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                  <text>Gestão de bibliotecas universitárias: em foco a compreensão dos
aspectos afetivos do comportamento informacional

Giordana Nascimento de Freitas e Silva (UFC) - giordana.nascimento@gmail.com
Maria de Fátima Oliveira Costa (UFC) - fatima12oliveiracosta@gmail.com
Resumo:
Trata dos aspectos afetivos do comportamento informacional dos usuários da Biblioteca do
Curso de Física (BCF), vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Física (PPGFIS), da
Universidade Federal do Ceará (UFC). Apresenta, portanto, a seguinte questão norteadora:
Quais sentimentos caracterizam as ações de busca e uso da informação dos usuários da BCF,
vinculados ao PPGFIS, da UFC? Logo, objetiva compreender como a comunidade em questão
se sente no decorrer do desenvolvimento de suas pesquisas. Esta proposta foi fundamentada
na perspectiva cognitiva de Carol Kuhlthau, em decorrência de entendermos que os
pensamentos, sentimentos e ações permeiam intrinsecamente o Processo de Busca da
Informação (PBI). Para tanto, realizou-se uma pesquisa qualitativa de cunho exploratório e
descritivo, de natureza qualitativa, configurando um estudo de caso, cujo campo de pesquisa
foi a BCF tendo, portanto, como unidade de análise os usuários ligados ao programa de
pós-graduação em foco. A amostra compreendeu 09 (nove) professores e 25 (vinte e cinco)
estudantes. O instrumento de coleta de dados foi o questionário aplicado via e-mail. A partir
do exposto, constatou-se a demonstração predominante dos sentimentos de confiança,
otimismo e satisfação apontados assiduamente pelos professores e estudantes nos revelando,
assim, que ambos estão conscientes das escolhas que favorecem a produtividade e inovação de
seus resultados. Compreendemos, portanto, que a segurança do que se deseja pesquisar e de
como fazê-lo, interfere significativamente no contentamento dos docentes e discentes que
percebem seus avanços ao passarem de posturas generalistas para específicas e
especializadas à medida que seu aprendizado progride.
Palavras-chave: Estudos
de
Usuários.
Comportamento
Informacional.
Biblioteca
universitária. Biblioteca do Curso de Física – Universidade Federal do Ceará.
Usuários da
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

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�XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.
Modelo 1: Resumo expandido de comunicação científica
Gestão de bibliotecas universitárias: em foco a compreensão dos aspectos
afetivos do comportamento informacional
Videografia: ( ) Sim (X) Não
Introdução:
A Ciência da informação (CI) possui uma relevante contribuição a oferecer por
meio dos Estudos de Usuários, que se apresentam, enquanto caminho sistematizado,
na busca pelo conhecimento das relações estabelecidas entre o usuário e a
informação. Destarte, consoante Amaral (2014), esta subárea da CI visa compreender
os fenômenos que integram os processos informativos. Com efeito, esse entendimento
torna-se mais profícuo ao passo que contempla, para além dos aspectos cognitivos, a
percepção das nuances afetivas que norteiam a construção do saber e influenciam de
forma preponderante no seu desenvolvimento.
Isto vai ao encontro do que Damásio (2004) nos coloca ao afirmar que, a
racionalidade emerge do equilíbrio entre as emoções positivas e negativas, pois,
fazendo uma analogia com seu enfoque, percebemos que a capacidade de
aprendizagem do pesquisador avança em consonância com as compreensões
significativas que vão sendo concebidas, interferindo, então, na motivação e interesse
deste sujeito em atingir os objetivos definidos na sua proposta ao longo de seus
estudos.
Enfatizamos, porquanto, a relevância dos estudos de usuários para as
instituições que intentam disponibilizar serviços de informação. Entre estas, salientamos
a atuação da biblioteca universitária, uma vez que, consoante Fujita (2005), possui
como funções basilares armazenar, organizar e assegurar o acesso ao conhecimento,
pois é desse ambiente que deve partir o fundamento teórico e epistemológico
necessário ao efetivo funcionamento da instituição de ensino superior a qual está
vinculada.
Nessa perspectiva, com base em Calva González (2004), ao compreendermos
o comportamento informacional, entre outras abordagens, como os diversos modos
pelos quais o indivíduo se comporta na tentativa de satisfazer suas necessidades de
informação, propomos um estudo qualitativo de cunho exploratório e descritivo dos
sentimentos que perpassam os Processos de Busca da Informação (PBI) realizados
pelos usuários da Biblioteca do Curso de Física (BCF) da Universidade Federal do
Ceará (UFC). Em vista disso, delimitamos como questão norteadora a seguinte: Quais
sentimentos caracterizam as ações de busca e uso da informação dos usuários da
BCF, vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Física (PPGFIS), da UFC?
Fundamentados nesta problemática, objetivamos compreender como os
usuários em questão se sentem no decorrer do desenvolvimento de suas pesquisas.
Para tanto, nos baseamos no modelo de Kuhlthau (1999; 2007), que considera as
particularidades emocionais, cognitivas e físicas no estudo do comportamento
informacional dos indivíduos.
Essa proposta advém de dissertação produzida no âmbito do Programa de PósGraduação em Ciência da Informação da UFC e nos possibilitou refletir sobre a atuação

