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                  <text>Gestão de 'makerspaces' de bibliotecas sob a ótica da Nova
Biblioteconomia

Jefferson André de Jesus Corredor (FESPSP) - jeff.corredor@gmail.com
Valéria Martin Valls (FaBCI/FESPSP) - valls@fespsp.org.br
Resumo:
Trabalho tem como tema "makerspaces" de bibliotecas, objetivando analisar a aplicação da
abordagem da Nova Biblioteconomia à gestão desses espaços, definindo a proposta de R.
David Lankes para a Biblioteconomia na atualidade, contextualizando o fenômeno Movimento
"Maker" e caracterizando os "makerspaces", por meio de revisão bibliográfica, em pesquisa de
tipo exploratória. Em decorrência das mudanças socioeconomicas que convergiram ao
Movimento "Maker", que se baseia no fazer amador, na aprendizagem ativa, na colaboração,
no compartilhamento, na realização pessoal e na interdisciplinaridade, a biblioteca incorpora,
a partir dos anos 2000, "makerspaces", que se estabelecem como locais que disponibilizam
recursos para a criação e a aprendizagem, matéria da Nova Biblioteconomia, abordagem que
fornece ferramentas teóricas para bibliotecas focadas em demandas mais amplas da
comunidade, não apenas aquelas relacionadas a suportes informacionais. Conclui que a
abordagem de Lankes é compatível à gestão de "makerspaces" de bibliotecas devido ao seu
foco na aprendizagem, suas propostas filosóficas democráticas e instrumental técnico voltados
às necessidades da comunidade, por meio de sistemas integrados de gestão de biblioteca.
Palavras-chave: Movimento Maker. Makerspaces. Nova Biblioteconomia
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Videografia: ( ) Sim (X) Não

Modelo 1: resumo expandido de comunicação científica
Introdução:
Trabalho propõe o gerenciamento de espaços de criação (comumente
denominados ​makerspaces​) de bibliotecas a partir da perspectiva da Nova
Biblioteconomia de R. David Lankes, com base nos fundamentos da abordagem,
contextualizando o Movimento ​Maker e caracterizando os ​makerspaces​. Seu
objetivo é, portanto, analisar a aplicabilidade dos pressupostos da Nova
Biblioteconomia de Lankes em relação à gestão de ​makerspaces de bibliotecas. A
conjectura inicial é a de que, diante do caráter colaborativo dos espaços de
criação (Fab Labs, laboratórios de criação, ​creative spaces etc), do protagonismo
favorecido pelo Movimento ​Maker e do foco da Nova Biblioteconomia na criação
do conhecimento, exista compatibilidade entre os princípios dessa abordagem
biblioteconômica e as práticas e valores presentes em ​makerspaces​. A relevância
do estudo advém das possibilidades que o ambiente ​maker de bibliotecas oferece
a sua comunidade, da atualidade do assunto e, por isso, do incipiente debate
sobre o tema nos cursos de Biblioteconomia e Ciência da Informação no país.
Em consonância com as mudanças socioeconômicas das últimas décadas,
surgiram nos EUA, na primeira década dos anos 2000, bibliotecas dotadas de
makerspaces​, mistura de oficina, estúdio, laboratório e sala de aula, que se
estabeleceram como espaços que favorecem a criatividade e o fazer, fornecendo
a seus usuários um local onde ferramentas, materiais e orientações são
compartilhados (DOUGHERTY, 2012), seguindo princípios do Movimento ​Maker​,
fenômeno social que reverbera em diversas esferas na atualidade e que se baseia
na ideia de que qualquer um pode construir qualquer coisa (MOVIMENTO Maker,
2018). Esse protagonismo e suporte à formação oferecidos por esses espaços de
criação pedem que a biblioteca adapte sua estrutura tradicional a uma sociedade

