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                  <text>Do Acervo privado ao Acervo público: um espaço de (in)formação,
pesquisa e memória para leitores

Debora Zamban (UDESC) - debora_zamban@hotmail.com
Gisela Eggert Steindel ((UDESC)) - f9giza@gmail.com
Resumo:
O presente relato de experiência é a descrição do processo de integração de um acervo
privado a uma biblioteca particular de um escritório de advocacia na cidade de Florianópolis.
A doação do acervo que pertenceu ao professor, jurista, historiador e
pesquisador Norberto Ungaretti incluí inúmeros materiais em diversas áreas do
conhecimento. Assim, o principal
objetivo do processo foi a integração desse acervo recém-chegado ao contexto da biblioteca,
para então essa biblioteca ser aberta, publicizando o acervo, disponível para colaboradores,
pesquisadores e comunidade no geral.
Palavras-chave: Acervo privado. Acervo público. biblioteca Particular. Memória para leitores
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

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�XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.
Do Acervo privado ao Acervo público: um espaço de
(in)formação, pesquisa e memória para leitores

INTRODUÇÃO
A constituição de uma biblioteca vai além de armazenar pilhas de livros em uma
sequência pré-definida. Esses espaços, em essência, carregam inúmeros significados a
depender de sua idealização e finalidade. Goulemot (2011, p. 5), com referência ao
Petit Larousse, atribui à biblioteca três sentidos: o primeiro “como uma coleção de livros
e manuscritos”, ou “um lugar onde eles estão arrumados” e ainda, “móvel com
prateleiras que servem para arrumar livros”. Mas, além disso, o autor elenca que esse é
definitivamente o primeiro espaço onde se lê. Já Umberto Eco (2003) retrata, em O
Nome da Rosa, um dos clássicos da literatura mundial, a Biblioteca como um local de
escrita antes mesmo de ser um local de leitura e de pesquisa, já que em seu universo,
remontando à época medieval, era destinado a resguardo e proteção dos livros, as
estruturas eram grandes labirintos e funcionavam a fim de impedir a disseminação do
conhecimento, que era extremamente preservado e restrito, sendo templos construídos
para serem guardiões da memória e protetor dos textos vistos como impróprios.
Em contrapartida, contemporaneamente, a característica mais marcante da
biblioteca é ser um espaço que fomenta o hábito e sociabilização leitura e propicia um
ambiente que facilite a formação de leitores, indo além da leitura prazerosa, mas
também formando cidadãos instruídos e críticos. Corroborando com essa afirmativa,
para Azevedo (2004, p. 9) indivíduos, adultos ou crianças, constituem-se leitores
quando conseguem identificar os vários tipos de textos e utilizá-los em benefício
próprio. Para Chartier (1990, p. 59) “a leitura é prática criadora, atividade produtora de
sentidos singulares, de significações de modo nenhum redutíveis às intenções dos
autores de textos ou dos fazedores de livros”. Em relação às práticas de leitura com o
cotidiano, o hábito da leitura é uma “[...] atividade produtora de sentidos singulares, de
significações de modo nenhum redutíveis às intenções dos autores de textos ou dos