�da biblioteca universitária junto à comunidade acadêmica, haja vista no momento da
consecução deste trabalho, atuarmos profissionalmente na BCF, o que resultou na
percepção da necessidade de um estudo centrado no comportamento informacional de
seus usuários e, particularmente, dos participantes do PPGFIS. Ademais, escolhemos
este público em decorrência de integrarem um dos melhores Programas de PósGraduação do país nesta área, com conceito 7 (sete) indicado pela Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
Método de pesquisa:
No intuito de responder o objetivo delimitado, desenvolvemos uma pesquisa de
cunho exploratório e descritivo, de natureza qualitativa, configurando um estudo de
caso, cujo campo de pesquisa foi a Biblioteca do Curso de Física da UFC e, o universo
investigado, composto pelos participantes do PPGFIS. Logo, enquanto instrumento de
coletas de dados, optamos pelo questionário submetido aos docentes e discentes
ativos no programa (durante o mês de novembro de 2017).
O questionário nos possibilitou um alcance maior de pessoas e a expressão
livre dos sujeitos da pesquisa, visto que não estivemos presentes no momento de seu
preenchimento e o anonimato destes foi preservado. (MARCONI E LAKATOS, 2003).
Nesse sentido, para mencionar os docentes e discentes durante os resultados e
discussão, utilizamos as respectivas abreviaturas: DO e DI. Conforme o critério de
adesão voluntária, trabalhamos com 09 retornos dos professores e 25 dos estudantes.
Utilizamos como parâmetro para elaboração do instrumento e exploração dos
dados, o Processo de Busca da Informação concebido pela autora Carol Kuhlthau,
cujos estágios nos remetem às categorias de análise deste trabalho: iniciação, seleção,
exploração, formulação, coleta e apresentação. É importante elucidar que, em
conformidade com este modelo, procuramos entender o comportamento de busca e uso
da informação dos usuários, integrando aspectos relacionados a seus sentimentos em
cada uma das fases mencionadas. Por fim, fundamentados na concepção de Bardin
(1977), utilizamos a análise de conteúdo como medida de organização e análise dos
dados, já que buscamos perceber os traços emocionais nas respostas analisadas
considerando, para além dos sentidos explícitos, os significados implícitos ligados ao
contexto em que os discursos e práticas da comunidade estudada são constituídos e
desenvolvidos.
Resultados e discussão
No tocante aos sentimentos apontados em relação à categoria iniciação, ou
seja, na delimitação do tema, problema, objetivos e metodologia, a maioria dos
discentes (80%) e os docentes (100%) tiveram opiniões semelhantes ao afirmarem se
sentirem otimistas, confiantes e focados na etapa inicial do PBI. No caso dos primeiros,
interpretamos que estas posturas emocionais derivam de suas experiências no
percurso da pesquisa, o que não significa afirmar que não haja problemas no seu
transcorrer, mas a aptidão de predição e resolução dos imprevistos para retorno à sua
continuidade é mais efetiva, inclusive, em função da rede de referências apontadas por
e Choo (2006). Acreditamos que isto influencia diretamente na conduta confiante de
grande parte dos discentes que, em suma, possuem contato com a pesquisa teórica e

