que a maioria dos empréstimos são
realizados durante o horário de aula do aluno.
Cada etapa conquistada na implantação do Philos exige muita paciência e
compreenção por parte de toda a equipe que mesmo diante das necessidades
precisa entender que se tratando de instituição pública é necessário seguir todos os
trâmites burocráticos para a aquisição de qualquer material desejado. A espera por

�mais demorada que seja é válida, pois os resultados são compensadores e acabam
se tornando pequenos em detrimento de todos os benefícios conquistados.
A busca por melhorias precisa ser um propósito constante na vida
profissional de todos os envolvidos, afim de cumprir com maestria a qualidade e
eficiência na educação oferecida aos alunos como forma de oportunizá-los a
participarem das evoluções da tecnologia da informação tão presente na atualidade.

REFERÊNCIAS
CORTE, Adelaide Ramos. Automação de bibliotecas e centros de documentação: o
processo de avaliação e seleção de softwares. Ci. Inf., Brasília, v. 28, n. 3, p. 241256, set./dez. 1999. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010019651999000300002&amp;script=sci_abstract&amp;tlng=pt. Acesso em: 06 abr. 2019.
MARTÍNEZ, Lucila. Escola, sala de leitura e biblioteca criativas: o espaço da
comunidade. São Paulo: Global, 2004.
SERRA, Liliana Giusti. Utilização de categorias por cores em sistema de biblioteca
voltado ao público infanto-juvenil. In: CIBES - CONGRESSO IBERO-AMERICANO
DE BIBLIOTECAS ESCOLARES, 2015, Marília - SP. Anais. Disponível em:
http://fontes.marilia.unesp.br/index.php/cibes2015/CIBES2015/paper/view/11.
Acesso em: 07 abr. 2019.
SILVA, Rovilson José da. Biblioteca escolar: organização e funcionamento. In:
Souza, Renata Junqueira de (Org.). Biblioteca escolar e práticas educativas: o
mediador em formação. Campinas: Mercado das Letras, 2009.
SOPHIA Software. Faça o planejamento eficiente para gestão da biblioteca
escolar. 2017. Disponível em: https://www.sophia.com.br/blog/bibliotecas-eacervos/planejamento-eficiente-para-gestao-da-biblioteca-escolar. Acesso em: 10
abr. 2019.

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