�fazedores de livros”, destarte, a prática da leitura faz com que a mente trabalhe
estimulando novas informações, assimilando conteúdos que já estavam armazenados
anteriormente com as novas concepções que podem se transformar em conhecimento
(CHARTIER, 1996, p. 59).
Entretanto, para que a educação e a leitura sirvam, efetivamente, como
ferramentas que propiciem e potencializem a reflexão e o conhecimento é necessário
voltar o olhar para o espaço da Biblioteca, que é uma extensão da sala de aula,
enfatizando as Bibliotecas Particulares e toda a história que ela pode contar. Para Cirne
(2013, p. 1) a concepção de uma “biblioteca particular nasce a partir da tríade formada
pela intimidade entre leitor e livro, o intelecto dispensado sobre as obras no processo
de produção científica e a cultura absorvida ou criada em torno delas”. Não importa,
nesse ínterim, a quantidade de obras que incorporam um acervo, podendo ser uma
biblioteca composta por 10 itens, ou uma coleção com mais de 2.000 exemplares, seu
súpero impacto está na representatividade e na individualidade de cada um que
idealiza, ajuda a compor ou utiliza esse espaço.
De igual importância, destaca-se a necessidade de uma construção da memória
coletiva, buscando registrar todas as formas que possibilitem ações baseadas em
experiências que já foram validadas. Le Goff (1996, p. 535) traz em sua obra que a
história é efeito da construção, já que os materiais imortalizados são o documento e o
monumento onde, justamente o que sobrevive não é “[...] o conjunto daquilo que existiu
no passado, mas uma escolha efetuada quer pelas forças que operam no
desenvolvimento temporal do mundo e da humanidade, quer pelos que se dedicam à
ciência do passado e do tempo que passa, os historiadores”. Na ótica do autor, esses
materiais se apresentam sob as principais formas dos ditos “monumentos” ou ainda
“herança do passado”, e “os documentos” que perpassam pela “escolha do historiador”
(LE GOFF, 1996, p. 535).
Nesse sentido, é impactante poder desfrutar e partilhar de acervos particulares
que carregam em sua essência, a vida e obra de quem o criou. Nas palavras de Cirne
(2013, p. 1) a “ligação intelectual”, existe no processo de transformação da biblioteca
em local de leitura, para então, ser um espaço para estudo, produção e análise
individual. Assim, acredita-se que a publicização de acervos e bibliotecas particulares

�sejam pontuais no que diz respeito a disseminação da informação e do processo de
circularidade do saber.
Nisso, será apresentado o relato de experiência da incorporação de um acervo
privado à uma biblioteca particular, que após a integração, será aberta ao público,
impactando em um lugar de compartilhamento, de pesquisa e de história, aberto a
todos.

RELATO DA EXPERIÊNCIA
Ler um acervo é ver o Outro, já que a escolha de um livro é sempre feita de
forma política, a constituição de uma biblioteca é, de igual forma, uma relação
construída com base na percepção e na leitura que se faz do mundo. Circunstanciados
no patrimônio bibliográfico desses protagonistas é possível encontrar aspectos
fundamentais para a compreensão de sua história, seus caminhos e suas trajetórias.
Por outro lado, é importante destacar a preservação e disponibilização, que são
carregadas de significação e nuances já que esse patrimônio bibliográfico pode ser
considerado fonte de estudos e pesquisa, especialmente por ser extremamente rico e,
geralmente, ter enfoque especializado.
O relato de experiência é a descrição do processo de integração de um acervo
privado a uma biblioteca particular de um escritório de advocacia na cidade de
Florianópolis. A doação do acervo que pertenceu ao professor, jurista, historiador e
pesquisador Norberto Ungaretti incluí uma gama jurisprudências, decisões judiciais,
livros, periódicos e multimeios em diversas áreas do conhecimento. Assim, o principal
objetivo do processo foi a integração desse acervo recém-chegado ao contexto da
biblioteca, para então essa biblioteca ser aberta, publicizando esse acervo, disponível
para colaboradores, pesquisadores e comunidade no geral.
A Biblioteca do Escritório Cavallazzi, Andrey, Restanho e Araújo Advocacia
Empresarial1, que anteriormente a doação contava com cerca de 2 mil obras
cadastradas em seu catálogo, recebeu com apreço a doação do Acervo Particular do
1

A Cavallazzi, Andrey, Restanho &amp; Araujo Advocacia, sociedade de advogados inscrita na OAB/SC sob o
n° 122/94, foi fundada em 1994 com o objetivo de prestar serviços de excelência nas diversas áreas do
direito relacionadas à atividade empresarial. Está entre os mais admirados escritórios de advocacia do
Brasil nas edições de 2008, 2009, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016 do anuário Análise Advocacia”
(CAVALLAZI, ANDREY, RESTANHO E ARAÚJO, 2018, p. 1).