�experimental nos laboratórios desde os programas de iniciação científica na graduação
e, por conseguinte, com o desenvolvimento de produções acadêmicas, cujos assuntos
com que trabalham, geralmente têm suas perspectivas aprofundadas ou delimitadas ao
longo do desenvolvimento de suas dissertações e teses no PPGFIS.
Além disso, assimilamos que as mediações formais e informais influenciam na
confiabilidade, foco e otimismo apontados pelos sujeitos da pesquisa, no concernente
às tarefas que envolvem a fase de seleção, isto é, a identificação da temática global
correspondente às necessidades de informação percebidas, assim como na escolha do
modo como o assunto será estudado. Assim, acreditamos que a realização destas
ações têm sido satisfatória, dado que sentimentos de caráter mais negativo (dúvida e
insegurança), não foram predominantes; o que evidencia o caráter efetivo das
predições construídas em decorrência dos seguintes requisitos apontados por Kuhtlhau
(1999; 2007): atendimento de interesse particular (relação significativa com
experiências anteriores); critérios institucionais (relação com as linhas do PPGFIS e
atuação nos laboratórios ou grupos de pesquisa); informação acessível e tempo
disponível (otimizados pelas parcerias construídas).
As etapas de exploração, formulação e coleta, foram relacionadas aos
seguintes momentos da pesquisa: elaboração da fundamentação teórica, realização
dos experimentos, análise dos dados e resultados. Conforme discussão anterior,
ratificamos que a experiência dos docentes com a pesquisa, seus imprevistos e a rede
de contatos estabelecida com pares do PPGFIS ou de outras instituições nacionais e
internacionais resultam numa predisposição acurada para ampliação do conhecimento
acerca de seu problema informacional e a constituição de uma perspectiva pessoal
sobre o mesmo. Isto corrobora para explicitação prevalecente dos sentimentos positivos
(confiança, foco e satisfação) assinalados pelos professores em relação à consecução
dos estágios assinalados anteriormente.
No tocante ao universo dos discentes, asseveramos que o contato com a
pesquisa, desde os programas de iniciação científica, e a inserção integrada das
propostas dos estudantes nos macroprojetos dos laboratórios e ou grupos de pesquisa
dos quais são participantes, tem colaborado sobremaneira para realização exitosa das
atividades destacadas. Contudo, o fato dos sujeitos da pesquisa estarem, em suma,
otimistas, confiantes, focados e satisfeitos para realização das atividades em questão,
não implica que os sentimentos de dúvida e insegurança não sejam experenciados.
Indo ao encontro do pensamento de Kuhlthau (1999; 2007), DI15, DI19 e DI24
revelaram se sentir em dúvida e DI19 e DI13 apontaram a insegurança como reação
presente durante a constante elaboração da fundamentação teórica de seus estudos.
Entendemos que isto ocorra haja vista as múltiplas possibilidades de pesquisa
potencializadas por uma grande variedade de fontes de informação e,
consequentemente, a verificação de conteúdos novos não identificados pelos
esquemas individuais destes pesquisadores que podem anunciar, inclusive, a
possibilidade de modificação dos procedimentos experimentais adotados.
Outrossim, questionamos os docentes e discentes acerca dos sentimentos
vivenciados no momento de elaboração das conclusões e discussões, etapa esta
associada à fase de apresentação. Os professores (100%) indicaram que se sentem
confiantes, otimistas e satisfeitos. Acreditamos que esta posição está relacionada ao
seu repertório de conhecimentos e, portanto, a uma maior capacidade perceptiva de
perceber que o trabalho construído é suficiente para responder ao problema levantado,

�dessa forma, dando mais segurança e tranquilidade para sua finalização e divulgação já
que, de acordo com Kuhlthau (1999, p. 16, tradução nossa), “Compreender o que é
suficiente é essencial para dar sentido à informação disponível [...]”.Quanto aos
estudantes, verificamos que a maioria (60%) também se mostrou otimista, confiante e
satisfeita. Em nossa percepção, este cenário advém do contato contínuo direto e ou
indireto com temáticas das linhas de pesquisa com que trabalham, tendo em conta
compartilharem geralmente experiências comuns nos laboratórios ou grupos de
pesquisa em que atuam, desde a graduação. Todavia, é perceptível a menção dos
sentimentos de dúvida e insegurança pelos discentes (40%) na etapa de elaboração
das conclusões e discussões. Atribuímos esta tensão ao fato destes indivíduos, durante
a elaboração de suas dissertações e teses, precisarem constantemente relacionar suas
concepções com os apontamentos do programa (orientador e colegas) e da literatura,
principalmente, sobre os procedimentos metodológicos e seus modos de execução. É o
que nos coloca Choo (2006, p. 172): “[...] criar um conjunto de significados comuns
geralmente requer resolver a tensão entre o desejo de seguir as próprias crenças e de
incluir outros pontos de vista de modo a construir consenso.” Isto porque, os resultados
obtidos precisam ter aceitabilidade perante os pares e disto decorre a credibilidade,
aprovação pelas bancas de defesa e a constituição destes estudos como fontes de
informação confiáveis.