�em que consumidores estão se tornando produtores, por meio da construção do
conhecimento colaborativo e da aprendizagem, princípios que norteiam a Nova
Biblioteconomia.
Método da pesquisa:
O método da pesquisa é do tipo exploratório, a técnica escolhida foi a
pesquisa bibliográfica e sua abordagem é qualitativa. Diante da pouca produção
brasileira acerca do tema até o início da análise, dedicamo-nos a pesquisas
principalmente em inglês. Assim, o levantamento bibliográfico focou-se no
catálogo ​online de bibliotecas Dedalus, em bases de dados de artigos científicos,
especialmente na Scientific Electronic Library Online (SciELO) e na Brapci (Base
de Dados em Ciência da Informação) e na ferramenta de busca de artigos
acadêmicos Google Scholar. Assim, os termos nos quais se focou a busca foram:
“library”, “biblioteca”, "movimento maker", "makerspace", “espaço de criação”,
"new librarianship" e “nova biblioteconomia”. Para fundamentação teórica sobre a
Nova Biblioteconomia, objeto de estudo pouco abordado até mesmo no exterior,
recorremos às obras originais de R. David Lankes ​The Ethics of Participatory
Librarianship​ (2008), ​Atlas of New Librarianship​ (2011) e ​Expect More​ (2016).
Resultados e discussão:
Os ​makerspaces são locais orientados às necessidades criativas dos
usuários, que oferecem acesso a espaço, ferramentas, orientação, favorecem a
colaboração e a inovação, fomentam a aprendizagem ativa, incentivam o
compartilhamento de ideias, sem configuração espacial e mobiliária predefinidas,
apresentando-se como ambiente democrático e plataforma para transformação da
comunidade (LAHART, 2009; HOLM, 2014), nos quais a meta é o fazer (ABDO;
AMARAL, 2015). Seus objetivos nas bibliotecas são: expandir os serviços da
biblioteca por meio da ofertas de tecnologia, espaços e atividades; promover o
envolvimento e a participação da comunidade; incentivar a aprendizagem
participativa; promover o acesso equitativo a ferramentas como impressoras 3D,
que, de outra forma, estariam fora dos limites dos usuários e transformar o
entendimento tradicional das bibliotecas como lugares de consumo para lugares
de criação (BLOWERS, 2012; BRITTON, 2012; GINSBERG, 2012; HAMILTON,
2012; HERRON, 2012, apud DIANE; ZAANA, 2013). ​...........................................
...........​Observa-se a relevância da comunidade nos ​makerspaces de bibliotecas,
assim como o relevo de atividades de aprendizagem em seu interior. O objeto da
Nova Biblioteconomia de David Lankes, segundo o autor, é a disponibilização de
recursos para a aprendizagem e a construção do conhecimento, demandas pela
comunidade, em espaços físicos abertos à criação (LANKES, 2011), como os

�makerspaces ​(ABDO; AMARAL, 2015). Desenvolvida por R. David Lankes, a visão
de mundo que emoldura os princípios da Nova Biblioteconomia é a de uma área
do saber não fundada em artefatos informacionais, como livros, periódicos, mapas
etc, mas sim em resultados e na aprendizagem, indo além do destaque a
ferramentas (catálogos, fichas, listas) e buscando guiar-se pela construção do
conhecimento, em sintonia com sua comunidade (LANKES, 2016). Ou seja,
primeiramente estabelece-se uma atitude aberta e ativa em relação às demandas
dos usuários, independentemente de sua natureza (escrever um livro, consertar a
vassoura, procurar emprego etc), que serão atendidas e/ou fomentadas por meio
do instrumental mais eficiente, elaborado, coordenado e/ou viabilizado pela equipe
da biblioteca. Essa perspectiva vai ao encontro da definição de ​makerspaces
(entendidos como locais, acima de tudo, abertos ao fazer criativo e pessoal, digital
ou concreto) e dos valores básicos do Movimento ​Maker (DOUGHERTY, 2012).
Os seis princípios fundamentais da Nova Biblioteconomia formam o aforismo: “​a
missão dos bibliotecários é melhorar a sociedade facilitando a criação do
conhecimento em sua comunidade​” (LANKES, 2011, p.13), relacionados no
quadro abaixo​ ​à gestão de ​makerspaces​ de bibliotecas:
Quadro - Nova Biblioteconomia aplicada a ​makerspaces​ de bibliotecas
Fundamento

Visão de mundo

Biblioteconomia não fundada
em artefatos, mas sim em
resultados e no aprendizado.

Missão

Fomento à construção do
conhecimento, à inovação e
ao aprendizado.

Bibliotecários

Profissionais que focam nos
comportamentos,
na
construção e manutenção de
ambientes de criação de
conhecimento e nos efeitos
dos serviços nos indivíduos.

- Levantar demandas de atividades e/ou
serviços;
- Selecionar recursos para sanar as
necessidades da comunidade;
Conectar
usuários
a
orientadores/especialistas.

Servir à comunidade por
meio de atuação ativa e
engajamento.

- Promover meios de instrução;
- Garantir instrumentos de justiça social;
- Fornecer certificados;
- Fomentar o empreendedorismo.

Melhorar
sociedade

a

Aplicação
bibliotecas

em

​makerspaces

Linha da Nova
Biblioteconomia

de

- Elaborar/compilar programas e atividades;
- Catalogar ferramentas; maquetes, projetos
etc;
- Divulgar o impacto social do trabalho da
biblioteca.
- Dar suporte ao desenvolvimento de
projetos, como a criação de aplicativos,
pesquisas, ​sites​, obras de arte ou
protótipos.

�Facilitando

Suporte à aprendizagem
independente, à elaboração
de parcerias e às atuações
ativas junto à comunidade.

Construção
do
conhecimento

Baseado na relação entre
entendimentos, por meio de
conversas.