�professor, ensejando o movimento de Criação da Biblioteca Norberto Ungaretti,
oficialmente instituída em 2018. Para a criação da referida Biblioteca, que, com a
doação conta agora com mais de 6 mil títulos, alugou-se e projetou-se uma sala anexa
ao escritório de Advocacia, na Avenida Rio Branco, no Centro da cidade de
Florianópolis.
A doação do Acervo partiu da postura da família, que reconhecia a paixão do
professor pelos livros, pela leitura e pela pesquisa, sabendo, também, que esse era um
desejo seu: deixar seus precisos livros próximos aqueles que dedicam seus dias à
leitura, pesquisa e ensino. Por ser dedicado a educação, Norberto Ulysséa Ungaretti,
notabilizou-se como professor, atuou também no setor público exercendo atividades em
diversas funções, político engajado e militante a frente da cultura catarinense. Deixou
como legado seus estudos como historiador e o interesse profundo pela vida intelectual
de Santa Catarina. O Estado onde nasceu, cresceu e viveu por toda sua vida era fonte
de inspiração e pesquisa. Concentrou suas pesquisas principalmente para as cidades
de Laguna, onde nasceu, e Florianópolis, onde morou a maior parte de sua vida. Desta
forma, sendo uma personalidade multifacetada que transitou em diversas áreas do
conhecimento e contribuiu com a construção política e cultural do estado de Santa
Catarina, dificilmente seu acervo estaria desvinculado da sua trajetória de vida. Tal
suspeita se confirmou, pois, vislumbrando cada livro, é perceptível os contornos de sua
vida e a busca incessante para estar a par da história, cultura e desenvolvimento
catarinense, além de tomar a frente em pesquisas nos campos do direito, educação,
teologia e literatura.
O primeiro passo para conhecer esse incrível acervo foi desencaixotar e
desembalar todos os exemplares, permitindo assim, além da separação por temáticas,
observar o estado físico de cada um material e identificar os cuidados que cada um, em
sua individualidade, necessitavam, já que o arquivo pessoal do professor Ungaretti foi
construído ao longo de sua vida, abarcando, além de livros, diversos materiais. Até o
momento, as temáticas que permeiam o direito imperam, sendo os recortes ligados ao
direito civil o maior volume de obras. História, literatura completam majestosamente a
biblioteca, já que o professor Ungaretti foi um grande estudioso e pesquisador de
diversas temáticas ligadas a história, principalmente da história catarinense.

�Iniciar do zero a construção de um espaço de memória e que fomente a
pesquisa e a educação catarinense é o sinônimo de transformar um sonho em
realidade. Criar esse espaço aberto aos pesquisadores é de extrema importância
devido ao rico e diversificado acervo que compõe a Biblioteca Norberto Ungaretti. A
inauguração do espaço trouxe visibilidade ao local, que espera os pesquisadores
mediante agendamento. Para pesquisa no acervo, é necessário despender tempo para
o garimpo, pois ainda não foram cadastrados todos os exemplares na base de dados
do escritório, que conta com próprio software, integrado às demais demandas. O
processo de cadastro das obras está em andamento, porém, devido à complexidade do
acervo, ainda está em estudo a forma de individualiza-lo do acervo já disponível no
escritório.

CONCLUSÕES
Observando empiricamente, pondera-se a preocupação com a preservação da
memória, conservando, o máximo possível, suas características e sua essência,
buscando ampliar a divulgação e promoção dos acervos particulares como ambientes
de leitura, compartilhamento e construção do saber, para que possam, com
profundidade, impactar às gerações como forma e fonte de pesquisa e construção
histórica.
REFERÊNCIAS
AZEVEDO, Ricardo. Formas literárias populares e formação de leitores. In: BARBOSA,
Márcia; RÖSING, Tânia; RETTENMAIER, Miguel (Org.). Leitura, identidade e
patrimônio cultural. Passo Fundo: UPF, 2004.p. 155-9
CAVALLAZZI, ANDREY, RESTANHO &amp; ARAÚJO ADVOCACIA. [site institucional].
2018. Disponível em: &lt;advempresarial.com.br/&gt;. Acesso em: 22 jun. 2018.
CHARTIER, Roger. A história cultural: entre práticas e representações. Lisboa/Rio de
Janeiro: Bertrand/Difel, 1990.
CIRNE, Thiago. Bibliotecas Particulares. Biblioo, Cultura informacional. 2013.
Disponível em: &lt;http://biblioo.info/bibliotecas-particulares&gt;. Acesso em: 22 jun. 2018.
ECO, Umberto. O nome da rosa. São Paulo: Folha de São Paulo, 2003.
GOULEMOT, Jean Marie. O amor às bibliotecas. São Paulo: UNESP, 2011.

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