Considerações finais:
Ainda que tenham sido vivenciados percalços, é notório que os processos de
busca e uso de informação estudados, em conformidade com as respostas analisadas,
nos demonstram que os sujeitos da pesquisa estão conscientes das escolhas que
favorecem a produtividade e inovação de seus resultados. Podemos comprovar isto
pelo grande índice de publicações em periódicos de alto fator de impacto e pela
visibilidade do PPGFIS perante a comunidade científica do campo da Física. Indo ao
encontro do exposto, salientamos a recente concessão do conceito 07 (sete) pela
Capes ao programa na avaliação quadrienal 2013-2017, o que comprova o nível de
excelência internacional de seu desempenho.
Inferimos que este cenário interfere na demonstração dos sentimentos de
confiança, otimismo e satisfação apontados assiduamente pelos professores e
estudantes na realização das fases do PBI nos remetendo, assim, à satisfação dos
usuários em evidência quanto ao seu cumprimento. No caso dos primeiros, isto se
justifica em razão de um maior amadurecimento na percepção e aplicação dos recursos
informacionais, materiais e humanos necessários, além da expertise de presumirem e
ou resolverem os imprevistos surgidos. Já no caso dos segundos, a orientação dos
professores é essencial para o condicionamento de usos significativos de informação,
devido ao suporte que oferecem nos laboratórios e/ou grupos de pesquisa, em geral
desde a graduação e, por sua vez, pelo trabalho contínuo com temáticas que subsidiam
suas concepções para atendimento dos objetivos definidos.
Este cenário também pode ser relacionado com a atuação do docente, visto
que os estudos executados no decurso de sua formação, principalmente na pósgraduação, pautam seus interesses e opções por participação nas linhas de pesquisa

�do PPGFIS, direcionando, então, seu olhar na orientação dos trabalhos que estão sob
sua responsabilidade. Compreendemos, portanto, que a segurança do que se deseja
pesquisar e de como fazê-lo, interfere significativamente no contentamento dos
professores e estudantes que percebem seus avanços ao passarem de posturas
generalistas para especializadas à medida que seu aprendizado progride.
Referências:
AMARAL, Sueli. Mercadotecnia y estudios de usuarios para identificar y satisfacer las
necesidades de información. In: SEMINARIO DE INVESTIGACIÓN SOBRE USUARIOS
DE LA INFORMACIÓN, 9., 2014, México. Anais... México: Universidad Autónoma de
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BARDIN, Laurence. Definição e relação com outras ciências. In: ______. Análise de
conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977. p. 27-46.
CALVA GONZÁLEZ, J. J. Las necesidades de información: fundamentos teóricos y
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CHOO, Chun Wei. A organização do conhecimento: como as organizações usam a
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DAMÁSIO, Antônio R. Em busca de Espinosa: prazer e dor na ciência dos
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FUJITA, Mariângela Spotti Lopes. A biblioteca digital no contexto da gestão de
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KUHLTHAU, Carol. Accommodating the user’s information search process: challenges
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MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 5.ed. São Paulo, SP: Atlas, 2003. 311 p.

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              <text>Trata dos aspectos afetivos do comportamento informacional dos usuários da Biblioteca do Curso de Física (BCF), vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Física (PPGFIS), da Universidade Federal do Ceará (UFC). Apresenta, portanto, a seguinte questão norteadora: Quais sentimentos caracterizam as ações de busca e uso da informação dos usuários da BCF, vinculados ao PPGFIS, da UFC? Logo, objetiva compreender como a comunidade em questão se sente no decorrer do desenvolvimento de suas pesquisas. Esta proposta foi fundamentada na perspectiva cognitiva de Carol Kuhlthau, em decorrência de entendermos que os pensamentos, sentimentos e ações permeiam intrinsecamente o Processo de Busca da Informação (PBI). Para tanto, realizou-se uma pesquisa qualitativa de cunho exploratório e descritivo, de natureza qualitativa, configurando um estudo de caso, cujo campo de pesquisa foi a BCF tendo, portanto, como unidade de análise os usuários ligados ao programa de pós-graduação em foco. A amostra compreendeu 09 (nove) professores e 25 (vinte e cinco) estudantes. O instrumento de coleta de dados foi o questionário aplicado via e-mail. A partir do exposto, constatou-se a demonstração predominante dos sentimentos de confiança, otimismo e satisfação apontados assiduamente pelos professores e estudantes nos revelando, assim, que ambos estão conscientes das escolhas que favorecem a produtividade e inovação de seus resultados. Compreendemos, portanto, que a segurança do que se deseja pesquisar e de como fazê-lo, interfere significativamente no contentamento dos docentes e discentes que percebem seus avanços ao passarem de posturas generalistas para específicas e especializadas à medida que seu aprendizado progride.</text>
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