- Coordenar equipes e projetos;
- Criar manuais, cartazes, tutoriais para
instruções;
- Ter canais de colaboração, como troca de
notas e/ou experiências dos usuários.

- Planejar ambiente para fomentar a troca e
a experimentação;
- Divulgar conceitos básicos de estruturas,
métodos e construção;
- Mapear etapas de um projeto e os
recursos necessários a cada uma delas;
- Coletar conhecimentos e práticas
bem-sucedidas, a fim de divulgá-las.
Comunidade
Orientadora dos serviços e - Incentivar a participação da comunidade
produtos da biblioteca, e por nas rotinas da biblioteca;
- Oferecer opções de estilos de
isso, parte da biblioteca.
aprendizagem;
- Integrar a produção dos usuários (livros de
memória, ​workshops e serviços) à
biblioteca.
Fonte: Elaborado pelos autores com base em LANKES (2011) e BURKE (2014).

O quadro mostra que, aplicando as linhas mestras da abordagem da Nova
Biblioteconomia às atividades de ​makerspaces de bibliotecas, o trabalho de
gestão dá-se de forma integrada: os programas são desenvolvidos sob uma
perspectiva aberta e democrática, por profissionais ativos que criam, encontram e
repensam ferramentas, serviços e pessoas, para propor projetos e sanar as
necessidades dos usuários, cuja atuação/produtos fazem parte da biblioteca.
Considerações Finais:
O objetivo da pesquisa foi alcançado, resultando em quadro com propostas
de atuação de bibliotecários(as) e de funcionamento de ​makerspaces de
bibliotecas de acordo com a Nova Biblioteconomia. A conjectura inicial, de que a
abordagem de Lankes concilia-se aos valores e práticas presentes nos espaços
de criação, mostrou-se coerente. Comparando as bases da Nova Biblioteconomia
aos pressupostos do Movimento ​Maker e às características dos ​makerspaces,​
concluímos que a abordagem de Lankes oferece base satisfatória à gestão desses
espaços em bibliotecas, principalmente por visar à construção do conhecimento,
fomentar o foco na comunidade e um espaço democrático e colaborativo, capaz
de se adaptar continuamente, e por servir às demandas de criação da comunidade
prevendo recursos necessários diversificados e provê-las com sistemas de gestão
que integrem esses recursos e serviços à produção/participação dos usuários.

�REFERÊNCIAS
ABDO, H.; AMARAL, L. Penso no movimento maker como um tipo de
Renascença, afirma Dale Dougherty. ​O Estado de São Paulo​, São Paulo, dez.
2015. Disponível em:
http://infograficos.estadao.com.br/e/focas/movimento-maker/daledougherty.php.
Acesso em: 24 fev. 2018. Não paginado.
BURKE, J. J. ​Makerspaces​: a practical Guide for Librarians. Lanham, Maryland:
Rowman &amp; Littlefield, 2014.
DIANE, S.; ZAANA, H. A place to make, hack, and learn: makerspaces in Australia
public libraries. ​The Australian Library Journal​, [S.l.], v. 64, n. 4, p. 272-284,
2013. Disponível em: https://eprints.qut.edu.au/73071/1/73071.pdf. Acesso em: 15
jan. 2019.
DOUGHERTY, D. The maker movement. ​The MIT Press Journal​, [S.l.], v. 7, n. 3,
p. 11-14, 2012. Disponível em:
https://www.mitpressjournals.org/doi/abs/10.1162/INOV_a_00135​. Acesso em: 03
nov. 2017
HOLM, E. van. ​What are Makerspaces, Hackerspaces, and Fab Labs? ​Georgia
(EUA): Georgia State University, 2014. Disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/304257650_What_are_Makerspaces_Ha
ckerspaces_and_Fab_Labs​. Acesso em: 06 mar. 2018.
LAHART, J. Tinkering makes comeback amid crisis. ​The Wall Street Journal​,
[S.l.], 13 nov. 2009. Disponível em:
https://www.wsj.com/articles/SB125798004542744219. Acesso em: 15 jun. 2018.
Não paginado.
LANKES, R. D. The ethics of participatory librarianship. ​Journal of Library
Administration, ​New York: Syracuse University, p.1-20, jul. 2008. Disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/232976687_The_Ethics_of_Participatory
_Librarianship​. Acesso em: 06 jun. de 2018.
_____________. ​Atlas of new librarianship​. Singapura: MIT, 2011. Disponível
em: https​://davidlankes.org/new-librarianship/the-atlas-of-new-librarianship-online/​.
Acesso em: 06 jun. de 2018.
_____________. ​Expect More​: melhores bibliotecas para um mundo complexo.
São Paulo: FEBAB, 2016.
MOVIMENTO maker. WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia
Foundation, 2018. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_Maker.
Acesso em: 03 jun. 2018. Não paginado.

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